sexta-feira, 28 de julho de 2017

Isana loucura

Qui - 27.10.2016 - 05 h 35 m

Parece briga de amarelos,
Nos adultos de quatro cores,
Na queda de braço dos poderes,
Na república do MADURO,
Chamando a toga de juizeco,
Com ministro sendo
Chefete de polícia,
Dando bom dia a cavalo,
Depois  da varredura da Métis,
No lambuzo do poder,
Sem chegar lugar algum.

Deixando o estado verde,
Com elogia da loucura,
Nesse país de Erasmo,
Sem Roterdã,

Na hegemonia, sem harmonia,
Nos independestes dependentes
De um só presidente,
Deixando o povo sem
Thomas Morus,

No castelo do mal que veio,
Com os quatro sempre sorridentes,
Sem se importarem se estamos
Ou não contentes.

Afinal o que és o povo?
Senão o bobo eterno de tua corte,
Sempre vestindo e divertindo
Essa gente, com teu voto,
Sem (vês-te).

O que é o voto?
Senão uma arcada de dente,
Na meta(morfose) Eleitoral de gente,
No país verde, que nunca fica maduro,
Na fazenda dos três, se fazendo um,
No estado sem povo, novamente!

sábado, 22 de julho de 2017

Espadas que reinam

Dom - 11.11.2016 - 07 h 44 m

Nas balanças de                       Onde estão
Muitos pesos                             As muitas
Das vendas                        De dois gumes
Que verem,                    Que ainda restam
Cega a espada,                     No equilíbrio
Deixando o povo                    Da balança,
sem sega,                       Com seus lustres,
A brindarem              Na justiça de todos,
De 55.                                  Sem direitos?

Espada! Espada!                      No silêncio
Por que repousas                        Do povo!
Serena!                                          O único
Na bainha dos  teus                    Que pode
Ilustres,                                       Dar jeito,
Fazendo tua balança                              Se
Signo,                                           Fazendo
Na tua cegueira de            EXCELÊNCIA
Luxo,                                            de todos
Nos reinãos                               DE NOVO
Da tríplice                              sem reis nam
Coroa?                                    De ninguém.

sábado, 15 de julho de 2017

66

Sab - 15.-7.2017 - 04 h 55 m

A CCJ, que não gosta de TEMER,
No 44 - 25, trocou PMDB,
Por PSDB, N0 41 - 24,
Depois dos dezessete,
Com uma abstenção.

Colocando seus doze piores,
No tabuleiro do xadrez,
Pra não verem seu rei listrado,
Comungando com seus pares,
Esperando dois de agosto,
Sem setembro independente,

Onde os 342 terão que
Mostrar suas caras,
Ou se esconderem , de vez,
Nos 172 justiceiros, a vendas,
Dos 513, sem TEMER,

Na brasília do bem querer,
Do bem querer do poder,
Do poder de qualquer jeito,
Onde o povo, mercadoria,
Se torna objeto infame,
Desse sujeito abjeto.

E assim vai a turba,
Sendo filho de algo,
Sem ser fidalgo,
Nas CÂMARAS, se tornando cama,
Nas CASAS que vaiam a plebe,
Nos poderes que lhe são impostos.

quinta-feira, 13 de julho de 2017

Brasílias intocáveis

Seg - 03.07.2017 - 08 h 56 m

A Babilônia,
O pavor historiado,
De tanto asceder,
Chegou ao chão.

Os MEDOS, que
Impuseram os medos,
No mundo, também,
Tiveram seus medos.

Os assírios,
Povo cruel e sanguinário,
Destemido por natureza,
Também sentiram temor.

Alexandre, O Grande,
Não tardou,
E cedo se fez
Pequeno.

O Império Romano
Teve, por longo período,
O mundo como seus confins,
Até que o tempo o confinou.

Só as brasílias
Continuam sem fins,
Em suas histórias esquecidas,
Dos seus politiqueiros intocáveis.

Até muitos
Dos astronautas
Já foram à lua
E voltaram.

Só brasília
Continua aérea,
Com seus politicopatas,
Discursando policidade cósmica.

quarta-feira, 12 de julho de 2017

BRA-neles-SIL

Qua - 28.06.2017 - 08 h 01 m

No país do vi ela,
Você vem com vê-la-ei!
Com discursos eruditos,
Contestando seus Eu ditos,
Que só você não ouviu!

No país de tantos quintos,
Já existem muito inteiros,
Defendendo suas mesóclises,
Com todas as ênclises
E próclises.

Nas estórias fantasiosas,
Que nem em novelas se veem,
Mas o povo que é sábio,
Já conhece essas histórias,

Antes que as mentiras
bem ditas,
Se tornem  verdades
mal ditas.

BRA-neles-SIL, povo!