Qui -24.03.2016 - 12 h 45 m
Quando! Não
O teu Me
Sorriso Fizer
Não me Mais
Fizer rir... Amante:
Quando! Deixei
A tua De
Dor Viver!
Não me Morri!
Fizer Morri
Chorar... De Você!
Quando! Por amor
O De ti!
Teu Por amor
Amor De mim.
terça-feira, 22 de novembro de 2016
terça-feira, 15 de novembro de 2016
Vi-te hum!
Qua - 02.11.2016 - 20 h 24 m
Vi-te um dia, Vinte e um motivos
Quando Pra me encontrar,
V o c ê Dentre eles
Não existia. Achei três.
Vi-te um Vim-te buscar.
Dia, Vim-te amar.
Depois, Mas como achá-la,
E Se estás em mim!
Comecei Como amá-la,
A Se o meu amor
Existir. Tem teu nome!
Vi-te um dia, Vinte e um motivos
Quando Pra me encontrar,
V o c ê Dentre eles
Não existia. Achei três.
Vi-te um Vim-te buscar.
Dia, Vim-te amar.
Depois, Mas como achá-la,
E Se estás em mim!
Comecei Como amá-la,
A Se o meu amor
Existir. Tem teu nome!
domingo, 13 de novembro de 2016
Teu olhar
Dom - 17.04.2016 - 10 h 36 m
Aquele branco, Parecendo
Naquele vermelho, Que o
Fez-me ver Balãozinho
O tempo que eu Não mais
Te deixei só. Tem pai.
Não vi Mas tem
Teu riso, Sim!
No teu Meu
Sorriso. Balãozinho!
Mas vi Perdoa-me!
A minha dor Por te ter deixado
Em todos Tanto tempo
Sorrisos, Só,
Que eu não Ainda estando
Te fiz rir. Comigo.
Vi o brilho Quando
Dos teus Tudo
Olhos, Que querias
Não mais Era não
Entre Me dividir
Os meus. Com ninguém.
Não sei Deixes-me ser,
Mais Meu BALÃOZINHO,
Quem Teu paixonte,
Fechará De
Meus olhos. Novo.
Aquele branco, Parecendo
Naquele vermelho, Que o
Fez-me ver Balãozinho
O tempo que eu Não mais
Te deixei só. Tem pai.
Não vi Mas tem
Teu riso, Sim!
No teu Meu
Sorriso. Balãozinho!
Mas vi Perdoa-me!
A minha dor Por te ter deixado
Em todos Tanto tempo
Sorrisos, Só,
Que eu não Ainda estando
Te fiz rir. Comigo.
Vi o brilho Quando
Dos teus Tudo
Olhos, Que querias
Não mais Era não
Entre Me dividir
Os meus. Com ninguém.
Não sei Deixes-me ser,
Mais Meu BALÃOZINHO,
Quem Teu paixonte,
Fechará De
Meus olhos. Novo.
sábado, 12 de novembro de 2016
Sonhos
Sab - 03.09.2016 - 05 h 08 m
Do casulo Sai!
Sai nossa caçula, Deixando
Igual a somos, Nós três
Em busca De novo!
Dos teus sonhos, À espera de
No delta de tua asa. Nós quatro.
Na missão da cura, Permanecendo
Dentro do teu ser, Teu quarto,
Saindo do clauso Hoje aberto,
De tuas meninices, Fechado sem ti!
Na pureza Povoado
De alma, De lembranças,
Feita criatura Tuas,
De Deus, Em nossa memórias,
Nas vidas Esperando teus abraços
Sem fronteiras A todos instantes.
Do casulo Sai!
Sai nossa caçula, Deixando
Igual a somos, Nós três
Em busca De novo!
Dos teus sonhos, À espera de
No delta de tua asa. Nós quatro.
Na missão da cura, Permanecendo
Dentro do teu ser, Teu quarto,
Saindo do clauso Hoje aberto,
De tuas meninices, Fechado sem ti!
Na pureza Povoado
De alma, De lembranças,
Feita criatura Tuas,
De Deus, Em nossa memórias,
Nas vidas Esperando teus abraços
Sem fronteiras A todos instantes.
sábado, 5 de novembro de 2016
Fragore
Qui - 12.06.2003 - 13 h 57m
Sinto, Aspiro,
Em cada poro meu, Dentro de mim,
Cheiro de pele sua Seu corpo
A perfumar Transpirado
Meu ser. De desejos nossos.
Inalo, Sinto, Inalo, Aspiro....
A cada VOCÊ! VOCÊ! VOCÊ!...
instante nosso, Por que não dizer:
Sinto, Aspiro,
Em cada poro meu, Dentro de mim,
Cheiro de pele sua Seu corpo
A perfumar Transpirado
Meu ser. De desejos nossos.
Inalo, Sinto, Inalo, Aspiro....
A cada VOCÊ! VOCÊ! VOCÊ!...
instante nosso, Por que não dizer:
O ar de nós dois, Mim, Mim, Mim..
Repletos de partículas Pois eu sou
Suas. VOCÊ.
Repletos de partículas Pois eu sou
Suas. VOCÊ.
VOCÊU
Ter - 01.10.2003 - 13 h 57m
Se alguém
Quiser saber de mim........
PerGunte a vOcê:
Pois sou a sua existência,
Na qual meus pensamentos
Se encantam.....
No encontraR dE VOCÊU!
Se alguém
Quiser saber de mim........
PerGunte a vOcê:
Pois sou a sua existência,
Na qual meus pensamentos
Se encantam.....
No encontraR dE VOCÊU!
Eterna idade
Dom - 20.11.2015 - 09 h 29 m
Mãe Nas mulheres
Maria,
É feito E nas Evas
Eternidade, De todos
Não tem idade. Os dias
É manifesto Com
De José,
Deus E adão
Na Em todos
Humanidade, Os tempos.
Mãe Nas mulheres
Maria,
É feito E nas Evas
Eternidade, De todos
Não tem idade. Os dias
É manifesto Com
De José,
Deus E adão
Na Em todos
Humanidade, Os tempos.
sábado, 22 de outubro de 2016
Filho!
Sex - 30.09.2016 - 12 h 06 m
Filho! parece que não cresce,
A gente até esquece
Esse tempo que não passa,
Da criança-menino-rapaz-homem.
Homem do rapaz-menino,
Da criança sempre viva dentro de nós,
Na dinamicidade temporal,
Que parece estática ser.
Pois o menino-rapaz-homem,
Nossa criança sempre será,
Nesse tempo que não passa
E nunca há de passar,
Do filho que não cresce,
No nosso homem,
Que de menino não passa:
No tempo de você,
Fazendo nossa unidade,
Valendo nossa idade a sua mocidade,
No planeta dos pais,
No universo dos filhos,
Nas horas sem intervalos,
Dos seus segundos guardados,
Sem segredos,
Nas histórias dos nossos enredos.
Filho! parece que não cresce,
A gente até esquece
Esse tempo que não passa,
Da criança-menino-rapaz-homem.
Homem do rapaz-menino,
Da criança sempre viva dentro de nós,
Na dinamicidade temporal,
Que parece estática ser.
Pois o menino-rapaz-homem,
Nossa criança sempre será,
Nesse tempo que não passa
E nunca há de passar,
Do filho que não cresce,
No nosso homem,
Que de menino não passa:
No tempo de você,
Fazendo nossa unidade,
Valendo nossa idade a sua mocidade,
No planeta dos pais,
No universo dos filhos,
Nas horas sem intervalos,
Dos seus segundos guardados,
Sem segredos,
Nas histórias dos nossos enredos.
sábado, 15 de outubro de 2016
{ A[ prende ]}, ( brasil )! {[( De vez )]}
Sex - 14. 10.2016 - 07 h 00 m
Como o tempo do saber
É do cada hora reduzido,
O quadro negro da vida se fará pó,
Sem o branco do seu giz,
Na nação sem noção de educação,
No país que nada somos.
Como tempo do saber
É do cada hora reduzido,
Na eloquência dos poderes
Sem Erasmo,
Na "divina comédia"
Com pouco céu e muito inferno,
No país do purgatório,
No berço esplêndido de poucos.
Ainda assim, vejo você: SÓIS DO SABER!
