Qui - 24.08.2017 - 08 h 13 m
Esquecendo a vida, Quando
Na ilha de si mesmo, Seremos
Nós, reles mortais, Novos
Corremos às léguas, Amigos,
Dos desconhecidos, Ou
Sem permitirmos Manteremos
Conhecê-los, Os que somos,
Pra tê-los feitos Se nem
Colegas, Os colegas,
No a mim sem ego, De agora,
Do contigo único Temos tempo
De nós outros. De conhecê-los?
Cristo, Onde está
Senhor A nossa lista?
Da vida, Se é que ainda
Chama uns Existe?
Desconhecidos, Em que
Fazendo um Gaveta
Grupo de 12. A deixamos?
Depois que É tão curto
Os conheceu, O tempo
Viu que Para sermos
Eram Pontes e istmos,
Mais Mais ainda assim,
Do que Preferimos gastá-lo
Servos, Nas ilhas de
E logo Nós mesmos.
Os Por isso, obrigado
Chamou Pelo contigo
De De mim,
Amigos. De ti comigo.
sexta-feira, 28 de dezembro de 2018
terça-feira, 25 de dezembro de 2018
sábado, 22 de dezembro de 2018
Sinfonia Divina
Qui - 23.04.2009 - 07 h 30 m
Mãe...
Mundo Agora Estático,
Ante Esperando Muito,
Em Musical Amoroso.
Mulher A Esperar
Em Métricas Afinadas
Musicalizando A Eternidade:
Em:
MÃE MAMAM MAMÃE
Mãe...
Mundo Agora Estático,
Ante Esperando Muito,
Em Musical Amoroso.
Mulher A Esperar
A Eternidade Materna,
Em Melodia Amável.
Momento Aqui Encontrado,
A Encantar Masculino,
Estatuando Mimada Arte.
Momento Aqui Encontrado,
A Encantar Masculino,
Estatuando Mimada Arte.
Mulherr A Espelhar
A Essência Mundana,
Em Melódicos Amores.
Meu Amor Eterno,
Amada Eterna Minha,
Eterno Meu Amor,
Mulher Assim És:
Meu Amor Eterno,
Amada Eterna Minha,
Eterno Meu Amor,
Mulher Assim És:
A Esplêndida Menina
Em Métricas Afinadas
Musicalizando A Eternidade:
Em:
MÃE MAMAM MAMÃE
MAMI MÃEZINHA MÃEINHA
sábado, 15 de dezembro de 2018
Pontos, sem contos
Qua - 03.10.2018 - 06 h 58 m
Tangendo gente,
Tangendo gente,
Com suas secantes
E tangentes,
Sem lhe permitir
Ser retas
circulantes,
Curvas turvas
prontas se tornam,
Sem arranjos
próprios seus.
Movidos pelos
espaços,
De compassos,
regras...
Vai se fazendo fera
Enjaulada nas
esferas doutras,
Sem atmosfera,
estratosfera,
Sem borracha,
delineando
Extratos
Tridimensionais.
Assim vai, se
forjando
Um mero abjeto,
Por ser
interessante,
Sem ser mais
intrigante,
Esbouçando com
esboço,
Sem esboçar reaçäo,
sendo
Objeto de bolsos alheios.
quinta-feira, 13 de dezembro de 2018
quarta-feira, 12 de dezembro de 2018
De lá tou
Ter - 11.12.2108 - 07 h 02 m
Jogando as mesmas fichas,
Nas surdinhas de suas tramoias,
No comando direto de seus
Delitos, em seus cerimoniais
Lucrativos, imbuídos de vícios,
Sem se preocuparem com os outros,
Deliciam-se nos seus ilícitos,
Fuçando tesouros alheios
Lambuzando-se com seus erros,
Enquanto direitos os executam,
Nos exercícios de seus cargos,
Dilapidando patrimônio público.
Fantasiados de mocinhos, Até que
A lei os alcance, e réus com fés sós
Em suas tornozeleiras eletrônicas,
Entregam de vez os seus outros...,
Ainda que eles sejam os mais maduros,
Só para não se confinarem em suas
Mansões, de graças.
Aí, vem esses caras de pau,
Senhores das mesmas naus
Arcabouços desses esquemas,
Saboreando do(a)s mesmo(a)s prato(a)s,
Se apressando para narrarem os fatos,
Dos seus planos sórdidos,
Agora malfadados, ora relatados:
Jogando as mesmas fichas,
Apostando nos mesmos
jogos,
Parceiros, se
fazendo, sem iguais,Nas surdinhas de suas tramoias,
No comando direto de seus
Delitos, em seus cerimoniais
Lucrativos, imbuídos de vícios,
Sem se preocuparem com os outros,
Deliciam-se nos seus ilícitos,
Fuçando tesouros alheios
Lambuzando-se com seus erros,
Enquanto direitos os executam,
Nos exercícios de seus cargos,
Dilapidando patrimônio público.
Fantasiados de mocinhos, Até que
A lei os alcance, e réus com fés sós
Em suas tornozeleiras eletrônicas,
Entregam de vez os seus outros...,
Ainda que eles sejam os mais maduros,
Só para não se confinarem em suas
Mansões, de graças.
Aí, vem esses caras de pau,
Senhores das mesmas naus
Arcabouços desses esquemas,
Saboreando do(a)s mesmo(a)s prato(a)s,
Se apressando para narrarem os fatos,
Dos seus planos sórdidos,
Agora malfadados, ora relatados:
Despindo
Suas
inocências,
Dizendo
Que
Nada
Fizeram.
Suas
inocências,
Dizendo
Que
Nada
Fizeram.
quinta-feira, 6 de dezembro de 2018
quarta-feira, 28 de novembro de 2018
Momentos que só lhe dão...
Dom - 25 .11.2018 - 04 h 57 m
.... Se eu os procurar,
Necessários os são, para
Eu me encontrar, para
Conversar com meu monólogo,
Me aproximando mais de mim,
Para saber como eu estou,
Com esse meu melhor amigo.
Essa viagem solidária,
Jamais será solitária,
Será momentos de mar
Para juntar minhas águas,
Para surfar minhas lágrimas,
Para lavar minha alma,
Deixando meu corpo molhado.
Será encontro de sol,
Sem instante de só,
Esse tempo a sós, para
Ser astro, sem teatro, no
Rastro do meu caminho, para
Aquecer minha estrada, sem
Seguir em frente sozinho.
Serão dias de lua
A clarear os meus sertões,
Nos oásis de minha caatinga,
Compondo minhas cantigas
Vendo meu cacto florir, nos
Desertos de minha seca, nos
Campos abertos, sem cercas:
Momentos sem solidão, que
Só eu viverei, se aprender
Com o sol, o mar e a lua, sem
Se importar sua ordem, me
Permitindo ser marés, Sol e luar,
Sentindo os sabores dos ventos,
Que sua tempestade provoca.
.... Se eu os procurar,
Necessários os são, para
Eu me encontrar, para
Conversar com meu monólogo,
Me aproximando mais de mim,
Para saber como eu estou,
Com esse meu melhor amigo.
Essa viagem solidária,
Jamais será solitária,
Será momentos de mar
Para juntar minhas águas,
Para surfar minhas lágrimas,
Para lavar minha alma,
Deixando meu corpo molhado.
Será encontro de sol,
Sem instante de só,
Esse tempo a sós, para
Ser astro, sem teatro, no
Rastro do meu caminho, para
Aquecer minha estrada, sem
Seguir em frente sozinho.
Serão dias de lua
A clarear os meus sertões,
Nos oásis de minha caatinga,
Compondo minhas cantigas
Vendo meu cacto florir, nos
Desertos de minha seca, nos
Campos abertos, sem cercas:
Momentos sem solidão, que
Só eu viverei, se aprender
Com o sol, o mar e a lua, sem
Se importar sua ordem, me
Permitindo ser marés, Sol e luar,
Sentindo os sabores dos ventos,
Que sua tempestade provoca.
domingo, 25 de novembro de 2018
Eu
Qua - 14.11.2018 - 06 h 42 m
Gosto das minhas
Racionalidades,
Emocional,
E de minhas
Emoções,
Irracional,
Mais ainda.
Gosto
De ser poema,
De estar
Poeta,
E de viver
Poesia,
Ainda mais.
E neste estado
Poético,
As noites me são
Dia,
Dia das minhas
Noites,
Noite, sem solidão.
Solidão, companheira,
Que eu sempre deixo
Na mão,
Por ter você, a saudade
E a lembrança,
Minhas confidentes,
Em sua contramão.
Você!
Que não
Me deixa
Sentir
Saudade
Momento
Algum.
A saudade!
Que me
Faz você
Lembrança
Real, mesmos
Quando juntos
Estamos.
E a lembrança!
Que a saudade
De você eu sinto,
Quando um somos,
Estando ou não
Presente
Comigo
Só pra sentir Você!
Saudades minhas,
Em formatos
De Lembranças,
Nos meus dias
E noites sem fim,
Consigo.
Gosto das minhas
Racionalidades,
Emocional,
E de minhas
Emoções,
Irracional,
Mais ainda.
Gosto
De ser poema,
De estar
Poeta,
E de viver
Poesia,
Ainda mais.
E neste estado
Poético,
As noites me são
Dia,
Dia das minhas
Noites,
Noite, sem solidão.
Solidão, companheira,
Que eu sempre deixo
Na mão,
Por ter você, a saudade
E a lembrança,
Minhas confidentes,
Em sua contramão.
Você!
Que não
Me deixa
Sentir
Saudade
Momento
Algum.
A saudade!
Que me
Faz você
Lembrança
Real, mesmos
Quando juntos
Estamos.
E a lembrança!
Que a saudade
De você eu sinto,
Quando um somos,
Estando ou não
Presente
Comigo
Só pra sentir Você!
Saudades minhas,
Em formatos
De Lembranças,
Nos meus dias
E noites sem fim,
Consigo.
quinta-feira, 22 de novembro de 2018
Naimego
Qui - 21.09.2000
Tu, minha grande pequenina,
Cheia de ti, dona de nós,
A reclamar desse pai que não vem,
Fazes-me feliz, em cada regresso meu,
Como se em ti, apenas eu faltasse.
Numa alegria pra lá de apaixonante,
Envolvendo-me em teus pequeninos abraços,
Ficando a me materializar com tuas mãozinhas:
Tocando-beliscando-puxando meu rosto,
No silêncio fascinante-sorridente-perguntável:
De VOCÊ DE NOVO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
No colo do pápi, quase vencida pelo sono,
A esquecer de tempo, em me olhar radiante,
Fazendo-me o mais feliz dos paixonantes.
Assim és tu, minha lourinha,
Nas noites de sextas feiras,
Enquanto acordada estiveres,
Sem me dividir com Afio e Gore,
No te embelezar para minha chegada.
Porém, quando o cansaço da noite te vence,
Fica o protesto:
MÃE! POR QUE ESTE PAI ESTÁ
DEMORANDO TANTO?
CADÊ ESSE PAI QUE NÃO VEM?
Sábado, para variar, cedo estás a acordar,
Sutilmente em nossa cama vais,
Sutilmente vais separar Gore de mim,
No possessivo constante de meu pai,
No me querer de todo instante,
No te fazer presente no suave toc-toc,
Na porta do nosso quarto,
Acompanhado de um mais lindo gracioso
"POSSO ENTRAR".
E assim, rapidamente
Vais te tornando:
Dona de mimmmmm.
Nesse teu jeito:
SAPECA-PEQUENA DE SER
GENTE GRANDE
REPLETA DE NAIANISMO.
NAIANISMO, esse,
Que te faz marcante,
Por onde quer que estejas tu,
Pois é difícil te ver, ao menos uma vezzz,
Para não ficares presente
Na vida de tanta gente,
NETA QUERIDA DA SAUDOSA
VOVÓ LULU.
Tu, minha grande pequenina,
Cheia de ti, dona de nós,
A reclamar desse pai que não vem,
Fazes-me feliz, em cada regresso meu,
Como se em ti, apenas eu faltasse.
