Qua - 21.09.2016 - 20 h 28 m
O que é O que é a vida?
A cor? Senão o corpo,
Senão Vestido de pele,
O pigmento Pigmentado
Da pele. De cores,
Enquanto
O que é O sopro
A pele? Nela
Senão Existir.
A vestimenta
Do corpo. Tornando-se
Brancos todos
O que é Depois do
O corpo? Último
Senão Sonho,
O sopro Sem
Da vida. Vestes.
domingo, 28 de janeiro de 2018
quinta-feira, 25 de janeiro de 2018
Suave idade
Sex - 28.07.2017 - 07 h 58 m
Busquei uma palavra pra te definir,
Eu a achei e a dividi em duas,
Só para te encontrar,
Na forma de ser, que tu és,
Nos Jeito e gestos,
Ultrapassando serenidade,
Na leveza de tuas atitudes,
Indelével, sendo pontes,
Acomodando ilhas, com teus istmos,
Nas altitudes e longitudes de tua paz.
Mesma, em tua raiva,
Quando tiveres,
Eu te verei, em sorrisos.
Pois me és suavidade,
Feita menina esperança,
Respondendo gentileza,
Riscando intolerância.
És espelho pra muitas faces,
Na imagem humana,
Das ruas de tantas vidas,
A encantar de tua meiguice.
Ainda assim, não sentirei
Busquei uma palavra pra te definir,
Eu a achei e a dividi em duas,
Só para te encontrar,
Na forma de ser, que tu és,
Nos Jeito e gestos,
Ultrapassando serenidade,
Na leveza de tuas atitudes,
Indelével, sendo pontes,
Acomodando ilhas, com teus istmos,
Nas altitudes e longitudes de tua paz.
Mesma, em tua raiva,
Quando tiveres,
Eu te verei, em sorrisos.
Pois me és suavidade,
Feita menina esperança,
Respondendo gentileza,
Riscando intolerância.
És espelho pra muitas faces,
Na imagem humana,
Das ruas de tantas vidas,
A encantar de tua meiguice.
Ainda assim, não sentirei
Tua Ausência, haja vista,
Tu me seres, sempre, Presença,
Aonde e onde estiveres.
Tu me seres, sempre, Presença,
Aonde e onde estiveres.
segunda-feira, 22 de janeiro de 2018
Atalhos
Dom - 21.01.2018 - 07 h 53 m
Li Atalhos,
De Detalhes,
Mar Caminhos
Aos Que li
Céus De mar
Os caminhos Aos
Que percorri. Céus,
Neles percebi, Só
Quantos Pra fazer
De atalhos De
Seus Sua
Se fizeram Estrada,
Detalhes Minha
Meus. Trilha.
Li Atalhos,
De Detalhes,
Mar Caminhos
Aos Que li
Céus De mar
Os caminhos Aos
Que percorri. Céus,
Neles percebi, Só
Quantos Pra fazer
De atalhos De
Seus Sua
Se fizeram Estrada,
Detalhes Minha
Meus. Trilha.
segunda-feira, 15 de janeiro de 2018
Filosofando o ser
Ter - 27.06.2017 - 12 h 34
No álbum Nos looks
Fotografado Que não
De todos, Quisemos,
Nos slides Nos negativos
Que não Da vida,
Se repetem, Que somos,
Nas fotos Filosofando
Que não o ser, nas
Se escondem, Noites perdidas,
Sempre Dos autógrafos
Nos Encontrados
Revelaremos: Do(eu),
Nas poses No close
Que não Que também
Saímos, É seu.
No álbum Nos looks
Fotografado Que não
De todos, Quisemos,
Nos slides Nos negativos
Que não Da vida,
Se repetem, Que somos,
Nas fotos Filosofando
Que não o ser, nas
Se escondem, Noites perdidas,
Sempre Dos autógrafos
Nos Encontrados
Revelaremos: Do(eu),
Nas poses No close
Que não Que também
Saímos, É seu.
sábado, 13 de janeiro de 2018
Poesia
Sex - 25.11.2016 - 07 h 14 m
Não sou poeta, Sem me
Misturo letras. Permitir
Não sou escritor, Ser poeta,
Rabisco palavras. Nas rimas
Não sou filósofo, Dos seus
Construo frases. Versos.
Construo Nas histórias
Frases, Fraseadas
Rabiscando De palavras,
Palavras, Com letras
Misturando Suas,
Letras, Só
No verso de Pra ser
Cada dia, VOCÊ!
Fazendo da Minha
Vida poesia. Poesia!
Não sou poeta, Sem me
Misturo letras. Permitir
Não sou escritor, Ser poeta,
Rabisco palavras. Nas rimas
Não sou filósofo, Dos seus
Construo frases. Versos.
Construo Nas histórias
Frases, Fraseadas
Rabiscando De palavras,
Palavras, Com letras
Misturando Suas,
Letras, Só
No verso de Pra ser
Cada dia, VOCÊ!
Fazendo da Minha
Vida poesia. Poesia!
sexta-feira, 12 de janeiro de 2018
Patrianada
Qua - 26.06.2002
Quisera! Também te chamar:
Pátria Amada!
Mas Vendo os teus filhos abandonados
E outros mil, pobres coitados!
PATRIANADA é o que me és.
Quisera! Também te idolatrar.
Mas vendo os teus deitados nas ruas,
Sob a cumplicidade do teu céu
Risonho límpido,
A imagem do Cruzeiro estremece.
Quisera! Puder te chamar:
MÃE GENTIL!
Mas vendo os que te fogem à luta,
Sempre deitados, em teu berço
Esplêndido!
Não me cabe tamanha infâmia.
