Seg - 23.01.2017 - 07 h 31 m
Muitos
Amanhãs se foram,
Raios solares
Inspirando
A vida.
Lembranças de minha idade,
Espelho e pente de minha meninice,
Nas noites dos meus dias,
Identidade sem igual,
Respostas sempre encontradas,
A se eternizarem em mim,
Nas paredes e meias, em
Os nossos muros, sem portas,
Guardando-me contigo, em
Um retrato atemporal,
Estático e dinâmico,
Inesquecível em mim,
Rabiscado por ti,
A povoar de minhas lembranças.
Bons ventos, com seu frescor,
Assoprando-me, com suavidade,
Repentino e constante!
Repetido continuamente,
Onde e aonde eu estiver,
Sempre sem suas tempestades.
quarta-feira, 25 de janeiro de 2017
domingo, 22 de janeiro de 2017
Enigma
Qua - 02.11.2016 - 05 h 55 m
Quando ViTiMar, No
Longe de mim, Solfá
20 bus car, De
No meu trans por ti: Si
Transe meu. Musical.
Vi da Com cem gestos
Minha E palavras
Sem dor, Brindando com
Sem ré de mi, O R ao meio:
Na volta, Nossas mãos
Dentro E almas:
do dia, Todas às vezes.
Quando ViTiMar, No
Longe de mim, Solfá
20 bus car, De
No meu trans por ti: Si
Transe meu. Musical.
Vi da Com cem gestos
Minha E palavras
Sem dor, Brindando com
Sem ré de mi, O R ao meio:
Na volta, Nossas mãos
Dentro E almas:
do dia, Todas às vezes.
sábado, 21 de janeiro de 2017
Li de mar aos céus
Sex - 20.01.2017 - 06 h 26 m
Mais um Juntos,
Ano se foi Chegamos,
E os nossos Oceanos nos
Caminhos Fizemos.
Não mais se Eu, sem ti,
Cruzaram. O mar, com
Onde Suas marés,
Hei Me tirando
De Onda, nas
Te Ressacas dos
Encontrar? Seus ventos
Minha Espumantes,
Leveza Silencioso como
No A chuva, não
Mundo! Me respondeu.
Então, Entretanto,
Eu segui Eu me dirigi
A chuva, Aos céus,
Que se Com
Fez córrego, Suas estrelas
Que se tornou Cintilantes,
Riacho, que E eles, em
Ia e ria ao Seus olhares
Encontro Contemplativos,
Do rio, sem Em prece
Ao menos Divina me
Me dizer Sussurraram:
Onde eu Está em ti!
Te acho, E em mim
Apressada Tu estavas!
Pra chegar Por isso,
Ao mar. Não te achava.
Mais um Juntos,
Ano se foi Chegamos,
E os nossos Oceanos nos
Caminhos Fizemos.
Não mais se Eu, sem ti,
Cruzaram. O mar, com
Onde Suas marés,
Hei Me tirando
De Onda, nas
Te Ressacas dos
Encontrar? Seus ventos
Minha Espumantes,
Leveza Silencioso como
No A chuva, não
Mundo! Me respondeu.
Então, Entretanto,
Eu segui Eu me dirigi
A chuva, Aos céus,
Que se Com
Fez córrego, Suas estrelas
Que se tornou Cintilantes,
Riacho, que E eles, em
Ia e ria ao Seus olhares
Encontro Contemplativos,
Do rio, sem Em prece
Ao menos Divina me
Me dizer Sussurraram:
Onde eu Está em ti!
Te acho, E em mim
Apressada Tu estavas!
Pra chegar Por isso,
Ao mar. Não te achava.
domingo, 15 de janeiro de 2017
Tempo de ti
Qua - 28.12.2016 - 22 h 53 m
Vou partir! No templo
Vou pra ti! Dos amantes,
Vou por ti! Sem tempo de Eros.
Só pra ficar Só pra estar
Contigo, Contigo,
No comigo Sem instantes
De ti. De mim.
Sem pressa No te querer
De me encontrar, De te querer,
Dentro de mim, Sem banquetes
Pra sentir De Afrodite
Todo teu ser. E Vênus.
Vou partir! No templo
Vou pra ti! Dos amantes,
Vou por ti! Sem tempo de Eros.
Só pra ficar Só pra estar
Contigo, Contigo,
No comigo Sem instantes
De ti. De mim.
Sem pressa No te querer
De me encontrar, De te querer,
Dentro de mim, Sem banquetes
Pra sentir De Afrodite
Todo teu ser. E Vênus.
sexta-feira, 13 de janeiro de 2017
Abstrato
Sex - 30.09.2016 - 06 h 46 m
Vejo Se saio às ruas,
Você! Te acho
Lembro Nos meus becos,
Meu Nos encantos
Ser! Dos teus vilarejos.
