Sex - 01.10.2010 - 08 h 50 m
Hoje, quase às 16 horas,
Percebi que tinha ficado órfão
Do Abraço Amigo, de minha
Querida Hosana que se
Tornara convidada Especial
De Cristo, às 11 horas,
Do domingo, 26, setembro
2010, E eu não podia
mais abraçá-la, fisicamente.
Por isso:
Há O Sorriso Anoitecendo
Nossa Alma,
Ontem, Sorridente,
Animando nossa Aura,
Hoje se Abate Nessa agonia,
Habitando Outros atos
Nada Alegre, no Adeus
Do teu Abraço, abraçando-te,
Sem adeus.
Hoje, Entendo o clamor dos teus,
Pois eles não perderam,
Tão somente: Uma mãe, avó,
Tia, irmã, sogra...
Mas também perderam:
Um Porto Seguro para
Os momentos de turbulências;
Uma Mão Afável, sempre estendida,
Para todos os instantes de ordem
E desordem de suas vidas;
Um Braço Firme para
Os abraços fortes,
Nas horas frágeis
De suas caminhadas;
Um ombro amigo para alegrar
O choro na despedida;
Um Coração Grande,
Que Deus Fez questão de morar,
Pois estava sempre transbordado,
Transbordado de muito amor.
Nós te perdemos!
Nós te perdemos!
Não! Não te perdemos!
Doce Amiga!
Pois não se perde
Um achado de Deus.
Por isso, mais uma vez e sempre,
Estamos aqui, para te dar
E receber: O ABRAÇO AMIGO,
QUE TUAS LEMBRANÇAS
NOS FARÃO SENTIR.
segunda-feira, 28 de maio de 2018
sexta-feira, 25 de maio de 2018
Só Pra Mim!
Qui - 24.052018 -08 h 38 m
Raio da manhã,
Sombra do meio dia,
Brisa suave das tardes,
Noites de luz.
Lembram dessa foto?
Eu não a esquecerei jamais:
Ela é minha negativa que
Não revelarei a ninguém.
Mesmo:
Quando as manhãs
Se fizerem trevas,
A sombra não mais existir,
Açoitados pelos impetuosos ventos,
Escurecendo minhas noites:
Eu a aguardarei comigo,
Revelando-a só pra mim.
Raio da manhã,
Sombra do meio dia,
Brisa suave das tardes,
Noites de luz.
Lembram dessa foto?
Eu não a esquecerei jamais:
Ela é minha negativa que
Não revelarei a ninguém.
Mesmo:
Quando as manhãs
Se fizerem trevas,
A sombra não mais existir,
Açoitados pelos impetuosos ventos,
Escurecendo minhas noites:
Eu a aguardarei comigo,
Revelando-a só pra mim.
terça-feira, 22 de maio de 2018
Quem disse?
Dom - 13.05.2018 - 07 h 39 m
Quem disse
Que as mães
Nascem?
Por acaso
Há
Nascimento
De quem é
Eterna?
Quem disse
Que as mães
Esquecem?
Não
É
Lembrança,
Seu
Nome?
Quem disse
Que as mães
Se calam?
Não é
Seu
Silêncio
Uma canção
De ninar?
Quem disse
Que as mães
Choram?
Não são
Suas
Lágrimas
Sorrisos das
Suas dores?
Quem disse
Que as mães
Vivem?
Não são
Seus
filhos
Suas
Vidas?
Quem disse
Que as mães
Morrem?
Pode-se
Matar
Quem
Se
Eterniza?
Mães:
Nascem
Com
Seus
Filhos;
Não os
Esquecem,
Quando
Não são
Lembradas;
Calam,
Só pra
Nos ouvir
Em
Sussurros;
Choram,
Quando
Temos
Que
Partir;
Vivem,
Cada
Vez
Que
Retornamos;
Morrem,
Quando
Não
Mais
Voltamos:
Porque mãe:
É FILHO.
Quem disse
Que as mães
Nascem?
Por acaso
Há
Nascimento
De quem é
Eterna?
Quem disse
Que as mães
Esquecem?
Não
É
Lembrança,
Seu
Nome?
Quem disse
Que as mães
Se calam?
Não é
Seu
Silêncio
Uma canção
De ninar?
Quem disse
Que as mães
Choram?
Não são
Suas
Lágrimas
Sorrisos das
Suas dores?
Quem disse
Que as mães
Vivem?
Não são
Seus
filhos
Suas
Vidas?
Quem disse
Que as mães
Morrem?
Pode-se
Matar
Quem
Se
Eterniza?
Mães:
Nascem
Com
Seus
Filhos;
Não os
Esquecem,
Quando
Não são
Lembradas;
Calam,
Só pra
Nos ouvir
Em
Sussurros;
Choram,
Quando
Temos
Que
Partir;
Vivem,
Cada
Vez
Que
Retornamos;
Morrem,
Quando
Não
Mais
Voltamos:
É FILHO.
terça-feira, 15 de maio de 2018
Confissão materna
Qui - 19.06.2013 - 20 h
Ao sonho de mim,
Livre me fiz,
Infinitamente, me fiz,
Resposta de minh'alma,
Infinitamente, me fiz:
O BEBÊ DE MINHA
VIDA.
Você se faz presente,
Encantando-me de amor,
No mais puro materno amor,
Inundando-me de paz,
Serena, eterna paz.
