Dom - 11.11.2018 - 6 h 05 m
A Deus,
Minha razão maior de ser,
À Gore, o meu ser
Sem mais e nem menos,
Aos meus filhos:
Ademir e Naiâni, com todos
Os seus mais e os seus menos,
Ademir e Naiâni, com todos
Os seus mais e os seus menos,
A tantos mais que
Tecem a minha
Existência,
A este
Pórtico Lírico,
Que tão bem
Me aconchegou,
Ao Clemílton,
Detentor
Da cadeira
Doze,
Cujo patrono
É Jáder
Carvalho.
Por me ter
Presenteado
Pelo 10.11.2018,
Quando, neste
Berço
Cultural
Estive.
E vi que é nele:
Aonde e onde o
Sentimento humano
Tem o
Seu
Pulsar
Mais
Forte,
Onde e aonde o
Coração executa
Hinos de louvores
À vida,
Sem temer a morte
Inebriando-a, com seus
Amores e sortes
E é com
Esse mesmo
Olhar de ontem,
Que hoje,
Tijolo
Me
Sou
No cenário literário
De suas paredes invisíveis,
Sem portas e sem janelas,
Para que as poesias saiam
Do salão desse templo
Verde de
Inspiração,
Varram seu corredor
Linguístico, invadam
O mundo e façam
ALACE visível, sempre,
Nas cabeças humanas,
Sem cabeceira de cama,
Sem criados, mas falantes.
Saudando-os
Com os meus versos,
Coroando de louros
Os poetas e as poetisas,
As Escritoras e os escritores
que compõem a casa
Do seu trovador mais ilustre
Pois, Contigo, ALACE,
Farei meu enlace
Poético,
Enaltecendo
Juvenal Galeno,
Com os laços dos
meus poemas,
Com meus versos,
E minhas rimas
Paradoxais
Para que ALACE
Seja mais universal,
Ainda, nas entrelinhas
Das minhas estrofes.
Bordando a
Terra da Luz,
Com
Gênero literário
E artes
De cada um
De vocês.
Pelos oiteiros, pela Padaria
Espiritual e por todos que
Fazem "O Cantar da Jandaia"
O Brasil cultural:
Do Alencar à Raquel,
De Patativa, Belchior, Ednardo,
Fagner a outros mais,
Me transcendo a Castro
Alves, querendo ALACE condor,
No sem dor e com Dó Si Lá escritas,
De suas penas, que hoje são canetas
Digitais, lida pelo mundo afora,
Porque é lá que a Academia de Letras
E Artes do Ceará deve estar.