Seg - 03.12.2018 - 07 h 07 m
Meninos e menina
Da minha infância,
Enfeitando a
Minha juventude,
Guardados com
Muito carinho,
Fazendo parte,
Até hoje,
Da adolescência
Vivida, na 61,
De sua murada
Frontal, de 1 m e 20
cm
Talvez, sem prender
Nossas travessuras.
A menina do quarteto
em lá,
Era o carinho de
todos,
Em sua fofura
medidas
De gentileza e amor,
Graciosidade que o
Tempo não a tirou: A
Mesma menina de ontem.
Já os três, que diga
Eu e os outros:
Enredos
De vizinhos se
fizeram,
Na contígua casa ao
lado
E/ou no casarão dos
meus
Pais, havendo muitos
Carinhos,
Sem lhes faltarem
seus carões,
Na construção dos
seus
Enredos,
reclamantes,
Vivenciados por mim
O seu irmão, mais
velho,
Nos momentos do
Meu tempo, sem
idade,
Desse grupo em si, em mi(m).
segunda-feira, 28 de agosto de 2023
terça-feira, 22 de agosto de 2023
Tudo de novo
Dom - 01.09.2019 - 18 h 26 m
Todas às vezes
Que a casa eu retorno,
Tenho a certeza de
Nos encontramos,
Mas no teu quarto
Eu só vejo
Saudades tuas,
Em minhas lembranças.
Ao invés
De um quarto vazio,
São agora três,
Transportando-me a
1999, o primeiro momento
Que eu fiquei SEM MIM,
Nesta Fortaleza inexistente.
Depois, veio o 09 DE
AGOSTO DE 2014
Quando nós três
Ficamos sem ti,
Na espera ansiosa
De junho
De 2016.
Com pouco tempo
De nós três,
Com finais de semanas
De nós quatro,
Chega o instante dos SONHOS
De Naimego: 03.09.2016,
Transformando-nos em saudades,
Ficando seu quarto, sem ela.
Agora vem Primeiro de
Setembro de 2019,
Dando asas aos teus ideais
E nós, Ademado,
saudosos de ti,
Esperando tua chegada,
Voamos junto contigo.
Novamente, o tempo
Nos faz um,
Em quatro
Separados,
Nos tornando
Momentos casuais,
Desta saudade voraz,
Permanecendo
A casa que
Eu amo tanto,
Sem encantos
Até os próximos
Encontros
De nós quatro.
Saudade!
Saudade!
Saudade!
Saudade!
É o que seremos,
Até sermos
Um de novo.
terça-feira, 15 de agosto de 2023
Vem, tu!
Dom - 05.12.2021 - 06 h 50 m
Muito além de cada olhar
Vem tu,
Vento, sacudindo o
Tem pó do tempo, varrendo
Universo, que uni… ver..
Só…
...Poesias das
Tuas poeiras que
Eu escrevo, nas páginas atemporais
Tuas, rabiscos dos teus
Sussurros,
Que o
Tem pó meu,
Agora, marcadores poéticos, nas
Partituras tuas, versos me
São.
domingo, 13 de agosto de 2023
Sem amos
Qui - 28.03.2019 - 08 h 40 m
Rua
Lua
Tua
Minha:
Suaeu
Sua
Você,
Nos
Sóis
Do
Nosso
Amor:
Sem lençóis,
Somosnos.
Rua
Lua
Tua
Minha:
Suaeu
Sua
Você,
Nos
Sóis
Do
Nosso
Amor:
Sem lençóis,
Somosnos.
sábado, 12 de agosto de 2023
Seu lugar
Sex - 30.11.2018 - 07 h 37 m
Sim, senhor!
Não, senhor!
Que mal há nisso?
Depende da ordem
Dita, contextualizada,
Se bendita, sim senhor,
Se maldita, não senhor.
Para não se tornar tapete,
Nem muito menos capachos,
Das ordens bem ditas e/ou
Mal ditas, sem sair do lugar,
Ingerindo-as, sem as questionar,
Para manter, às vezes, uma
Aparente desordem,
No caos do progresso,
Sem regresso,
Por ganharem ingressos,
Sem importarem com
As peças dos vitupérios
Da vida, no seu palco, sem
theatro, com aplausos seus.
Assim é, foi e será, quando se
Imponhe nova ordem no mundo,
Gerando Sacrifício humano,
Carnificina desumana, que a
História até hoje testemunha
Na escalada descalabro do poder,
Sem pudor, desses vorazes tirânicos.
Sim, senhor!
Não, senhor!
Que mal há nisso?
Depende da ordem
Dita, contextualizada,
Se bendita, sim senhor,
Se maldita, não senhor.
Para não se tornar tapete,
Nem muito menos capachos,
Das ordens bem ditas e/ou
Mal ditas, sem sair do lugar,
Ingerindo-as, sem as questionar,
Para manter, às vezes, uma
Aparente desordem,
No caos do progresso,
Sem regresso,
Por ganharem ingressos,
Sem importarem com
As peças dos vitupérios
Da vida, no seu palco, sem
theatro, com aplausos seus.
Assim é, foi e será, quando se
Imponhe nova ordem no mundo,
Gerando Sacrifício humano,
Carnificina desumana, que a
História até hoje testemunha
Na escalada descalabro do poder,
Sem pudor, desses vorazes tirânicos.
domingo, 6 de agosto de 2023
PreSente
Qui - 07.09.2017 - 09 h 15 m
O presente é dádiva,
Em que o ente se sente,
No pré e no depois, sempre.
Até que o passado,
Passa assado,
Sendo tu Ado ou não,
Transformando tu e os outros,
No futuro do pó,
Se disso não passares.
Mesmo assim!
Continuas na exaltação,
Sem te preocupares
Com tua última exalação,
Quando os vermes
Te fizerem companhia.
Só por que
Embaralhaste
O teu presente,
Te fazendo amante
Do teu ENTE nacisista,
Te tornando PreAuSente,
Sendo poeira,
simplesmente.
O presente é dádiva,
Em que o ente se sente,
No pré e no depois, sempre.
Até que o passado,
Passa assado,
Sendo tu Ado ou não,
Transformando tu e os outros,
No futuro do pó,
Se disso não passares.
Mesmo assim!
Continuas na exaltação,
Sem te preocupares
Com tua última exalação,
Quando os vermes
Te fizerem companhia.
Só por que
Embaralhaste
O teu presente,
Te fazendo amante
Do teu ENTE nacisista,
Te tornando PreAuSente,
Sendo poeira,
simplesmente.
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