Ensinando não sermos buraco negro,
Mas estrela com identidade,
No penhor da desigualdade,
Tornando-se apenas elo do saber,
Fazendo desse país PÁTRIA DE TODOS,
Debaixo do mesmo céu,
Mostrando que só a EDUCAÇÃO,
{ do saber, pode minimizar [ e (
Que entravam uma nação:
Aprende, brasil! De vez.
Dedico a todos VOCÊS
Que fazem da educação a arte do saber
E não o meio de vida profissional,
Sem nunca perder o encanto
Da vida na sala de aula,
Nas lousas das extraclasse.
Principalmente você!
MINHA PROFESSORINHA PREDILETA,
Que sempre me faz poeta,
No quadro negro dos meus versos,
Com o giz de suas poesias.
Como o tempo do saber
É do cada hora reduzido,
O quadro negro da vida se fará pó,
Sem o branco do seu giz,
Na nação sem noção de educação,
No país que nada somos.
Como tempo do saber
É do cada hora reduzido,
Na eloquência dos poderes
Sem Erasmo,
Na "divina comédia"
Com pouco céu e muito inferno,
No país do purgatório,
No berço esplêndido de poucos.
Ainda assim, vejo você: SÓIS DO SABER!
Ensinando não sermos buraco negro,
Mas estrela com identidade,
No penhor da desigualdade,
Tornando-se apenas elo do saber,
Fazendo desse país PÁTRIA DE TODOS,
Debaixo do mesmo céu,
Mostrando que só a EDUCAÇÃO,
{ do saber, pode minimizar [ e (
Que entravam uma nação:
Aprende, brasil! De vez.
Dedico a todos VOCÊS
Que fazem da educação a arte do saber
E não o meio de vida profissional,
Sem nunca perder o encanto
Da vida na sala de aula,
Nas lousas das extraclasse.
Principalmente você!
MINHA PROFESSORINHA PREDILETA,
Que sempre me faz poeta,
No quadro negro dos meus versos,
Com o giz de suas poesias.
quinta-feira, 13 de outubro de 2016
Desçubida
Ter - 05.10.2016 - 12 H 25 M
Não sei se Dos Grands
Subimos Canyons
Para descer, Of our life,
Ou se descemos No Yosemite
Para subir. Valley
Sei que De sua brancura,
Pra cada descida Em verde
Há sempre De pinheiro,
Uma subida, Com
Nos esperando, VOCÊ,
Nas Junto
Não sei se Dos Grands
Subimos Canyons
Para descer, Of our life,
Ou se descemos No Yosemite
Para subir. Valley
Sei que De sua brancura,
Pra cada descida Em verde
Há sempre De pinheiro,
Uma subida, Com
Nos esperando, VOCÊ,
Nas Junto
Desçubidas Conosco.
quarta-feira, 12 de outubro de 2016
Nossos 12 de outubro
Qua - 12.10.2016 - 02 H 01M
Quem quiser chame os seus de crionças,
os nossos serão sempre nossas crianças,
Sem nunca serem jovens aborrecentes,
Nos convívios de suas adolescências,
Sem serem, até hoje, adultos incorrigíveis,
Heranças dos seus avós corrigíveis.
Nas inocências de suas meninices,
Ríamos do certo, mas nunca do errado.
Dividíamos diante das necessidades,
Multiplicando gestos de humildades,
Somando todos com igualdades,
Sem diminur e nem reduzir ninguém,
E nem torná-los restos de suas sobras,
No fora novo das desigualdades.
Sem crianças mimadas
Os aborrecentes se fizeram inexistentes.
Por serem filhos amados,
Logo adolescentes se firmaram,
Na convivência de todos os dias,
Sem momento nenhum de conivência.
Pois o tempo, o grande mestre,
É o único professor nas três fases da vida.
E todas elas em uma só se resumem,
Na escolha do caráter da escola humana,
Onde o permissivo desmedido,
E a omissão excessiva só estragam,
Levando o mundo a punir nossos adultos,
Por não os termos corrigidos,
Quando crianças,
No presente, sem presente,
Da presença ausente,
Dos nossos dia-a-dia que sempre se adia.
Obrigado DEUS!
Pelo pais e filhos que temos.
Eles nos presentearam
De filhos e pais que hoje somos.
Quem quiser chame os seus de crionças,
os nossos serão sempre nossas crianças,
Sem nunca serem jovens aborrecentes,
Nos convívios de suas adolescências,
Sem serem, até hoje, adultos incorrigíveis,
Heranças dos seus avós corrigíveis.
Nas inocências de suas meninices,
Ríamos do certo, mas nunca do errado.
Dividíamos diante das necessidades,
Multiplicando gestos de humildades,
Somando todos com igualdades,
Sem diminur e nem reduzir ninguém,
E nem torná-los restos de suas sobras,
No fora novo das desigualdades.
Sem crianças mimadas
Os aborrecentes se fizeram inexistentes.
Por serem filhos amados,
Logo adolescentes se firmaram,
Na convivência de todos os dias,
Sem momento nenhum de conivência.
Pois o tempo, o grande mestre,
É o único professor nas três fases da vida.
E todas elas em uma só se resumem,
Na escolha do caráter da escola humana,
Onde o permissivo desmedido,
E a omissão excessiva só estragam,
Levando o mundo a punir nossos adultos,
Por não os termos corrigidos,
Quando crianças,
No presente, sem presente,
Da presença ausente,
Dos nossos dia-a-dia que sempre se adia.
Obrigado DEUS!
Pelo pais e filhos que temos.
Eles nos presentearam
De filhos e pais que hoje somos.
domingo, 9 de outubro de 2016
Vaqueiro nordestino
sab - 08.10.2016 - 19 H 30 M
O vaqueiro nordestino,
Cabra da peste feito menino,
No seu alazão suado,
Tange seu gado surrado,
Fazendo dos campos fechados,
Suas pistas, sem derribas,
Nas buscas dos bois fujões,
Com gibão, aboio e raça,
Onde o gado é sua sorte,
E nunca o seu esporte.
Correndo um quarto de milha,
No seu PANGARÉ, sem demora,
Comendo um quarto do milho,
Na MOCHILA, sem haras,
No carinho do seu dono,
Parceiro de suas horas,
Na simbiose cavalo-boi-homem.
Onde seu único bem
É seu animal que não há preço,
Na prece dos seus aboios,
Nas pressas de suas lidas,
Na sombra do seu descanso,
Chamando cada um seu nome,
Sem nunca valeu o boi,
No canto do seu chocalho,
Sem troféu e prêmio pra exibir,
Mas saga de bravura pra contar,
Sem homem e cavalo com boi a derrubar.
O vaqueiro nordestino,
Cabra da peste feito menino,
No seu alazão suado,
Tange seu gado surrado,
Fazendo dos campos fechados,
Suas pistas, sem derribas,
Nas buscas dos bois fujões,
Com gibão, aboio e raça,
Onde o gado é sua sorte,
E nunca o seu esporte.
Correndo um quarto de milha,
No seu PANGARÉ, sem demora,
Comendo um quarto do milho,
Na MOCHILA, sem haras,
No carinho do seu dono,
Parceiro de suas horas,
Na simbiose cavalo-boi-homem.
Onde seu único bem
É seu animal que não há preço,
Na prece dos seus aboios,
Nas pressas de suas lidas,
Na sombra do seu descanso,
Chamando cada um seu nome,
Sem nunca valeu o boi,
No canto do seu chocalho,
Sem troféu e prêmio pra exibir,
Mas saga de bravura pra contar,
Sem homem e cavalo com boi a derrubar.
terça-feira, 4 de outubro de 2016
Um dia, depois
Seg - 03.10.2016 - 00 h 15 m
Hoje, o que diremos? O 13 ganhou?
O quinze perdeu?
O amarelo acabou? O vermelho surgiu?
Só sei que a rural é a mesma
Transportando caborés e corujas,
Há muito tempo esquecido,
Nos seus zé e cazuza,
Na cidade perdida de todos
Tudo isso
Só saberemos,
Um dia depois
Dos seus quatro anos.
Só então veremos se valeu a pena
Não mais pagar tributo a essa dinastia,
Sempre banhada por dois afluentes,
Que um dia o nobre rio sena
Quis te fazer um só banabuiú.
Por isso teu povo Foi a ti
E voltou bem.
