Qui - 21.02.2002
Sai de tua Sai! Não deixe
Ilha, a treva ser
O oceano te Os sóis que te
Espera, Restam,
Em descobrir Permitindo
De novos O último
Horizontes, Trago do abismo,
Em ti fazer único, Como sinal
No meio do nada. Do teu revés.
Sai! Sai!
Não sejas terra Mas depois
De ninguém, De tudo
No mundo cheio Te fizerem ilha,
de dono, Tu serás a água da
Enquanto PEDRA DURA,
O sol O grande e
Espera, Único vencedor,
Ansiosamente, O autêntico
Pela Vim, vi, venci,
Tua Que o mundo
conquista! Não derrotou.
domingo, 25 de outubro de 2015
segunda-feira, 19 de outubro de 2015
Homônimos
Qua - 07.11;2001
Há duas sedes, Há dois bebês,
Que as quero Que nos fazem
Insaciáveis: Pai, eternamente:
Sede de Deus, Os nossos filhos,
E sede de ti. E os outros.
Há uma, que não Há um,
Saciarei jamais, Que padrasto
A, de ti fazer pequena, Só nos faz,
Para hidratar meu ego. Enchendo-
Nos
Ha duas sedes De vazio,
Que se farão habitáveis: Se o copo
A, do Altíssimo, Não
E a, da família. Quebramos.
Há uma que Por isso, sede a
nunca habitarei Sede insaciável,
A, do mundo, Que busca a
para não Sede eterna
Enlamear E cede
Os imundos. Ao teu irmão.
Há duas sedes, Há dois bebês,
Que as quero Que nos fazem
Insaciáveis: Pai, eternamente:
Sede de Deus, Os nossos filhos,
E sede de ti. E os outros.
Há uma, que não Há um,
Saciarei jamais, Que padrasto
A, de ti fazer pequena, Só nos faz,
Para hidratar meu ego. Enchendo-
Nos
Ha duas sedes De vazio,
Que se farão habitáveis: Se o copo
A, do Altíssimo, Não
E a, da família. Quebramos.
Há uma que Por isso, sede a
nunca habitarei Sede insaciável,
A, do mundo, Que busca a
para não Sede eterna
Enlamear E cede
Os imundos. Ao teu irmão.
domingo, 18 de outubro de 2015
Doce Menina
Seg - 25.03.2003
Desculpe-nos, Minha menina,
Por permitirmos que os outros intelectuais
Tenham te imputado tamanha barbárie,
Livremente, no teu momento de fragilidade,
Quando Deus a ti nos presenteou, novamente.
Querendo te poupar, pouco te incomodamos,
Enquanto isso, os assassínios do silêncio
Ao nada te resumia, esvaziando-te
De todos que te amavam, tornando-te só,
Dividida, inexistente...................................
E nós, passivamente, sem nada notarmos,
Pouco fazíamos
Nem o mais puro sentimento materno
Deixaram-te viver, no martírio de tua agonia.
Trastes humanos!
Que espécie de bichos homens são!
Vampiros de mente humana!
Perdoe-nos, Minha menina!
Quando nos disses: Ainda não foi dessa vez!
Todos nós ganhamos, só eles perderam.
Brincamos....................................................
Ficamos nós três a conversarmos
De nós quatro.
Saímos felizes desse encontro,
Pois tu nos disseras:
Só você para mim fazer rir.
Quisemos ver-te outro final de semana,
Para te presentear com "mulher e Ícaro".
Mas o tempo nos dizia, amanhã, talvez!
Enquanto tu só tinhas o ontem,
Pois o teu hoje,
Aos algozes inescrupulosos pertenciam
Éramos tanto, E fomos tão pouco,
Por isso, somos co-autores
Dessa tua história.
Eram tão pouco, e se fizeram tantos,
Por isso são autores desta tua sina.
Ao tirarem a pedra dos seus caminhos
Tornaram-se rocha de tropeços
De si mesmos.
Por isso, perdoe-nos, Doce menina,
Por esses tão poucos Caim
Terem feitos vencedores de ti mesma,
Fazendo perdedores de nós mesmos.
Pois nesta história-sina,
Todos perderam, até eles!
SÓ DEUS GANHOU
A TER-TE DE VOLTA,
DOCE MENINA!
Foi curta a nossa convivência,
Mais valeu muito sermos parte de ti.
