Sex - 23.06.2017 - 23.06.2017 - 08 h 48 m
Tudo que eu ganhar
Vai ser pra vida.
Pra morte quero apenas
Saudades repentinas,
Que não atrapalhem
Ninguém na minha ida.
Pois não preciso dela
Pra ser lembrado,
E nem muito menos
Pra ser esquecido.
Enquanto aguardo
O meu Senhor,
Na vida minha, sem V,
Com N Dele, esperando
O tempo de sua promessa.
terça-feira, 28 de maio de 2019
quarta-feira, 22 de maio de 2019
Um brinde à realeza
Ter - 25.11.2016 -
08 h 06 m
Todos os vivos fazem
Lixos,
Mas poucos passam
Panos,
Nos lixões de
Suas
Vidas,
Debaixo dos seus
Lençóis
No dia a dia dos seus
Lenços,
Sem os
Três se
Separarem,
Nas camas sem
Mesa,
Nos banhos sem
Toalhas,
Nas vidas de muitos,
Nos seus lixos sem
Panos.
Contaminado com seus
Odores,
Fazendo matadores
Um A,
Separando-a
De suas
Dores.
Todos os vivos fazem
Lixos,
Mas poucos passam
Panos,
Nos lixões de
Suas
Vidas,
Debaixo dos seus
Lençóis
No dia a dia dos seus
Lenços,
Sem os
Três se
Separarem,
Nas camas sem
Mesa,
Nos banhos sem
Toalhas,
Nas vidas de muitos,
Nos seus lixos sem
Panos.
Contaminado com seus
Odores,
Fazendo matadores
Um A,
Separando-a
De suas
Dores.
quarta-feira, 15 de maio de 2019
Primaveras de abril
Qua - 25.04.2000
Vinte e cinco
De abril de
Mil novecentos
E oitenta e cinco,
Uma flor do laço
Se
Abriu,
Exalando o mais puro
Perfume pueril, em se
Fazer de uma linda boneca
De carne, nos seus dois quilos
E oitocentos gramas,
Em 48 centímetros
De mais pura fofura.
Criança, boneca de braço,
Menina, boneca no braço,
Sem o tempo parar no espaço,
Vai se a bebê-criança-menina,
Vestida de uma linda moça,
Com a inocência dos sonhos
Da adolescência.
Deixando de lado a criancice,
Sem nunca perder a meiguice,
Trazendo consigo a criança,
Dos seus castelos de areia,
Sem ventos para destruí-los,
Escrevendo na praia o seu nome,
Sem maré para apagá-lo.
Vinte e cinco
De abril de
Mil novecentos
E oitenta e cinco,
Uma flor do laço
Se
Abriu,
Exalando o mais puro
Perfume pueril, em se
Fazer de uma linda boneca
De carne, nos seus dois quilos
E oitocentos gramas,
Em 48 centímetros
De mais pura fofura.
Criança, boneca de braço,
Menina, boneca no braço,
Sem o tempo parar no espaço,
Vai se a bebê-criança-menina,
Vestida de uma linda moça,
Com a inocência dos sonhos
Da adolescência.
Deixando de lado a criancice,
Sem nunca perder a meiguice,
Trazendo consigo a criança,
Dos seus castelos de areia,
Sem ventos para destruí-los,
Escrevendo na praia o seu nome,
Sem maré para apagá-lo.
segunda-feira, 13 de maio de 2019
Quantos
Seg - 25.02.2019 - 08 h 27 m
Dois,
Fizemos
O
Nosso
Tempo.
Tempo que
Não contamos,
Presente do nosso
Presente,
Por isso:
Não
O
Contamos:
Não se conta
O que encanta,
Quando se
Vive
O mesmo encanto
Do primeiro
Encontro.
De
Nós Dois,
Fizemos
O
Nosso
Tempo.
Tempo que
Não contamos,
Presente do nosso
Presente,
Por isso:
Não
O
Contamos:
Não se conta
O que encanta,
Quando se
Vive
O mesmo encanto
Do primeiro
Encontro.
domingo, 12 de maio de 2019
Ternas rosas eternas
28 de junho de todos os tempos
Rosas brancas Simbolizam a paz,
Paz que as mães, mesmas em seus
Silêncios eternos, tão bem sabem
Nos dar.
Porque em vida, ninguém melhor
Sabe amar, do que estes Místicos
Seres Divinos, que O CRIADOR
FEZ, SÓ DE AMOR,
Para enfeitarem a
Amplidão do MAR,
E a imensidão do Infinito azul
CELESTE de seu cada FILHO,
Permitindo O VERBO se fazer carne,
Mostrando-nos que a MÃE ACOLHE,
Enquanto uns filhos
As escolhem e/ou as encolhem!
Pois são as Rosas que Perfumam
As mãos, mas são as
MÃES
Que perfumas as rosas do éden
De nossas vidas, com a essência
Do seu infinito AMOR,
Nos 28 de junho de todos os tempos,
No segundo domingo de todos os dias,
Porque
MÃE É ETERNA,
Nas lembranças vivas
Das nossas saudades.
Rosas brancas Simbolizam a paz,
Paz que as mães, mesmas em seus
Silêncios eternos, tão bem sabem
Nos dar.
Porque em vida, ninguém melhor
Sabe amar, do que estes Místicos
Seres Divinos, que O CRIADOR
FEZ, SÓ DE AMOR,
Para enfeitarem a
Amplidão do MAR,
E a imensidão do Infinito azul
CELESTE de seu cada FILHO,
Permitindo O VERBO se fazer carne,
Mostrando-nos que a MÃE ACOLHE,
Enquanto uns filhos
As escolhem e/ou as encolhem!
Pois são as Rosas que Perfumam
As mãos, mas são as
MÃES
Que perfumas as rosas do éden
De nossas vidas, com a essência
Do seu infinito AMOR,
Nos 28 de junho de todos os tempos,
No segundo domingo de todos os dias,
Porque
MÃE É ETERNA,
Nas lembranças vivas
Das nossas saudades.
segunda-feira, 6 de maio de 2019
Paixão
Dom - 14.04.2019 - 08 h 56 m
Possessivo
Possesso
De possuir,
Em desfile
Aberto da
Posse do
Eu,
Com dor
Dos outros,
Sem dó de si,
No meio
Do seio
Do eu
Do teueu.
Vindo
De monstros
Ativos do peso
Do elo
Que corre ente,
Em sua ave mente,
Advinda da fé Nix(Noite):
A filha do Caos,
Irmã gêmea da
Escuridão(Érebo),
Ser pente, sem Maçã,
Domadora dos deuses,
Sobrinha das Trevas(Tártaro),
Que nem
Tem Pó de
Afrodite,
E nem de Vênus.
Mesma Sendo
So(m)brinhas da Terra (Gaia)
E do amor( Eros).
Possessivo
Possesso
De possuir,
Em desfile
Aberto da
Posse do
Eu,
Com dor
Dos outros,
Sem dó de si,
No meio
Do seio
Do eu
Do teueu.
Vindo
De monstros
Ativos do peso
Do elo
Que corre ente,
Em sua ave mente,
Advinda da fé Nix(Noite):
A filha do Caos,
Irmã gêmea da
Escuridão(Érebo),
Ser pente, sem Maçã,
Domadora dos deuses,
Sobrinha das Trevas(Tártaro),
Que nem
Tem Pó de
Afrodite,
E nem de Vênus.
Mesma Sendo
So(m)brinhas da Terra (Gaia)
E do amor( Eros).
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