Se votou bem,
Só saberá se:
Morada Nova se tornar números infinitos,
Sem gritos de treze e de quinze,
Com famílias múltiplas,
Deixando de ser três,
No inteiro do seu povo, de novo.
Hoje, o que diremos? O 13 ganhou?
O quinze perdeu?
O amarelo acabou? O vermelho surgiu?
Só sei que a rural é a mesma
Transportando caborés e corujas,
Há muito tempo esquecido,
Nos seus zé e cazuza,
Na cidade perdida de todos
Tudo isso
Só saberemos,
Um dia depois
Dos seus quatro anos.
Só então veremos se valeu a pena
Não mais pagar tributo a essa dinastia,
Sempre banhada por dois afluentes,
Que um dia o nobre rio sena
Quis te fazer um só banabuiú.
Por isso teu povo Foi a ti
E voltou bem.
Se votou bem,
Só saberá se:
Morada Nova se tornar números infinitos,
Sem gritos de treze e de quinze,
Com famílias múltiplas,
Deixando de ser três,
No inteiro do seu povo, de novo.
quinta-feira, 29 de setembro de 2016
Policidade
Qua - 28.09.2016 - 07 h 50 m
Não quero carreata,
Fazendo, de ti,
Não quero carreata,
Mas, alguém, com cara e ato,
Que corra e ate,
O melhor Pra minha cidade.
Não quero bandeiraço,
O melhor Pra minha cidade.
Não quero bandeiraço,
Mas alguém que faça do seu estandarte
Uma bandeira de aço,
Uma bandeira de aço,
Sem que nela a corrupção se ache.
Não quero só treze,
Mas, tezes, Com teses,
Não quero só treze,
Mas, tezes, Com teses,
Que tecem nossas caminhadas,
Por inteiro.
Não quero só quinze,
Mas, Quiz, Com soluções inteiras,
Sem decisões
Não quero só quinze,
Mas, Quiz, Com soluções inteiras,
Sem decisões
Partidárias.
Não quero só números,
Não quero só números,
Nem somente nomes, mas, cognome,
Que faça do anonimato nome, sobrenome, Família, Povo, gente, sem ser estatística.
Não quero politicagens, Mas, policidade,
Que ame e cuide bem de minha cidade,
Sem fazer dela um bem
Na sua herança PATRIMONIAL.
Não importando seus números,
Nem muito menos seus nomes,
Desde que o povo seja sempre
O inteiro, em suas frações partidárias,
Não quero politicagens, Mas, policidade,
Que ame e cuide bem de minha cidade,
Sem fazer dela um bem
Na sua herança PATRIMONIAL.
Não importando seus números,
Nem muito menos seus nomes,
Desde que o povo seja sempre
O inteiro, em suas frações partidárias,
Fazendo, de ti,
MORADA NOVA
A minha mais bela
A minha mais bela
Cidade.
quinta-feira, 22 de setembro de 2016
Sem domingo
Qui - 22.09.2016 - 05 h 23 m
O circo ficou sem riso, No palco
No picadeiro dos seus Da vida,
Redemoinhos, No
Sem domingos, Teatro
No rio, que Domingos Sem
Não riu. Ator,
Deixando o velho chico, Nos
Sem santo, domingos,
No Francisco, Sem palhaços,
Sem dos anjos, Sem
Na Olívia, Domingos.
Sem pitanga, Onde ninguém riu,
Sem tereza. Nem o rio!
O circo ficou sem riso, No palco
No picadeiro dos seus Da vida,
Redemoinhos, No
Sem domingos, Teatro
No rio, que Domingos Sem
Não riu. Ator,
Deixando o velho chico, Nos
Sem santo, domingos,
No Francisco, Sem palhaços,
Sem dos anjos, Sem
Na Olívia, Domingos.
Sem pitanga, Onde ninguém riu,
Sem tereza. Nem o rio!
sexta-feira, 16 de setembro de 2016
PoliticoPata
Qua- 14.09.2016 - 07 h 04 m
10 sim! 09 não sei! 41 tô nem aí!
Foi tudo que restou,
Dos muitos que sabiam
E estavam aí!
Dos 469 que compareceram.
Onde estão os seus parceiros?
Disfarçados nos seus sim democráticos,
Feitos heróis da patrianada,
Ante as tetas desmamadas,
Em busca dos seus desmandos.
Perante tantos Brutus,
A politicopata não resistiu.
Bem fez Calígula nomear
Seu cavalo Inciatus Consul.
Agora com o povo
SENDO SUA EXCELÊNCIA!
vossas excelências
EESSTTRREEMMEECCERRÃÃOO..
E muitos e muitos te seguirão,
No cálice politicopata de sua embriaguez.
SEM CALE-SE DO POVO OUTRA VEZ!
Sem brasil da politícaporca,
Que domina e mina A PATRIAMADA!
Enganando sua excelência O POVO,
No calíce da embriaguez
De VOSSAS EXCELÊNCIAS:
nunca mais.
10 sim! 09 não sei! 41 tô nem aí!
Foi tudo que restou,
Dos muitos que sabiam
E estavam aí!
Dos 469 que compareceram.
Onde estão os seus parceiros?
Disfarçados nos seus sim democráticos,
Feitos heróis da patrianada,
Ante as tetas desmamadas,
Em busca dos seus desmandos.
Perante tantos Brutus,
A politicopata não resistiu.
Bem fez Calígula nomear
Seu cavalo Inciatus Consul.
Agora com o povo
SENDO SUA EXCELÊNCIA!
vossas excelências
EESSTTRREEMMEECCERRÃÃOO..
E muitos e muitos te seguirão,
No cálice politicopata de sua embriaguez.
SEM CALE-SE DO POVO OUTRA VEZ!
Sem brasil da politícaporca,
Que domina e mina A PATRIAMADA!
Enganando sua excelência O POVO,
No calíce da embriaguez
De VOSSAS EXCELÊNCIAS:
nunca mais.
quarta-feira, 14 de setembro de 2016
Amanhã!
Sab - 14.05.2016 - 13 h 41 m
Os homens poderosos
Arrombam nossas portas
Invadem nossas casas.
Hoje, Jesus Cristo
Bateu em tua porta
E te perguntou:
Raulino! Posso entrar?
Pode meu Senhor!
Colocaste as mãos no arado
E não olhaste mais pra trás,
Sem tempo sequer de despedida.
O que direi a ti, ou o que a mim me dirás,
Quando esse momento nos fizer passado!
O silêncio de quem partiu,
A saudade de quem ficou,
Pra quem só viveu o agora
Na certeza da ausência,
Em nos fazermos presença,
Em nossas eternas lembranças,
Em amor de criança.
Amanhã! Amanhã!
Hoje nos fizeste passado.
Eu não me despedi de ti,
E nem tu te despediste de mim.
Não choremos nossos ossos,
E nem tenhamos remorsos,
Pois sempre teremos o hoje
E o passado pra falarmos de nós,
Sem lembrarmos o amanhã.
Pois eu queria está aqui, pra ti dizer oi,
Sem ouvir o teu silêncio como resposta.
Resposta essa, que do meu
Monólogo escuto,
Nas lembrança das minhas saudades,
Das nossas eternas Cacimbas.
Pois a vida é feita de:
Presença, saudade ou remorso.
Só a presença nos fará saudade
Quando um dia a nossa ausência chegar.
Obrigado Eterno Raulino!
Os homens poderosos
Arrombam nossas portas
Invadem nossas casas.
Hoje, Jesus Cristo
Bateu em tua porta
E te perguntou:
Raulino! Posso entrar?
Pode meu Senhor!
Colocaste as mãos no arado
E não olhaste mais pra trás,
Sem tempo sequer de despedida.
O que direi a ti, ou o que a mim me dirás,
Quando esse momento nos fizer passado!
O silêncio de quem partiu,
A saudade de quem ficou,
Pra quem só viveu o agora
Na certeza da ausência,
Em nos fazermos presença,
Em nossas eternas lembranças,
Em amor de criança.
Amanhã! Amanhã!
Hoje nos fizeste passado.
Eu não me despedi de ti,
E nem tu te despediste de mim.
Não choremos nossos ossos,
E nem tenhamos remorsos,
Pois sempre teremos o hoje
E o passado pra falarmos de nós,
Sem lembrarmos o amanhã.
