Qua - 17.10.2001
Você! Que enxerga os outros
No espelho da vida;
Enquanto outrem,
Somente, na vida, se espelham.
Você! Que fala ao mundo
A linguagem universal do amor;
Enquanto muitos só conversam
O monólogo do seu nada.
Você! Que sempre escuta
O silêncio do seu irmão;
Enquanto tantos somente ouvem
Os gritos dos seus eus.
Você! Que mesmo aprisionado,
Faz-se vento onde quer;
Enquanto outros, livres,
Tornam-se escravos de si mesmos.
Você! Sensato, humano,
Feliz no Éden de todos,
Cuida, tão bem, de cada rosa,
Como do espinho cuida.
Enquanto OUTROS, MUITOS, TANTOS...
INSENSÍVEIs, DESALMADOs, DESUMANOs...
Mal das rosas cuidam,
Tirando-as dos espinhos que as protegem.
domingo, 28 de maio de 2023
segunda-feira, 22 de maio de 2023
Retrato Materno
Dom - 14.05.1995
Mãe, tu és a mais
Sublime obra de Deus,
A maior dádiva divina,
Que nós filhos podemos ter.
Desde o primeiro instante
De nossa existência,
Em tua vida, ao inexistir
Da mesma, porque nós,
Tua cria, te somos eternos.
Pois tu, mãe és esta
Constante doação de vida,
Em multiplicar de seres,
Amando a todos como
Se um único.
Para ti, não existem
José, Maria, João,
Mas sim meus doces
E ternos meninos:
Quer de bebê de colo
E/ou adulto no colo.
Sempre nos afagando
Com tua suave ternura,
Repleta de toda meiguice
Materna, a carinhosamente
Nos chamar de meus
Defendendo-os contra
Tudo e contra todos,
Nem que para isso te
Custe a tua própria vida.
Desde nossa meninice,
Sempre a nos envolver
Em milhões de abraços,
Protegendo-nos com teus
Santos braços, seguindo
Todos os passos, para que
Nada de mal nos aconteça,
Educando-nos para não
Sermos do mundo,
Assim se foi nossa primeira
Infância.
Vem-nos a adolescência,
E aí, tu estás, mãe, a nos
ensinar para que o mundo
Não nos envolva nos seus
Embaraços, para que nenhum
Dos teus se percam
Nos pesadelos dos seus engodos,
E quando isso acontece,
A mãe maravilha nos resgata
Com seu amor incondicional
Foram-se os brinquedos,
Depois os sonhos dos
Jovens, e hoje vivemos
No mundo real dos adultos,
E tu, mãe, és a mesma,
Sem mudar nada:
Meiga, amável, esplêndida,
Maravilhosa, amiga,
Encantadora para com os
Teus meninos, quer
Estando no mesmo lar,
A olhar de horas, quando
Nossos quartos vazio de
Nós estão, aflitas, ficas,
Até que cheguem, ou
Em lares diferentes,
Aguardando seus
Preenchimentos.
Porque é de mãe
Ser assim:
Sermos Sempiterno
Criança, desta meiga
Amada-eterna mulher
Que nunca ver seus
Filhos crescerem.
Mãe, tu és a mais
Sublime obra de Deus,
A maior dádiva divina,
Que nós filhos podemos ter.
Desde o primeiro instante
De nossa existência,
Em tua vida, ao inexistir
Da mesma, porque nós,
Tua cria, te somos eternos.
Pois tu, mãe és esta
Constante doação de vida,
Em multiplicar de seres,
Amando a todos como
Se um único.
Para ti, não existem
José, Maria, João,
Mas sim meus doces
E ternos meninos:
Quer de bebê de colo
E/ou adulto no colo.
Sempre nos afagando
Com tua suave ternura,
Repleta de toda meiguice
Materna, a carinhosamente
Nos chamar de meus
Defendendo-os contra
Tudo e contra todos,
Nem que para isso te
Custe a tua própria vida.
Desde nossa meninice,
Sempre a nos envolver
Em milhões de abraços,
Protegendo-nos com teus
Santos braços, seguindo
Todos os passos, para que
Nada de mal nos aconteça,
Educando-nos para não
Sermos do mundo,
Assim se foi nossa primeira
Infância.
Vem-nos a adolescência,
E aí, tu estás, mãe, a nos
ensinar para que o mundo
Não nos envolva nos seus
Embaraços, para que nenhum
Dos teus se percam
Nos pesadelos dos seus engodos,
E quando isso acontece,
A mãe maravilha nos resgata
Com seu amor incondicional
Foram-se os brinquedos,
Depois os sonhos dos
Jovens, e hoje vivemos
No mundo real dos adultos,
E tu, mãe, és a mesma,
Sem mudar nada:
Meiga, amável, esplêndida,
Maravilhosa, amiga,
Encantadora para com os
Teus meninos, quer
Estando no mesmo lar,
A olhar de horas, quando
Nossos quartos vazio de
Nós estão, aflitas, ficas,
Até que cheguem, ou
Em lares diferentes,
Aguardando seus
Preenchimentos.
