Qua - 25.10.2017 - 08 h 24 m
Ir além do seu concreto,
É construir abstrato,
Sem abismo e sem ilha,
No mundo do seu eu:
É entender que somos estrelas,
Não interessando a grandeza,
Que juntas as demais,
Somos constelações.
É sermos grande, que nem mar,
Por ínfimo ser,
Aceitando todas as águas,
Sem perguntar donde vem,
Construindo o abstrato,
Nos concretos existenciais,
Vendo os territórios,
Sem perceber os seus mapas,
Indo muito além do que se ver.
Pois o que se ver,
Se está aquém do que se é,
E olhar algum o enxergará.
sábado, 28 de outubro de 2017
domingo, 22 de outubro de 2017
Tempo de voce
Dom - 22.10.2017 - 04 h 34 m
Viajando no hoje,
Fiz uma parada
No meu tempo,
E no meio a ele,
Vi você, fazendo dele,
O meu agora.
Agora de todas as estações,
Estações que não param,
Nos meus dias de você.
Você que o meu ser é,
O é do meu viver,
Do meu viver de você.
Onde vejo o meu rosto,
Refletindo você,
As imagens minhas,
No espelho,
Sem tempo,
No tempo de você.
Viajando no hoje,
Fiz uma parada
No meu tempo,
E no meio a ele,
Vi você, fazendo dele,
O meu agora.
Agora de todas as estações,
Estações que não param,
Nos meus dias de você.
Você que o meu ser é,
O é do meu viver,
Do meu viver de você.
Onde vejo o meu rosto,
Refletindo você,
As imagens minhas,
No espelho,
Sem tempo,
No tempo de você.
domingo, 15 de outubro de 2017
Matemática humana
Sex - 01.09.2017 - 08 h 36 m
Como posso minimizar
Pois na generosidade chamada VOCÊ
Lhe pertencemos: No contido de si,
Nas somas, sem subtração,
Das multiplicações, sem divisão.
E nas soluções dos nossos dias,
Sem equações Problemáticas,
Vamos nos fazendo:
Matemáticos de sua Matemática,
No axioma do seu português,
Transcendental: Sem sermos diferentes:
Nos encontramos.
Como posso minimizar
Uma mulher? Se nela,
O Máximo da vida,
Se fez pequeno.
Como não a ser?
Principalmente nas noites
Dos meus medos,
No ninar pra eu dormir.
Por que não a fazer maior?
Se somos cumplicidades delas,
Nas chamas ardentes
De suas paixões.
E como a teremos?
Se ela é própria de si mesma,
Sem possessivo de ninguém
Em nossas filhas, e, filhos.
Logo: O mundo é Feminino,
Se fez pequeno.
Como não a ser?
Principalmente nas noites
Dos meus medos,
No ninar pra eu dormir.
Por que não a fazer maior?
Se somos cumplicidades delas,
Nas chamas ardentes
De suas paixões.
E como a teremos?
Se ela é própria de si mesma,
Sem possessivo de ninguém
Em nossas filhas, e, filhos.
Logo: O mundo é Feminino,
E até o universo se rende ao seu encanto.
Mesmo diante da força Bruta,
Pois na generosidade chamada VOCÊ
Lhe pertencemos: No contido de si,
Nas somas, sem subtração,
Das multiplicações, sem divisão.
E nas soluções dos nossos dias,
Sem equações Problemáticas,
Vamos nos fazendo:
Matemáticos de sua Matemática,
No axioma do seu português,
Transcendental: Sem sermos diferentes:
Nos encontramos.
sexta-feira, 13 de outubro de 2017
Das treze às doze: Com você
Qua - 11.10.2017 - 12 h 24 m
Às treze, com você,
Às doze estamos,
No 22 nos encontrando,
No 15 nos achando,
Nos seis de nossas manhãs,
Nos 25 do agora é,
No desejo indelével
Do nosso amor, abstrato,
Quando, concreto, somos,
Das Treze às doze,
Outra vez,
Sempre.
Sempre.
quinta-feira, 12 de outubro de 2017
Berço: Braços e abraços
Seg - 15.05.2017 - 22 h 07 m
Enquanto Enquanto
Houver Houver
Braços maternos Mãos
Para te mimarem Estendidas,
E abraços paternos De braços
Pra te aconchegarem, Abertos
Teu berço, Pra te
Sem idade, Abraçarem,
Nunca ficará Em nosso berço,
Vazio. Tu, lá, hás de estar.
Enquanto Enquanto
houver Houver
Uma canção Mãe amorosa
De ninar, E pai carinhoso,
Nossa voz, Os filhos serão
Unida, Escola no
Te cantará, Berço: Braços
Entre braços E abraços dos
E abraços, Seus braços a
Em teu berço. Nos envolverem.
Enquanto Enquanto
Houver Houver
Braços maternos Mãos
Para te mimarem Estendidas,
E abraços paternos De braços
Pra te aconchegarem, Abertos
Teu berço, Pra te
Sem idade, Abraçarem,
Nunca ficará Em nosso berço,
Vazio. Tu, lá, hás de estar.
Enquanto Enquanto
houver Houver
Uma canção Mãe amorosa
De ninar, E pai carinhoso,
Nossa voz, Os filhos serão
Unida, Escola no
Te cantará, Berço: Braços
Entre braços E abraços dos
E abraços, Seus braços a
Em teu berço. Nos envolverem.
sexta-feira, 6 de outubro de 2017
Pano de Chão
Sab - 24.06.2017 - 12 h 43 m
Para Aos dentro
Uns, Da lei:
Maria CUMPRA-SE
Da
Penha! Aos acima
DA LEI:
Para atenção e
Outros, compreensão:
Maria! No estado
Dá Democrático
Peia. Dos diretos,
Sempre cheios
Mesmo De direitos.
Dizendo:
"Você Chegam de tantos
Não Artifícios e de
Serve Tantas manobras,
Nem pra No país de FADAS,
Pano Com pesados fardos,
De chão". Sem cinderelas.
Para Aos dentro
Uns, Da lei:
Maria CUMPRA-SE
Da
Penha! Aos acima
DA LEI:
Para atenção e
Outros, compreensão:
Maria! No estado
Dá Democrático
Peia. Dos diretos,
Sempre cheios
Mesmo De direitos.
Dizendo:
"Você Chegam de tantos
Não Artifícios e de
Serve Tantas manobras,
Nem pra No país de FADAS,
Pano Com pesados fardos,
De chão". Sem cinderelas.
Assinar:
Comentários (Atom)