quarta-feira, 28 de junho de 2023

Presente inesquecível

 Qua - 21.06.2023 - 10 h 12 m

AdemirÁvel versejar


Há 

Momentos, que 

SAUDADE é TUDO 

Que temos, depois do 

Inesquecível presente de ti, na

Retina do teu último olhar, guardado,

COM CARINHO, POR CADA UM DOS TEUS,


Na emoção das tuas lágrimas ora incontidas

No TEMPO agora PASSADO, sem o

HOJE físico de TI, continuamente 

Tocada por nossas lembranças

Indeléveis por estares

TU, SEMPRE, 

Conosco.

quinta-feira, 22 de junho de 2023

O tempo e o vento

 Qua - 30.12.2020 - 20 h 45 m


Enquanto o tempo

Olhava o vento,

Sozinho,

Movendo o balanço,

Sem ninguém sentado

Nele,

Silencioso e frio.


Começou a 

Instigá-lo:

Como sentiriam, agora,

Os morros dos 

Teus ventos uivantes,

Se te vissem, parado e triste?


Eles ficariam 

Silenciosos e tristonhos,

Mais ainda,

Se olhassem

Pelos teus portais o que

Juntos tantas vezes

Testemunhamos,


Neste parque

Chamado saudade,

Quando eu era, apenas,

Brisa, a tocar de rostos

Paternos e dos demais

A balançar de seus

Filhos, netos e doutros mais,


Nesse florindo jardim

Da vida, felizes,

Sem você se contar,

Comigo permanecendo estáticos,

Olhando os seus sorrisos,

Mesmo sabendo

Que um dia passariam.

quinta-feira, 15 de junho de 2023

04 de junho

 Sab - 10.06.2023 - 19 h 38 m

AdemirÁvel versejar


Azul

Estava o

Céu, entre o

Suave sol e verdes

Das árvores, inertes, em ventos 

Parados, cheio de saudade tua, como

Se lá, também, estivessem ficados sem ti.


Envoltos naquele manto, não te deixamos a

Sós, quando voltamos, pois a natureza

Em prece, humanizada, te elevava, 

Neste quatro de junho,

Para ser eternizada,

Agora, por 

Deus, 

terça-feira, 13 de junho de 2023

Desertos de mim

Qui - 28.04.2022 - 21 h 29 m

Cálice(s) da sensatez 


Vem tu, vento! SOPRA, só pra mim, as    

       TEMPESTADES das carícias

          Vulcânicas, e as BRISAS 

              Dos carinhos suaves

             DO MEU AMOR. VEM,

               Não te demores. Traz 

   Nos teus redemoinhos e vendavais


Pelo menos o cheiro da minha amada, 

    Mas não me deixes aqui sem ela

        Sem seu ar a me tocar, não 

                     Há ar em mim.

            Sou-me tão somente áridos 

                      Desertos, sem 

            O seu oásis a me encontrar.

segunda-feira, 12 de junho de 2023

Noites...

 Seg - 04.04.2022 - 15 h 25 

Verso inicial palavra(s) final(is)


Noites, infindáveis noites!

Noites! sem mais manhãs!

Manhãs! Que não virão no amanhã.

Amanhã, que o ontem fez passado.


Passado que o hoje ainda esperava,

Esperava feito brincar de criança,

Criança que o futuro não quis …

Não quis vê-la adulto.


Adulto que a presenteou com vela,

Vela da infância perdida,

Perdida na vala comum encontrada,,

Encontrada com cheiro de tempo.

terça-feira, 6 de junho de 2023

Desculpe-me

 Sex - 06.08.2021 - 13 h 48 m

AdemirÁvel versejar


Entristece

Me, permanecer

Ausente, quando a

Sua presença me dói

Ao sentir sua dor solitária,

Sem saber o que fazer para

Seu sorriso voltar: Isso mui me dói.


Ser ombro, ser lenço, sem o você.

Eu poderia, também ser só você

Mas dói me demais padecer

Vê-la, para apenas

Ser ombro lenço

Sem seu

VOCÊ.


Eu 

Sei que

Me queria aí,

Mas dói me muito

Tê-la inerte neste agora,

Com suas lágrimas a caírem, sem

Parar, no adeus, sem mais até logo.


Desculpe-me por eu não estar com

Você agora, nesta valsa triste sem

Melodia, no compasso do seu 

Último abraço, no palco

Da vida do

Seu ente

Amado.