Numa alegria pra lá de apaixonante,
Envolvendo-me em teus pequeninos abraços,
Ficando a me materializar com tuas mãozinhas:
Tocando-beliscando-puxando meu rosto,
No silêncio fascinante-sorridente-perguntável:
De VOCÊ DE NOVO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
No colo do pápi, quase vencida pelo sono,
A esquecer de tempo, em me olhar radiante,
Fazendo-me o mais feliz dos paixonantes.
Assim és tu, minha lourinha,
Nas noites de sextas feiras,
Enquanto acordada estiveres,
Sem me dividir com Afio e Gore,
No te embelezar para minha chegada.
Porém, quando o cansaço da noite te vence,
Fica o protesto:
MÃE! POR QUE ESTE PAI ESTÁ
DEMORANDO TANTO?
CADÊ ESSE PAI QUE NÃO VEM?
Sábado, para variar, cedo estás a acordar,
Sutilmente em nossa cama vais,
Sutilmente vais separar Gore de mim,
No possessivo constante de meu pai,
No me querer de todo instante,
No te fazer presente no suave toc-toc,
Na porta do nosso quarto,
Acompanhado de um mais lindo gracioso
"POSSO ENTRAR".
E assim, rapidamente
Vais te tornando:
Dona de mimmmmm.
Nesse teu jeito:
SAPECA-PEQUENA DE SER
GENTE GRANDE
REPLETA DE NAIANISMO.
NAIANISMO, esse,
Que te faz marcante,
Por onde quer que estejas tu,
Pois é difícil te ver, ao menos uma vezzz,
Para não ficares presente
Na vida de tanta gente,
NETA QUERIDA DA SAUDOSA
VOVÓ LULU.
quinta-feira, 15 de novembro de 2018
Nai
Sab - 10.11.2018 - 15 h 37 m
Na aurora inesquecível
Dos meus cachos
Dourados, achei
Muitos Atalhos
No seus
Amores
Indescritíveis,
Fazendo
Da minha
Longa caminhada,
Encontro
Sem despedidas
Na estrada chamada
Você,
Que presente
Se faz saudade,
Nas avenidas de
Minhas lembranças,
Que quando ausente,
Se faz o agora, na rua
Dos meus encontros
Feliz todos os dias seus
Em nossas Vidas, NAI.
Na aurora inesquecível
Dos meus cachos
Dourados, achei
Muitos Atalhos
No seus
Amores
Indescritíveis,
Fazendo
Da minha
Longa caminhada,
Encontro
Sem despedidas
Na estrada chamada
Você,
Que presente
Se faz saudade,
Nas avenidas de
Minhas lembranças,
Que quando ausente,
Se faz o agora, na rua
Dos meus encontros
Feliz todos os dias seus
Em nossas Vidas, NAI.
terça-feira, 13 de novembro de 2018
Raílda
Ter - 13.11.2018 - 07 h 24 m
Seria mais
Doida, doída,
Se não houvesse
CRISTO, e a saudade
Para lembrar de ti,
Que com tua
Singeleza
Fez-me ver
O quanto
São belos
Os lírios
Do campo,
Que mesma colhendo
Abrolhos e espinhos,
Sem plantá-los,
Ao longo da vida,
Jamais perdeste
O encanto de
Nos encantar,
Sem choro,
Sem lamento,
Que podiam ser teus
Cantos, nunca em ti,
Eu os encontrei, em
Nenhum canto
De tuas belas canções.
É Por isso, que
Hoje, a tristeza
Dá lugar
À alegria
Em
Outra
Dimensão.
Essa dor
Doída, doida,Seria mais
Doida, doída,
Se não houvesse
CRISTO, e a saudade
Para lembrar de ti,
Que com tua
Singeleza
Fez-me ver
O quanto
São belos
Os lírios
Do campo,
Que mesma colhendo
Abrolhos e espinhos,
Sem plantá-los,
Ao longo da vida,
Jamais perdeste
O encanto de
Nos encantar,
Sem choro,
Sem lamento,
Que podiam ser teus
Cantos, nunca em ti,
Eu os encontrei, em
Nenhum canto
De tuas belas canções.
É Por isso, que
Hoje, a tristeza
Dá lugar
À alegria
Em
Outra
Dimensão.
segunda-feira, 12 de novembro de 2018
Tecendo a democracia
Dom - 21.04.1985
Tudo é passado,
Retrospectiva sem futuro,
Ante só esperança,
No semideus brasileiro,
Com credo de todas as raças,
Reunindo em todo tempo,
Estado, POVO, Território e Nação,
Durante novecentos dias,
O BRASIL DA NOVA REPÚBLICA,
Dias e noites, fizemo-nos: ESPERANÇA.
e trinta e nove dias te fizeram: Eternidade.
Agora sem teu arquiteto,
Lição de democracia,
Maior de todo estadista,
Está o brasil, SEM TEU FILHO,
Imerso em dor, até a alma,
Diante de tanto pesar,
Antes A PÁTRIA AMADA ÓRFÃ.
No quadragésimo dia De tua república,
Em esquife, és tu conduzido,
Velado no salão nobre,
ESTADISTA QUE O POVO QUIS:
SENTIR-TE SEU PRESIDENTE.
Queríamos te ter em Brasília,
Mas, Tu: EM TUA FIBRA MINEIRA,
DEIXASTE-TE LEVAR ÀS GERAIS,
BERÇOS DE TANTOS IDEAIS.
Tudo é passado,
Retrospectiva sem futuro,
Ante só esperança,
No semideus brasileiro,
Com credo de todas as raças,
Reunindo em todo tempo,
Estado, POVO, Território e Nação,
Durante novecentos dias,
O BRASIL DA NOVA REPÚBLICA,
Dias e noites, fizemo-nos: ESPERANÇA.
e trinta e nove dias te fizeram: Eternidade.
Agora sem teu arquiteto,
Lição de democracia,
Maior de todo estadista,
Está o brasil, SEM TEU FILHO,
Imerso em dor, até a alma,
Diante de tanto pesar,
Antes A PÁTRIA AMADA ÓRFÃ.
No quadragésimo dia De tua república,
Em esquife, és tu conduzido,
Velado no salão nobre,
ESTADISTA QUE O POVO QUIS:
SENTIR-TE SEU PRESIDENTE.
Queríamos te ter em Brasília,
Mas, Tu: EM TUA FIBRA MINEIRA,
DEIXASTE-TE LEVAR ÀS GERAIS,
BERÇOS DE TANTOS IDEAIS.
terça-feira, 6 de novembro de 2018
Mangue
Dom 21.10.2018 - 12 h 03 m
Quantos amores jurados
Em vão,
Envolvidos nas camas
Do teu mangue,
Pagos até hoje em vintém
Nas figuras ilustres
Desfigurados,
Sequiosos de desejos
E devaneios,
Dos seus nobres
Cavalheiro, distintos,
Pagando o mesmo tostão.
Entrando cheio
De seu vazio,
Sentindo só cheiro
De si,
Nos seus orgasmos
Inúmeros, inúteis,
Torrando a carne sem preço,.
Rasgando a nudez de
Sua veste humana,
Cobrindo com seus
Mantos carnais
O pudor lascivo, desmedido
De suas ignomínias
Sem lhe dar nenhum apreço.
Quantos segredos
guardados
Em ti,Quantos amores jurados
Em vão,
Envolvidos nas camas
Do teu mangue,
Pagos até hoje em vintém
Nas figuras ilustres
Desfigurados,
Sequiosos de desejos
E devaneios,
Dos seus nobres
Cavalheiro, distintos,
Pagando o mesmo tostão.
Entrando cheio
De seu vazio,
Sentindo só cheiro
De si,
Nos seus orgasmos
Inúmeros, inúteis,
Torrando a carne sem preço,.
Rasgando a nudez de
Sua veste humana,
Cobrindo com seus
Mantos carnais
O pudor lascivo, desmedido
De suas ignomínias
Sem lhe dar nenhum apreço.
domingo, 28 de outubro de 2018
Destilando palavra
Seg - 25.06.2018 - 12 h 08 m
Vermes rastejantes,
Víboras tagarelantes,
São todos os entes
Que não refreiam seus verbetes.
São papagaios que falam
Nos seus gargalos linguísticos,
Gargalhando seus ascos,
Verbalizando destruição.
Aves falantes escutam o que lhe são
Vermes rastejantes,
Víboras tagarelantes,
São todos os entes
Que não refreiam seus verbetes.
São papagaios que falam
Nos seus gargalos linguísticos,
Gargalhando seus ascos,
Verbalizando destruição.
Aves falantes escutam o que lhe são
Ensinadas, repetindo, mesmas assim,
Que em suas bocas não mais cabem,
Dizem, reclamam, difamam, maldizem,
Sem saberem o que dizem. Enquanto
Àqueles no vai e vem de suas línguas,
Que em suas bocas não mais cabem,
Dizem, reclamam, difamam, maldizem,
Profanam: Destilando peçonha com
Suas palavras que não têm antídoto.
quinta-feira, 25 de outubro de 2018
Pro fés sou
Seg - 15.10.2018 - 08 h 01 m
Sem sol,
Mas o princípio
Quadro negro
Era a lousa,
Apagando a dor,
Com o seus salários
APAGADOS.
Demostrando que: Família, educa;
Sem sol,
Não há lua,
Sem lua
Não haveria
Esta poesia,
Que para ti
Eu te escrevo.
Mas o princípio
Não foi assim;
Tudo nada
Mais me era
Que emaranhados
De desenho
Com estranhas
simbologias.
Até que tu,
Fizeste me perceber
Que também eram
palavras:
B A formam ba,
T A eram ta,
L, H A um lha...
Mesmo assim tu me
ensinavas
Com amor de mãe e
ternura paterna:
Com balas para
mascarem
Borrachas para
apagarem,
Com velas de
parabéns,
Pintando o preto e
branco
De colorido, onde todos eram um,
E, logo, cedo se
aprendia
O ABC da vida, somando:
Com pó de giz,
Onde o únicoCom pó de giz,
Quadro negro
Era a lousa,
Apagando a dor,
Com o seus salários
APAGADOS.
Demostrando que: Família, educa;
Escola ensina;
Educadores formam
E transformam
pensamentos,
Lapidando
conhecimentos
Críticos, lecionando
a todos
Sem selecionarem
ninguém.
...Só, Tu és mais do
que poemas,
És constelações
poéticas, Da via
láctea humana, Do
tempo, sem
Idade, Com toda tua
mocidade,
Iluminando
obscuridade
Que o mundo insiste
em te enclausurar,
Com suas ilógicas rasuras:
Professorinha, minha, que me fazes poeta.
Com suas ilógicas rasuras:
Professorinha, minha, que me fazes poeta.
segunda-feira, 22 de outubro de 2018
Ademado
Qui - 02.10.2003
Filhoção é gostoso sexta chegar
Filhoção é gostoso sexta chegar
E saberes
Que tu te preocupas,
Quando o pápi demora vim,
Em olhares de estrada nova,
Em olhares de estrada nova,
Contentando-te, um pouco,
Quando mâmi diz: O ônibus está
Atrasado, devido as estradas ruins,
Atrasado, devido as estradas ruins,
Sossegando, somente, quando chego
Em casa, para o Carinhoso OI PAI!
Seguido de amanhã há aula,
Acorda-me às seis horas.
Sábado letivo, esquece a bicicleta,
Acorda-me às seis horas.
Sábado letivo, esquece a bicicleta,
Companheira da segunda à sexta,
E a galerinha, despertando-me,
Novamente, com o mais lindo:
Novamente, com o mais lindo:
Bora pai.E lá vamos nós, juntos
A nos deixar na escola, de Dream.
Depois estudarmos para as provas
E conversarmos sobre nós.
Contigo, descubro-me em ti.
E conversarmos sobre nós.
Contigo, descubro-me em ti.
Que às vezes não sei
Quem é espelho e imagem,
Quem é espelho e imagem,
Pois somos tão comuns,
Que não consigo desassociar
Que não consigo desassociar
Tuas atitudes
Dos meus atos:
Quando palhaço -
Dos meus atos:
Quando palhaço -
Sou o riso de tua plateia, ou o
Rosto pintado que nos faz rir;
Quando crítico -
Rosto pintado que nos faz rir;
Quando crítico -
Sou a razão ingênua sutil
De tua criticidade,
Na velocidade inexistente;
Quando simples -
Quando simples -
Sou a humildade de tua mão
Direita a aclamar
De autor desconhecido;
Quando compreensivo -
Quando compreensivo -
Sou a ponderação do agora
Pode esperar, pois o hoje
Pode esperar, pois o hoje
Ainda é cedo e o amanhã
Não tardará;
Quando filho -
Quando filho -
Sou paimigo
Do meu ademado:
Jamnf, meu filho amado,
Jamnf, meu filho amado,
Meu verdadeiro e grande amigo,
Meu primogênito querido, que
O Eterno nos presenteou.