Um beijo de todos nós que te amamos,
E até qualquer dia com Cristo,
DOCE MENINA.
Desculpe-nos, Minha menina,
Por permitirmos que os outros intelectuais
Tenham te imputado tamanha barbárie,
Livremente, no teu momento de fragilidade,
Quando Deus a ti nos presenteou, novamente.
Querendo te poupar, pouco te incomodamos,
Enquanto isso, os assassínios do silêncio
Ao nada te resumia, esvaziando-te
De todos que te amavam, tornando-te só,
Dividida, inexistente...................................
E nós, passivamente, sem nada notarmos,
Pouco fazíamos
Nem o mais puro sentimento materno
Deixaram-te viver, no martírio de tua agonia.
Trastes humanos!
Que espécie de bichos homens são!
Vampiros de mente humana!
Perdoe-nos, Minha menina!
Quando nos disses: Ainda não foi dessa vez!
Todos nós ganhamos, só eles perderam.
Brincamos....................................................
Ficamos nós três a conversarmos
De nós quatro.
Saímos felizes desse encontro,
Pois tu nos disseras:
Só você para mim fazer rir.
Quisemos ver-te outro final de semana,
Para te presentear com "mulher e Ícaro".
Mas o tempo nos dizia, amanhã, talvez!
Enquanto tu só tinhas o ontem,
Pois o teu hoje,
Aos algozes inescrupulosos pertenciam
Éramos tanto, E fomos tão pouco,
Por isso, somos co-autores
Dessa tua história.
Eram tão pouco, e se fizeram tantos,
Por isso são autores desta tua sina.
Ao tirarem a pedra dos seus caminhos
Tornaram-se rocha de tropeços
De si mesmos.
Por isso, perdoe-nos, Doce menina,
Por esses tão poucos Caim
Terem feitos vencedores de ti mesma,
Fazendo perdedores de nós mesmos.
Pois nesta história-sina,
Todos perderam, até eles!
SÓ DEUS GANHOU
A TER-TE DE VOLTA,
DOCE MENINA!
Foi curta a nossa convivência,
Mais valeu muito sermos parte de ti.
Um beijo de todos nós que te amamos,
E até qualquer dia com Cristo,
DOCE MENINA.
Dúvida
Sex - 11.04.1980
Desespero
Invade minh'alma
Única em brio
Como a morte!
Vivo como
Amores
Ilimitados,
Iguais aos sonhos
Que em pesadelos,
Destrói-me vida,
Como derradeiro,
Amante-amado,
Quando
Fui primeiro,
Enquanto
Indeciso
Ainda
Eu
Andar,
Andar,
Andar:
Quer
No
Céu,
Na
Terra,
No
Mar.
Desespero
Invade minh'alma
Única em brio
Como a morte!
Vivo como
Amores
Ilimitados,
Iguais aos sonhos
Que em pesadelos,
Destrói-me vida,
Como derradeiro,
Amante-amado,
Quando
Fui primeiro,
Enquanto
Indeciso
Ainda
Eu
Andar,
Andar,
Andar:
Quer
No
Céu,
Na
Terra,
No
Mar.
Deserto
Sex - 21.06.2002
No deserto Uma cadeira de palhinha,
De mim, Amiga de minha labuta,
Há oásis de nós, Hoje esquecida
Que de minha velhice De todos,
Fez restar: No seu pequenino quarto.
Uma bengala, No deserto de ti,
Companheira Não há oásis de mim,
certa Que de minha morte
De minhas faz lembrar
Pernas Uma lição de vida,
Trêmulas. Quase que perfeita,
No deserto Uma cadeira de palhinha,
De mim, Amiga de minha labuta,
Há oásis de nós, Hoje esquecida
Que de minha velhice De todos,
Fez restar: No seu pequenino quarto.
Uma bengala, No deserto de ti,
Companheira Não há oásis de mim,
certa Que de minha morte
De minhas faz lembrar
Pernas Uma lição de vida,
Trêmulas. Quase que perfeita,
Uma Haja vista,
Cadeira O tempo me
De balanço, Fazer eterno,
Porto seguro Por mais que me
De minha solidão. Queiras renegar.
Cadeira O tempo me
De balanço, Fazer eterno,
Porto seguro Por mais que me
De minha solidão. Queiras renegar.
