Ter - 30.07.2002
Que bom sabermos Resta-nos
Que somos partículas A dor e
Tuas, A tristeza,
Antes e agora, Depois de ti.
mais do que nunca, Mas,
Dentro de nós, somente. Tu
Livre estás guerreiro Mostraste-
Guerreiro, Nos:
Sem sofrimento, O
E para sempre Deus
Transeunte em nosso Que
Pensamento, Te
Fazendo morada em nós, Faz
A todo instante. Forte,
Ensinando-nos a sorrir, Acima
Sem reclamo e sem dor, De
Quando mal cabia o choro, Tudo,
Como lamento. Lidando,
Reanimado pelo No mar
Teu Deus, Turbulento
Encantando-nos Da vida,
Com tua fibra Como se nas
De Águas serenas
Guerreiro E tranquilas
Valente. Tu estivesses.
Guerreiro! Induzido por
Guerreiro! Teu Deus
Urgem Que te cura,
As Cacimbas, Não te
Em vão, Permitindo
Em teu O canto
Orfanato Das
Infinito, Lamentações
Restando Em momento
A dor Algum,
E o canto aflito, Sequer.
Refletido somente Ontem!
Pelo O Eterno, Nosso
Em riso e esperança, Deus
Intrínseco lema Se
Próprio de ti, Auto
Reservando às Presenteou,
Cacimbas Enchendo-
O consolo: Nos
És tu guerreiro De
O nosso Guerreiro Saudades
Da paz. Tuas
sexta-feira, 28 de abril de 2017
terça-feira, 25 de abril de 2017
Identidade humana
Seg - 17.12.2004 - 14 h 16 m
Tua serenidade Pintando
Era a paz Tua identidade
Que Humana
Necessitávamos. De cada cor.
Tua Bondade Ao longo
Um exercício De toda
Para as nossas Tua
Atitudes. Existência.
Tua humildade Tornando-nos
Morada certa Hoje,
Da Saudades
Simplicidade. Infinitas tuas.
Fazendo Vivendo com
Da vida Nosso Deus,
Uma lição A alegria do teu
De amor. 14.12.2004.
Tua serenidade Pintando
Era a paz Tua identidade
Que Humana
Necessitávamos. De cada cor.
Tua Bondade Ao longo
Um exercício De toda
Para as nossas Tua
Atitudes. Existência.
Tua humildade Tornando-nos
Morada certa Hoje,
Da Saudades
Simplicidade. Infinitas tuas.
Fazendo Vivendo com
Da vida Nosso Deus,
Uma lição A alegria do teu
De amor. 14.12.2004.
sábado, 22 de abril de 2017
Porto seguro
Sex - 19.05.2007
Porto Seguro Benção de Deus
A abrigar Lhe concedida
De todos. Em vida,
Pequena casa, Representada
Grande Coração, Por sua
Espaço não faltava Bondade
A quem a procurasse. Infinita,
Sua ternura, Estendida a todos,
Chave de sua porta, Sem idade,
Aberta sempre estava, Desde
No entra e sai Sua mocidade,
De quem lá chegasse. Revelado por
Na suavidade de sua Sua candura,
Mão amiga. Fotografada por nós.
Porto Seguro Benção de Deus
A abrigar Lhe concedida
De todos. Em vida,
Pequena casa, Representada
Grande Coração, Por sua
Espaço não faltava Bondade
A quem a procurasse. Infinita,
Sua ternura, Estendida a todos,
Chave de sua porta, Sem idade,
Aberta sempre estava, Desde
No entra e sai Sua mocidade,
De quem lá chegasse. Revelado por
Na suavidade de sua Sua candura,
Mão amiga. Fotografada por nós.
sábado, 15 de abril de 2017
Retrato falado
Sex - 14.06.1993
Quem esquecerá?
Desse pai-marido coruja,
Neto-genro de vó,
Que com seus carões
Brigava com seus
Filhos, só, para
Carinhosamente,
Imediato dizer sim.
Quem não lembrará?
De suas prosas mnuciosas,
Cheias de lá vai, lá vem,
Repletas de movimentos,
Contadas com sentimentos,
Prendendo-nos a respiração,
Pra não perdemos uma vírgula
De suas emoções.