Por isso filho, treze anos de ti
Por isso filho, treze anos de ti
São as alegrias de todos os dias
De nossas vidas, expressos
Nos vinte e dois de outubros
Nos vinte e dois de outubros
De todas as horas de nós três.
segunda-feira, 15 de outubro de 2018
Ilhas inexistentes
Dom - 17.06.2018 - 13 h 53 m
Arquipélagos istmos,
que nos faz misto,
Na extensão, sem
fronteiras, de todos.
No Rosto Humano
feito imagem nas luzes
Dos nossos espelhos.
Quisera tê-lo em
sete chaves,
Nos segredos
indecifráveis ,
Nos mistérios
existenciais,
Nas senhas
impessoais,
Nos dados
intransferíveis,
Na minha memória
indelével.
Mas:
Amigo não se guarda,
amigo se expõe,
É por isso que te exponho,
só para em ti
Em mim,
eu te guardar.
sábado, 13 de outubro de 2018
Vazio
Sex - 21.09.2018 - 23 h 46 m
De longe, nada de perto que
lembre você, comigo, a não ser
O vazio angustiante do meu quarto,
Que a sombra do meu ser
Me faz esquecer a convivência
Inconveniente de você, comigo,
Que não passou, visto nunca existir
O que será de você?
Sem mim!
Sem mim: Não verei
Mais sua dor
Que me faz sorrir,
Não terei o seu ter
Que tanto meu ser despreza.
Pouco me importa
O que restar de você,
Pois sei que sem mim
Não subsistirá, haja
Vista que não sobrará
Nada de mim,
Em você.
Faz favor: Ver se desiste,
Não insista, eu resisto,
Eu existo, sem você, meu
registro inexistente...É vida
que sigo, compassadamente,
Sem você de lado,
Isso você não duvida.
Agora, quero ver
Se você consegue
Viver, apressadamente,
Sem o meu passado.
Já que sei eu que você,
Até hoje,
Ainda, me persegue.
Não insista,
Segue o seu destino,
Porque sei que essa
É sua sina.
Ver se não enche,
Me deixe em paz,
Menina...
Tudo isso
É vazio
De apaixonados,
Que
TUEU
não viveremos jamais:
MEU AMOR.
De longe, nada de perto que
lembre você, comigo, a não ser
O vazio angustiante do meu quarto,
Que a sombra do meu ser
Me faz esquecer a convivência
Inconveniente de você, comigo,
Que não passou, visto nunca existir
O que será de você?
Sem mim!
Sem mim: Não verei
Mais sua dor
Que me faz sorrir,
Não terei o seu ter
Que tanto meu ser despreza.
Pouco me importa
O que restar de você,
Pois sei que sem mim
Não subsistirá, haja
Vista que não sobrará
Nada de mim,
Em você.
Faz favor: Ver se desiste,
Não insista, eu resisto,
Eu existo, sem você, meu
registro inexistente...É vida
que sigo, compassadamente,
Sem você de lado,
Isso você não duvida.
Agora, quero ver
Se você consegue
Viver, apressadamente,
Sem o meu passado.
Já que sei eu que você,
Até hoje,
Ainda, me persegue.
Não insista,
Segue o seu destino,
Porque sei que essa
É sua sina.
Ver se não enche,
Me deixe em paz,
Menina...
Tudo isso
É vazio
De apaixonados,
Que
TUEU
não viveremos jamais:
MEU AMOR.
sexta-feira, 12 de outubro de 2018
Verticalizando
Sex - 05.10.2018 - 08 h 04 m
Zerando igualdade com suas
Indiferenças únicas, com seus
Sorrisos sem lágrimas,
Mutilando corpo e alma, no
Ostracismo, sem saudade.
Também digo não a mim, a você e aos
Outros que encarnando o poder,
Igualando todos ao niilismo,
Trancafiando-os nos seus calabouços,
Aprisionando-os, com seus horrores,
Rastreando-os, dias e noites a
Insensatez de suas cadeias,
Sem chaves, onde o tempo,
MarcaDOR de medo,
Oscila o tic-tac do seu temer.
Feitos pêndulos com lâminas afiadas,
A guilhotinar pescoços, que não são seus,
Conjurando tudo e a todos, Incluindo seu eu,
Impessoalizando todas suas formas verbais que.
Não a todos que ama
o ódio,
Aterrorizando a
dor,Zerando igualdade com suas
Indiferenças únicas, com seus
Sorrisos sem lágrimas,
Mutilando corpo e alma, no
Ostracismo, sem saudade.
Também digo não a mim, a você e aos
Outros que encarnando o poder,
Tiranizam seus
quereres inescrupulosos,
Amaciando suas
navalhas carnívoras,
Lambendo sangue, com
sua nobreza,Igualando todos ao niilismo,
Trancafiando-os nos seus calabouços,
Aprisionando-os, com seus horrores,
Rastreando-os, dias e noites a
Insensatez de suas cadeias,
Sem chaves, onde o tempo,
MarcaDOR de medo,
Oscila o tic-tac do seu temer.
Feitos pêndulos com lâminas afiadas,
A guilhotinar pescoços, que não são seus,
Conjurando tudo e a todos, Incluindo seu eu,
Impessoalizando todas suas formas verbais que.
Seu ter, em seu cinismo exacerbado,
Mostra,
continuamente,
O mundo contaminado do seu nada.
Verticalizando, assim,
Não haverá horizonte...
...E sem horizonte,
Não existirá
Você:
Que não seja
Eu...
O mundo contaminado do seu nada.
Verticalizando, assim,
Não haverá horizonte...
...E sem horizonte,
Não existirá
Você:
Que não seja
Eu...
sábado, 6 de outubro de 2018
Ele é ação
Ter - 18.09.208 - 07 h 16 m
Seu título adormecido
Esconde maus políticos
Usurpadores de direitos.
Vote! Vote consciente!
O voto, seu perdido, é
Tesouro achado para
Os seus atos ilícitos.
Seja exigente, Escolha! Escolha
Entre seus representantes
Um que queira o bem de sua gente.
Vote! Vote por todos os dias!
O voto não é presente, mas
Templo de uma Nação,
Onde o povo não é passado.
Só o sufrágio universal
e nada mais, fará do seu país,
Um território de todos.
Vá às urnas, faça valer
O seu voto aos não de
Todos que o esganam. Vá!
O tempo de esperar é outro.
Seu voto não é por: A, B
E C, mas pelo alfabeto politico que
Una POVO, Nação, estado e você.
Vote com esse intuito
O voto é o leme que nos
Transporta para o futuro, onde,
O único comandante é você.
Seu título adormecido
Esconde maus políticos
Usurpadores de direitos.
Vote! Vote consciente!
O voto, seu perdido, é
Tesouro achado para
Os seus atos ilícitos.
Seja exigente, Escolha! Escolha
Entre seus representantes
Um que queira o bem de sua gente.
Vote! Vote por todos os dias!
O voto não é presente, mas
Templo de uma Nação,
Onde o povo não é passado.
Só o sufrágio universal
e nada mais, fará do seu país,
Um território de todos.
Vá às urnas, faça valer
O seu voto aos não de
Todos que o esganam. Vá!
O tempo de esperar é outro.
Seu voto não é por: A, B
E C, mas pelo alfabeto politico que
Una POVO, Nação, estado e você.
Vote com esse intuito
O voto é o leme que nos
Transporta para o futuro, onde,
O único comandante é você.
sexta-feira, 28 de setembro de 2018
Sem senão
Ter - 25.09.2018 - 08 h 23 m
Porque não é você
Que tem que ser capricho
Do sim! Sim!
De sua força bruta,
Sem o não! Não!
De sua
Sutileza.
Venha!
Não demore!
Faça se presente,
Com suas manhas
E venha ser manhã
Agora, em todos
Os nossos Amanhã.
Com sim!
Sim
De sua
LEVEZA,
Com não!
Não
de sua fortaleza.
Venha!
Pra que possamos
Andar lado a lado,
Sem SENHOR
De nosso
destino
Ser:
Com seus pés,
Sem nos ser pesadas,
Com suas mãos
Sem nos ser mãozadas,
Com seus abraços, sem
Nos ser braçadas, com seus
Sonhos, sem nos ser pesadelos.
Compartilhando
NOSSA LUTA,
sem nos fazer luto,
Porque não é você
Que tem que ser capricho
Do sim! Sim!
De sua força bruta,
Sem o não! Não!
De sua
Sutileza.
Venha!
Não demore!
Faça se presente,
Com suas manhas
E venha ser manhã
Agora, em todos
Os nossos Amanhã.
Com sim!
Sim
De sua
LEVEZA,
Com não!
Não
de sua fortaleza.
Venha!
Pra que possamos
Andar lado a lado,
Sem SENHOR
De nosso
destino
Ser:
Com seus pés,
Sem nos ser pesadas,
Com suas mãos
Sem nos ser mãozadas,
Com seus abraços, sem
Nos ser braçadas, com seus
Sonhos, sem nos ser pesadelos.
Compartilhando
NOSSA LUTA,
sem nos fazer luto,
Por sermos
LIVRES
e não brinquedos
do seu machismo.
Venha!
Vê se não demora,
A vida não tem hora
Pra se ir embora.
Deixe o seu senhoril,
E venha amar
Sua senhora.
Venha!
Vê se não demora,
A vida não tem hora
Pra se ir embora.
Deixe o seu senhoril,
E venha amar
Sua senhora.
Pois não permitirei
que suas agressões
Verbais,
físicas
se tornem,
aguardando medidas
protetivas,
que só atrasadas
chegam,
No agora Inês é
morta,
RESGATADA
POR
MARIA DA PENHA.
Vai, seja prisão de sua violência
E não eu prisioneiro do seu medo,
Rompendo agora o meu silêncio,
Denunciando-o, sem demora,
REFAZENDO MINHA HISTÓRIA,
Nas estórias feminicidas
desses vis machistas.
terça-feira, 25 de setembro de 2018
Para sempre
Sab - 08.09.2018 - 14 h 57 m
De ti ficou,
Nesse momento,
O esqueleto
Da modernidade,
Sem tuas árvores
Que te
Sombreavam,
Sem portão,
Sem nada mais
Que te traga
À mente,
A não serem as
Lembranças das
Minhas saudades,
Que o
Modernismo,
Em vão,
Insiste
em
Te
Ocultar.
Mesmo, quando,
Tudo tiver acabado,
E só jovialidade Tu fores:
Vá ter, comigo, O meu olhar,
Se pedrinha tua houver ou não:
Eu voltarei a ti, Como se tu,
ainda, lá Estivesses.
De ti ficou,
Nesse momento,
O esqueleto
Da modernidade,
Sem tuas árvores
Que te
Sombreavam,
Sem portão,
Sem nada mais
Que te traga
À mente,
A não serem as
Lembranças das
Minhas saudades,
Que o
Modernismo,
Em vão,
Insiste
em
Te
Ocultar.
Mesmo, quando,
Tudo tiver acabado,
E só jovialidade Tu fores:
Vá ter, comigo, O meu olhar,
Se pedrinha tua houver ou não:
Eu voltarei a ti, Como se tu,
ainda, lá Estivesses.
sábado, 22 de setembro de 2018
Canções de ninar
Sab - 07.10.2017 - 06 h 17 m
Ainda é tempo Sem
De aprendermos Medo
Canção de ninar, De
Filosofando o ser, Cara
Indelével, Feia,
Ensinando-a, De
Em todos Escuridão
Lugares. Nenhuma.
Cantando-a Sem
Em um só voz, Fazer
Engrandecendo Careta,
Os filhos, Sem
Enaltecendo Bicho
Os pais: Papão,
Construindo Sem
A paz. Babau.
