quarta-feira, 28 de janeiro de 2026

AA letras Q falam

Qua - 28.08.2019 08 h 37 m

Q R S,
Q R L,
Q PQ L,
S Q T V,
Por V
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CD:

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DZnfreado
InsisTnT,
GlanT
PsisTnT:
DC e se MnD Kra
pois Dus T V.

quinta-feira, 22 de janeiro de 2026

Talvez! Ainda

 Seg - 02.05.2022 - 13 h 32m

Verso inicial palavra(s) final(is)


Talvez! Eu sonhe os seus sonhos,

Sonhos também do meu sonho,

Sonho de nós quatro,

Quatro de nós um,

Um de nós quatro somente.


Somente sonho que sempre sonhei

Sonhei e nunca deixei de sonhar,

Sonhar de nós quatro real,

Real acordado vivido,

Vivido por nós quatro, eternamente.

quinta-feira, 15 de janeiro de 2026

Só com texto alisando

 Sex - 25.12.2020 - 23 h 52 m


Como

Vou ser,

Se você:

És, cré, vê, ria,

Se a pena ouvi,

Ou vi apenas

Isso que houve:


Sabe-se,

Lá, de que

Lar, saía.

Os lás, sem saia

Que no 

Porão,

Porão,


Na hora que

Como milho, como

Sabiá são, que sabia

O que eles são.

Por isso ora, enquanto

Ora vendo o campo

Que agora vendo,


Com venda na vista

Sem a venda à vista

Com a vista na casa 

E pé de maria, casa

Com os óculos, ver-me-lho

Vês-te indo de azul,

Com amar elo de vocês.

terça-feira, 13 de janeiro de 2026

Meu cais

 Ter - 13.01.2026 - 08 h 13 m


Mais insaciável,

Agora atemporal,

Razão emocional,

Início infinito,

Abstrato concretizado.


Grude que me adesiva,

Orla do meu espaço,

Roma eterna voltando:

Em ensaios de amores:

Tu em mim permanecendo,

Eu em ti sempre estando.


Fases do meu luar,

Exterior do meu ser,

Laços que me amarras,

Interior da minha aparência 

Pessoa do meu impessoal,

Eu de todos os meus eus.


Repetição sem outra vez,

Atos das minhas peças,

Utopia das fantasias,

Letras que me escreves:

Inspiração, respiração,

Nos caos das ordens das

Ondas dos nossos cais. 

segunda-feira, 12 de janeiro de 2026

Apenas um silêncio

 Seg - 13.11.2023 - 10 h 10 m

Cálice(s) da sensatez 


Um grito aflito, perdido, no infinito, é um   

        Murmuro ao vento, esquecido,     

            No tempo, nem eco se 

              Torna, nesse mundo 

         Surdo, se fazendo mudo, com 

              A sua resposta. É O 

      Silêncio apenas de sua indagação, 


Sem voz sem vez, de uma face, oculta,   

  Invisível na rua, sem mais sussurro, 

    Presa dentro dos muros dos seus 

        Medos, nos quintais alheios, 

   Nas noites vazias, das madrugadas         

         INSANAS de um INEXISTIR 

    Humano, sem RASTRO, sem ROSTO.

terça-feira, 6 de janeiro de 2026

Passaporte

Seg - 22.12.2014

Um peso,
Duas medidas,
Por que
Tem que ser assim?
Até com os Humanos
Que se dizem
Cristãos.

Se:

No trânsito,
Quando motorista,
Faz do pedestre,
Atleta de pista,
Com aceleração,
Buzinas e xingamentos
Do ronco do seu ranço,

Sem falar do agito
Das poças d'água,
Banhando
Por quem
Ali passa,
Com a sujeira
De sua lama.

Quando patrão,
Explora o último
Ceitil do seu servo,
Sem instante
Nenhum de amigo,
E nem reclamação
Alguma do seu senhoril.

Quando juiz,
Busca direito
E não
Justiça,
Esquecendo
O Dura Lex
Sed Lex.

Quando religioso
Está sempre
Fazendo comércio
Tirando tudo do pouco
Dos que nada têm
Em nome
Do desamor:

Muitos 
Deles
Livres, leves, soltos,
Andando por todos os
Cantos, 
Agora 
Passando
O troca.