Nos dias todos de mim,
O encontro com você
Se me fez, gerando o que
Melhor de mim acontece:
Um amor filial, sem igual,
Encontrado no meu menino:
Imagem materna,
Retrato do Meu eu,
Álbum de nossa vida.
Segundos meus,
Você se faz rapaz,
Rapaz de todos nós,
Amor de Rapaz-menino,
Incontestável amor,
Vivido por todos nós,
Amor, eterno amor,
Amor que me faz capaz,
Amor que me faz ser eu.
Ao sonho de mim,
Livre me fiz,
Infinitamente, me fiz,
Resposta de minh'alma,
Infinitamente, me fiz:
O BEBÊ DE MINHA
VIDA.
Você se faz presente,
Encantando-me de amor,
No mais puro materno amor,
Inundando-me de paz,
Serena, eterna paz.
Nos dias todos de mim,
O encontro com você
Se me fez, gerando o que
Melhor de mim acontece:
Um amor filial, sem igual,
Encontrado no meu menino:
Imagem materna,
Retrato do Meu eu,
Álbum de nossa vida.
Segundos meus,
Você se faz rapaz,
Rapaz de todos nós,
Amor de Rapaz-menino,
Incontestável amor,
Vivido por todos nós,
Amor, eterno amor,
Amor que me faz capaz,
Amor que me faz ser eu.
domingo, 13 de maio de 2018
Comigo!
Qua - 25.04.2018 - 08 h 10 m
Inspiração! Contigo!
Respiração! O meu eu
Sussurros Está.
Teus que Comigo!
Me fazem Contigo
Ser eu. Estou,
Inspiração No
Que me Encontrar
Faz ser-te. Constante
Respiração De
Que me Mim:
Faz sentir: Contigo.
Sussurros Em
Teus Contínuo
Que Um,
Também Sem
São Precisarmos
Meus: Ser dois,
Respiro Contrariando
Do meu A Lei
Sussurro, Da Física,
Sussurros Por sermos
Do meu Nós Dois:
Respirar, Um.
Inspiração! Contigo!
Respiração! O meu eu
Sussurros Está.
Teus que Comigo!
Me fazem Contigo
Ser eu. Estou,
Inspiração No
Que me Encontrar
Faz ser-te. Constante
Respiração De
Que me Mim:
Faz sentir: Contigo.
Sussurros Em
Teus Contínuo
Que Um,
Também Sem
São Precisarmos
Meus: Ser dois,
Respiro Contrariando
Do meu A Lei
Sussurro, Da Física,
Sussurros Por sermos
Do meu Nós Dois:
Respirar, Um.
sábado, 12 de maio de 2018
01 desmaio
Sab - 01.05.2004
O poderoso trabalha a dor
Do pequeno trabalhador,
Danificando sua vida,
Em troca da dignidade
Do vil metal lógico.
Os grandes trabalham as dores,
Desfazedores de lei,
Acham o mínimo, máximo,
Porém, os seus máximos
São sempre mínimos.
Os primeiros desmaios que se ficou
na história é o de Chicago, 1886,
De tantas operárias mortas,
Incendiadas de ideais,
Queimadas pelo capitalismo selvagem.
Os desmaios anteriores
Tinham a tutela do Estado e bênçãos
Religiosas desalmadoras de negros
E classes inferiores,
Cheios de Zumbi, Conselheiro e Gandhi.
Hoje, resta-nos apenas o grande,
Aconselhando-nos a permanecermos
Calados, sem Zumbi,
No capitalismo desumano,
Debaixo da mesma proteção e desgraça.
O poderoso trabalha a dor
Do pequeno trabalhador,
Danificando sua vida,
Em troca da dignidade
Do vil metal lógico.
Os grandes trabalham as dores,
Desfazedores de lei,
Acham o mínimo, máximo,
Porém, os seus máximos
São sempre mínimos.
Os primeiros desmaios que se ficou
na história é o de Chicago, 1886,
De tantas operárias mortas,
Incendiadas de ideais,
Queimadas pelo capitalismo selvagem.
Os desmaios anteriores
Tinham a tutela do Estado e bênçãos
Religiosas desalmadoras de negros
E classes inferiores,
Cheios de Zumbi, Conselheiro e Gandhi.
Hoje, resta-nos apenas o grande,
Aconselhando-nos a permanecermos
Calados, sem Zumbi,
No capitalismo desumano,
Debaixo da mesma proteção e desgraça.
domingo, 6 de maio de 2018
Esquecimento congelante
Sab - 03.03.2018 - 11 h 41 m
Rua! Aguardando
Nua! O dia,
Noite! Que talvez,
Sem Talvez
Lua! Não chegará.
Na E quando
Metamorfose Chega o dia
De Tudo volta
Todos, Ao seu normal,
Vivendo Na
Cada Anomalia
Um De mais uma
Seu Noite
Medo. Fria.
No asfalto No
Cru, Esquecimento,
Sem Congelante,
Se De menos
Entre Um
Olhar. Dia.
Rua! Aguardando
Nua! O dia,
Noite! Que talvez,
Sem Talvez
Lua! Não chegará.
Na E quando
Metamorfose Chega o dia
De Tudo volta
Todos, Ao seu normal,
Vivendo Na
Cada Anomalia
Um De mais uma
Seu Noite
Medo. Fria.
No asfalto No
Cru, Esquecimento,
Sem Congelante,
Se De menos
Entre Um
Olhar. Dia.
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