Porque é de mãe
Ser assim:
Sermos Sempiterno
Criança, desta meiga
Amada-eterna mulher
Que nunca ver seus
Filhos crescerem.
segunda-feira, 15 de maio de 2023
Plenitude
Sex - 16.11.2018 - 08 h 17 m
Chamo-me Ademir Machado:
Entre outros nomes mais,
Conversando com meu três,
Construindo o abstrato
Nos momentos, diversos,
Em concretos, avessos,
Materializados por meus
Anversos versos imaginários.
Por isso:
Venho a este púlpito,
Expressar
A este seleto Público,
Meu reconhecimento
Em formato
De
Ode.
Se é poesia,
Não sei, eu,
Pois sua roupagem,
Dessa maneira,
Não a identifica,
Já que não sou
Vate.
Exponho, apenas,
Devaneio,
Transcrevendo, lá,
Meus sentimentos,
Em marcadores seis,
No blog
luz à mira.
Sendo livros
E/ou livres,
Nas redes da vida,
Mostrando que somos
Autores e/ou autoras,
Sem estarmos
Atrizes e/ou atores,
Vestindo, assim,
De realismos
Os Personagens
Fictícios,
Sem representá-los,
Pois sermos aedos,
E dos amores, amantes.
Por vivermos o ser
E não o ter,
Sendo tudo,
Sem nada termos,
Atingindo a essência
Humana, na extensão
Plena de sua alma.
Chamo-me Ademir Machado:
Entre outros nomes mais,
Conversando com meu três,
Construindo o abstrato
Nos momentos, diversos,
Em concretos, avessos,
Materializados por meus
Anversos versos imaginários.
Por isso:
Venho a este púlpito,
Expressar
A este seleto Público,
Meu reconhecimento
Em formato
De
Ode.
Se é poesia,
Não sei, eu,
Pois sua roupagem,
Dessa maneira,
Não a identifica,
Já que não sou
Vate.
Exponho, apenas,
Devaneio,
Transcrevendo, lá,
Meus sentimentos,
Em marcadores seis,
No blog
luz à mira.
Sendo livros
E/ou livres,
Nas redes da vida,
Mostrando que somos
Autores e/ou autoras,
Sem estarmos
Atrizes e/ou atores,
Vestindo, assim,
De realismos
Os Personagens
Fictícios,
Sem representá-los,
Pois sermos aedos,
E dos amores, amantes.
Por vivermos o ser
E não o ter,
Sendo tudo,
Sem nada termos,
Atingindo a essência
Humana, na extensão
Plena de sua alma.
sábado, 13 de maio de 2023
Favo meu
Sex - 08.02.2019 - 08 h 16
Um colibri,
Falando de amor
Me nectou
Sem favor,
Levitando-me
Ao favo da colmeia
Da minha abelha rainha,
Lambuzando-me,
Com seu mel,
Sem zangão,
No cortiço de sua
Geleia real,
No zumbi,
Sem colônia,
Aprisionando-me
Com seus florais
De cores diversas,
Nos ferrões anestesiantes,
Sem dor, sem operárias,
No pólen mélicos, a sós,
Beijando a flor.
Um colibri,
Falando de amor
Me nectou
Sem favor,
Levitando-me
Ao favo da colmeia
Da minha abelha rainha,
Lambuzando-me,
Com seu mel,
Sem zangão,
No cortiço de sua
Geleia real,
No zumbi,
Sem colônia,
Aprisionando-me
Com seus florais
De cores diversas,
Nos ferrões anestesiantes,
Sem dor, sem operárias,
No pólen mélicos, a sós,
Beijando a flor.
sexta-feira, 12 de maio de 2023
Depois das letras
Sex - 15.10.2021 - 05 h 51 m
AdemirÁvel versejar
Quando,
LETRAS eram
Apenas um desenho,
TU me vieste, tornando
As sons, mostrando-me que
Elas não são apenas ruídos, mas
Palavras que, já já, eu as escreverei
Quando, a folha em branco me era
Só um aviãozinho, por eu, ao
Vento, atirado, tu me fizeste
Também, nela, com TUA
LEVEZA, eu escrever
Minhas primeiras
Frases.
Quando,
Os LIVROS
Me eram, ainda,
Umas palavras, sem leitura,
Tuas letras frases me permitiram
Os ler... entender... existir e pensar
Por NUNCA de mim teu TU desistires.
Agora, TE vendo na história do tempo
Trago comigo o LÁPIS da saudade,
A BORRACHA do recomeço, a
CANETA do sonhar querer
QUE TEU ACREDITAR
ME FEZ
SER .
sábado, 6 de maio de 2023
Peças
Sab - 10.08.2019 - 06 h 00
Na medida certa, sejas
Para nunca seres demais,
Pois exagero a qualquer
Um cansa.
Ademais o que ganharás
Tu com isso, senão
Ouvidos sem bocas,
Nos arranjos solitários
Dos teus dias,
Enquanto solitários
Dedos alheios enfeitares,
Cercados estarás
De estranhos conhecidos
A te aplaudirem,
Frequentando teus palácios,
Só pra ficar bem no teu espaço,
Permanecendo contigo,
Mesmos cheios de ti,
Te tornando bobo da corte,
Nos risos sem graças deles,
E tu rindo à toa.
Ser muito estraga,
Vista-te, quando precisares,
Não tenhas medo de usar
As vestes que o tempo te emprestar,
Sem jamais perderes de vista,
As agulhas, as linhas, as tesouras, os
Fios e as madeiras que te tornam flash.
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