Sab - 07.08.2011
Linda, Uma, Zen: Adorável
Mãe, Inesquecível,
Radiante, Amiga,
Um Zelo Ardente Me
Inflamando, Rapidamente:
Amor Leal,
Zerando As Minhas
Incapacidades:
Respostas Ativas,
Lutadora Ungida.
Amor Maravilhoso, Intenso,
Resplandecente,
Altruísta, Livre,
Uno, Zeloso,
Minha Identidade Real A Limite
Ultrapassar: Zero - Além.
Imagem: Recordação Atual,
Lembrança Uterina, Zeus
Amoroso Meu.
Rainha Amável, Legado
Universal,
Z - A: Meu Infinito,
A Luz Unânime, Zênite
Afável, Minha Inscrição
Realizada.
Mulher , Mãe, menina
Amou, Ama, amor,
Criança, Criatura, criação.
Hino, Harpa, harpista,
Amante, Amável, amada,
Deusa, Divina, divindade,
Ouro, Obra, ornamento,
Nossa, única, multiplicada
Por todos,
Onde e enquanto viver,
Guerrida sempre será,
Um ser materno perfeito,
Em nos fazer de seus meninos,
Independente de sermos avós:
REALEZA DO CETRO HUMANO
A TEMPLO DE DEUS-MENINO:
MÃE MANHA AMANHÃ
DE TODOS OS MEUS DIAS
LOGO MANHÃ NOITE DOS MEUS
MOMENTOS AGORA ETERNO
sexta-feira, 28 de junho de 2019
sábado, 22 de junho de 2019
Esperando você
Sab - 25.05.2019 - 03 h 54 m
O riso ficou
Sem graça,
O choro
Permaneceu
Sem lágrima,
Depois que você
Arrumou sua mala.
Não há mais graça
Em nada,
A lágrima
Não mais se achou
Quando não se
Pôde mais ouvir
A sua voz.
Sai de sua ilha,
Desarrume sua mala,
Encontre sua calma,
Anime sua alma,
E vem nos fazer istmos,
Com seus sorrisos
E lágrimas, rapidamente.
Vem!
Apressadamente,
Chega de até logo:
Faça-se nos presente,
E deixe nos ouvir
O seu silêncio,
Novamente.
O riso ficou
Sem graça,
O choro
Permaneceu
Sem lágrima,
Depois que você
Arrumou sua mala.
Não há mais graça
Em nada,
A lágrima
Não mais se achou
Quando não se
Pôde mais ouvir
A sua voz.
Sai de sua ilha,
Desarrume sua mala,
Encontre sua calma,
Anime sua alma,
E vem nos fazer istmos,
Com seus sorrisos
E lágrimas, rapidamente.
Vem!
Apressadamente,
Chega de até logo:
Faça-se nos presente,
E deixe nos ouvir
O seu silêncio,
Novamente.
sábado, 15 de junho de 2019
Reja-me, eloquência
Sab - 25.05.2019 - 13 h 50 m
Que o beijo de Orfeu
Te faça Julieta,
Nos braços de Romeu,
Tecendo literatura,
Esperando Ulisses,
Bordando de retóricas
Teu tempo,
Com todos os teus dez,
Teu número de sorte,
Sem esqueceres as
Raízes que te mantêm
Em pé, te fazendo, forte,
Na fé, ao longo da
Estrada de Damasco,
Onde Juarez
Já te via poetisa,
Nos livros
Da vida,
Te receitando
Literatura
Clássica,
Deixando teus plectros
Mais abstratos,
Rabiscando
Tuas estrofes,
Com os teus
Versos concretos,
Recitados,
Vestindo a poesia com a
Nudez de tuas inspirações
Metafóricas, lidas por muitos
Agora, deixando as letras
Mais eufóricas, te esperando,
Pra se fazerem palavras,
Em teu uniVerso literário.
E o barro se fez costa,
Nos elogios de Roterdã,
Sem descartar a vida,
No penso, nunca desisto,
Na manifestação das
Elucubrações que em ti,
Ora, rege: Rejane Costa Barros.
Por isso: És digna da efígie:
De Marcus Tullius Cícero,
Entre mães e saudades três,
Em teu 16 de maio de 2019,
Com gratidões mil, e emoções
Múltiplas, ungindo-te com o bálsamo
Da imortalidade, mais uma vez:
Em Tua cadeira Dez:
Na Academia Cearense de Retórica.
Que o beijo de Orfeu
Te faça Julieta,
Nos braços de Romeu,
Tecendo literatura,
Esperando Ulisses,
Bordando de retóricas
Teu tempo,
Com todos os teus dez,
Teu número de sorte,
Sem esqueceres as
Raízes que te mantêm
Em pé, te fazendo, forte,
Na fé, ao longo da
Estrada de Damasco,
Onde Juarez
Já te via poetisa,
Nos livros
Da vida,
Te receitando
Literatura
Clássica,
Deixando teus plectros
Mais abstratos,
Rabiscando
Tuas estrofes,
Com os teus
Versos concretos,
Recitados,
Vestindo a poesia com a
Nudez de tuas inspirações
Metafóricas, lidas por muitos
Agora, deixando as letras
Mais eufóricas, te esperando,
Pra se fazerem palavras,
Em teu uniVerso literário.
