domingo, 28 de setembro de 2025
Hoje...
Ontem! Pois sou presente,
Eu Tinha: No pão divino,
A sua idade, No hoje,
Proclamando Do meu cada dia,
Mocidade. Vivendo o agora
Hoje! Sem amanhã
Eu tenho: E sem demora,
A minha idade, Nas manhãs
A minha Vaidade, De
Sem reclamar Minhas
A mocidade. Horas.
segunda-feira, 22 de setembro de 2025
Dois Dois
Sex - 22.10.2021 - 20 h 01 m
Muito além de cada olhar
Dois Dois
É um, quando
Nós três estamos com você,
Sem instante de nós
Quatro.
Dois Dois
Não é somente
22, mas todos os momentos
Seus que nos fazem
Existir.
Dois Dois
Quatro se transformam,
Quando o nosso um, saudade,
Sem você, se torna,
Novamente.
Ainda bem,
Que você sempre
Vem nos fazendo um, nesse
Dois Dois, sem quatro
Sermos.
segunda-feira, 15 de setembro de 2025
Nas curvas do tempo
Sex - 31.03.2023 - 13 h 57 m
Cálice(s) da sensatez
Nas curvas do tempo em
Que Lugar estaremos
Molhando a Chuva
Por onde
ANDARMOS
OU EMM
Canto NENHUM
sábado, 13 de setembro de 2025
Como...
Ter - 26.11.2024 - 15 h 56 m
Como aprender
A ser só:
Se o meu me
Transpira teu te.
Se o meu comigo
Tudo que quer ele
É estar contigo
Sem o ser dele.
Como ser nós dois
Se o meu mim
Não vive sem ti.
Se o meu eu
Suspira teu tu
Já que preciso apenas de ti.
sexta-feira, 12 de setembro de 2025
Por que tanta demora
Seg - 05.04.2021 - 13 h 02 m
AdemirÁvel versejar
Quem
Te convidou
Para tu ficares?
Pra que tanta demora?
Por que não vais embora?
Deixando-nos em ais de dores.
No ser mais um de muitos agora.
Deixa-nos em paz e segues, segues.
Chega de tanto nos fazer partidas,
Nesse luto desmedido sem fim,
Dessa dor doída doida,
Por cada ente
Agora ido…
Ido.
Vais
Flechas mortais,
Não demores mais.
Vem Cristo, nos convida,
Com teu escudo nos protegendo,
Antes que a morte rapidamente seja
Um contínuo cruel lamento sem o fim
Fim, que só tu, Deus poderás cessar,
Esses mais que terra feito cova
Já cansou de sepultura ser,
Enquanto vacinas não vêm
Ainda para todos,
Rogamos-te,
Deus.
sábado, 6 de setembro de 2025
Serpente sem maçã
Sab - 27.03.2021 - 13 h 36 m
AdemirÁvel versejar
Víboras,
Sem maçã,
Mares de açúcar,
Rios com todos sais,
Céu sem sóis e luares,
Canções sem as letras e notas,
Melodias com todos os dós, sem si,
Cenários de eu, sem: Nós, tu, você,
Teatro do si, sem mais ninguém,
Plateia do seu próprio aplauso,
Peças de suas encenações
Personagem de papéis,
Autores sendo
Ator.
Fazendo
Do picadeiro
Seu palco atemporal,
Para suas cenas reais,
Com todos os seus dramas,
Com as tramas dos seus roteiros,
Com as: luz, câmara, ação: Só suas.
Sem os enredos de mais um alguém,
Se achando o pico do Himalaia,
Se proclamando top dos tops,
Rindo com suas lágrimas
O choro doloroso
Da tragédia
Humana.