domingo, 28 de dezembro de 2025
Ver só
segunda-feira, 22 de dezembro de 2025
Posso entrar
Sex -21.05.2021 - 06 h 57 m
AdemirÁvel versejar
Quando,
Solitário deserto
Teu, solidão, sentires,
Só, em companhia tua
Eu estarei, em monólogo, com
O teu silêncio, onde somente nós
Dois, em ouvir de te falar, estaremos,
Em diálogo, sem o monólogo a mais,
De um Contato de silêncio mútuo,
Eu permaneço, nos meus oásis,
Dentro de ti, esperando
Teu eu permitir
Meu posso
Entrar.
segunda-feira, 15 de dezembro de 2025
Sonhando
Sex - 02.05.1989
De repente! Um deserto florido,
Doçura nos mares
Um amor colorido
E o mundo a amar.
Nada mais árido
Há de existir,
A trabalho mais árduos,
Só vida a sentir.
Açúcares nos mares,
Colméias de abelhas
Nas brisas saírem.
Colorido de vida,
Amor multicor,
No mundo incolor.
sábado, 13 de dezembro de 2025
Tu, outra vez.
Mês do meu agosto,
Gosto que me tempera
Fogo que me acende,
Risco que aprendi.
Mãos das minhas luvas,
Gestos que me fascinam,
Fuga que me prende,
Rabiscando teu sorriso.
Mês do meu outubro,
Grude que me libera,
Figa que me dá sorte,
Rosto que me espelho.
Mês do meu novembro,
Gole que me inebria,
Foto que me amplia,
Rastreando teus carinhos.
Meses do meu maio,
Gênese, meio, sem fim,
Filme que me assiste,
Refletindo tua imagem.
Me fazendo fevereiro,
Gramática que me inscrevo,
Folha que me vejo,
Razão, louca razão.
Mesma, de mim mesmo
Grafada, grifada,
Fraseadas de ti,
Rol de minha insanidade:
No Contigo contíguo,
Contínuo de mim,
Em
Ti.
sexta-feira, 12 de dezembro de 2025
Sem doeu
Sab - 19.11.2022 - 16 h 37 m
Liberdade...dade... dade...
insiste o vento,
Rabiscando tempo,
Em silenciar de senhores…
Rompendo grilhões,
Agitando mares,
Banhando montanhas,
Sem senhoril de ninguém.
Quebrando algemas,
Fechando as portas dos males,
Trovejando igualdade,
Sem porões emocionais.
Liberdade…dade…dade…
Diz o vento, sem idade:
Vem ser livre que nem eu:
Não se vista de doeu…
sábado, 6 de dezembro de 2025
Poesia que eu não fiz
Sab - 27.06.2015 -:09 h 23 M
Não!
Não!
Eu não fiz
Essa poesia.
O mundo
A fez
Na sua dor
E agonia,
Retratando
O dia a dia
De suas dores
E alegrias,
Nas lágrimas
Contidas e incontidas,
Dos corações amados
E desalmados.
Não!
Não!
Eu não fiz
Essa poesia.
Mas o mundo
A fez: Por mim,
Por ti, para ti,
Para mim.