quarta-feira, 24 de agosto de 2022

Oceanamar

 Qua - 24.08.2022 - 11 h 45 m

Cálice(s) da sensatez


Você foi o rio em minha vida, que

    Logo, no imenso lindo mar de 

          Rosa se transformara,   

             Banhando-me, no

       Seu oceanamar, sem eu

             Me esquecer dos

     Afluentes do seu rio, jamais. 


Em mergulhar tranquilo da

        Serenidade dos seus

             Lagos e lagoas,

                Acariciados

        Pelos toques suaves,

                Constantes

           De suas chuvas.

sexta-feira, 19 de agosto de 2022

Vestindo meus eus

 Qui - 17.08.2022 - 11 h 05 m


Se eu quiser falar com Deus,

Com que roupas vestirei [m(EUS)]?

De Adão? Eva? Com maçãs dos seus,

Sem maçã dos meus …


Que filhos de AdEva eu serei?

Em que arca navegarei?

Em que terra prometida chegarei?

Em que sarça permanecerei?


Em que cajado me sustentarei?

Que patriarca, profeta, juiz, rei viverei?

Em que discípulo, apóstolo estarei?

Em nome de quem falarei?


Quaisquer dessas personagens,

Ou vestido de minha Imagem,

Ele de maneira alguma não me ouvirá…

Se com o próximo eu não Caminhar…

segunda-feira, 15 de agosto de 2022

Amar é elo

 Seg - 13.09.2021 - 6 h 59 m

AdemirÁvel versejar


O

Amar é

Elo que faz 

O nosso setembro verde,

Por semos você, sempre, em

Nos fazer de seu tempo templos

De nós, aqui e por aonde andarmos.


Juntos seremos o um, um seremos o

Você, que amamos ser todo sempre

Com seus sóis iluminando nossas

Manhãs tardes noites, por

PRESENTE VIVO DE

DEUS nos

SER.

sábado, 13 de agosto de 2022

Simplesmente PAI

 Ter - 09.08.2022 - 14 h 17 m

Cálice(s) da sensatez 


Nem o homem de aço me

   Protege tanta quanto os

      Teus fortes abraços;

           Nem na liga da

       Justiça há fortaleza

           Que num único 

       Braço teu sempre têm:


Tão Somente por trazeres

    Tu, sempre dentro de  

      Ti o Super-humano 

              Chamado

      PAI, nas aventuras 

              Dos filhos 

      Todos os teus dias.

sexta-feira, 12 de agosto de 2022

Árvore

 Ter - 20.09.2921 - 17 h 57 m

AdemirÁvel versejar


Árvore

Que, com

A tua sombra,

Nos faz repousar, da 

Fadiga da labuta do suor

Do nosso cada dia, sem dar 

Para ti tempo, para os teus brotos, 


Em novas copas, um a um, muitos

Ninhos com as aves e pássaros 

Esperando voar, se o bendito

Agro te deixar floresta,

Esquecendo que sem

Ti, nicles

Haverá.


Árvore,

Que amada,

Não seria queimada,

Pela ganância da selva

Do capital. Árvore! Celeiro de

Poucos, fome de muitos, na mata,

Sem mata da serra faminta de lucro,


Da natureza morta, sem mais se ver

Bela flora, dizimando a nossa fauna

Te explorando, ainda, no Paraíso,

Quando, somente, três eram:  

Árvore! Que amada:

Queimada nunca 

Seria.

sábado, 6 de agosto de 2022

Flash da minha infância

 Seg - 14.06.2021 - 08 h 45 m

AdemirÁvel versejar


Côco,

Torém, Maracatu

Maneiro pau, Caninha

Verde: São Cabaçais do

Carirí, nas Danças de São

Gonçalo a esperar Bumba-meu-boi:

Que faceiro a saltar nos vem dançar


Na minha Morada Nova, até hoje no

Meu ser infantil gravado: Na frente 

Vejo Lino, com Bumba-meu-

Boi, enfeitando rua de 

Gente, com tarrafas

Culturais suas

Pescando .


Sem

Este ilustre

Inquilino as festas 

De ruas nossas desérticas

E nuas ficaram esperando outro 

Dom Lino, que não mais apareceu 

Ficando o seu bumba-meu-boi órfão  


Mesmo, assim esse seu boi bumba a

Encantar todas as idades está, ao 

Passar pelas linha do tempo

De ti Morada Novo,

Com o saudoso

Bloco do

Lino .