Dom - 16.06.2017 - 07 h 10 m
Não é Não é 21!
Saudade! Não é 22!
Não é É você
Repetição! Em mim,
É você, Sempre!
Novamente, Em seu
Sem ser Primeiro
De novo! Aninho,
Em todas Nos fazendo
Às vezes. Ser.
quinta-feira, 28 de julho de 2022
terça-feira, 19 de julho de 2022
PoesiMar
Sab - 16.07.2022 - 23 h
Ri mar,
Com seu rimar
inebriando a poesia,
Com a sua maresia,
Dando-lhe banho de espuma,
E ela toda manhosa,
Ficando mais ainda carinhosa,
Recebia suas rimas, feito pluma,
Que suas ondas infinitas escreviam,
Segredos deles dois, sem sóis,
Que dos sussurros das marés ouviam,
Envoltos em seus lençóis.
Nem os seis mares sabiam,
Nem os oceanos viam
E nem as ressacas percebiam
O que a poesia e o mar faziam,
Nos versos e estrofes secretos,
Só por PoesiMar vividos,
Foi, também, decerto, por decretos,
Aos poetas proibidos.
sexta-feira, 15 de julho de 2022
Passa do presente
Qua - 30.01.2019 - 11 h 17 m
No meio ao tic-tac,
Fui Tempero
Sem lamento,
Sem saudade,
Sem remorso,
Do meu relógio
Sem pulseira.
Seguindo em frente,
Junto com minha gente
Sem esquecer os dias idos
Que nunca ficarão pra trás,
Sem lembranças,
Dos momentos,
Dessa era que ainda sou,
Sem me importar com a sina,
Da época que eu era menino,
Sem me incomodar com o ardor
Nem muito menos com a dor,
Que o tempo, eterna criança,
Me conduz, sem andor,
No meu voo de condor.
No meio ao tic-tac,
Fui Tempero
Sem lamento,
Sem saudade,
Sem remorso,
Do meu relógio
Sem pulseira.
Seguindo em frente,
Junto com minha gente
Sem esquecer os dias idos
Que nunca ficarão pra trás,
Sem lembranças,
Dos momentos,
Dessa era que ainda sou,
Sem me importar com a sina,
Da época que eu era menino,
Sem me incomodar com o ardor
Nem muito menos com a dor,
Que o tempo, eterna criança,
Me conduz, sem andor,
No meu voo de condor.
quarta-feira, 13 de julho de 2022
Tu
Sab - 15.09.2108 - 11 h 27 m
Mês do meu agosto,
Mãos das minhas luvas,
Meu outubro,
Meu novembro,
Meses do meu maio,
Me fazendo fevereiro:
Mesma de mim mesmo.
Gosto que me tempera
Gestos que me fascinam,
Grude que me libera,
Gole que me inebria
Gênese, meio, sem fim,
Gramática que me inscrevo,
Grafada e grifada de ti.
Fogo que me acende,
Fuga que me prende,
Figa que me dá sorte,
Foto que me amplia.
Filme que me assiste,
Folha que me vejo
Fraseadas de ti.
Risco que aprendi
Rabiscando teu sorriso,
Rosto que me espelho,
Rastreando teus carinhos,
Refletindo tua imagem:
Razão, louca razão,
Rol de minha insanidade:
No encontrar
Do Teu
Janeiro,
No Treze
Do meu
Doze,
Em mim.
Mês do meu agosto,
Mãos das minhas luvas,
Meu outubro,
Meu novembro,
Meses do meu maio,
Me fazendo fevereiro:
Mesma de mim mesmo.
Gosto que me tempera
Gestos que me fascinam,
Grude que me libera,
Gole que me inebria
Gênese, meio, sem fim,
Gramática que me inscrevo,
Grafada e grifada de ti.
Fogo que me acende,
Fuga que me prende,
Figa que me dá sorte,
Foto que me amplia.
Filme que me assiste,
Folha que me vejo
Fraseadas de ti.
Risco que aprendi
Rabiscando teu sorriso,
Rosto que me espelho,
Rastreando teus carinhos,
Refletindo tua imagem:
Razão, louca razão,
Rol de minha insanidade:
No encontrar
Do Teu
Janeiro,
No Treze
Do meu
Doze,
Em mim.
terça-feira, 12 de julho de 2022
Caciques, sem cacifes
Sab - 01.12.2018 - 09 h 23
De cabral a cabral
Quantos assaltos
Assististe dos teus
Proeminentes colarinhos.
Brancos, imaculados e
Santos em suas honradezes.
Te deixando agonizante,
Que Pero Vaz Caminha,
Em duplicidade, já dilapidava
Esse brasil indígena, gigante,
Com sua malfadada estória
De descoberta, para manuel,
O pomposo, trocando
Tesouro por espelho.
Essa vantagem ilícita,
Tornou-se cobiça,
Para políticos, que
Não largam seus chiqueiros,
Se vestindo de chique,
Com seus mares de lama,
Transformando escambo,
Em muamba, ainda sendo
Garotinho, com ou sem
Rosinha na mão, levando
Vantagem em tudo, na
Lavradagem descabida,
Com cartilha para se vender,
Com ou sem pé pequeno.
De cabral a cabral
Quantos assaltos
Assististe dos teus
Proeminentes colarinhos.
Brancos, imaculados e
Santos em suas honradezes.
Te deixando agonizante,
Que Pero Vaz Caminha,
Em duplicidade, já dilapidava
Esse brasil indígena, gigante,
Com sua malfadada estória
De descoberta, para manuel,
O pomposo, trocando
Tesouro por espelho.
Essa vantagem ilícita,
Tornou-se cobiça,
Para políticos, que
Não largam seus chiqueiros,
Se vestindo de chique,
Com seus mares de lama,
Transformando escambo,
Em muamba, ainda sendo
Garotinho, com ou sem
Rosinha na mão, levando
Vantagem em tudo, na
Lavradagem descabida,
Com cartilha para se vender,
Com ou sem pé pequeno.
quarta-feira, 6 de julho de 2022
Escrevendo no espelho
Dom - 06.03.2012 - 8 h
Esquecer-te Consigo
NÃO mais te QUERO,
Deixes-me
NÃO me ACOMPANHA:
Sozinho viver sei
NÃO me TOCA.
Vai!
NÃO me PRENDE
Livre estás
NÃO te DESEJAM
Coração MEU
E EU:
Perdido AMOR.
Distante quero-te
NÃO adianta FICARES:
Disso certeza TEMOS
Coração MEU
E EU:
Achado NOSSO
No espelho SEM
Nos ENCONTRAMOS.
Esquecer-te Consigo
NÃO mais te QUERO,
Deixes-me
NÃO me ACOMPANHA:
Sozinho viver sei
NÃO me TOCA.
Vai!
NÃO me PRENDE
Livre estás
NÃO te DESEJAM
Coração MEU
E EU:
Perdido AMOR.
Distante quero-te
NÃO adianta FICARES:
Disso certeza TEMOS
Coração MEU
E EU:
Achado NOSSO
No espelho SEM
Nos ENCONTRAMOS.
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