No agora, Pois,
Em todos Canções
Momentos, De ninar
Todas É que nem
Às vezes, MÃE,
Sem tempo Embora
Perdido Muitas,
De instante Elas são
Algum. ÚNICA.
Ainda é tempo Sem
De aprendermos Medo
Canção de ninar, De
Filosofando o ser, Cara
Indelével, Feia,
Ensinando-a, De
Em todos Escuridão
Lugares. Nenhuma.
Cantando-a Sem
Em um só voz, Fazer
Engrandecendo Careta,
Os filhos, Sem
Enaltecendo Bicho
Os pais: Papão,
Construindo Sem
A paz. Babau.
No agora, Pois,
Em todos Canções
Momentos, De ninar
Todas É que nem
Às vezes, MÃE,
Sem tempo Embora
Perdido Muitas,
De instante Elas são
Algum. ÚNICA.
sábado, 15 de setembro de 2018
Estórias
Sex - 13.01.2012 - 7 h 14 m
Eu! Eu!
Eu! Eu!
Humano, Humano,
DESUMANO! DESUMANO!
Fiz dos guetos, Varri você
Meus becos, Do meu ser,
Sem saída, Com os gritos
Tirando sua pele, Do seu Silêncio,
Negando sua alma, Com ais de
Nos porões Todos os jeitos,
De minha Nas ditaduras
Estória. De minha Estória.
Eu! Eu!
Humano, HUMANO,
DESUMANO! desumano!
Fiz Em minha insana tirania,
Dos Campos Fiz Estórias,
Concentrações HISTÓRIAS
Do nada, Desumanas,
De sua dor, Que mancharam
Canções de E mancham
Amor, Nossa HISTÓRIA
Nas partituras HUMANA
De minha De cogumelos
Estória. atômicos.
DESUMANO! DESUMANO!
Fiz dos guetos, Varri você
Meus becos, Do meu ser,
Sem saída, Com os gritos
Tirando sua pele, Do seu Silêncio,
Negando sua alma, Com ais de
Nos porões Todos os jeitos,
De minha Nas ditaduras
Estória. De minha Estória.
Eu! Eu!
Humano, HUMANO,
DESUMANO! desumano!
Fiz Em minha insana tirania,
Dos Campos Fiz Estórias,
Concentrações HISTÓRIAS
Do nada, Desumanas,
De sua dor, Que mancharam
Canções de E mancham
Amor, Nossa HISTÓRIA
Nas partituras HUMANA
De minha De cogumelos
Estória. atômicos.
quinta-feira, 13 de setembro de 2018
Ter sido
Ter - 28.08.2018 - 06 h 02 m
Nas entrelinhas
Da vida,
Encontrei a ti,
Meu tecido,
A pele que
Meu ter
Veste.
No preto
A peça,
Sem retalho,
As vestes que meu
Ser despe.
Nas minissaias
Dos nossos roupões,
Sem saia justa,
No atelier de suas grifes
Com suas altas costuras:
O modismo do teu
Closet:
O meu corpo:
Que me dispo
E me visto,
Em tuas camadas
Três,
Por eu, em ti,
Ter sido.
Nas entrelinhas
Da vida,
Encontrei a ti,
Meu tecido,
A pele que
Meu ter
Veste.
No preto
E branco
Dos teus Coloridos,A peça,
Sem retalho,
As vestes que meu
Ser despe.
Nas minissaias
Dos nossos roupões,
Sem saia justa,
No atelier de suas grifes
Com suas altas costuras:
O modismo do teu
Closet:
O meu corpo:
Que me dispo
E me visto,
Em tuas camadas
Três,
Por eu, em ti,
Ter sido.
quarta-feira, 12 de setembro de 2018
Só tu fazes?
Dom - 26.08.2018 - 04 h 19 m
Sem anoitecer de justiça,
Te fazes instâncias, nas
Primaveras de tuas pragas,
Sem Egito.
Na venda à venda,
Do dura lex sed lex
No latim, sem português,
Com seus pratos a limpo,
Sem lavarem as mãos,
Os Pilatos vão te curtindo
Como seus baratos mais caros.
Sem se ver incompetente,
Vai conjugando todos os verbos,
Exceto verbo julgar
Do Dura lex, sed lex,
Do seu preferido inseto,
Sem levar suas mãos
Aos chinelos.
Na sega que cega,
Dos seus pratos
Baratianos,
No amanhecer de
direitos,Sem anoitecer de justiça,
Te fazes instâncias, nas
Primaveras de tuas pragas,
Sem Egito.
Na venda à venda,
Do dura lex sed lex
No latim, sem português,
Com seus pratos a limpo,
Sem lavarem as mãos,
Os Pilatos vão te curtindo
Como seus baratos mais caros.
Sem se ver incompetente,
Vai conjugando todos os verbos,
Exceto verbo julgar
Do Dura lex, sed lex,
Do seu preferido inseto,
Sem levar suas mãos
Aos chinelos.
quinta-feira, 6 de setembro de 2018
Equilíbrio
Sex - 08.06.2018 - 22 h 57 m
Deitado no descanso
Da sombra do seu trabalho,
Está o ontem, sem futuro,
Preso no seu presente,
Sob o olhar do hoje,
Que apressado passa, sem agora,
Pra prisioneiro do amanhã ser.
Àquele, pelo menos, descansa,
Esperando pela pressa,
Que até o momento,
Não lhe serviu de nada.
Já, esse, cansado, anda,
Freneticamente, anda,
Em busca do seu futuro,
Que logo lhe fará passado,
No repouso de sua pressa,
Que nada mais lhe servirá.
Deitado no descanso
Da sombra do seu trabalho,
Está o ontem, sem futuro,
Preso no seu presente,
Sob o olhar do hoje,
Que apressado passa, sem agora,
Pra prisioneiro do amanhã ser.
Àquele, pelo menos, descansa,
Esperando pela pressa,
Que até o momento,
Não lhe serviu de nada.
Já, esse, cansado, anda,
Freneticamente, anda,
Em busca do seu futuro,
Que logo lhe fará passado,
No repouso de sua pressa,
Que nada mais lhe servirá.
terça-feira, 28 de agosto de 2018
Telhados de vidro
Qui - 31.08.2017 - 08 h 13 m
Guia o mar Colhendo
Acolhendo Néctar
Baratas, Do seu Sal
Recebendo Se dando bem
Flores, Com seus meles,
Sem distinções Nos cortiços
De bichos Com colmeias
E cores, Que não são
Na arca sem Noé Suas!
Afinal! Com uma Mão
Que Suja,
Mal Lavando a outra,
Há Se dando bem
Nisso? Com seus males,
Se No seu espelho
Agiu Sem imagem
O mar No país
Assim: Que tudo pode.
Guia o mar Colhendo
Acolhendo Néctar
Baratas, Do seu Sal
Recebendo Se dando bem
Flores, Com seus meles,
Sem distinções Nos cortiços
De bichos Com colmeias
E cores, Que não são
Na arca sem Noé Suas!
Afinal! Com uma Mão
Que Suja,
Mal Lavando a outra,
Há Se dando bem
Nisso? Com seus males,
Se No seu espelho
Agiu Sem imagem
O mar No país
Assim: Que tudo pode.
sábado, 25 de agosto de 2018
Flores sem fores
Sex - 17.08.2018 - 05 h 19 m
Quando o amanhã chegar,
Eu quero estar com todos
Os teus ontem,
No presente de nós mesmos,
Nos fazendo hoje,
O presente do tempo,
Que agora somos.
Quando tu fores embora,
Eu quero ser os teus caminhos,
Pra teus passos seguirem,
Por onde queres que fiques,
Aonde queres que passes,
Aonde queres que vás:
Contigo eu fico, eu passo, eu vou.
Quando cansada tiveres,
Sombra te serei, fazendo da tua
Fadiga uma nota musical sem dó,
A REsposta Composta com
FÁ que DIGA canções de te veres
Comigo, no sol de MIm, LÁ,
Contigo, eu conSIgo.
Mas, se mesma assim, fores,
Não te preocupes comigo,
Pois aonde queres que vás,
E/ou onde queres que fiques,
Contigo me levarás,
Contigo sempre estarei,
Que me negues tu ou não.
Quando o amanhã chegar,
Eu quero estar com todos
Os teus ontem,
No presente de nós mesmos,
Nos fazendo hoje,
O presente do tempo,
Que agora somos.
Quando tu fores embora,
Eu quero ser os teus caminhos,
Pra teus passos seguirem,
Por onde queres que fiques,
Aonde queres que passes,
Aonde queres que vás:
Contigo eu fico, eu passo, eu vou.
Quando cansada tiveres,
Sombra te serei, fazendo da tua
Fadiga uma nota musical sem dó,
A REsposta Composta com
FÁ que DIGA canções de te veres
Comigo, no sol de MIm, LÁ,
Contigo, eu conSIgo.
Mas, se mesma assim, fores,
Não te preocupes comigo,
Pois aonde queres que vás,
E/ou onde queres que fiques,
Contigo me levarás,
Contigo sempre estarei,
Que me negues tu ou não.
quarta-feira, 22 de agosto de 2018
À espera de ti
Qui - 28.06.2018 - 07 h 55m
Quando fores mãe:
Verás o quanto de flores
São rosas,
No tempo,
Sem intervalos
De horas,
Nos dias e noites,
Sem fins
Quando pai fores:
Conhecerás a saudade
Sem oi Pai.
Coisas:
Que, enquanto
Só Filhos
Fores,
Não verás,
Jamais,
Em tuas
Memórias.
Quando fores mãe:
Verás o quanto de flores
No tempo,
Sem intervalos
De horas,
Nos dias e noites,
Sem fins
Quando pai fores:
Conhecerás a saudade
Incontida,
Que o
tempo, sem demora
Te faz
agora,
Na espera ansioso de
tua volta,
Nos meus momentos Sem oi Pai.
Coisas:
Que, enquanto
Só Filhos
Fores,
Não verás,
Jamais,
Em tuas
Memórias.
quarta-feira, 15 de agosto de 2018
Suavesidas
Sex - 15.06.2018 - 08 h 36 m
A quem cantaremos canções de ninar,
Se o berço humano estupro se fizer?
Com quem compartilharemos nossas
Alegrias e sorrisos de suas chegadas?
Basta desse feito, com defeito,
De feto, que a foto complexa,
Do seu ato, expõe,
Preso em sua estupidez, solto:
Marca...Profana... Produz...
Deixe:
O TEMPLO HUMANO DIVINO
Cantar suas canções de ninar...
Deixe:
O Sagrado criança nos ser,
Gerados de fetos , com afetos:
Com seus SIM! SIM, NÃO! NÃO,
Do seu corpo, sua pele,
No universo feminino, ser,
Nas suaves idas de sua vida,
Sem veste de nudez machista,
Em suas vindas.
Chegam de desejos brutais Animalescos,
Desses teres que se dizem seres,
Desses teres que nunca serão seres!
Onde estão os muitos masculinos
Que ainda existem?
A quem cantaremos canções de ninar,
Se o berço humano estupro se fizer?
Com quem compartilharemos nossas
Alegrias e sorrisos de suas chegadas?
Basta desse feito, com defeito,
De feto, que a foto complexa,
Do seu ato, expõe,
Preso em sua estupidez, solto:
Marca...Profana... Produz...
Deixe:
O TEMPLO HUMANO DIVINO
Cantar suas canções de ninar...
Deixe:
O Sagrado criança nos ser,
Gerados de fetos , com afetos:
Com seus SIM! SIM, NÃO! NÃO,
Do seu corpo, sua pele,
No universo feminino, ser,
Nas suaves idas de sua vida,
Sem veste de nudez machista,
Em suas vindas.
Chegam de desejos brutais Animalescos,
Desses teres que se dizem seres,
Desses teres que nunca serão seres!
Onde estão os muitos masculinos
Que ainda existem?
segunda-feira, 13 de agosto de 2018
Lembro...
Qui - 26.06.2018 - 08 h 26 m
Do balançar
Nas alturas,
Sem limite...
Quando vinha
De Fortaleza, sua casa,
Morada minha fazia,
E minha mãe,
Querendo
Me dividir um
Pouco com ela...
Da irracionalidade
De amado,
Não entendendo
Nada de coração
Materno: Deixei de ser
61, tornando-me 1453,
Pra 6157 sermos...