Na embriaguez Em casa ficando
De minha Teu retrato sai
Sensatez, Da moldura,
Escuto E começa! Tudo!
Nós três. Outra vez:
Não sei mais Na
O que sou, Insensatez
E nem o que somos, Da
No cálice de nossa Embriaguez
Insensatez. De nossa sensatez.
Vejo Se saio às ruas,
Você! Te acho
Lembro Nos meus becos,
Meu Nos encantos
Ser! Dos teus vilarejos.
Na embriaguez Em casa ficando
De minha Teu retrato sai
Sensatez, Da moldura,
Escuto E começa! Tudo!
Nós três. Outra vez:
Não sei mais Na
O que sou, Insensatez
E nem o que somos, Da
No cálice de nossa Embriaguez
Insensatez. De nossa sensatez.
quinta-feira, 12 de janeiro de 2017
solua
Sáb - 12.11.2016 - 09 h 57 m
Quero uma mulher Entre
Solua, O sol
No solar de minha rua, E a lua,
Que se vista como a lua, No
No sol do meu dia, Meio
No calor de A terra
Nossas noites. E o mar,
Quero uma canção Encontrei
Que ninguém fez, Você!
Pra tocar seu Entre as
Coração, Estrelas
Pra embalar Que há,
Minhas emoções, Fazendo
Nos versos De mim
De suas poesias. Seu ser.
Quero uma mulher Entre
Solua, O sol
No solar de minha rua, E a lua,
Que se vista como a lua, No
No sol do meu dia, Meio
No calor de A terra
Nossas noites. E o mar,
Quero uma canção Encontrei
Que ninguém fez, Você!
Pra tocar seu Entre as
Coração, Estrelas
Pra embalar Que há,
Minhas emoções, Fazendo
Nos versos De mim
De suas poesias. Seu ser.
domingo, 1 de janeiro de 2017
Cem te um
Dom - 20.11.2016 - 08 h 22 m
QUANDO! VI-TE HUM,
Vi, no TEU OLHAR,
Teus SONHOS de FRAGORE,
Vi VOCÊU, minha ETERNA
IDADE, no FILHO!
Sem maioridade.
Vi que {A[PRENDE]},
(BRASIL)!{[(DE VEZ)]}
Precisa das DESÇUBIDAS
dos NOSSOS 12 DE OUTUBRO,
Do VAQUEIRO NORDESTINO e
Doutros quantos necessários
Se fizerem, antes que,
UM DIA DEPOIS, seja tarde demais,
Deixando nossa POLICIDADE,
SEM DOMINGO, na POLITICOPATA
Lucrativa do pão e do circo.
Antes que o AMANHÃ!
T(EU), nosso e de todos continue,
Sem LIBERTAS QUAE SERA TAMEN,
Deixando-nos SEM NADO,
Selecionando os seus
DE CORTE EM CORTE
Tornando black o outro
BRANCO OLHAR!,
Na FELINA INDELÉVEL
Do seu poder.
Começamos agora,
FILOSOFANDO VOCÊ
À TIA MARICOTA,
Convidando a todos
PRA AMARMOS
INTENSAMENTE
O BARCO DA VIDA,
Cheios de POETAPESSOA.
QUE TAL!
Sem esquecer o DNA
De toda ÁRVORE HUMANA,
Antes que as BALADAS QUE
NÃO CANTAMOS, HOJE,
Façam-nos ESTÁ DO SEU
E nunca estado nosso.
Na DUALIDADE de
ULISSES A DEMORO e
Nas CEM PRECES do povo,
No seu G 6 6270 27 K,
Com GOD, sem USA-ME,
Sem ESQUECER DE ADULTO,
Fazendo PACIF e PÔR DO SOL
O GRANDE ENCONTRO
De LOS ANGELES, com OUR TIME
26, na VIR TU ALI DADE de COMO
SOMOS, A SOS, uma RARA IDADE,
AGORA! Em nossos CAMINHOS.
EM {A[GOR]EA)É}, na NUDEZ
37 de VOCÊ! DE NOVO!
Em TALVEZ! OUTRA VEZ!
De VOCÊ!, na LEMBRANÇA,
Sem PAPO NOEL,
Com O M(EU) VOCÊ
Feito PINCÉU, pintando 1979,
Com cores de JAMNFN,
Nas telas infinitas inteiras
De nossa FELICIDADE,
Sem natureza morta
Da SALRUDE PÚBLICA,
Que o estado PRA SEMPRE
Insiste NA TAL NOEL,
Tornando MARIANA ÊXODO,
Sem NUDEZ POÉTICA,
Sem CORAÇÃOZINHO,
Sem WINDOWS,
FOTOGRAFANDO VOCÊ,
Sem água, PRESENTE DE DEUS,
Agora, SAUDADE!,
Em A CABANA DO NADA,
Sem A CABANA DO SER,
Sem tintas MUITO ALÉM DO CÉU,
Sem A ESSÊNCIA de MAMI,
Deixando sem REENCONTRO,
Sem MÃE, sem ÍCARO,
Sem HOMÔNIMOS,
A nossa DOCE MENINA
Do vale salgado.
