segunda-feira, 28 de agosto de 2017

A gosto

Dom - 06.08.2017 - 17 h 32 m

O que é o mês             Presente do
Pra que nele haja         Pai Eterno
Gosto ou                     Que cedo se
Desgosto?                Fez presença.

Se todos eles                   De uma
Nada mais são                    Coisa
Do que lapso                           Eu
De tempo,                              Sei:

Que o homem,             Foi em ti
Em sua                             Que eu
Dicotomia,                        Nasci,
Logo aprendeu          Pra nunca
A contar.             Ser esquecido:

Depois dos seis                      No
Primeiros dias,        Estudante,
Vendo sol, lua                      Que
E outros luzeiros,            Já fui,

Sem saber que                No pai
Mês estava,                          Que
Sem minuto                   Sempre
E sem hora:                       Serei:

No só                         Nos filhos
Contar                     Que somos,
De luar,           Na mãe e mulher
Depois:                 Que amamos.

sexta-feira, 25 de agosto de 2017

Eu e o tempo

Ter - 08.08.2017 - 07 h 13 m

Se eu fosse, só, tempo,
Eu seria o dia feito criança,
Da tarde da adolescência,
No descanso da noite, sem mocidade,

A esperar contantes de manhãs,
A contar de um dia  a mais,
Em um dia a menos,
No cantar de parabéns.

Seria X anos,Y meses, Z dias,
Diminutas horas,
Dos minutos N,
Dos segundos que se foram.

Seria passado, sem ser passado a limpo,
Zerando tudo, de novo,
Se eu tempo fosse,
Ou se o tempo me fosse, somente.

Mas como somos: Eu e o tempo,
Eu sou o presente, sem saudade,
Da musa que me faz poeta,
Nas mocidades dos meus filhos,
Das crianças, sem idades,
Nas pessoas que me conhecem.

terça-feira, 22 de agosto de 2017

Imagem

Sex - 20.08.2010 - 8 h

Mulher aguerrida, assim tu foste,
Resposta de ti mesma,
Independente cedo tu te tornaste
A te fazeres de três.

Lutar! Lutar!
Esse tema íntimo te acompanhou,
 Lutar! Lutar!
Assim foste mais longe.

Nata tu te transformaste,
Onde só havia leite derramado,
Guerreira ovante da paz,
Una sem olhar pra trás,
Espelho próprio de ti,
Inteiríssima, em todos os momentos,
Respirando, inspirando, aspirando
Teu mundo real.

Mostrando-nos que a vida é linda:
Aonde havia apenas espinhos,
Colheste tão unicamente rosas,
Heroína e vencedora sem igual,
Ao longo de tua caminhada,
Durante toda tua história,
Ser-me-ás sempre
A minha querida e amada Bela.

sábado, 19 de agosto de 2017

Encontro

Sab - 19.08.2017 - 08 h 03 m

Indo atrás do meu passado,
Guiei-me no meu presente,
E vi você em minhas memórias,
Enchendo nossa casa,
Com sua presença.

Tornemo-nos, em você,
Chegada, sem despedidas,
Nas paradas, sem pontos,
De nossas vidas.

Hoje, o menino-homem-pai,
Que me faz pai,homem, menino,
É presente, sem passado,
É lembrança e saudade,
Sem precisar estar ausente,
Sempre guardado, preso, livre,
Dentro e fora de mim,
Quantas vezes necessário se fizer,
No se achar e descobrir
De cada encontro.

terça-feira, 15 de agosto de 2017

Presente

Sab - 12.08.2017 - 02 h 06 m

Sem perceber,
Eu chego aqui,
Seguindo em frente,
Sem olhar pra trás,
Enquanto me permitires,
Na vida que segue,
Traçada por ti,
Aonde e quando quiseres.

Assim vivo no meu Senhor,
Sendo presença,
No tempo chamado hoje,
Olhando os lírios do campo,
Sem veste de Salomão.

Seguindo teus caminhos, meu Senhor,
Sem tempo pra despedidas,
Nos encontros e reencontros da vida,
Sem partidas, sempre inteiro,
Vivendo nós quatro e os demais,
Sem ontem e sem amanhã,
No cada dia que tu me dás.

Obrigado, Senhor!
Por estás presente,
No meu presente,
Me fazendo presente.

domingo, 13 de agosto de 2017

O que direi do meu pai?

Sab - 12.08.2017 - 08 h 43 m

O que direi do meu pai?

Que naquela mesa está
Faltando ele?

Não!

Pois presente tu me estás,
Na bancada da minha saudade,
Nas lembranças da minha infância,
Na janela da minha juventude,
Na minha idade, sem porta,
Na sacada da minha vida,
Te dizendo, simplesmente, que me és:

Paimego!
Paimigo!
Paimado!
Pairmão!
Como os meus filhos
Dizem comigo.

Deus te abençoe,
PAI QUERIDO.

sábado, 12 de agosto de 2017

PAIMIGO

Ter - 31.07.2007

Tudo começou em 12/08/1957,
Quando o Mestre dos mestres
Permitiu que Luzamira e Adelino
Concebessem o nosso ADEMIR.

Ser insubstituível em nossas vidas,
Homem que nos ensina:
A pensar, antes de agirmos;
A ficar sempre acima do conflito:
Que Deus é tudo;
E que o amor supera todas as barreiras.

PAIMEGO, ÉS nosso PAIMADO
Em se fazer de PAIMIGO,
Nas horas de nós quatro,
Sendo de Gore muito mais que um amigo...

Falar de ti não é fácil,
Sabes que é bem mais que palavras,
É que é difícil escrever para alguém como tu.
Saibas que nem em todos os papéis do mundo
Poderíamos descrever o que sentimos por ti.

Autores: Os meus três, que sempre nos fazem
Quatro, sem nunca deixarmos de ser NAG.