Qua - 08.01.2020 - 02 h 55 m
No corpo, de repente,
Se viu o porco,
No copo, brincando
Com a serpente,
Andando no presente,
Com a alma nadando
Dentro da mala,
Sem lama
Cheio de pente,
Que nem Men,
Sem mês,
Falando de ti,
Com It,
Dizendo à ema: Ame.
Também, se ouviu a missa,
Que assim tão bem dizia:
Na Maria há e havia mar
Que ria e ri, no ia e ir,
Sem ai nenhum,
Enquanto, Mário, no mar
E no rio, sonda ondas.
Pois até
Arroz tem escolhas,
Imagina, você, ser
Pensante, que já
Passou por tantas
Escolas antes, com
Sua sábia amiga Ina.
Isso, sem falarmos
Do nada,
Que mesmo estático,
Ele nada e anda, ainda,
E da anta inserida na santa,
E dos repentes da serpente.
Foi quando um ente lhe disse:
Entre rente e enfrente,
Iguais a somos e a mim,
E dome o medo,
Dando adeus aos eus da sorte,
Por seu Deus está contigo,
Desdos tempos antigo, amigo.