De
Nós dois,
Em constante
Um,
por mais
Que dois
Quiséssemos ser...
Lembranças
De nós um,
Que nós quatro
Até hoje
Vivemos.
Do balançar
De rede,
Musicalizando
Os armadores
Do seu quarto,Os armadores
Nas alturas,
Sem limite...
Quando vinha
De Fortaleza, sua casa,
Morada minha fazia,
E minha mãe,
Querendo
Me dividir um
Pouco com ela...
Da irracionalidade
De amado,
Não entendendo
Nada de coração
Materno: Deixei de ser
61, tornando-me 1453,
Pra 6157 sermos...
De
Nós dois,
Em constante
Um,
por mais
Que dois
Quiséssemos ser...
De outras
Muitas e tantasLembranças
De nós um,
Que nós quatro
Até hoje
Vivemos.
domingo, 12 de agosto de 2018
Vocês: Ida de mim
Sab, 04.08.2018 - 6 h 20 m
Antes, eu era:
Abstrato e vazio,
Elemento inexistente,
Incontido,
Sem de
Ninguém ser.
Até que dois unitários
Resolveram se pertencer,
Contendo-me,
No Intervalo de suas retas,
A intersecção de sua união,
O ponto X da questão,
Do seu conjunto
Complementar.
Concreto agora sou:
Naturais de vocês,
Infinito por Deus,
Racional pelos outros,
Inteiro por meus três,
Irracional por ti,
No composto e primo
De muitos dígitos.
Antes, eu era:
Abstrato e vazio,
Incógnita
Sem solução,Elemento inexistente,
Incontido,
Sem de
Ninguém ser.
Até que dois unitários
Resolveram se pertencer,
Contendo-me,
No Intervalo de suas retas,
A intersecção de sua união,
O ponto X da questão,
Do seu conjunto
Complementar.
Concreto agora sou:
Naturais de vocês,
Infinito por Deus,
Racional pelos outros,
Inteiro por meus três,
Irracional por ti,
No composto e primo
De muitos dígitos.
segunda-feira, 6 de agosto de 2018
É brio
Sab - 14.07.2018 - 08 h 21 m
Quero trago
Do verbo trazer,
Onde eu possa
Encontrar você,
Meu
Bebê,
Sem ser gole,
Aguardando
Ente,
Sem fazê-lo vintém,
Com todo gosto,
Sem precisar
Beber todas,
Como se a última fosse.
Seguindo o Teacher's:
À vela de Old Eight,
Olhando
O galope do White horse,
Com John Walker
Montado,
Nas Cores Black White,
Pegando seu Red bull,
Com seus 51
caipirazinhas:
Na chuva que pinga
Na cana de açúcar,
Com água sem ser
Ardente.
Com bebida, sem vogais e D,
Sem isca escassez,
Tomando RUMo,
Em dose certa,
Trazendo você deste lado,
Sem ser destilado,
Deixando de ser gênio.
Sem se agarre a ela, pois:
Cê veja que se tudo isso
Fosse bom, não se estalava
O dedo, e nem se fazia careta,
Ao lavar o peritônio
Para tirar a ressaca,
Que só o mar curte,
Entornando suas espumas,
E você aqui:
Bebemorando,
Com apreciação,
Os aperitivos
De suas mãos,
Comemorando,
Com seu gelo,
Nada! Nada!.
Quero trago
Do verbo trazer,
Onde eu possa
Encontrar você,
Meu
Bebê,
Sem ser gole,
Aguardando
Ente,
Sem fazê-lo vintém,
Com todo gosto,
Sem precisar
Beber todas,
Como se a última fosse.
Seguindo o Teacher's:
À vela de Old Eight,
Olhando
O galope do White horse,
Com John Walker
Montado,
Nas Cores Black White,
Pegando seu Red bull,
Com seus 51
caipirazinhas:
Na chuva que pinga
Na cana de açúcar,
Com água sem ser
Ardente.
Com bebida, sem vogais e D,
Sem isca escassez,
Tomando RUMo,
Em dose certa,
Trazendo você deste lado,
Sem ser destilado,
Deixando de ser gênio.
Sem se agarre a ela, pois:
Cê veja que se tudo isso
Fosse bom, não se estalava
O dedo, e nem se fazia careta,
Ao lavar o peritônio
Para tirar a ressaca,
Que só o mar curte,
Entornando suas espumas,
E você aqui:
Bebemorando,
Com apreciação,
Os aperitivos
De suas mãos,
Comemorando,
Com seu gelo,
Nada! Nada!.
sábado, 28 de julho de 2018
Parte de mim
Qui - 18.01.2018 - 07 h 27 m
Vem o dia! Na vida,
Animado! Sem ida.
Te buscamos. Na partida,
Desanimado, Sem vinda.
Ficamos. Que na
Inanimado, Viagem,
Te encontramos: Sem ti,
Despedida Sozinhos,
Nos fizemos. Voltamos.
O tempo, Ainda bem
Companheiro Que há:
Dos nossos dias, O Deus
Te faz agora Nos trazendo
Inerte e frio, Ressurreição;
No monólogo E as lembranças
Meu, Humanas
Seu diálogo Pra te fazerem
Teu. Saudades.
Vem o dia! Na vida,
Animado! Sem ida.
Te buscamos. Na partida,
Desanimado, Sem vinda.
Ficamos. Que na
Inanimado, Viagem,
Te encontramos: Sem ti,
Despedida Sozinhos,
Nos fizemos. Voltamos.
O tempo, Ainda bem
Companheiro Que há:
Dos nossos dias, O Deus
Te faz agora Nos trazendo
Inerte e frio, Ressurreição;
No monólogo E as lembranças
Meu, Humanas
Seu diálogo Pra te fazerem
Teu. Saudades.
quarta-feira, 25 de julho de 2018
Páginas atemporais
Sáb - 16.09.2017 - 09 h 58 m
Vai idade,
Nos negando a tua juventude,
Nos tirando a tua mocidade,
Te fazendo eternidade,
Tão cedo!
Nos ensinando que o tempo
É sem hora, em seu senhoril,
No seu amanhã, nos tornando
Ontem.
Assim mesmo, vais!
Sem nunca nos teres deixado,
Sendo parte de nossas histórias,
Fotografadas e rabiscadas,
Por teus sorrisos e gestos afáveis,
Em nossas páginas atemporais,
De tua infindável existência,
Que a saudade te faz presente.
Vai idade,
Nos negando a tua juventude,
Nos tirando a tua mocidade,
Te fazendo eternidade,
Tão cedo!
Nos ensinando que o tempo
É sem hora, em seu senhoril,
No seu amanhã, nos tornando
Ontem.
Assim mesmo, vais!
Sem nunca nos teres deixado,
Sendo parte de nossas histórias,
Fotografadas e rabiscadas,
Por teus sorrisos e gestos afáveis,
Em nossas páginas atemporais,
De tua infindável existência,
Que a saudade te faz presente.
domingo, 22 de julho de 2018
O corpo
Qui - 15.09.2016 - 08 h 06 m
Chega um tempo, Fecha
Que o corpo A tampa,
Pede descanso, Desce
E o descanso A campa,
Pede a morte, Sozinhos
Para não Ficamos,
Cansar Na solidão
O espírito. De todos,
Deixando o corpo Fotografado
Aquecido, que Em
Logo será Cada
Esquecido, na Lembrança,
Frieza de seu Nas
Esquife, entre Lágrimas
Lágrimas e De nossas
Encontro social, Retinas,
No espelho de Desse último
Todos nós. Instante.
Chega um tempo, Fecha
Que o corpo A tampa,
Pede descanso, Desce
E o descanso A campa,
Pede a morte, Sozinhos
Para não Ficamos,
Cansar Na solidão
O espírito. De todos,
Deixando o corpo Fotografado
Aquecido, que Em
Logo será Cada
Esquecido, na Lembrança,
Frieza de seu Nas
Esquife, entre Lágrimas
Lágrimas e De nossas
Encontro social, Retinas,
No espelho de Desse último
Todos nós. Instante.
domingo, 15 de julho de 2018
Sentimento
Dom - 17.06.2018 - 07 h 28 m
Às lágrimas eternas,
As lembranças que conosco ficam,
Da tua saudade a nos acompanhar,
Na solidão, sem nos deixar sozinhos.
Às lembranças que não passarão,
Saudades se fazem vivas,
Molhando nossas retinas,
No encontrar só, de nós dois.
À saudade que hoje te somos,
A conversar dos teus momentos,
Com nossas lágrimas,
Sem ninguém entre nós dois:
Amiga, agora, é
Da solidão, minha confidente,
Dos diálogos silenciosos,
À sós, de nós cinco.
Às lágrimas eternas,
As lembranças que conosco ficam,
Da tua saudade a nos acompanhar,
Na solidão, sem nos deixar sozinhos.
Às lembranças que não passarão,
Saudades se fazem vivas,
Molhando nossas retinas,
No encontrar só, de nós dois.
À saudade que hoje te somos,
A conversar dos teus momentos,
Com nossas lágrimas,
Sem ninguém entre nós dois:
Amiga, agora, é
Da solidão, minha confidente,
Dos diálogos silenciosos,
À sós, de nós cinco.
sexta-feira, 13 de julho de 2018
Closed
Qui - 05.07.2018 - 08 h 34 m
Desculpe!
Acabei de sair,
Sem meus
Pensamentos,
Tentando entender
O devaneio humano
Inexistente,
Do eu
Feito condor,
Na rota fugaz,
Sem diálogo,
Só pra escutar
O silêncio falando
De ti.
Desculpe!
Quando
Eu
Voltar,
Eu
Aviso,
Novamente.
Desculpe!
Acabei de sair,
Sem meus
Pensamentos,
Tentando entender
O devaneio humano
Inexistente,
Do eu
Feito condor,
Na rota fugaz,
Sem diálogo,
Só pra escutar
O silêncio falando
De ti.
Desculpe!
Quando
Eu
Voltar,
Eu
Aviso,
Novamente.
quinta-feira, 12 de julho de 2018
O último encontro
Ter - 03.07.2018 - 03 h 30 m
Fica a lembrança
Do último encontro
Da conversa afável,
Do gesto amável,
Daquele nove de junho,
Do domingo e quarta,
Sem você nos vê.
Sem dois de julho,
Para despedida,
No três de julho,
Sem adeus,
Ficando comigo
Presente,
Somente
A recordação
Do nosso último
Encontro,
Que agora
Eu chamo
SAUDADE.
sexta-feira, 6 de julho de 2018
Convento
Qui - 28.06.2018 - 03 h 15 m
Com seu vento suave,
Você me é brisa,
Que seu furacão,
Com tempestades alheias,
Me faz ver,
O tanto de vendavais
Que não são seus.
Meu coração,
Inquieto,
Quieto,
Se aquietou,
Em
Sua
Serenidade,
Libertando-me
Das minhas
Clausuras,
Para descobrir
O quanto, ainda,
Amo, muito,
Você.
Com seu vento suave,
Você me é brisa,
Que seu furacão,
Com tempestades alheias,
Me faz ver,
O tanto de vendavais
Que não são seus.
Meu coração,
Inquieto,
Quieto,
Se aquietou,
Em
Sua
Serenidade,
Libertando-me
Das minhas
Clausuras,
Para descobrir
O quanto, ainda,
Amo, muito,
Você.
quinta-feira, 28 de junho de 2018
Acumulando tempo
Qua - 27.06.2018 - 06 h 24 m
Fecha-se o ciclo, apertando-se o cerco,
Fazendo do círculo uma reta
Tangente e secante, infinitas,
No acerto, sem conserto,
No concerto concreto da vida,
No momento inesperado,
Nos pontos que não são mais seus.
Onde, todos pagam
Com o salário do pecado,
Restando, tão somente,
O saldo da ressurreição,
Se em vida ele não a encontrou,
Em cada irmão que o procurou:
Em vão viveu;
Vivendo apenas
o tempo do
Seu corpo.
Em vão viveu.
Pois só
ele
é:
A vereda , a estrada, o atalho,
O retalho, o rastro, o rosto
Do detalhe que lhe falta
Para fazer
Do seu deserto, oásis,
Do seu inferno, céu,
para se chegar:
AO CAMINHO,
E A VERDADE
E A VIDA,
no tempo chamado
hoje, que amanhã
não mais lhe
pertencerá.