Se
Sex - 11.04.2003
Se fôssemos Se enfocássemos
Solidários, Os outros,
Em vez de solitários, Em vez de
No mínimo, Enforcarmos,
ficaríamos Nós seríamos notados,
A sós, sem nunca No palco da vida
ficarmos sozinho. de todos.
Se acomodarmos, Se nos
Em vez de Integrássemos,
Incomodarmos, Em vez de nos
Teríamos tempo Entregarmos,
De sobra, Seríamos parte
E amigos Um dos outros,
Bastantes No inteiro de todos,
Para No se de todos
Aconchegarmos, Os dias.
Se fôssemos Se enfocássemos
Solidários, Os outros,
Em vez de solitários, Em vez de
No mínimo, Enforcarmos,
ficaríamos Nós seríamos notados,
A sós, sem nunca No palco da vida
ficarmos sozinho. de todos.
Se acomodarmos, Se nos
Em vez de Integrássemos,
Incomodarmos, Em vez de nos
Teríamos tempo Entregarmos,
De sobra, Seríamos parte
E amigos Um dos outros,
Bastantes No inteiro de todos,
Para No se de todos
Aconchegarmos, Os dias.
DA VIDa
Sex - 19.10.2007 7 h 50 m
Veste-te de ti, Diminuindo o ódio;
Despindo-te Reduzindo-o ao nada;
de ti, Multiplicar a bondade,
Ao menos Não importando
Uma vez, Tempo e idade;
Em tua vi Da, DiVIdir sabedoria,
Imagem Divina, Simplicidade,
Divina! Com toda humaniDAde.
Veste-te de teu Deus, A viDa se leva,
Despindo-te de ti, Ou se eleva,
Ante espelho Mas:
Do teu próximo, Deus Ama Você
Intimidade do teu Eu. Indiferente,
Pois na matemática Por isso:
DA viDA, Ame seu próximo,
Saber equacionar Sem momentos
Os seus sinais, De Golias.
É o grande Segredo Não importando
Do cristianismo Suas diferenças:
Perfeito: Obrigado!
Somar o amor, Digno Amigo,
ElevanDo-o Valeu, Intensamente,
Ao infinito; Amigo nos acontecer.
Veste-te de ti, Diminuindo o ódio;
Despindo-te Reduzindo-o ao nada;
de ti, Multiplicar a bondade,
Ao menos Não importando
Uma vez, Tempo e idade;
Em tua vi Da, DiVIdir sabedoria,
Imagem Divina, Simplicidade,
Divina! Com toda humaniDAde.
Veste-te de teu Deus, A viDa se leva,
Despindo-te de ti, Ou se eleva,
Ante espelho Mas:
Do teu próximo, Deus Ama Você
Intimidade do teu Eu. Indiferente,
Pois na matemática Por isso:
DA viDA, Ame seu próximo,
Saber equacionar Sem momentos
Os seus sinais, De Golias.
É o grande Segredo Não importando
Do cristianismo Suas diferenças:
Perfeito: Obrigado!
Somar o amor, Digno Amigo,
ElevanDo-o Valeu, Intensamente,
Ao infinito; Amigo nos acontecer.
Pensamados
Qui - 05.12.2013 - 8 h
Você estava A conversar:
Tão entretida De nós dois;
Em seu De nós dois:
Pensamento, No tempo
Que não ousei Infinito
Adentrá-lo. De nossa
Fiquei olhando Eternidade,
E ouvindo Do amor
O seu silêncio, Sem idade,
Nas entrelinhas Do amor
Dos meus Sempre novo,
Pensamentos De você,
E ficamos Comigo, de novo.
Você estava A conversar:
Tão entretida De nós dois;
Em seu De nós dois:
Pensamento, No tempo
Que não ousei Infinito
Adentrá-lo. De nossa
Fiquei olhando Eternidade,
E ouvindo Do amor
O seu silêncio, Sem idade,
Nas entrelinhas Do amor
Dos meus Sempre novo,
Pensamentos De você,
E ficamos Comigo, de novo.
quarta-feira, 14 de outubro de 2015
Coquetel dos Sonhos
2003
Um homem De João
Pegara seu E de Joaquina,
Único Meus, teus, seus e nossos,
Talento, Sonhos de crianças,
Que o Senhor sem fome!
