Ter - 04.07.2017 - 06 h 38
Do asco, feio,
Rastejante, inerte,
Vem o admirável,
Belo, voar, móvel.
Do dormir vem
Os pesadelos e sonhos,
Involuntários e inconscientes,
A borbulharem nossas mentes.
Do acordar vem o descanso,
Da fadiga do dia,
Dos sonhos realizados,
Do peso deles medidos,
No meu amor, que não cabe
Na tigela, no cá fé,
Com lei que em ti
Existe, em mim.