Sab - 13.06.2017 - 16 h 34 m
Foto colorida,
Retrato preto-branco,
A colorir de vida,
No cenário humano,
Com click
Infinito, finito,
Sem fim,
Concreto-abstrato,
Abstrato-concreto, sem igual.
Fotografando bondade,
Retratado sem idade,
Assim, sem vaidade,
No pôster da igualdade,
Com toda simplicidade,
Infinita infinidade,
Vestida de pluralidade,
Amor de eternidade,
Levedo de liberdade,
Desenho da trindade,
A se chamar amizade.
Retrato teu!
Álbum meu!
Uma pouse de todos.
Luzes de nós!
Inteiro completo,
Na foto de ti:
O Flash de Deus.
quarta-feira, 28 de março de 2018
domingo, 25 de março de 2018
Mancha Humana
Qui - 22.03.2012 - 7 h 40 m
Aonde estavas, Com os PÉS
Religião! Sobre a
Quando negaste senzala,
A alma Abusando de
Dos Africanos? Suas mucamas.
Aonde estavas, Educando
O Seus filhos,
Aonde estavas, Com os PÉS
Religião! Sobre a
Quando negaste senzala,
A alma Abusando de
Dos Africanos? Suas mucamas.
Aonde estavas, Educando
O Seus filhos,
Eterno Dos seis
Estado Aos dez anos,
Quando Aos castigos
Colocaste Dos ferros,
Os teus Para torná-los dóceis
grilhões? Escravos adultos.
Aonde estavas, Quantas
Tu? Nobre Atrocidades
europa! Acometidas contra
Quando, A mãe ÁFRICA!
LIVREMENTE, zumbi,
Os negociavas castro Alves,
Para o eu e outros
nada? que digamos.
Estávamos Quantas atrocidades!
NA Quantas atrocidades!
CASA Nos labirintos
GRANDE, Dos porões escuros
Olhando De tuas senzalas
OS NOSSOS OBSCURAS:
Puros sangue, Redenção que
Com Sangue, Nos diga.
Estado Aos dez anos,
Quando Aos castigos
Colocaste Dos ferros,
Os teus Para torná-los dóceis
grilhões? Escravos adultos.
Aonde estavas, Quantas
Tu? Nobre Atrocidades
europa! Acometidas contra
Quando, A mãe ÁFRICA!
LIVREMENTE, zumbi,
Os negociavas castro Alves,
Para o eu e outros
nada? que digamos.
Estávamos Quantas atrocidades!
NA Quantas atrocidades!
CASA Nos labirintos
GRANDE, Dos porões escuros
Olhando De tuas senzalas
OS NOSSOS OBSCURAS:
Puros sangue, Redenção que
Com Sangue, Nos diga.
quinta-feira, 22 de março de 2018
berço
Sab - 21.11.2015 - 5 h 36 m
Útero divino, Na sombra
Braço materno, Do seu sol,
Riso humano, A nos
Canções de ninar, Fazer
A nos embalar De
De amor, Berço,
Na Nas noites
Multiplicação Diuturnas
Divisível De nossos
Inteira do Dias,
Seu um, Sem nos
Sem sobra Deixar só,
E resto Entre braços
De E abraços de
Ninguém, Mãos seis.
Útero divino, Na sombra
Braço materno, Do seu sol,
Riso humano, A nos
Canções de ninar, Fazer
A nos embalar De
De amor, Berço,
Na Nas noites
Multiplicação Diuturnas
Divisível De nossos
Inteira do Dias,
Seu um, Sem nos
Sem sobra Deixar só,
E resto Entre braços
De E abraços de
Ninguém, Mãos seis.
quinta-feira, 15 de março de 2018
Bengala
Seg - 09.11.2015 - 07 h 33 m
Depois de muitos
E muitos ontem,
Se cedo não ficarmos
No hoje de nossas vidas,
O amanhã, com certeza,
Em bengala
Nos tornará,
E sem ela
Nada seremos,
E só a ela teremos,
Se invisíveis,
logo nos fizerem
Nos deixando sem
seus ombros amigos,
Nos fixando no Canto da sala,
Sem cadeira de balanço.
Mas,
Quando temos
Teus braços amáveis,
Ela se faz necessária,
Porém,
Não nos é tudo.
Pois ela nos leva
Às pequenas distâncias,
Enquanto,
Eles,
A todos lugares
Que quisermos.
Depois de muitos
E muitos ontem,
Se cedo não ficarmos
No hoje de nossas vidas,
O amanhã, com certeza,
Em bengala
Nos tornará,
E sem ela
Nada seremos,
E só a ela teremos,
Se invisíveis,
logo nos fizerem
Nos deixando sem
seus ombros amigos,
Nos fixando no Canto da sala,
Sem cadeira de balanço.
Mas,
Quando temos
Teus braços amáveis,
Ela se faz necessária,
Porém,
Não nos é tudo.