Fecha-se o ciclo, apertando-se o cerco,
Fazendo do círculo uma reta
Tangente e secante, infinitas,
No acerto, sem conserto,
No concerto concreto da vida,
No momento inesperado,
Nos pontos que não são mais seus.
Onde, todos pagam
Com o salário do pecado,
Restando, tão somente,
O saldo da ressurreição,
Se em vida ele não a encontrou,
Em cada irmão que o procurou:
Em vão viveu;
Vivendo apenas
o tempo do
Seu corpo.
Em vão viveu.
Pois só
ele
é:
A vereda , a estrada, o atalho,
O retalho, o rastro, o rosto
Do detalhe que lhe falta
Para fazer
Do seu deserto, oásis,
Do seu inferno, céu,
para se chegar:
AO CAMINHO,
E A VERDADE
E A VIDA,
no tempo chamado
hoje, que amanhã
não mais lhe
pertencerá.
segunda-feira, 25 de junho de 2018
Doutros
Dom - 25.06.2017 - 07 h 48 m
E o mundo
Mais feliz acorda,
Em ti, se fazendo festa,
Representando
Suavidade certa,
Orquestrando ondas, sem tempestades,
Na leveza de tua suavidade.
Na certeza do incerto,
Onde teu tempo, sem hora,
Guarda momentos pra todos,
Unindo, sem distância,
Encurtando caminho,
Inspirando sonhos,
Resposta humanitária,
Respirando doutros:
A vida te faz doutor.
Nos ser doutros,
Esquecendo de si,
Vivendo os outros,
Como se Fosse Eu.
E o mundo
Mais feliz acorda,
Em ti, se fazendo festa,
Representando
Suavidade certa,
Orquestrando ondas, sem tempestades,
Na leveza de tua suavidade.
Na certeza do incerto,
Onde teu tempo, sem hora,
Guarda momentos pra todos,
Unindo, sem distância,
Encurtando caminho,
Inspirando sonhos,
Resposta humanitária,
Respirando doutros:
A vida te faz doutor.
Nos ser doutros,
Esquecendo de si,
Vivendo os outros,
Como se Fosse Eu.
sexta-feira, 22 de junho de 2018
Lembranças maternas
Qua - 13.06.2018 - 07 h 18 m
À minha mãe,
Que sempre comigo está,
Com sua Canção de ninar.
Em perguntar de chegada minha.
À minha mãe.
Que entre filme televisível,
Nas minhas noites adiantadas,
Abria a porta do seu quarto,
Para carinhosamente, me dizer:
Vá dormir, meu filho.
À minha mãe,
Que mesma internada,
Sem se preocupar
Com seu bem estar,
Orgulhosamente me apresentava:
É meu filho, trabalha no BEC.
À minha mãe,
Que nos trazia às lembranças
As atitudes dos seus netos:
Vovó descasque as uvinhas,
Vamos pro cheio de amor,
Ou imitando seus avós,
Dentre outras que eu não esquecerei.
À minha mãe,
Que com sua Canção de ninar,
Em luz à mira está.
Presença certa se fará,
Onde e aonde eu estiver:
Feliz vinte e oito de junho
De mil novecentos e dezessete,
Em todo os dias meus:
Minha mãe
sexta-feira, 15 de junho de 2018
Leveza
Qui - 18.10.2012 - 12h 03 m
Há amor entre nós dois,
Intenso dentro de nós,
Traduzido na sublime
Obra humana, repleta de Deus.
Esperança divina e humana,
Infinidade de nós, segredo, sagrado,
Respiro, suspiro nosso:
Aspiração humana materna,
Estado paterno completo:
Legado do nosso amor.
Letra do meu amor, inscrito por ti,
Letreiro do teu amor, incontestável de mim,
Na partitura harmônica, em sinfonia perfeita,
Gerada pela batuta autêntica do amor.
Do amor
Incircunscrito dos acordes
E arranjos românticos
Das poesias nascidas
E vividas dos poemas
Escritos por nossa vidas.
Há amor entre nós dois,
Intenso dentro de nós,
Traduzido na sublime
Obra humana, repleta de Deus.
Esperança divina e humana,
Infinidade de nós, segredo, sagrado,
Respiro, suspiro nosso:
Aspiração humana materna,
Estado paterno completo:
Legado do nosso amor.
Letra do meu amor, inscrito por ti,
Letreiro do teu amor, incontestável de mim,
Na partitura harmônica, em sinfonia perfeita,
Gerada pela batuta autêntica do amor.
Do amor
Incircunscrito dos acordes
E arranjos românticos
Das poesias nascidas
E vividas dos poemas
Escritos por nossa vidas.
quarta-feira, 13 de junho de 2018
Gore
Ter - 06.12.2005
Não desejo
O beijo da amada,
Mas a amada,
Em beijos de amor,
Em festim exclusivo
De FRAGORE...
Em contínuo presente
De VOCEU...
Em loucos DESEJOS
Alucinantes de ti-mim.
Não desejo
Parte da Amada,
Mas a amada,
Por inteira,
Em cada Partícula minha,
No jeito FELINA,
indomável de MUSA,
No safári INDELÉVEL
Do nosso amor,
Em partituras
De LOVE STORY.
Não desejo
A amada em hora alguma,
Mas a amada,
Em cada segundo
De mim,
A DDD DE AMOR,
Em SUSSURROS DE VOCÊ,
Cheios de SAUDADES
De UM TREZE DE JANEIRO,
Que VOCÊ SONHANDO
MGFR me fez ser.
Por tanto, SAIBA,
MEU AMOR,
Vós SEDE
O meu SEM MIM,
Acompanhado de
JAMF E NFN,
Por isso
SÃO PARA VOCÊ:
Meus beijos,
Minha partícula.
Meu segundo...
Em KM DE AMOR.
Não desejo
O beijo da amada,
Mas a amada,
Em beijos de amor,
Em festim exclusivo
De FRAGORE...
Em contínuo presente
De VOCEU...
Em loucos DESEJOS
Alucinantes de ti-mim.
Não desejo
Parte da Amada,
Mas a amada,
Por inteira,
Em cada Partícula minha,
No jeito FELINA,
indomável de MUSA,
No safári INDELÉVEL
Do nosso amor,
Em partituras
De LOVE STORY.
Não desejo
A amada em hora alguma,
Mas a amada,
Em cada segundo
De mim,
A DDD DE AMOR,
Em SUSSURROS DE VOCÊ,
Cheios de SAUDADES
De UM TREZE DE JANEIRO,
Que VOCÊ SONHANDO
MGFR me fez ser.
Por tanto, SAIBA,
MEU AMOR,
Vós SEDE
O meu SEM MIM,
Acompanhado de
JAMF E NFN,
Por isso
SÃO PARA VOCÊ:
Meus beijos,
Minha partícula.
Meu segundo...
Em KM DE AMOR.
terça-feira, 12 de junho de 2018
Planetário País
Sab - 30.09.2017 - 04 h 59 m
No país Sendo
Sem Pinóquio,
Gepeto, Sem
O que Gepeto,
Não falta Na república
É Pinóquio, De Plutão,
Deixando Do
O povo,
Sem óculos, Planetário
Com eles
Cheios
De binóculos. Com Meta
Nas histórias, Com o:
Sem vilão,
Onde todos Povo
São mocinhos, Bonzinho
Sendo malas, Diariamente
Ou não, Monetarizado,
Com ou Pagando
Sem elas,
Com
Apartamentos
Megasena
Acumulados. Tudo.
Com Com
A venda, Muitos
Sempre Comendo
À venda, O pato,
Dando jeito, Sem lavar
No seu jeito. O prato.
Assim vivem Feito:
Esses sujeitos,
Na comédia Planta
Humana Sempre
De suas Danosa
Loucuras. Brotando.
Tirando Disseminando
Óculos
Do povo,
Aumentando Ervas
Seus
Binóculos. Maléficas.
No país Sendo
Sem Pinóquio,
Gepeto, Sem
O que Gepeto,
Não falta Na república
É Pinóquio, De Plutão,
Deixando Do
O povo,
Sem óculos, Planetário
Com eles
Cheios
De binóculos. Com Meta
Nas histórias, Com o:
Sem vilão,
Onde todos Povo
São mocinhos, Bonzinho
Sendo malas, Diariamente
Ou não, Monetarizado,
Com ou Pagando
Sem elas,
Com
Apartamentos
Megasena
Acumulados. Tudo.
Com Com
A venda, Muitos
Sempre Comendo
À venda, O pato,
Dando jeito, Sem lavar
No seu jeito. O prato.
Assim vivem Feito:
Esses sujeitos,
Na comédia Planta
Humana Sempre
De suas Danosa
Loucuras. Brotando.
Tirando Disseminando
Óculos
Do povo,
Aumentando Ervas
Seus
Binóculos. Maléficas.
quarta-feira, 6 de junho de 2018
Eternamente Jovem
Sex - 23.08;2013 08 h 45 m
Envelhecemos!
Quando:
Deus fica para depois,
Acompanhado de Jesus Cristo,
Junto com o Espírito Santo,
Unidos aos nossos pais,
Em meio aos outros,
Sem nós.
Envelhecemos!
Quando:
Deixamos o mundo nos consumir,
O nosso TER esquecer você,
Vestindo-nos de contínuos
E estúpidos EUS,
Fazendo do nosso lar,
Uma obra prima de engenharia.
Envelhecemos!
Quando:
Passamos a morar só,
Por nosso ter nos permitir isso,
Esquecendo os nossos pais,
Que sempre nos fez ser,
Por sermos o irmão mais velho
Do filho pródigo.
Envelhecemos!
Quando:
Estamos sempre ocupados,
Com nós mesmos,
Sem tempo nem para os nossos,
Fazendo-nos remorsos,
Quando não mais os tivermos,
Como se fossemos o senhor do tempo.
Envelhecemos!
Quando:
Matamos a criança
Que há dentro de nós,
Deixamos de rir de nossas bobagens,
Levamos a sério a vida demais,
Tornando-nos cromos,
Sem tempo perdido de todos.
Envelhecemos!
Quando:
O sol se põe,
E deixamos de ser
Estrela,
Em suas noites,
Sem
Luar.
O que seria de nós! Se os outros:
Não se fizessem uma só carne,
Tornando-se templo vivo do Espírito Santo,
No encontrar do CAMINHO,
A VERDADE E A VIDA,
NA MORADA DO PAI CELESTE?
O QUE SERIA DE NÓS? Seriamos
ENVELHECIDOS, SEMPRE, ENVELHECIDOS.
Mas, você!
Por ser: Saudade,
Ainda que presente.
Por ser: Presença,
Mesmo estando ausente,
Será Eternamente Jovem,
Nas mentes que não tem idade.
Envelhecemos!
Quando:
Deus fica para depois,
Acompanhado de Jesus Cristo,
Junto com o Espírito Santo,
Unidos aos nossos pais,
Em meio aos outros,
Sem nós.
Envelhecemos!
Quando:
Deixamos o mundo nos consumir,
O nosso TER esquecer você,
Vestindo-nos de contínuos
E estúpidos EUS,
Fazendo do nosso lar,
Uma obra prima de engenharia.
Envelhecemos!
Quando:
Passamos a morar só,
Por nosso ter nos permitir isso,
Esquecendo os nossos pais,
Que sempre nos fez ser,
Por sermos o irmão mais velho
Do filho pródigo.
Envelhecemos!
Quando:
Estamos sempre ocupados,
Com nós mesmos,
Sem tempo nem para os nossos,
Fazendo-nos remorsos,
Quando não mais os tivermos,
Como se fossemos o senhor do tempo.
Envelhecemos!
Quando:
Matamos a criança
Que há dentro de nós,
Deixamos de rir de nossas bobagens,
Levamos a sério a vida demais,
Tornando-nos cromos,
Sem tempo perdido de todos.
Envelhecemos!
Quando:
O sol se põe,
E deixamos de ser
Estrela,
Em suas noites,
Sem
Luar.
O que seria de nós! Se os outros:
Não se fizessem uma só carne,
Tornando-se templo vivo do Espírito Santo,
No encontrar do CAMINHO,
A VERDADE E A VIDA,
NA MORADA DO PAI CELESTE?