Pois eu queria está aqui, pra ti dizer oi,
Sem ouvir o teu silêncio como resposta.
Resposta essa, que do meu
Monólogo escuto,
Nas lembrança das minhas saudades,
Das nossas eternas Cacimbas.
Pois a vida é feita de:
Presença, saudade ou remorso.
Só a presença nos fará saudade
Quando um dia a nossa ausência chegar.
Obrigado Eterno Raulino!
domingo, 11 de setembro de 2016
T(eu)
Qua - 07.09.2016 - 06 h 23 m
A tua ida, Seguindo os
Minha partida! Teus com(passos)
O teu espelho, Nas retas e curvas
Minha imagem! De tua vida,
Os teus passos Nos pontos meus
Meus caminhos! De minha história,
Tua chegada, Em outra
Meu encontro! Vez!
Tuas decisões, De nós
Minhas escolhas! Três!
Em círculos retos Que saudades
Constantes. De nós quatro!
A tua ida, Seguindo os
Minha partida! Teus com(passos)
O teu espelho, Nas retas e curvas
Minha imagem! De tua vida,
Os teus passos Nos pontos meus
Meus caminhos! De minha história,
Tua chegada, Em outra
Meu encontro! Vez!
Tuas decisões, De nós
Minhas escolhas! Três!
Em círculos retos Que saudades
Constantes. De nós quatro!
quarta-feira, 7 de setembro de 2016
LIBERTAS QUAE SERA TAMEN
Qua - 16.07.1999
Acorda! Povo que embala
o gigante adormecida
Acorda! Antes que seja
TOTALMENTE esquecido!
Zumbi! Zumbi!
Onde estão os teus PALMARES!
Conselheiro! Conselheiro!
Traz de volta os teus CANUDOS!
ipiranga, ipiranga,
em que margem te OUVIREMOS!
Desperta! TU que dorme,
em te fazer de novas
FARROUPILHAS E GARRAFADAS,
Em constantes CONFEDERAÇÕES
DE EQUADOR E BALAIADAS
Em contínuas Derramas, por!
LIBERTAS QUAE SERA TAMEN!
tu és o GRANDE PODER !
tu és a revolução,
SE ASSIM QUISERES SER.
tu és O GRITO emudecido de pedro, e
OS GRILHÕES que isabel NÃO QUEBROU!
que estórias tens BRASIL:
português de tordesilhas;
de um fico de mancada:
de um ipiranga de jogada:
cheios de maioridade.
desperta! TU! que DORME,
do meio MILÊNIO do nada,
ENSINANDO a burgusia DIVIDIR,
ESCREVENDO NOVAS HISTÓRIAS
REPLETAS DE SABINADAS!
Acorda! Povo que embala
o gigante adormecida
Acorda! Antes que seja
TOTALMENTE esquecido!
Zumbi! Zumbi!
Onde estão os teus PALMARES!
Conselheiro! Conselheiro!
Traz de volta os teus CANUDOS!
ipiranga, ipiranga,
em que margem te OUVIREMOS!
Desperta! TU que dorme,
em te fazer de novas
FARROUPILHAS E GARRAFADAS,
Em constantes CONFEDERAÇÕES
DE EQUADOR E BALAIADAS
Em contínuas Derramas, por!
LIBERTAS QUAE SERA TAMEN!
tu és o GRANDE PODER !
tu és a revolução,
SE ASSIM QUISERES SER.
tu és O GRITO emudecido de pedro, e
OS GRILHÕES que isabel NÃO QUEBROU!
que estórias tens BRASIL:
português de tordesilhas;
de um fico de mancada:
de um ipiranga de jogada:
cheios de maioridade.
desperta! TU! que DORME,
do meio MILÊNIO do nada,
ENSINANDO a burgusia DIVIDIR,
ESCREVENDO NOVAS HISTÓRIAS
REPLETAS DE SABINADAS!
domingo, 4 de setembro de 2016
Sem nado
Dom - 26.06.2011 19h 57 m
Tão linda! Em se fazer
Tão bela! De Ilha de Damiana,
Tão cheia! Em seu jardim
Tão fétida! Natural Divino,
Teus Brinquedo de nosssa
Peixes Meninice,
E cágados Chamego de mocidade,
Nos Ilha Solteira de tantos
Digam. amores.
És bojo! Sem nado, Morada-Novense!
És nojo dos teus Acordai!
Habitantes, O futuro
Que as garças Me espera,
E galinhas d'águas De presente
Insistem, Agora!
Com majestade O meu passado
E graça, em te fazer De nados
Santuários seus. Inesquecíveis.
Passados de águas Com verde
Límpidas, De esperança,
Com Pedra redonda Sem lodo.
Enfeitada de todas Águas claras
As idades, Sem excesso de cloro.
Sem bojo! Sem nojo!
Sem nojo! Sem bojo!
Com nado. Com nado...
Tão linda! Em se fazer
Tão bela! De Ilha de Damiana,
Tão cheia! Em seu jardim
Tão fétida! Natural Divino,
Teus Brinquedo de nosssa
Peixes Meninice,
E cágados Chamego de mocidade,
Nos Ilha Solteira de tantos
Digam. amores.
És bojo! Sem nado, Morada-Novense!
És nojo dos teus Acordai!
Habitantes, O futuro
Que as garças Me espera,
E galinhas d'águas De presente
Insistem, Agora!
Com majestade O meu passado
E graça, em te fazer De nados
Santuários seus. Inesquecíveis.
Passados de águas Com verde
Límpidas, De esperança,
Com Pedra redonda Sem lodo.
Enfeitada de todas Águas claras
As idades, Sem excesso de cloro.
Sem bojo! Sem nojo!
Sem nojo! Sem bojo!
Com nado. Com nado...
quarta-feira, 31 de agosto de 2016
De CORte em corTE
Ter - 15.12.2015 - 07 h 33 m
Que moral parlando pela:
TEM vocÊ! Multidão Descamisada
Cortesã Nas direta(s) já
do poder! de (sua)v(e)ida.
do poder! Restando-lhe apenas
Em que camas O MAL QUE VEIO,
TREME AGORA? sem o príncipe.
Que saudade que saudade do:
de Ulisses, Menino
que aindA MORA, Descalço
de Ulisses, Menino
que aindA MORA, Descalço
nesse mar gigante. Bem POBRE:
andaRilho viajantE, Que vestia
feito meNestrel Esses
de alagoAs, brasis
seNdo veLhO, de
sem seR veLhaCO. NOBRE:
no MAR do RIO sem Presos Brasileiros
de covas, denTro dos poderes,
no simons da vida, sem PreSiDentes
sem TEMER. Brasileiros nos poderes,
feito meNestrel Esses
de alagoAs, brasis
seNdo veLhO, de
sem seR veLhaCO. NOBRE:
no MAR do RIO sem Presos Brasileiros
de covas, denTro dos poderes,
no simons da vida, sem PreSiDentes
sem TEMER. Brasileiros nos poderes,
Que moral parlando pela:
TEM vocÊ! Multidão Descamisada
Cortesã Nas direta(s) já
do poder! de (sua)v(e)ida.
do poder! Restando-lhe apenas
Em que camas O MAL QUE VEIO,
TREME AGORA? sem o príncipe.
domingo, 28 de agosto de 2016
Branco olhar!
Ter - 08.12.2015 - 07 h 34 m
Morada Nova Parque das crianças,
Que te quero Em tua elegância,
Verde, Sonhos
Em salina com Em
Nados de todos: Fragrância:
Sem famílias Doce lembrança
A nos separar! Desse teu olhar!
Sem famílias Doce lembrança
A nos separar! Desse teu olhar!
Serrote Pelado Iha solteira
Sem Casas A te amar,
Enfeitarem, Em Pé de Cal
Te vendo em pleno De branco
Luar: Olhar.
O único branco Com Lino
Desse teu olhar! A nos inspirar!
O único branco Na Várzea
Desse teu olhar! A nos folclorear.
Praça do vaqueiro Ban(h)abuiú
Sem degraus A te irrigar,
Alheios, No Almirante
Sem janelas Deste teu
A nos espiarem. Olhar:
Exposição Sem ninguém
Pra se mostrar! A nos separar!