Pois ela nos leva
Às pequenas distâncias,
Enquanto,
Eles,
A todos lugares
Que quisermos.
terça-feira, 13 de março de 2018
O brinde à saudade
Dom - 11.03.2018 - 09 h 20 m
Na ante sala Celebrando,
Do meu Todos os dias,
Esquecimento, Com muitas
Sempre te acharei. Emoções,
Nas lembranças O que o
Das minhas Tempo
Memórias, Quis fazer
Tu hás de estar. Passado,
Comemorando Brindando
Momentos À saudade,
Inesquecíveis, Que te faz
Nossos. Presente.
Na ante sala Celebrando,
Do meu Todos os dias,
Esquecimento, Com muitas
Sempre te acharei. Emoções,
Nas lembranças O que o
Das minhas Tempo
Memórias, Quis fazer
Tu hás de estar. Passado,
Comemorando Brindando
Momentos À saudade,
Inesquecíveis, Que te faz
Nossos. Presente.
segunda-feira, 12 de março de 2018
Sem roupas listradas
Qui - 19.10.2017 - 06 h 54 m
Enquanto houver ratos,
Festejando com seus gatos,
No canil, com regato,
Existiram panos de prato,
Pra esconderem seus rastros,
Sem ninguém lavar os pratos.
Enquanto tiverem bestas,
Cavalos se fortaleceram
Pra desatolarem suas vacas,
Com conversar pra boi dormir,
Em suas zebras, sem listras,
Com suas listas ilustres.
E assim,
Enquanto
O enquanto
For,
Não haverá
Beija flor,
Mas só
Aves de rapina,
Com ou sem dor,
Feitos carcarás, sem urubus,
No topo da cadeia alimentar.
Sem prisão a esperar,
Sem roupas listradas a usar,
A descobrir de colibris.
Enquanto houver ratos,
Festejando com seus gatos,
No canil, com regato,
Existiram panos de prato,
Pra esconderem seus rastros,
Sem ninguém lavar os pratos.
Enquanto tiverem bestas,
Cavalos se fortaleceram
Pra desatolarem suas vacas,
Com conversar pra boi dormir,
Em suas zebras, sem listras,
Com suas listas ilustres.
E assim,
Enquanto
O enquanto
For,
Não haverá
Beija flor,
Mas só
Aves de rapina,
Com ou sem dor,
Feitos carcarás, sem urubus,
No topo da cadeia alimentar.
Sem prisão a esperar,
Sem roupas listradas a usar,
A descobrir de colibris.
terça-feira, 6 de março de 2018
Do berço à bengala
Dom - 06.09.2015 - 15 h 21 m
Do berço à bengala,
Se um dia eu chegar lá,
Ao berço voltarei,
De onde os meus pais me ninaram,
E se vocês me permitirem,
Aos seus cuidados ficarei.
Quando os deixei na creche,
Em casa sozinhos, ou com alguém,
Foi pra puder trabalhar, mas não me
Deixem no asilo, por trabalho eu lhes dar,
Deixem-me, se possível for, no canto
Qualquer de suas casas,
Se um dia me adotarem.
Serei brinquedos dos seus filhos,
Não reclamarei dos beliscões,
Dos puxões de orelhas,
Nem de suas malcriações,
Se por pai não me aceitarem,
Serei estranho no ninho,
Amando vocês e os meus netinhos.
Se ainda assim,
Não me quiserem como estranho,
Deixem-me, em minha-tua casa,
Mesmo sozinho e abandonado,
Gastando um pouco do meu-teu salário,
Com o sustento dos meus dias,
Pagando qualquer pessoa,
Para me maltratar, ou quem sabe,
Tão bem me amar, quando um dia,
à bengala eu chegar.
Do berço à bengala,
Se um dia eu chegar lá,
Ao berço voltarei,
De onde os meus pais me ninaram,
E se vocês me permitirem,
Aos seus cuidados ficarei.
Quando os deixei na creche,
Em casa sozinhos, ou com alguém,
Foi pra puder trabalhar, mas não me
Deixem no asilo, por trabalho eu lhes dar,
Deixem-me, se possível for, no canto
Qualquer de suas casas,
Se um dia me adotarem.
Serei brinquedos dos seus filhos,
Não reclamarei dos beliscões,
Dos puxões de orelhas,
Nem de suas malcriações,
Se por pai não me aceitarem,
Serei estranho no ninho,
Amando vocês e os meus netinhos.
Se ainda assim,
Não me quiserem como estranho,
Deixem-me, em minha-tua casa,
Mesmo sozinho e abandonado,
Gastando um pouco do meu-teu salário,
Com o sustento dos meus dias,
Pagando qualquer pessoa,
Para me maltratar, ou quem sabe,
Tão bem me amar, quando um dia,
à bengala eu chegar.
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