Quem não recordará?
Do homem rapaz faceiro,
Em suas eternas
Mãos nos bolsos,
Aos sons constantes
De arrastos de chinelos
E doces assobios melódicos,
Do Guerreiro guerreiro da paz.
É impossível nossas
Lembranças existirem
Sem esses e outros
Momentoos que te
Fizeram único,
Em nossas vidas.
Obrigado Deus,
Por sermos você.
Quem esquecerá?
Desse pai-marido coruja,
Neto-genro de vó,
Que com seus carões
Brigava com seus
Filhos, só, para
Carinhosamente,
Imediato dizer sim.
Quem não lembrará?
De suas prosas mnuciosas,
Cheias de lá vai, lá vem,
Repletas de movimentos,
Contadas com sentimentos,
Prendendo-nos a respiração,
Pra não perdemos uma vírgula
De suas emoções.
Quem não recordará?
Do homem rapaz faceiro,
Em suas eternas
Mãos nos bolsos,
Aos sons constantes
De arrastos de chinelos
E doces assobios melódicos,
Do Guerreiro guerreiro da paz.
É impossível nossas
Lembranças existirem
Sem esses e outros
Momentoos que te
Fizeram único,
Em nossas vidas.
Obrigado Deus,
Por sermos você.
quinta-feira, 13 de abril de 2017
01 de março de 1995
Qua - 01.031995
Às dez horas Sem você:
De primeiro Sua casa
De março Perdeu
De 1995, O lado
Mais um pouco Feminino
De nós se ia, Da vida.
Fazendo-nos Seus cinco
Todos seus cinco, Ficaram sem
Tornando-nos ilhas, A bendita
Ao perdermos o Entre
Essencial do nosso Seus
Istmo, Homens,
Permanecendo E nós, sem
Mudo o 281.1808 Seu jeito
Que sempre Misterioso-
Primeiro Vaidodoso-simples
Ligávamos, Vestido de
Onde faceira Humanismo, que
E cheia de Nos será, sempre,
Encanto, Lições aprendidas,
Nos atendia, No espelho de
Prontamente. Nossas vidas.
Às dez horas Sem você:
De primeiro Sua casa
De março Perdeu
De 1995, O lado
Mais um pouco Feminino
De nós se ia, Da vida.
Fazendo-nos Seus cinco
Todos seus cinco, Ficaram sem
Tornando-nos ilhas, A bendita
Ao perdermos o Entre
Essencial do nosso Seus
Istmo, Homens,
Permanecendo E nós, sem
Mudo o 281.1808 Seu jeito
Que sempre Misterioso-
Primeiro Vaidodoso-simples
Ligávamos, Vestido de
Onde faceira Humanismo, que
E cheia de Nos será, sempre,
Encanto, Lições aprendidas,
Nos atendia, No espelho de
Prontamente. Nossas vidas.
quarta-feira, 12 de abril de 2017
14 de junho de 1994
Sab - 06.04.2017- 20 h 23m
Naquela silenciosa Enchendo-nos
Noite, Todos de
O telefone tocou, Saudades
Eram as mnhas Suas,
Duas irmãs, No
Depois de muitas conversas, Auge
Dizendo-me que você Dos seus
Não mais existia. 40 anos.
O frio tomou conta Na esperança
Do meu corpo, De nos
E todo meu ser, Encontrarmos
Como febril estivesse, Em 28
Só sabia tremer, De junho,
Tremer, Quando nos vimos, em
Incontrolavelmente. 17 de abril.
Na manhã seguinte, Porém,
Inerte você chegava, Permitiu
Tão diferente estava, Deus que
Que minha mãe, Você voltasse,
Aliviada, 14 dias antes,
Disse-me: Só para enfeitar
Não é ela não! O seu céu
É sim, Com a rosa
Minha mãe! Chamada você.
Mas uma vez, Deixando o
Em tristeza, Nosso jardim com
Nos fizemos: As lembranças
A nossa pequena Do seu
De cabelo de índia, Vinte e sete
Cedo, demais, De janeiro,
Deixara Para sempre,
O seu três No memorial da
Pequeninos, Nossa Existência.