Exposição Sem ninguém
Pra se mostrar! A nos separar!
segunda-feira, 22 de agosto de 2016
Felina
Ter- 16.04.2002
Na volúpia Neste teu jeito
Ardente Felino
De nós dois De ser
No deslizar MULHER:
De corpos Em me fazer
De nós mesmos De HOMEM teu,
Sobre a cumplicidade Em te fazer
De nosso olhar, De presa minha,
Estatuamos Sem vencido
O mundo E vencedor,
No dinamismo No safári
De tua TIGRESA Do nosso amor.
Na volúpia Neste teu jeito
Ardente Felino
De nós dois De ser
No deslizar MULHER:
De corpos Em me fazer
De nós mesmos De HOMEM teu,
Sobre a cumplicidade Em te fazer
De nosso olhar, De presa minha,
Estatuamos Sem vencido
O mundo E vencedor,
No dinamismo No safári
De tua TIGRESA Do nosso amor.
domingo, 21 de agosto de 2016
Indelével
Qua - 12.03.2007 - 13 h 57 m
Os poemas Os poemas
Que escrevi Que escrevi
Nas areias da praia, Na publicidade
Nem suas ondas Do nosso amor,
Repetitivas, Nem os imortais poetas,
E nem as pegadas E nem suas poesias
Constantes de outrem Inesquecíveis
Os destruirão Os apagarão,
Por serem poesias Por serem histórias
Vividas dentro Vivas de nós dois,
De nós. Somente.
Os poemas Quando um dia,
Que escrevi eu me fizer eterno,
Os poemas Os poemas
Que escrevi Que escrevi
Nas areias da praia, Na publicidade
Nem suas ondas Do nosso amor,
Repetitivas, Nem os imortais poetas,
E nem as pegadas E nem suas poesias
Constantes de outrem Inesquecíveis
Os destruirão Os apagarão,
Por serem poesias Por serem histórias
Vividas dentro Vivas de nós dois,
De nós. Somente.
Os poemas Quando um dia,
Que escrevi eu me fizer eterno,
Nas dunas Deposita sobre mim
Dos desertos, A lágrima
Nem os impetuosos De tua saudade,
Ventos, Não a, da solidão
E nem as suas De me teres perdido,
Eternas Pois nem a morte aniquilará
Tempestades Os poemas que
De areia escrevi para ti,
Devastá-los-ão, Na cumplicidade
Por serem Oásis do nosso amor,
De nossos Por serem escritos
Interiores. de nossas vidas.
Dos desertos, A lágrima
Nem os impetuosos De tua saudade,
Ventos, Não a, da solidão
E nem as suas De me teres perdido,
Eternas Pois nem a morte aniquilará
Tempestades Os poemas que
De areia escrevi para ti,
Devastá-los-ão, Na cumplicidade
Por serem Oásis do nosso amor,
De nossos Por serem escritos
Interiores. de nossas vidas.
quarta-feira, 17 de agosto de 2016
Filosofando você
Qua - 28.13.9095- 61h 57 m
Sou um poeta, No concreto
Filosofando Abstrato
Você, Do meu nada,
Nas entrelinhas Nas águas
Do meu Dos seus
Pensamento, Nados.
Sou um poeta, No concreto
Filosofando Abstrato
Você, Do meu nada,
Nas entrelinhas Nas águas
Do meu Dos seus
Pensamento, Nados.
segunda-feira, 15 de agosto de 2016
À Tia Maricota
Dom - 20.12.2015
Sempre que pôde, Nós
Não deixou A conversar
A sua Bíblia De Deus,
Ficar Em Falar de nós dois
Empoeirada Nos nossos fins
De semanas.
Eu não conto Esses momentos
Às vezes, De aprendizado,
Que a vi, A vida cessou
Em sua cadeira Ontem: 19.12.2015,
De balanço, Nos seus 104 anos,
Lendo o Santo Tirando o nosso
Livro Encontro.
E quando Mas,
Sua vista cansou, Suas
Às vezes, Lembranças
Eu vinha Ficarão
E lia pra ela. Comigo
Para sempre,
E com alegria, Nos nossos reencontros
Me dizia Inesquecíveis,
Que já lera, Do nosso último encontro:
Muitas vezes, 05.12.2015,
A Biblia toda. Guardadas em minha
Toda. Saudade.
domingo, 14 de agosto de 2016
Pra Amarmos Intensamente
Dom - 09.08.2015 - 06 h 12 m
Pai!
Para Amigo Indicado,
Por Amar-nos Intensamente,
Pelos Amanhãs Infinitos,
Professor, Aluno, Inevitável,
Puro Amor Incondicional,
Presente Agora Incluso.
Pai!
Planeta, Água, Inspiração,
Porto Aberto Intransponível,
Ponto Ascendente Incontido,
Parecer Ameno Indubitável,
Pronto Abraço Instantâneo,
Paimãe, Amigo, Irmão.
Pai!
Parece Alguém Indelével,
Pregando Amor Ilimitado,
Perto, Além, Imitado,
Pelas Atitudes Inocentes,
Portando-se Adulto Infantil,
Presente Amanhã Idêntico.
Pai!
Poesia Assimétrica Indecifrável,
Poema Amado Infalível,
Prosa Acessível Inscrita,
Poeta Assim Igual,
Pessoa Autêntica Íntima,
Pra Amarmos Imensamente.
Pai!
Para Amigo Indicado,
Por Amar-nos Intensamente,
Pelos Amanhãs Infinitos,
Professor, Aluno, Inevitável,
Puro Amor Incondicional,
Presente Agora Incluso.
Pai!
Planeta, Água, Inspiração,
Porto Aberto Intransponível,
Ponto Ascendente Incontido,
Parecer Ameno Indubitável,
Pronto Abraço Instantâneo,
Paimãe, Amigo, Irmão.
Pai!
Parece Alguém Indelével,
Pregando Amor Ilimitado,
Perto, Além, Imitado,
Pelas Atitudes Inocentes,
Portando-se Adulto Infantil,
Presente Amanhã Idêntico.
Pai!
Poesia Assimétrica Indecifrável,
Poema Amado Infalível,
Prosa Acessível Inscrita,
Poeta Assim Igual,
Pessoa Autêntica Íntima,
Pra Amarmos Imensamente.
sábado, 13 de agosto de 2016
O barco da vida
Dom - 10.01.2016 - 08 h 15
O
BARCO
DA
VIDA
Anjos
Musicalizando Minha Mãe!
Mundo. Maiores:
Meio Melodias
Meninos, Mil,
Meninas, Maravilhas
Em inteiro De mulher.
O
BARCO
DA
VIDA
Anjos
Musicalizando Minha Mãe!
Mundo. Maiores:
Meio Melodias
Meninos, Mil,
Meninas, Maravilhas
Em inteiro De mulher.
Meu Meu Mãeu! Em Meus, Filho
Mãel Mesmo! Mãmeu! Dias De Seu.
Mãel Mesmo! Mãmeu! Dias De Seu.
sexta-feira, 12 de agosto de 2016
PoetaPessoa
Qua - 13.01.2016 - 08 h 59 m
Pessoa Poeta Presa ao nada
para não dizer tudo.
Poeta Pessoa Livre de tudo
pra dizer seus nada:
nas rimas abstratas das pessoas,
no verso concreto do poeta:
Poeta Pessoas
Do Nas
Pessoa Poesias
Pessoa Poeta Presa ao nada
para não dizer tudo.
Poeta Pessoa Livre de tudo
pra dizer seus nada:
nas rimas abstratas das pessoas,
no verso concreto do poeta:
Poeta Pessoas
Do Nas
Pessoa Poesias
domingo, 7 de agosto de 2016
Que tal...
Qui - 14.01. 2016 - 10 h 04 m
Um dia, depois, Voltando ao paraiso,
Em meio a um Tornando-se
A um Adão e Eva,
Segundo: Sendo frutos
Um boom. Proibidos,
Nada mais ficou No jardm de abel,
Como antes. Sem CAIM.
Oi! Curados do mal do século,
Olá! Tornando-se quintal de todos,
Tem Sem aldeia global
Alguém Até que tal
Aí? smartphone despertou.
Apenas todos vivos, Voltamos
Começando do zero, Ao mundo
Se encontrando em suas Vir tu uau!