Lhe dera, Adultos, sem violência!
E o enterrou. De homens, com Deus!
Outros Sonhos de Hiandra!
Descobriram De Samiles! De Alana!
Novos talentos, Sonhos de todos
Patrocinando vidas, Os brasileiros
Brindando sonhos, Que querem
Sonhos de: A patriamada
José, E não uma
De Maria, PATRIANADA.
Um homem De João
Pegara seu E de Joaquina,
Único Meus, teus, seus e nossos,
Talento, Sonhos de crianças,
Que o Senhor sem fome!
Lhe dera, Adultos, sem violência!
E o enterrou. De homens, com Deus!
Outros Sonhos de Hiandra!
Descobriram De Samiles! De Alana!
Novos talentos, Sonhos de todos
Patrocinando vidas, Os brasileiros
Brindando sonhos, Que querem
Sonhos de: A patriamada
José, E não uma
De Maria, PATRIANADA.
terça-feira, 13 de outubro de 2015
Pó
Sex - 02.10.2015 - 21 h
Ninguém Sou apenas
É Um pó vivente,
É Um pó vivente,
De À espera do
Ninguém. Repouso celestial,
Nem eu Enquanto o
Ninguém. Repouso celestial,
Nem eu Enquanto o
Sou de Sopro de Deus
Mim mesmo. Habitar em mim.
Momentos
Ter - 29.09.2015 - 9h 45m
Não há Deixando
Despedidas, Saudade
Há encontros, Para quem vai
Reencontros E para quem fica,
E desencontros Enquanto você
Ao longo da vida. Existir.
Não há Deixando
Despedidas, Saudade
Há encontros, Para quem vai
Reencontros E para quem fica,
E desencontros Enquanto você
Ao longo da vida. Existir.
segunda-feira, 12 de outubro de 2015
Canção de ninar
Dom - 18.03.2005
Provoquei Em gracejos
O Nicodemos que De neném,
Estava dentro Feliz por dizer
De mim. Mamã.
Ri-me, O sinal abriu
Muito, Novamente,
Sem saber Tenho que volta
E nem por quê? Para o agora:
Chorei que senti Envolto em paz
A face esquerda Celestial, está
Imersa em Ela me ninar,
Minhas Amo você!
Mágoas: Senhora
Amei, muito, Dos cabelos
Doce Prateados
Senhora, Amá-la-ei sempre,
Mas o muito A senhora sabe o
Que a amei, Que quer diz sempre!
Foi pouco, Sempre que dizer:
Pelo muito Eternamente,
Mais Infinitamente,
Que devia Todos os dias
Ser amada. De minha vida,
Expeli, em Abraço-a
Contínuas E beijo
Golfadas, Sua face
Algo que sugara Com carinho.
Do seu ventre, Adeus amável
Sinto-o menor e Senhora,
Começo a me Aonde eu for, e
Contrair, Onde eu estiver
Em me fazer Falarei
de você mais REAL. De você.
Sou bebê agora, E enquanto
Na pureza. Eu existir a
Angelical Senhora me
Que de mais Será
Bela há. Eterna.
Provoquei Em gracejos
O Nicodemos que De neném,
Estava dentro Feliz por dizer
De mim. Mamã.
Ri-me, O sinal abriu
Muito, Novamente,
Sem saber Tenho que volta
E nem por quê? Para o agora:
Chorei que senti Envolto em paz
A face esquerda Celestial, está
Imersa em Ela me ninar,
Minhas Amo você!
Mágoas: Senhora
Amei, muito, Dos cabelos
Doce Prateados
Senhora, Amá-la-ei sempre,
Mas o muito A senhora sabe o
Que a amei, Que quer diz sempre!
Foi pouco, Sempre que dizer:
Pelo muito Eternamente,
Mais Infinitamente,
Que devia Todos os dias
Ser amada. De minha vida,
Expeli, em Abraço-a
Contínuas E beijo
Golfadas, Sua face
Algo que sugara Com carinho.
Do seu ventre, Adeus amável
Sinto-o menor e Senhora,
Começo a me Aonde eu for, e
Contrair, Onde eu estiver
Em me fazer Falarei
de você mais REAL. De você.
Sou bebê agora, E enquanto
Na pureza. Eu existir a
Angelical Senhora me
Que de mais Será
Bela há. Eterna.
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