Naquela silenciosa Enchendo-nos
Noite, Todos de
O telefone tocou, Saudades
Eram as mnhas Suas,
Duas irmãs, No
Depois de muitas conversas, Auge
Dizendo-me que você Dos seus
Não mais existia. 40 anos.
O frio tomou conta Na esperança
Do meu corpo, De nos
E todo meu ser, Encontrarmos
Como febril estivesse, Em 28
Só sabia tremer, De junho,
Tremer, Quando nos vimos, em
Incontrolavelmente. 17 de abril.
Na manhã seguinte, Porém,
Inerte você chegava, Permitiu
Tão diferente estava, Deus que
Que minha mãe, Você voltasse,
Aliviada, 14 dias antes,
Disse-me: Só para enfeitar
Não é ela não! O seu céu
É sim, Com a rosa
Minha mãe! Chamada você.
Mas uma vez, Deixando o
Em tristeza, Nosso jardim com
Nos fizemos: As lembranças
A nossa pequena Do seu
De cabelo de índia, Vinte e sete
Cedo, demais, De janeiro,
Deixara Para sempre,
O seu três No memorial da
Pequeninos, Nossa Existência.
quinta-feira, 6 de abril de 2017
30 de março
Sab - 31.12.88 - 19 h 37
Mano!
Vinte anos nos separam,
Entretanto, poucos dias,
Que não foram dois meses,
Uniram-nos, por toda uma eternidade.
Quando aqui vieste, pela primeira vez,
Trouxeste-me um presente,
Quando vieste em oitenta e sete,
Nada me trazendo, deixaste-me
Tua presença.
Relembro-me, como se agora.
Era quase 13 horas, entramos
No Ouro Verde, para mais uma
Despedida, quando nos disseste:
Este pequeno é demais!
Demais, és tu mano, que mesmo
Diante da morte, sorrias para vida,
No sempre nos dizer que está
Tudo bem, confortando-nos, com
Tamanha convicção, que nos
Fizera sonhar, em oitenta e nove,
Passarmos juntos, teus 52 anos,
Que somente três meses nos
Separavam.
Foi-se o oitenta e oito, contudo.
Não passaste das 22 h e 30 m do
Seu trinta de dezemebro de 1988,
Fazendo-nos mergulhar em tristezas
Profundas.
Porém o teu amor, tua simplicidade
Tua bondade e tudo mais que faz
O Primeiro Galho de nossa
Árvore Genealógica,
Fará de um mero oitenta e oito
Ternas e dóceis recordações vivas
De oitenta e seis e oitenta e sete,
Quando juntos vivemos toda uma
Geração.
Por isso Mano!
Trinta de dezembro
Inexiste.
Tu vives e eternamente
Viverás nas lembranças
De minhas saudades.
Mano!
Vinte anos nos separam,
Entretanto, poucos dias,
Que não foram dois meses,
Uniram-nos, por toda uma eternidade.
Quando aqui vieste, pela primeira vez,
Trouxeste-me um presente,
Quando vieste em oitenta e sete,
Nada me trazendo, deixaste-me
Tua presença.
Relembro-me, como se agora.
Era quase 13 horas, entramos
No Ouro Verde, para mais uma
Despedida, quando nos disseste:
Este pequeno é demais!
Demais, és tu mano, que mesmo
Diante da morte, sorrias para vida,
No sempre nos dizer que está
Tudo bem, confortando-nos, com
Tamanha convicção, que nos
Fizera sonhar, em oitenta e nove,
Passarmos juntos, teus 52 anos,
Que somente três meses nos
Separavam.
Foi-se o oitenta e oito, contudo.
Não passaste das 22 h e 30 m do
Seu trinta de dezemebro de 1988,
Fazendo-nos mergulhar em tristezas
Profundas.
Porém o teu amor, tua simplicidade
Tua bondade e tudo mais que faz
O Primeiro Galho de nossa
Árvore Genealógica,
Fará de um mero oitenta e oito
Ternas e dóceis recordações vivas
De oitenta e seis e oitenta e sete,
Quando juntos vivemos toda uma
Geração.
Por isso Mano!
Trinta de dezembro
Inexiste.
Tu vives e eternamente
Viverás nas lembranças
De minhas saudades.
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