Qua - 01.11.2017 - 07 h 41 m
O canibalismo selvagem capitalista,
Moendo o caro com suas moedas,
Sem faces, a serviço de suas coroas,
Continua boicotando o mundo,
Com dó lá e cá, cotado,
Com marcos dos seus domínios,
Separando Maria de Ana,
Com preço irreal fixado.
Inundando seu Vale de lama,
Tornando amarelo, o que ante
Era verde, deixando sua depressão
Entre montes, sem doce,
Destruindo sonhos e esperança.
No passado, sem criança,
Restando apenas lembranças,
De sua linda Mariana,
Nas suas marias e anas,
No seu peso real desvalorizado.
Na natureza morta
Do espelho narcisista,
Do seu ter que capita lista,
Captado por seu poder extremista.