Cavernas obscuras, Na aldeia global,
Às luzes de tochas, Sem Quintal
Em conversas De
Descontraídas, Ninguém,
Entre risos e abraços, No perto,
Em deslizes humanos, Bem longe,
No delírio da vida. De todos.
Um dia, depois, Voltando ao paraiso,
Em meio a um Tornando-se
A um Adão e Eva,
Segundo: Sendo frutos
Um boom. Proibidos,
Nada mais ficou No jardm de abel,
Como antes. Sem CAIM.
Oi! Curados do mal do século,
Olá! Tornando-se quintal de todos,
Tem Sem aldeia global
Alguém Até que tal
Aí? smartphone despertou.
Apenas todos vivos, Voltamos
Começando do zero, Ao mundo
Se encontrando em suas Vir tu uau!
Cavernas obscuras, Na aldeia global,
Às luzes de tochas, Sem Quintal
Em conversas De
Descontraídas, Ninguém,
Entre risos e abraços, No perto,
Em deslizes humanos, Bem longe,
No delírio da vida. De todos.
sábado, 6 de agosto de 2016
DNA
Sáb - 16.01.2016 - 03 h 20 m
Perdido em mim, As calmas Das tias
Um dia me Cármen, Lurde, Nedi,
Encontrei. Terezinha e Zeneide,
E vi que: As pressas
Dos tios Edílson,
Na Leveza Zé Maria,
De Deus Nas Vicente
Alturas! E Edilberto.
E no Cristo, O muito
Em todos De cada
Lugares meus! Irmão,
Aonde houver Misturados
Criaturas: A sobrinhos,
Havia em mim: Em Encontrar
De mãe:
A simplicidade Contato Feminino
Da tia Zefinha, De vida,
A bondade do Perdido Em Gore:
Primo Vida minha em
Sales, Contato Feminino:
O perdão do De filhos meus:
Tio Raimundo, JamnfNfn,
A viola do Minhas
Tio Maneo, criancices,
A poesia do Na Terra do
Tio João, Nunca,
A singeleza de Em
Quem sabe o que quer Perder
Da tia Maricota, De
Se
O frescor da vida Prender
Do papai, Ti Chico, De
Antônio e tis Zé. DNAS.
Perdido em mim, As calmas Das tias
Um dia me Cármen, Lurde, Nedi,
Encontrei. Terezinha e Zeneide,
E vi que: As pressas
Dos tios Edílson,
Na Leveza Zé Maria,
De Deus Nas Vicente
Alturas! E Edilberto.
E no Cristo, O muito
Em todos De cada
Lugares meus! Irmão,
Aonde houver Misturados
Criaturas: A sobrinhos,
Havia em mim: Em Encontrar
De mãe:
A simplicidade Contato Feminino
Da tia Zefinha, De vida,
A bondade do Perdido Em Gore:
Primo Vida minha em
Sales, Contato Feminino:
O perdão do De filhos meus:
Tio Raimundo, JamnfNfn,
A viola do Minhas
Tio Maneo, criancices,
A poesia do Na Terra do
Tio João, Nunca,
A singeleza de Em
Quem sabe o que quer Perder
Da tia Maricota, De
Se
O frescor da vida Prender
Do papai, Ti Chico, De
Antônio e tis Zé. DNAS.
terça-feira, 2 de agosto de 2016
Árvore humana
Sáb - 16.01.2016 - 08 h
Eu! Nas folhas
Sopro de Deus, Dos tios,
Enquanto Pó Nas sombras
Vivente for, Dos primos.
Trarei Comigo Em forma de
As raízes Árvore humana,
Dos meus Nas sementes
Avós: Que somos.
No caule que No Éden
Me Constitui, De todos,
Em galhos Quando humos
De Irmãos. Formos!
Na rosa Em
Da minha Se
Vida, Fazer
Nos frutos Novo,
Do nosso amor, De novo!
Eu! Nas folhas
Sopro de Deus, Dos tios,
Enquanto Pó Nas sombras
Vivente for, Dos primos.
Trarei Comigo Em forma de
As raízes Árvore humana,
Dos meus Nas sementes
Avós: Que somos.
No caule que No Éden
Me Constitui, De todos,
Em galhos Quando humos
De Irmãos. Formos!
Na rosa Em
Da minha Se
Vida, Fazer
Nos frutos Novo,
Do nosso amor, De novo!
quinta-feira, 28 de julho de 2016
Baladas que não cantamos
Sab - 17. 01.2016 - 08 h 02 m
Morada nova Vidas, sem valores,
Te fazes Nas balas, sem mascar,
Toda hora, Nas baladas, sem músicas,
Em teus jovens Nas noites, sem dias,
Craques Nos dias, sem noites,
Sem Nos chorinho,
Bola, Sem melodia,
Em tuas Na marcha fúnebre
Praças, De tua agonia:
À vontade, Na vida, sem idade
Sem dolo, De tua Cidade,
Em cartões Em
Postais Distração
Transformadas De
Sem infâncias, Destruição,
Sem jovens, De
Sem adolescências, Mo(c)idade.
Nas inocências Nas
Dos Baladas
Poderes, Que não
Nas Tocamos.
Morada nova Vidas, sem valores,
Te fazes Nas balas, sem mascar,
Toda hora, Nas baladas, sem músicas,
Em teus jovens Nas noites, sem dias,
Craques Nos dias, sem noites,
Sem Nos chorinho,
Bola, Sem melodia,
Em tuas Na marcha fúnebre
Praças, De tua agonia:
À vontade, Na vida, sem idade
Sem dolo, De tua Cidade,
Em cartões Em
Postais Distração
Transformadas De
Sem infâncias, Destruição,
Sem jovens, De
Sem adolescências, Mo(c)idade.
Nas inocências Nas
Dos Baladas
Poderes, Que não
Nas Tocamos.
domingo, 3 de julho de 2016
Hoje
Dom - 14.12.2014 - 14 h 40 m
Não espere Do que adianta
O amanhã Você!
Chegar. Ir hoje,
Talvez! Em minha casa,
Você! Se agora sou
Não me Apenas
Encontre Saudades
Mais lá Suas.
Não me guarde Esperei tanto você
Em suas Pra rirmos juntos.
lembranças. Mas restou
Estou Vivo! Somente você,
Estou Vivo! Chorando por si,
Venha-me Chorando por mim,
Venha-me Sem que eu nada mais
Visitar. Pudesse fazer.
Não espere Do que adianta
O amanhã Você!
Chegar. Ir hoje,
Talvez! Em minha casa,
Você! Se agora sou
Não me Apenas
Encontre Saudades
Mais lá Suas.
Não me guarde Esperei tanto você
Em suas Pra rirmos juntos.
lembranças. Mas restou
Estou Vivo! Somente você,
Estou Vivo! Chorando por si,
Venha-me Chorando por mim,
Venha-me Sem que eu nada mais
Visitar. Pudesse fazer.
terça-feira, 28 de junho de 2016
Está de seu
Sex - 18.01.2016 - 08 h 30 m
Da continência Onde foi que nós
À incontinência. Erramos?
Do SIM Nesse Brasil
SENHOR! Que sério moro.
Ao Se o está do hoje
Sim Nada mudou
EXCELÊNCIAS. Do está do ontem.
Dos vices Por quê
Sem presidentes Tanta
Aos presidentes De
sem vices. Mora?
Do ribamar sem neves Nesse
Ao collorido itamar País
Dos fhcs butanos Que
Às estrelas metanos Moro
Nos seus Lava Jatos Sério
Demorados. Mora!
Da continência Onde foi que nós
À incontinência. Erramos?
Do SIM Nesse Brasil
SENHOR! Que sério moro.
Ao Se o está do hoje
Sim Nada mudou
EXCELÊNCIAS. Do está do ontem.
Dos vices Por quê
Sem presidentes Tanta
Aos presidentes De
sem vices. Mora?