O QUE SERIA DE NÓS? Seriamos
ENVELHECIDOS, SEMPRE, ENVELHECIDOS.
Mas, você!
Por ser: Saudade,
Ainda que presente.
Por ser: Presença,
Mesmo estando ausente,
Será Eternamente Jovem,
Nas mentes que não tem idade.
segunda-feira, 28 de maio de 2018
O abraço amigo
Sex - 01.10.2010 - 08 h 50 m
Hoje, quase às 16 horas,
Percebi que tinha ficado órfão
Do Abraço Amigo, de minha
Querida Hosana que se
Tornara convidada Especial
De Cristo, às 11 horas,
Do domingo, 26, setembro
2010, E eu não podia
mais abraçá-la, fisicamente.
Por isso:
Há O Sorriso Anoitecendo
Nossa Alma,
Ontem, Sorridente,
Animando nossa Aura,
Hoje se Abate Nessa agonia,
Habitando Outros atos
Nada Alegre, no Adeus
Do teu Abraço, abraçando-te,
Sem adeus.
Hoje, Entendo o clamor dos teus,
Pois eles não perderam,
Tão somente: Uma mãe, avó,
Tia, irmã, sogra...
Mas também perderam:
Um Porto Seguro para
Os momentos de turbulências;
Uma Mão Afável, sempre estendida,
Para todos os instantes de ordem
E desordem de suas vidas;
Um Braço Firme para
Os abraços fortes,
Nas horas frágeis
De suas caminhadas;
Um ombro amigo para alegrar
O choro na despedida;
Um Coração Grande,
Que Deus Fez questão de morar,
Pois estava sempre transbordado,
Transbordado de muito amor.
Nós te perdemos!
Nós te perdemos!
Não! Não te perdemos!
Doce Amiga!
Pois não se perde
Um achado de Deus.
Por isso, mais uma vez e sempre,
Estamos aqui, para te dar
E receber: O ABRAÇO AMIGO,
QUE TUAS LEMBRANÇAS
NOS FARÃO SENTIR.
Hoje, quase às 16 horas,
Percebi que tinha ficado órfão
Do Abraço Amigo, de minha
Querida Hosana que se
Tornara convidada Especial
De Cristo, às 11 horas,
Do domingo, 26, setembro
2010, E eu não podia
mais abraçá-la, fisicamente.
Por isso:
Há O Sorriso Anoitecendo
Nossa Alma,
Ontem, Sorridente,
Animando nossa Aura,
Hoje se Abate Nessa agonia,
Habitando Outros atos
Nada Alegre, no Adeus
Do teu Abraço, abraçando-te,
Sem adeus.
Hoje, Entendo o clamor dos teus,
Pois eles não perderam,
Tão somente: Uma mãe, avó,
Tia, irmã, sogra...
Mas também perderam:
Um Porto Seguro para
Os momentos de turbulências;
Uma Mão Afável, sempre estendida,
Para todos os instantes de ordem
E desordem de suas vidas;
Um Braço Firme para
Os abraços fortes,
Nas horas frágeis
De suas caminhadas;
Um ombro amigo para alegrar
O choro na despedida;
Um Coração Grande,
Que Deus Fez questão de morar,
Pois estava sempre transbordado,
Transbordado de muito amor.
Nós te perdemos!
Nós te perdemos!
Não! Não te perdemos!
Doce Amiga!
Pois não se perde
Um achado de Deus.
Por isso, mais uma vez e sempre,
Estamos aqui, para te dar
E receber: O ABRAÇO AMIGO,
QUE TUAS LEMBRANÇAS
NOS FARÃO SENTIR.
sexta-feira, 25 de maio de 2018
Só Pra Mim!
Qui - 24.052018 -08 h 38 m
Raio da manhã,
Sombra do meio dia,
Brisa suave das tardes,
Noites de luz.
Lembram dessa foto?
Eu não a esquecerei jamais:
Ela é minha negativa que
Não revelarei a ninguém.
Mesmo:
Quando as manhãs
Se fizerem trevas,
A sombra não mais existir,
Açoitados pelos impetuosos ventos,
Escurecendo minhas noites:
Eu a aguardarei comigo,
Revelando-a só pra mim.
Raio da manhã,
Sombra do meio dia,
Brisa suave das tardes,
Noites de luz.
Lembram dessa foto?
Eu não a esquecerei jamais:
Ela é minha negativa que
Não revelarei a ninguém.
Mesmo:
Quando as manhãs
Se fizerem trevas,
A sombra não mais existir,
Açoitados pelos impetuosos ventos,
Escurecendo minhas noites:
Eu a aguardarei comigo,
Revelando-a só pra mim.
terça-feira, 22 de maio de 2018
Quem disse?
Dom - 13.05.2018 - 07 h 39 m
Quem disse
Que as mães
Nascem?
Por acaso
Há
Nascimento
De quem é
Eterna?
Quem disse
Que as mães
Esquecem?
Não
É
Lembrança,
Seu
Nome?
Quem disse
Que as mães
Se calam?
Não é
Seu
Silêncio
Uma canção
De ninar?
Quem disse
Que as mães
Choram?
Não são
Suas
Lágrimas
Sorrisos das
Suas dores?
Quem disse
Que as mães
Vivem?
Não são
Seus
filhos
Suas
Vidas?
Quem disse
Que as mães
Morrem?
Pode-se
Matar
Quem
Se
Eterniza?
Mães:
Nascem
Com
Seus
Filhos;
Não os
Esquecem,
Quando
Não são
Lembradas;
Calam,
Só pra
Nos ouvir
Em
Sussurros;
Choram,
Quando
Temos
Que
Partir;
Vivem,
Cada
Vez
Que
Retornamos;
Morrem,
Quando
Não
Mais
Voltamos:
Porque mãe:
É FILHO.
Quem disse
Que as mães
Nascem?
Por acaso
Há
Nascimento
De quem é
Eterna?
Quem disse
Que as mães
Esquecem?
Não
É
Lembrança,
Seu
Nome?
Quem disse
Que as mães
Se calam?
Não é
Seu
Silêncio
Uma canção
De ninar?
Quem disse
Que as mães
Choram?
Não são
Suas
Lágrimas
Sorrisos das
Suas dores?
Quem disse
Que as mães
Vivem?
Não são
Seus
filhos
Suas
Vidas?
Quem disse
Que as mães
Morrem?
Pode-se
Matar
Quem
Se
Eterniza?
Mães:
Nascem
Com
Seus
Filhos;
Não os
Esquecem,
Quando
Não são
Lembradas;
Calam,
Só pra
Nos ouvir
Em
Sussurros;
Choram,
Quando
Temos
Que
Partir;
Vivem,
Cada
Vez
Que
Retornamos;
Morrem,
Quando
Não
Mais
Voltamos:
É FILHO.
terça-feira, 15 de maio de 2018
Confissão materna
Qui - 19.06.2013 - 20 h
Ao sonho de mim,
Livre me fiz,
Infinitamente, me fiz,
Resposta de minh'alma,
Infinitamente, me fiz:
O BEBÊ DE MINHA
VIDA.
Você se faz presente,
Encantando-me de amor,
No mais puro materno amor,
Inundando-me de paz,
Serena, eterna paz.
Nos dias todos de mim,
O encontro com você
Se me fez, gerando o que
Melhor de mim acontece:
Um amor filial, sem igual,
Encontrado no meu menino:
Imagem materna,
Retrato do Meu eu,
Álbum de nossa vida.
Segundos meus,
Você se faz rapaz,
Rapaz de todos nós,
Amor de Rapaz-menino,
Incontestável amor,
Vivido por todos nós,
Amor, eterno amor,
Amor que me faz capaz,
Amor que me faz ser eu.
Ao sonho de mim,
Livre me fiz,
Infinitamente, me fiz,
Resposta de minh'alma,
Infinitamente, me fiz:
O BEBÊ DE MINHA
VIDA.
Você se faz presente,
Encantando-me de amor,
No mais puro materno amor,
Inundando-me de paz,
Serena, eterna paz.
Nos dias todos de mim,
O encontro com você
Se me fez, gerando o que
Melhor de mim acontece:
Um amor filial, sem igual,
Encontrado no meu menino:
Imagem materna,
Retrato do Meu eu,
Álbum de nossa vida.
Segundos meus,
Você se faz rapaz,
Rapaz de todos nós,
Amor de Rapaz-menino,
Incontestável amor,
Vivido por todos nós,
Amor, eterno amor,
Amor que me faz capaz,
Amor que me faz ser eu.
domingo, 13 de maio de 2018
Comigo!
Qua - 25.04.2018 - 08 h 10 m
Inspiração! Contigo!
Respiração! O meu eu
Sussurros Está.
Teus que Comigo!
Me fazem Contigo
Ser eu. Estou,
Inspiração No
Que me Encontrar
Faz ser-te. Constante
Respiração De
Que me Mim:
Faz sentir: Contigo.
Sussurros Em
Teus Contínuo
Que Um,
Também Sem
São Precisarmos
Meus: Ser dois,
Respiro Contrariando
Do meu A Lei
Sussurro, Da Física,
Sussurros Por sermos
Do meu Nós Dois:
Respirar, Um.
Inspiração! Contigo!
Respiração! O meu eu
Sussurros Está.
Teus que Comigo!
Me fazem Contigo
Ser eu. Estou,
Inspiração No
Que me Encontrar
Faz ser-te. Constante
Respiração De
Que me Mim:
Faz sentir: Contigo.
Sussurros Em
Teus Contínuo
Que Um,
Também Sem
São Precisarmos
Meus: Ser dois,
Respiro Contrariando
Do meu A Lei
Sussurro, Da Física,
Sussurros Por sermos
Do meu Nós Dois:
Respirar, Um.
sábado, 12 de maio de 2018
01 desmaio
Sab - 01.05.2004
O poderoso trabalha a dor
Do pequeno trabalhador,
Danificando sua vida,
Em troca da dignidade
Do vil metal lógico.
Os grandes trabalham as dores,
Desfazedores de lei,
Acham o mínimo, máximo,
Porém, os seus máximos
São sempre mínimos.
Os primeiros desmaios que se ficou
na história é o de Chicago, 1886,
De tantas operárias mortas,
Incendiadas de ideais,
Queimadas pelo capitalismo selvagem.
Os desmaios anteriores
Tinham a tutela do Estado e bênçãos
Religiosas desalmadoras de negros
E classes inferiores,
Cheios de Zumbi, Conselheiro e Gandhi.
Hoje, resta-nos apenas o grande,
Aconselhando-nos a permanecermos
Calados, sem Zumbi,
No capitalismo desumano,
Debaixo da mesma proteção e desgraça.
O poderoso trabalha a dor
Do pequeno trabalhador,
Danificando sua vida,
Em troca da dignidade
Do vil metal lógico.
Os grandes trabalham as dores,
Desfazedores de lei,
Acham o mínimo, máximo,
Porém, os seus máximos
São sempre mínimos.
Os primeiros desmaios que se ficou
na história é o de Chicago, 1886,
De tantas operárias mortas,
Incendiadas de ideais,
Queimadas pelo capitalismo selvagem.
Os desmaios anteriores
Tinham a tutela do Estado e bênçãos
Religiosas desalmadoras de negros
E classes inferiores,
Cheios de Zumbi, Conselheiro e Gandhi.
Hoje, resta-nos apenas o grande,
Aconselhando-nos a permanecermos
Calados, sem Zumbi,
No capitalismo desumano,
Debaixo da mesma proteção e desgraça.
domingo, 6 de maio de 2018
Esquecimento congelante
Sab - 03.03.2018 - 11 h 41 m
Rua! Aguardando
Nua! O dia,
Noite! Que talvez,
Sem Talvez
Lua! Não chegará.
Na E quando
Metamorfose Chega o dia
De Tudo volta
Todos, Ao seu normal,
Vivendo Na
Cada Anomalia
Um De mais uma
Seu Noite
Medo. Fria.
No asfalto No
Cru, Esquecimento,
Sem Congelante,
Se De menos
Entre Um
Olhar. Dia.
Rua! Aguardando
Nua! O dia,
Noite! Que talvez,
Sem Talvez
Lua! Não chegará.
