Sex - 29.05.2020 - 19 h 57 m
Um dia,
Uma gentil senhora
Me disse,
Este é um amigo
De verdade,
Nele, não existe
Falsidade.
Essa frase, dita
Por ela, com
Coração de criança,
Fez com que
O meu tempo
Fosse feito
De fácil idade,
Nas histórias construídas
De nós,
Nas Ferradas de vocês,
Cheias de marcas indeléveis,
Dessa amável senhora.
Sem esquecer seu
Espelho.
Sem fé errada,
Cacimbas se
Fizera,
E dessa história
Eu e os meus,
Com você, Válti e
os seus a escrevemos,
Que nos digam:
O balançar de rede
De Mundinha,
Seu alpendre, seu
Tamarindo, Maradona,
Seu lampião de gás
Suas noites de luar,
Suas missas;
Seus sábados, na cidade,
Suas mãos acolhedoras,
Seu fogão de lenha
Sua sala de jantar,
Com suas quartinhas
E potes elevados, com
Cascavel a espreitar, às vezes;
Agora,
Cacimbas se faz sede,
Na Benício chagas,
Com vocês mais perto
Da gente,
Mostrando o quanto somos
Verdadeiramente amigos.
O bem no início que
Fizera, quis Vazantes
Também sentir, e
Para lá fora, pela Fri
Ser Mais e mais amada
E por nós ser sempre
Querida e lembrada,
Já que Fortaleza,
Momentos de tantas
Felicidades, um dia, também,
Se tornara pequena,
Diante de sua grandeza,
Advinda de Deus, se
Fazendo presente nosso:
Em Se Pedinha transmutando,
Na nossa construção,
Sem nunca pedras
Entre quaisquer
caminhos Ser:
DIGNÍSSIMA
senhora.