Do ribamar sem neves Nesse
Ao collorido itamar País
Dos fhcs butanos Que
Às estrelas metanos Moro
Nos seus Lava Jatos Sério
Demorados. Mora!
sexta-feira, 6 de maio de 2016
Dualidade
Qua - 20.01.2016 - 09 h 02 m
Não te darei:
Amor, nem paixão; Voz, nem silêncio;
Desejo, nem bulimia; You, nem nós,
Esperança, nem dúvida; Zeus Nem Hera:
Fé, nem incerteza; Nem
Gratidão, nem esquecimento; Abraço,
Hoje, nem amanhã; Nem braço;
Inteiro, nem frações; Nem Beijo,
José, nem Maria; Nem
Km, nem ano luz Aconchego;
Loucura, nem sanidade; Cheiro,
Manhas, nem manhãs; Nem amasso;
Naimego, nem Ademado; Sem dois
Ordem, nem caos; Em um em
Pai, nem mãe; momento algum:
Querer, nem proibir; Eu apenas, me
Respostas, nem perguntas; darei a ti,
Sal, nem mel; Para fazer a dualidade
Ter, nem ser; Que me quiseres,
Um, nem dois; Quando bem quiseres.
Não te darei:
Amor, nem paixão; Voz, nem silêncio;
Bondade, nem apego; We, nem você,
Certeza, nem hesitação; Xn, nem Nx,Desejo, nem bulimia; You, nem nós,
Esperança, nem dúvida; Zeus Nem Hera:
Fé, nem incerteza; Nem
Gratidão, nem esquecimento; Abraço,
Hoje, nem amanhã; Nem braço;
Inteiro, nem frações; Nem Beijo,
José, nem Maria; Nem
Km, nem ano luz Aconchego;
Loucura, nem sanidade; Cheiro,
Manhas, nem manhãs; Nem amasso;
Naimego, nem Ademado; Sem dois
Ordem, nem caos; Em um em
Pai, nem mãe; momento algum:
Querer, nem proibir; Eu apenas, me
Respostas, nem perguntas; darei a ti,
Sal, nem mel; Para fazer a dualidade
Ter, nem ser; Que me quiseres,
Um, nem dois; Quando bem quiseres.
domingo, 17 de abril de 2016
De Ulisses a demoro
Qui - 22.01.2016- 10 h 59 m
Preferiram Aonde
Collor de pcs Fomos
Com Itamar Parar?
De fhcs,
Com cunhas Nos lava jatos
De pmdbs, Da de mora,
Com estrelas Com tornozelos
Sem pecados, De grifes,
A Ulisses Nos brasis
De Amora. Sem memória.
Preferiram Aonde
Collor de pcs Fomos
Com Itamar Parar?
De fhcs,
Com cunhas Nos lava jatos
De pmdbs, Da de mora,
Com estrelas Com tornozelos
Sem pecados, De grifes,
A Ulisses Nos brasis
De Amora. Sem memória.
quarta-feira, 30 de março de 2016
Cem preces
Sab - 23.01.2016 - 12 h 16 m
O caminho No zelo
Mais curto Da casa
Pra se chegar Do meu
A Deus Pai,
É o próximo Onde moro,
Em forma de você. Na pressa
Do meu
você que eu: Irmão,
Em
Esqueço, Louvores
Xingo, De
Ignoro Ventos.
O caminho No zelo
Mais curto Da casa
Pra se chegar Do meu
A Deus Pai,
É o próximo Onde moro,
Em forma de você. Na pressa
Do meu
você que eu: Irmão,
Em
Esqueço, Louvores
Xingo, De
Ignoro Ventos.
sexta-feira, 11 de março de 2016
G 6 6270 27 K
Sab - 01.012016 - 03 h 02 m
Se Deus Sempre planando,
Tivesse dado Na sua dinâmica,
Ao homem Estática,
Asa para voar, De pássaro
Ele seria, De ferro,
Apenas, Quase Ilimitado,
Um Ícaro Na suavidade
Queimado. De Pegasus,
Mas Fotografando
Asa para voar, De pássaro
Ele seria, De ferro,
Apenas, Quase Ilimitado,
Um Ícaro Na suavidade
Queimado. De Pegasus,
Mas Fotografando
Como O cosmo,
Lhe deu Tornando-se
Imaginação, Los Angeles,
Ele é Quando não mais
Universo Humanos forem,
A pilotar, Só
No seu voo Pra te
De asa, Encontrar.
Lhe deu Tornando-se
Imaginação, Los Angeles,
Ele é Quando não mais
Universo Humanos forem,
A pilotar, Só
No seu voo Pra te
De asa, Encontrar.
quarta-feira, 2 de março de 2016
God
Terça - 12.01.2016 - 06 h 30 m
Quando poderes, Na
Vejas teu Deus: Invisibilidade
Ele está sentado Do teu
No banco frio, Bom Dia!
Debruçado sobre Ou na crença
O próprio corpo, De Tomé,
Esperando o teu Sem Fé
Agasalho, De Abraão.
Nas noites frias Em aleluias
De Adams, Ensurdecedoras,
No banco Sem atitude
Do esquecimento, De
De tua parada Bom
Quando poderes, Na
Vejas teu Deus: Invisibilidade
Ele está sentado Do teu
No banco frio, Bom Dia!
Debruçado sobre Ou na crença
O próprio corpo, De Tomé,
Esperando o teu Sem Fé
Agasalho, De Abraão.
Nas noites frias Em aleluias
De Adams, Ensurdecedoras,
No banco Sem atitude
Do esquecimento, De
De tua parada Bom
De ônibus, Samaritano.
No portão De
De entrada Uma
De tuas Lembranças, Coisa
Cruzando Magnólia, Eu
Em pressas de cars. Sei:
Ou Quem sabe Deus
Jogado ao leu. É o Invisível
Ao vento Dos Mais Visível que
Nossos Temporais. Podemos tocar.
Ao calor do teu Basta olharmos
Dia-a-dia, Com os Olhos
Aguardando Da fé,
Tua sombra, Materializado no
Para aliviar Ser chamado Você!
Sua Que tu
Agonia, Me fizeste Ver.
No portão De
De entrada Uma
De tuas Lembranças, Coisa
Cruzando Magnólia, Eu
Em pressas de cars. Sei:
Ou Quem sabe Deus
Jogado ao leu. É o Invisível
Ao vento Dos Mais Visível que
Nossos Temporais. Podemos tocar.
Ao calor do teu Basta olharmos
Dia-a-dia, Com os Olhos
Aguardando Da fé,
Tua sombra, Materializado no
Para aliviar Ser chamado Você!
Sua Que tu
Agonia, Me fizeste Ver.
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016
Usa-me
Seg - 04.01.2016 - 03 h 43 m
Usa! A dançar
Usa-me De águas,
E me renderei De seus
Aos seus encantos. Cassinos,
Em glamour
com seus anjos De Hollywood,
Em seus caminhos
Infinitos. Com Eiffel
Na cumplicidade
Levando-nos Dos tempos
A Getty De Bellagio.
E a lugares
Muitos, Na vida
Que segue,
Nas pressas Na cidade
Dos seus Do mundo.
Speeed.
Com In hers
Caesar Cold
Passado, Hot
Na leveza Nights,
Presente With
Language
De suas To choose,
Sistinas Em nag
Romanas De
De Vegas. Amores.
Usa! A dançar
Usa-me De águas,
E me renderei De seus
Aos seus encantos. Cassinos,
Em glamour
com seus anjos De Hollywood,
Em seus caminhos
Infinitos. Com Eiffel
Na cumplicidade
Levando-nos Dos tempos
A Getty De Bellagio.
E a lugares
Muitos, Na vida
Que segue,
Nas pressas Na cidade
Dos seus Do mundo.
Speeed.
Com In hers
Caesar Cold
Passado, Hot
Na leveza Nights,
Presente With
Language
De suas To choose,
Sistinas Em nag
Romanas De
De Vegas. Amores.
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016
Esquecer de adulto
Ter - 05.01.2016 - 12 h 25 m
No encontrar Ao escalar de car,
De nos encantar Com correntes
Em nos perder Requeridas,
De nós mesmos, A grandeza
No infinito de Deus, Da brancura,
A brincarmos de neve, Em verde
Nos flashes divino, De pinheiro,
Fotografadas Do Yosemite valley,
Em nossas Nos fez ser
Lembranças, Criança
Que você nos revelou, Outra vez.