Na E quando
Metamorfose Chega o dia
De Tudo volta
Todos, Ao seu normal,
Vivendo Na
Cada Anomalia
Um De mais uma
Seu Noite
Medo. Fria.
No asfalto No
Cru, Esquecimento,
Sem Congelante,
Se De menos
Entre Um
Olhar. Dia.
sábado, 28 de abril de 2018
Diferiguais
Sex - 04.112016 - 08 h 58 m
Mesmos Frias ou
Diferentes, Quentes,
Somos iguais Tristes ou
Na essência: Sorridentes.
Alma corpo Ainda que
Gente mente, Diferentes,
Corpo Alma Iguais sempre
Mente gente. Nos faremos,
Não No momento
Importando: Único,
Dinheiro Onde
Roupas Nada
Lugares Disso
Comidas Mais
Pessoas: Importará.
Mesmos Frias ou
Diferentes, Quentes,
Somos iguais Tristes ou
Na essência: Sorridentes.
Alma corpo Ainda que
Gente mente, Diferentes,
Corpo Alma Iguais sempre
Mente gente. Nos faremos,
Não No momento
Importando: Único,
Dinheiro Onde
Roupas Nada
Lugares Disso
Comidas Mais
Pessoas: Importará.
quarta-feira, 25 de abril de 2018
Eterna
Sex - 07.03.2008 - 07 h 50 m
Criança de outubro
A nos alegrares
Todos os dias de nossas vidas.
Menina, moça de junho
A nos envolveres
Nos laços de tuas paixões.
Moça, mulher de maio
A nos fazeres, de mão direita,
Cúmplice de tuas carícias.
Mulher, senhora de março
Em nos transformares de setembro,
No côncavo-convexo de agosto.
Criança-menina-moça-mulher:
De novembro inesquecíveis,
No abril ressuscitado,
Nos fevereiros constatntes,
Dos dezembros de ti mesma,
No julho de nossas férias,
Em comemorarmos de janeiro.
Eterna! Terna!
Simplesmente
mulher!
Criança de outubro
A nos alegrares
Todos os dias de nossas vidas.
Menina, moça de junho
A nos envolveres
Nos laços de tuas paixões.
Moça, mulher de maio
A nos fazeres, de mão direita,
Cúmplice de tuas carícias.
Mulher, senhora de março
Em nos transformares de setembro,
No côncavo-convexo de agosto.
Criança-menina-moça-mulher:
De novembro inesquecíveis,
No abril ressuscitado,
Nos fevereiros constatntes,
Dos dezembros de ti mesma,
No julho de nossas férias,
Em comemorarmos de janeiro.
Eterna! Terna!
Simplesmente
mulher!
domingo, 22 de abril de 2018
Sua imagem
Seg - 19.03.2018 - 10 h 47 m
Na resta do sol, Por
Vi a sua imagem, Todos
Na bolha do meu Os
Pensamento. Instantes,
Não que você Nas
Estivesse no meu Molduras
Esquecimento. Dos meus
Não! Não era isso. Sentimentos,
Quis apenas No hoje
Guardar você Do
Só pra mim, Meu
Sem nenhum Momento,
Lamento: Somente.
Na resta do sol, Por
Vi a sua imagem, Todos
Na bolha do meu Os
Pensamento. Instantes,
Não que você Nas
Estivesse no meu Molduras
Esquecimento. Dos meus
Não! Não era isso. Sentimentos,
Quis apenas No hoje
Guardar você Do
Só pra mim, Meu
Sem nenhum Momento,
Lamento: Somente.
domingo, 15 de abril de 2018
Dezessete
Sab - 14.04.2018 - 04 h 03 m
Dizer sete No seis que
Vezes Se faz dose,
Dezessete, No seio de
Depois de Minha vida,
Cinquenta Em te fazer
E sete: De doze.
É dizer certo Sendo,
A mim Hoje,
Mesmo: Saudade,
Foi ali Em
Que eu Minha
Nasci, Geração,
No abrir Nas lembranças
Meu coração, Presente,
No abril do Pai!
Meu agosto, Que tu,
Com gosto Adelino
De nós Nogueira,
Dois. Me és.
FELIZ DEZESSETE DE ABRIL DE
MIL NOVECENTOS E SEIS, PAI!
Dizer sete No seis que
Vezes Se faz dose,
Dezessete, No seio de
Depois de Minha vida,
Cinquenta Em te fazer
E sete: De doze.
É dizer certo Sendo,
A mim Hoje,
Mesmo: Saudade,
Foi ali Em
Que eu Minha
Nasci, Geração,
No abrir Nas lembranças
Meu coração, Presente,
No abril do Pai!
Meu agosto, Que tu,
Com gosto Adelino
De nós Nogueira,
Dois. Me és.
FELIZ DEZESSETE DE ABRIL DE
MIL NOVECENTOS E SEIS, PAI!
sexta-feira, 13 de abril de 2018
SolFá
Sab - 03.03.2018 - 05 h 34 m
Entre o seu e o céu,
Em meio ao meu e o mel,
Nada eu, para não perder
Seu nada.
Entre o Dó e o ente,
Mesmo estado doente,
Toco a DóMi, Lá,
Só para ficar no Sol Fá,
Contigo,
Ouvindo tua cantiga,
Que é o meu canto.
Que nunca me deixa
No canto.
O canto que eu escolhi,
Somente para me acolher,
Em enColher de amor
Contigo,
No EuTi de MeTu,
No TuMim de TiEu.
Entre o seu e o céu,
Em meio ao meu e o mel,
Nada eu, para não perder
Seu nada.
Entre o Dó e o ente,
Mesmo estado doente,
Toco a DóMi, Lá,
Só para ficar no Sol Fá,
Contigo,
Ouvindo tua cantiga,
Que é o meu canto.
Que nunca me deixa
No canto.
O canto que eu escolhi,
Somente para me acolher,
Em enColher de amor
Contigo,
No EuTi de MeTu,
No TuMim de TiEu.
quinta-feira, 12 de abril de 2018
O que diria Danton?
Qui - 05.04.2018 - 09 h 20 m
Onze Se a convicção,
Nações, De cada um,
Duas Foi convincente,
Noções. Não! Com Vicente;
Tudo é questão Impessoal,
De fundo, Não! Pessoal,
No emaranhado Pra que se
Jurídico, Tenham
A embasarem Orgulho
Seus pensamentos. De ti.
Certos Se era
Ou Isso que,
Errados, Também,
Só a história Faltava:
Nos dirá, pois Aplausos.
Tudo é questão Mas:
De ordem, no Está faltando
Questionamento Robespierre
Genérico, Para que
Que um dia, só, Possamos
O tempo nos Aplaudir,
Mostrará, Tão bem.
Onze Se a convicção,
Nações, De cada um,
Duas Foi convincente,
Noções. Não! Com Vicente;
Tudo é questão Impessoal,
De fundo, Não! Pessoal,
No emaranhado Pra que se
Jurídico, Tenham
A embasarem Orgulho
Seus pensamentos. De ti.
Certos Se era
Ou Isso que,
Errados, Também,
Só a história Faltava:
Nos dirá, pois Aplausos.
Tudo é questão Mas:
De ordem, no Está faltando
Questionamento Robespierre
Genérico, Para que
Que um dia, só, Possamos
O tempo nos Aplaudir,
Mostrará, Tão bem.
sexta-feira, 6 de abril de 2018
Próximo!
Qui - 29.03.2018 - 08 h 24 m
Uns Enquanto,
Vivem Esse,
De Pedindo
Oração. Desculpa,
Outros Roga
De Passagem
Ora Eterna por sua
Ação. Máxima culpa.
Aqueles Perdendo
Pra não O
Serem Tempo
Pagãos. Do templo,
Mesmos, Para cuidar
Assim Do
O Seu
Sendo, Próximo,
De Ainda que
Joelhos Sejam
Dobrados Por eles
Dizendo não. Odiados,
Contudo, Lhes
Continuam Negando
Pagando o que As suas
Já foi resgatado, Adorações,
Feito Por serem,
Mau ladrão, Apenas,
Furando a mão O perto
Do irmão, Distante,
Olhando Das
O cristo Filas
Da cruz, Dos
Sem culpa. Seguintes.
Uns Enquanto,
Vivem Esse,
De Pedindo
Oração. Desculpa,
Outros Roga
De Passagem
Ora Eterna por sua
Ação. Máxima culpa.
Aqueles Perdendo
Pra não O
Serem Tempo
Pagãos. Do templo,
Mesmos, Para cuidar
Assim Do
O Seu
Sendo, Próximo,
De Ainda que
Joelhos Sejam
Dobrados Por eles
Dizendo não. Odiados,
Contudo, Lhes
Continuam Negando
Pagando o que As suas
Já foi resgatado, Adorações,
Feito Por serem,
Mau ladrão, Apenas,
Furando a mão O perto
Do irmão, Distante,
Olhando Das
O cristo Filas
Da cruz, Dos
Sem culpa. Seguintes.
quarta-feira, 28 de março de 2018
Desenho de Deus
Sab - 13.06.2017 - 16 h 34 m
Foto colorida,
Retrato preto-branco,
A colorir de vida,
No cenário humano,
Com click
Infinito, finito,
Sem fim,
Concreto-abstrato,
Abstrato-concreto, sem igual.
Fotografando bondade,
Retratado sem idade,
Assim, sem vaidade,
No pôster da igualdade,
Com toda simplicidade,
Infinita infinidade,
Vestida de pluralidade,
Amor de eternidade,
Levedo de liberdade,
Desenho da trindade,
A se chamar amizade.
Retrato teu!
Álbum meu!
Uma pouse de todos.
Luzes de nós!
Inteiro completo,
Na foto de ti:
O Flash de Deus.
Foto colorida,
Retrato preto-branco,
A colorir de vida,
No cenário humano,
Com click
Infinito, finito,
Sem fim,
Concreto-abstrato,
Abstrato-concreto, sem igual.
Fotografando bondade,
Retratado sem idade,
Assim, sem vaidade,
No pôster da igualdade,
Com toda simplicidade,
Infinita infinidade,
Vestida de pluralidade,
Amor de eternidade,
Levedo de liberdade,
Desenho da trindade,
A se chamar amizade.
Retrato teu!
Álbum meu!
Uma pouse de todos.
Luzes de nós!
Inteiro completo,
Na foto de ti:
O Flash de Deus.
domingo, 25 de março de 2018
Mancha Humana
Qui - 22.03.2012 - 7 h 40 m
Aonde estavas, Com os PÉS
Religião! Sobre a
Quando negaste senzala,
A alma Abusando de
Dos Africanos? Suas mucamas.
Aonde estavas, Educando
O Seus filhos,
Aonde estavas, Com os PÉS
Religião! Sobre a
Quando negaste senzala,
A alma Abusando de
Dos Africanos? Suas mucamas.
Aonde estavas, Educando
O Seus filhos,
Eterno Dos seis
Estado Aos dez anos,
Quando Aos castigos
Colocaste Dos ferros,
Os teus Para torná-los dóceis
grilhões? Escravos adultos.
Aonde estavas, Quantas
Tu? Nobre Atrocidades
europa! Acometidas contra
Quando, A mãe ÁFRICA!
LIVREMENTE, zumbi,
Os negociavas castro Alves,
Para o eu e outros
nada? que digamos.
Estávamos Quantas atrocidades!
NA Quantas atrocidades!
CASA Nos labirintos
GRANDE, Dos porões escuros
Olhando De tuas senzalas
OS NOSSOS OBSCURAS:
Puros sangue, Redenção que
Com Sangue, Nos diga.
Estado Aos dez anos,
Quando Aos castigos
Colocaste Dos ferros,
Os teus Para torná-los dóceis
grilhões? Escravos adultos.
Aonde estavas, Quantas
Tu? Nobre Atrocidades
europa! Acometidas contra
Quando, A mãe ÁFRICA!
LIVREMENTE, zumbi,
Os negociavas castro Alves,
Para o eu e outros
nada? que digamos.
Estávamos Quantas atrocidades!
NA Quantas atrocidades!
CASA Nos labirintos
GRANDE, Dos porões escuros
Olhando De tuas senzalas
OS NOSSOS OBSCURAS:
Puros sangue, Redenção que
Com Sangue, Nos diga.
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