Quisera! Ouvir o brado retumbante
Do teu povo heroico,
Mas o grito comprado de Pedro
E os grilhões ingleses de isabel,
Fizeram calar nosso sonho:
De Libertas Quae Sera Tamen.
Quisera! Brasil! Quisera!
Que sob este céu azul,
Tu possas dividir,
Com cada filhos teus,
Teus bosques, teus campos,
Teus raios fúlgidos...
Para que um dia
Orgulhoso, Digamos:
ÉS TU BRASIL:
MÃE GENTIL!
PATRIAMADA!
POR ISSO TE ADORAMOS.
Quisera! Também te chamar:
Pátria Amada!
Mas Vendo os teus filhos abandonados
E outros mil, pobres coitados!
PATRIANADA é o que me és.
Quisera! Também te idolatrar.
Mas vendo os teus deitados nas ruas,
Sob a cumplicidade do teu céu
Risonho límpido,
A imagem do Cruzeiro estremece.
Quisera! Puder te chamar:
MÃE GENTIL!
Mas vendo os que te fogem à luta,
Sempre deitados, em teu berço
Esplêndido!
Não me cabe tamanha infâmia.
Quisera! Ouvir o brado retumbante
Do teu povo heroico,
Mas o grito comprado de Pedro
E os grilhões ingleses de isabel,
Fizeram calar nosso sonho:
De Libertas Quae Sera Tamen.
Quisera! Brasil! Quisera!
Que sob este céu azul,
Tu possas dividir,
Com cada filhos teus,
Teus bosques, teus campos,
Teus raios fúlgidos...
Para que um dia
Orgulhoso, Digamos:
ÉS TU BRASIL:
MÃE GENTIL!
PATRIAMADA!
POR ISSO TE ADORAMOS.
sábado, 6 de janeiro de 2018
Socienada
Dom - 26.08.1990
Mundo cão,
Cão mundo,
Que se dane!
Não sou rei do mundo,
E nem fui eu que o fiz imundo.
É o que diz egocêntrica Sociedade!
Mas não vês pivetes de rua,
A se fartarem de fome,
No se enrolarem de jornais,
Entre quatro paredes mundanas.
Cerviz dureza tem teu coração!
Será que nem os capitães de areia
Te sensibilizam?
Não te contentas com o menor
abandonado,
Fazendo-o ainda menor viciado,
Indiciando-o no abc do crime.
Ainda dizes que não fizeste o mundo,
Mas a cada instante fazes vagabundo,
No incessante bater de porta em contínuos não,
Levando muitos aos imperceptíveis de seus eus,
Na viagem sem volta do universo das drogas,
Desajuste social e alcoolismo.
Tu não pintas somente o sete,
Mais o 14, o 13 e o 24,
Em nome do machismo exacerbado,
No destruir de quimeras
De príncipe encantado,
Em cinderelas que não são tuas.
De ti, nem os teus escapam:
Teus velhos, sempiterno peças
de museus,
Num sem tempo para visitá-los,
A cumprir de agendas abarrotadas
De noite society e fechamento de negócios.
Teus filhos, educados sem lar,
Chegam à adolescência toxicomaníacos,
Tornando-se adultos incorrigíveis,
Somente por que tu! Mesquinha Sociedade
Nunca tivesse tempo de tê-los
E muito menos sê-los.
Teus negros, livres por conveniências,
Tornam-se escravos sociais,
Enjaulados em guetos desumanos,
Ou cercados de Ku-Klus-Klan,
Em nome de uma SOCIENADA impávida,
A gritos de apartheid.
É Sociedade, pra quem não fez o cosmo,
Até que soubeste moldá-lo
Nos teus doentios caprichos,
Proliferando-o de muito
João Sem-Terra,
Impregnado de
Zé ninguém.
Mundo cão,
Cão mundo,
Que se dane!
Não sou rei do mundo,
E nem fui eu que o fiz imundo.
É o que diz egocêntrica Sociedade!
Mas não vês pivetes de rua,
A se fartarem de fome,
No se enrolarem de jornais,
Entre quatro paredes mundanas.
Cerviz dureza tem teu coração!
Será que nem os capitães de areia
Te sensibilizam?
Não te contentas com o menor
abandonado,
Fazendo-o ainda menor viciado,
Indiciando-o no abc do crime.
Ainda dizes que não fizeste o mundo,
Mas a cada instante fazes vagabundo,
No incessante bater de porta em contínuos não,
Levando muitos aos imperceptíveis de seus eus,
Na viagem sem volta do universo das drogas,
Desajuste social e alcoolismo.
Tu não pintas somente o sete,
Mais o 14, o 13 e o 24,
Em nome do machismo exacerbado,
No destruir de quimeras
De príncipe encantado,
Em cinderelas que não são tuas.
De ti, nem os teus escapam:
Teus velhos, sempiterno peças
de museus,
Num sem tempo para visitá-los,
A cumprir de agendas abarrotadas
De noite society e fechamento de negócios.
Teus filhos, educados sem lar,
Chegam à adolescência toxicomaníacos,
Tornando-se adultos incorrigíveis,
Somente por que tu! Mesquinha Sociedade
Nunca tivesse tempo de tê-los
E muito menos sê-los.
Teus negros, livres por conveniências,
Tornam-se escravos sociais,
Enjaulados em guetos desumanos,
Ou cercados de Ku-Klus-Klan,
Em nome de uma SOCIENADA impávida,
A gritos de apartheid.
É Sociedade, pra quem não fez o cosmo,
Até que soubeste moldá-lo
Nos teus doentios caprichos,
Proliferando-o de muito
João Sem-Terra,
Impregnado de
Zé ninguém.
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