No encontrar Ao escalar de car,
De nos encantar Com correntes
Em nos perder Requeridas,
De nós mesmos, A grandeza
No infinito de Deus, Da brancura,
A brincarmos de neve, Em verde
Nos flashes divino, De pinheiro,
Fotografadas Do Yosemite valley,
Em nossas Nos fez ser
Lembranças, Criança
Que você nos revelou, Outra vez.
domingo, 21 de fevereiro de 2016
Pacific
Sab - 09.01.2016 - 15 h 42 m
O céu Pra casa,
Beijando No verde
O mar, Do seu
Na cumplicidade Ocaso,
Do Na exuberância
Solhar, De sua
Nas curvas Paz,
Sem fins, Na leveza
Das montanhas Do seu
Do seu Design:
Pacific Me faz pensar
De volta Em ti.
O céu Pra casa,
Beijando No verde
O mar, Do seu
Na cumplicidade Ocaso,
Do Na exuberância
Solhar, De sua
Nas curvas Paz,
Sem fins, Na leveza
Das montanhas Do seu
Do seu Design:
Pacific Me faz pensar
De volta Em ti.
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016
Pôr do sol
Ter -19.01.2016 - 18 h 36 m
O sol, Sumindo
Entre No horizonte,
As nuvens, Enchendo
Mergulhando O céu e o mar
No Pacífico, De saudade,
Em meio No silêncio
A rostos amados, Contemplativo
A flutuar de barco, De tudo.
Na leveza de suas águas,
Sincronizados nas danças Parecia
Dos leões marinhos, Dois lagos de ouro
Ao som do violino, Que só podia ser
Em céus de gaivotas, Uma tela pintada
Acariciados pelos ventos, Por Deus,
Entre muitos, Que você nos
No pier de Santa Mônica. presenteou.
O sol, Sumindo
Entre No horizonte,
As nuvens, Enchendo
Mergulhando O céu e o mar
No Pacífico, De saudade,
Em meio No silêncio
A rostos amados, Contemplativo
A flutuar de barco, De tudo.
Na leveza de suas águas,
Sincronizados nas danças Parecia
Dos leões marinhos, Dois lagos de ouro
Ao som do violino, Que só podia ser
Em céus de gaivotas, Uma tela pintada
Acariciados pelos ventos, Por Deus,
Entre muitos, Que você nos
No pier de Santa Mônica. presenteou.
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016
Grande encontro
Sex - 22. 01.2016- 15 h 56 m
Encontro de santos, Sem templos,
Em simplicidade A tempo
De Anjos, De todos,
Bondade humana Fotografado
Encanto De Cristo, No Meu olhar,
No grande encontro In Cathedral
Dos meninos de Deus: Of Our Lady
João Paulo e Of the Angels,
Madre Teresa: Me faz
Os Peregrinos, Lembrar Você.
Encontro de santos, Sem templos,
Em simplicidade A tempo
De Anjos, De todos,
Bondade humana Fotografado
Encanto De Cristo, No Meu olhar,
No grande encontro In Cathedral
Dos meninos de Deus: Of Our Lady
João Paulo e Of the Angels,
Madre Teresa: Me faz
Os Peregrinos, Lembrar Você.
sábado, 13 de fevereiro de 2016
Los Angeles
Sab - 02.01.2016 - 08 h 22 m
Os anjos, Em 01.01.2016,
Que Quase no fim
Em 22.10.1990, De sua Friday,
Nos fizeram unos, Nos fazem quatro,
E que Outra vez.
09.08.2014, Obrigado Deus!
Nos tornaram três De todas às vezes.
Os anjos, Em 01.01.2016,
Que Quase no fim
Em 22.10.1990, De sua Friday,
Nos fizeram unos, Nos fazem quatro,
E que Outra vez.
09.08.2014, Obrigado Deus!
Nos tornaram três De todas às vezes.
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016
Our time
Sab - 23.01.2016 - 10 h 12 m
Daqui, Quando dejaneiro
Terei lembranças Será continuado,
De tudo que nos Na terra do sol,
fizeste Em casa de novo,
Conhecido. Com nosso Ademado,
Nas recordações Feito nós quatro,
De estarmos juntos, Outra vez,
Desde natal de 2015, Na vontade
Com saudades, De Deus,
Maiores, Nos presenteando
Depois VOCÊ:
25.01.2016 O melhor de
Até junho, Nossa idade,
DE NOVO No tempo de nag.
Daqui, Quando dejaneiro
Terei lembranças Será continuado,
De tudo que nos Na terra do sol,
fizeste Em casa de novo,
Conhecido. Com nosso Ademado,
Nas recordações Feito nós quatro,
De estarmos juntos, Outra vez,
Desde natal de 2015, Na vontade
Com saudades, De Deus,
Maiores, Nos presenteando
Depois VOCÊ:
25.01.2016 O melhor de
Até junho, Nossa idade,
DE NOVO No tempo de nag.
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016
26
Sex - 25.01.2016 - 23 h 03 m
Quando te Toda saudade
Encontramos, Tua.
Nosso sorriso Ficando contigo
Ficou completo, Tudo de
Foram dias Nós três.
De muito riso
E alegria Até sermos
De você, Uno de novo,
Em felicidade Sem saudade
Nossa sem fim. De onze
E vinte e cinco,
Hoje, Do 26
De volta Que não passa
Pra casa, Em cada
Trazemos Aterrissagem
Conosco A nos distanciar.
Quando te Toda saudade
Encontramos, Tua.
Nosso sorriso Ficando contigo
Ficou completo, Tudo de
Foram dias Nós três.
De muito riso
E alegria Até sermos
De você, Uno de novo,
Em felicidade Sem saudade
Nossa sem fim. De onze
E vinte e cinco,
Hoje, Do 26
De volta Que não passa
Pra casa, Em cada
Trazemos Aterrissagem
Conosco A nos distanciar.
sábado, 6 de fevereiro de 2016
Vi r tu ali dade
Ter - 27.01.2016 - 18 h 27 m
Saudade Pois
De LA? Em
Não! Tudo
Vi
Somente Tu
Lembranças Ali,
Muitas No segundo
Das Dia
Recordações De tua
Única Vir tu ali idade.
Saudade Pois
De LA? Em
Não! Tudo
Vi
Somente Tu
Lembranças Ali,
Muitas No segundo
Das Dia
Recordações De tua
Única Vir tu ali idade.
terça-feira, 2 de fevereiro de 2016
Como somos
Sab - 30.01.2016 - 01 h 53 m
Somos nada. No quatro de ontem,
Somos dois. No três de hoje,
Somos quatro, Em um de agora,
No zigoto Na visibilidade
Multiplicativo Do amanhã
De seis, Que seremos,
No cromo(s)somos No quadro
De oito, Que fomos.
Somos nada. No quatro de ontem,
Somos dois. No três de hoje,
Somos quatro, Em um de agora,
No zigoto Na visibilidade
Multiplicativo Do amanhã
De seis, Que seremos,
No cromo(s)somos No quadro
De oito, Que fomos.
segunda-feira, 25 de janeiro de 2016
A sós
Sab - 15.05.2007 - 13 h 57 m
Respira-me com Sustenta-me com
Escuta-me com Totalmente
Arquiva-me com Com
Os dados dos teus O
Neurônios. Teu
Apoia-me com Corpo
Beija-me com Abraça-me com
Os beijos de tua Os teus braços de
Boca. Menina.
Degusta-me com Toca-me com
Com o sabor das tuas Os teus tatos
Papilas. Femininos.
Boca. Menina.
Degusta-me com Toca-me com
Com o sabor das tuas Os teus tatos
Papilas. Femininos.
Morde-me com Mima-me com
Os dentes de O colo de tuas
Felina. Pernas.
Respira-me com Sustenta-me com
O sopro das tuas A força dos teus
narinas. Pés.
Clica-me com Aquece
O flash dos teus -
Olhos. Me
Clica-me com Aquece
O flash dos teus -
Olhos. Me
Escuta-me com Totalmente
Os tímpanos dos teus Por
Ouvidos. Inteiro
Ouvidos. Inteiro
Arquiva-me com Com
Os dados dos teus O
Neurônios. Teu
Apoia-me com Corpo
Os teus ombros Completamente
Amigos. Sedento
Acaricia-me com De
Os teus seios de Desejos
Mulher. Nossos.
Amigos. Sedento
Acaricia-me com De
Os teus seios de Desejos
Mulher. Nossos.
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