Não tenhamos DÚVIDA,
O estado precisa mudar
De lado, sendo povo,
E não seus três poderes,
Sem fazê-lo DESERTO,
Sem SE desfazer DA VIDA,
Que hoje o faz apenas voto,
Sem PENSAMADOS, tornando
Seu COQUETEL DOS SONHOS
Em PÓ, em seus MOMENTOS
Contínuo, sem CANÇÃO DE NINAR,
Fazendo-o mero APRENDIZ,
Como se O SOPRO DE DEUS
Não tivesse O LUGAR CHAMADO
VOCÊ, pra cada um deles,
Nesses brasis dos réus públicos.
QUANDO! VI-TE HUM,
Vi, no TEU OLHAR,
Teus SONHOS de FRAGORE,
Vi VOCÊU, minha ETERNA
IDADE, no FILHO!
Sem maioridade.
Vi que {A[PRENDE]},
(BRASIL)!{[(DE VEZ)]}
Precisa das DESÇUBIDAS
dos NOSSOS 12 DE OUTUBRO,
Do VAQUEIRO NORDESTINO e
Doutros quantos necessários
Se fizerem, antes que,
UM DIA DEPOIS, seja tarde demais,
Deixando nossa POLICIDADE,
SEM DOMINGO, na POLITICOPATA
Lucrativa do pão e do circo.
Antes que o AMANHÃ!
T(EU), nosso e de todos continue,
Sem LIBERTAS QUAE SERA TAMEN,
Deixando-nos SEM NADO,
Selecionando os seus
DE CORTE EM CORTE
Tornando black o outro
BRANCO OLHAR!,
Na FELINA INDELÉVEL
Do seu poder.
Começamos agora,
FILOSOFANDO VOCÊ
À TIA MARICOTA,
Convidando a todos
PRA AMARMOS
INTENSAMENTE
O BARCO DA VIDA,
Cheios de POETAPESSOA.
QUE TAL!
Sem esquecer o DNA
De toda ÁRVORE HUMANA,
Antes que as BALADAS QUE
NÃO CANTAMOS, HOJE,
Façam-nos ESTÁ DO SEU
E nunca estado nosso.
Na DUALIDADE de
ULISSES A DEMORO e
Nas CEM PRECES do povo,
No seu G 6 6270 27 K,
Com GOD, sem USA-ME,
Sem ESQUECER DE ADULTO,
Fazendo PACIF e PÔR DO SOL
O GRANDE ENCONTRO
De LOS ANGELES, com OUR TIME
26, na VIR TU ALI DADE de COMO
SOMOS, A SOS, uma RARA IDADE,
AGORA! Em nossos CAMINHOS.
EM {A[GOR]EA)É}, na NUDEZ
37 de VOCÊ! DE NOVO!
Em TALVEZ! OUTRA VEZ!
De VOCÊ!, na LEMBRANÇA,
Sem PAPO NOEL,
Com O M(EU) VOCÊ
Feito PINCÉU, pintando 1979,
Com cores de JAMNFN,
Nas telas infinitas inteiras
De nossa FELICIDADE,
Sem natureza morta
Da SALRUDE PÚBLICA,
Que o estado PRA SEMPRE
Insiste NA TAL NOEL,
Tornando MARIANA ÊXODO,
Sem NUDEZ POÉTICA,
Sem CORAÇÃOZINHO,
Sem WINDOWS,
FOTOGRAFANDO VOCÊ,
Sem água, PRESENTE DE DEUS,
Agora, SAUDADE!,
Em A CABANA DO NADA,
Sem A CABANA DO SER,
Sem tintas MUITO ALÉM DO CÉU,
Sem A ESSÊNCIA de MAMI,
Deixando sem REENCONTRO,
Sem MÃE, sem ÍCARO,
Sem HOMÔNIMOS,
A nossa DOCE MENINA
Do vale salgado.
Não tenhamos DÚVIDA,
O estado precisa mudar
De lado, sendo povo,
E não seus três poderes,
Sem fazê-lo DESERTO,
Sem SE desfazer DA VIDA,
Que hoje o faz apenas voto,
Sem PENSAMADOS, tornando
Seu COQUETEL DOS SONHOS
Em PÓ, em seus MOMENTOS
Contínuo, sem CANÇÃO DE NINAR,
Fazendo-o mero APRENDIZ,
Como se O SOPRO DE DEUS
Não tivesse O LUGAR CHAMADO
VOCÊ, pra cada um deles,
Nesses brasis dos réus públicos.
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