E o barro se fez costa,
Nos elogios de Roterdã,
Sem descartar a vida,
No penso, nunca desisto,
Na manifestação das
Elucubrações que em ti,
Ora, rege: Rejane Costa Barros.
Por isso: És digna da efígie:
De Marcus Tullius Cícero,
Entre mães e saudades três,
Em teu 16 de maio de 2019,
Com gratidões mil, e emoções
Múltiplas, ungindo-te com o bálsamo
Da imortalidade, mais uma vez:
Em Tua cadeira Dez:
Na Academia Cearense de Retórica.
quinta-feira, 13 de junho de 2019
Vestindo-me de ti
Dom - 09.06.2019 - 17 h 22 m
Vão se
Os dois.
Vem-se
O Um,
Sem
Sermos mais
Eu e tu.
Despidos
De dois,
Vestido
De um
Agora somos
Nós,
Sem ti e mim
Sem maquiagem,
Sem pressa,
Sem tempo mais
De ímpares,
Nas festas do
Nosso
Par,
Em um
Pra cá,
Em um
Pra lá,
Sem nunca
Mais sermos
Dois.
Se o namoro foi
Feito de nós, não
Haverá eu de ti
Nem muito menos,
Eu de mim, sem os anular,
Quando o namoro é feito de nós
Nada muda depois do anelar.
Pois a magia da vida
A dois
Começa, enquanto se vive
A um,
Em vestindo-me
De Ti,
Continuamente.
Vão se
Os dois.
Vem-se
O Um,
Sem
Sermos mais
Eu e tu.
Despidos
De dois,
Vestido
De um
Agora somos
Nós,
Sem ti e mim
Sem maquiagem,
Sem pressa,
Sem tempo mais
De ímpares,
Nas festas do
Nosso
Par,
Em um
Pra cá,
Em um
Pra lá,
Sem nunca
Mais sermos
Dois.
Se o namoro foi
Feito de nós, não
Haverá eu de ti
Nem muito menos,
Eu de mim, sem os anular,
Quando o namoro é feito de nós
Nada muda depois do anelar.
Pois a magia da vida
A dois
Começa, enquanto se vive
A um,
Em vestindo-me
De Ti,
Continuamente.
quarta-feira, 12 de junho de 2019
A esse
Seg - 23.10.2017 - 07 h 03 m
A esse,
Demostramos, apenas,
A presunção de nossas inocências,
Embora não o queremos
Em nossas presidências,
Somente o mantemos
Pros outros não temerem.
Tá sim alguma coisa errada,
Na seara do milharal,
Com seus milhos grandes
E pequenos a desbulharem
Dividindo espigas ao meio,
No celeiro urbanístico.
No tabuleiro do poder,
Onde todos reinam,
Com jucás nas mãos do índio,
Massacrando os peões,
Olhando de suas torres,
Sem saírem do seus castelos.
A esse,
Demostramos, apenas,
A presunção de nossas inocências,
Embora não o queremos
Em nossas presidências,
Somente o mantemos
Pros outros não temerem.
Tá sim alguma coisa errada,
Na seara do milharal,
Com seus milhos grandes
E pequenos a desbulharem
Dividindo espigas ao meio,
No celeiro urbanístico.
No tabuleiro do poder,
Onde todos reinam,
Com jucás nas mãos do índio,
Massacrando os peões,
Olhando de suas torres,
Sem saírem do seus castelos.
quinta-feira, 6 de junho de 2019
Com quem ficarão os anéis?
Qua - 25.11.2015 - 06 h 24 m
Hoje te quero,
Em ontem que eu não te fiz,
Resposta do meu tudo,
A destruir de todos,
Na memória inexistente:
Çúcar sangrando vidas,
Anoitecendo manhãs.
Lamento de choro,
Sem lágrimas,
Dividindo o que não
Se construiu,
Na pressa do seu nada,
Como se vocês nunca
Existissem.
Pois:
Quantos
Por ti Morrem,
Quantos
Por ti
Já morreram,
Quantos
Por ti morrerão,
Por um pedaço
De pão,
Por causa dos
Teus anéis
Só pra ficar
com
Teu chão,
Nos chás dos teus
Lamaçais,
Vivendo agora
Só com água e pão,
Sem as graças de suas mãos.
Onde estão
TEUS Bens agora?
Hoje te quero,
Em ontem que eu não te fiz,
Resposta do meu tudo,
A destruir de todos,
Na memória inexistente:
Çúcar sangrando vidas,
Anoitecendo manhãs.
Lamento de choro,
Sem lágrimas,
Dividindo o que não
Se construiu,
Na pressa do seu nada,
Como se vocês nunca
Existissem.
Pois:
Quantos
Por ti Morrem,
Quantos
Por ti
Já morreram,
Quantos
Por ti morrerão,
Por um pedaço
De pão,
Por causa dos
Teus anéis
Só pra ficar
com
Teu chão,
Nos chás dos teus
Lamaçais,
Vivendo agora
Só com água e pão,
Sem as graças de suas mãos.
Onde estão
TEUS Bens agora?
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