Dom - 24.12.2017 - 06 h 28 m
Quando A sociedade
A te ENCOLHE,
Família Tirando
Perder tua identidade;
Suas O estado
Duas te RECOLHE
Notas te deixando
Musicais, Sem cidadania,
E o seu Restando-te,
Hábito Tão somente
De leitura. A rua.
Quando Essa!:
O Primeiro!:
Doce te ACOLHE
Entre Depois!:
Seu te ENGOLE:
Lar, te DEIXANDO
Não Sem dignidade:
Se Pra te PROVOcar
Encontrar Do jeito que
Mais Bem quiser, só
Lá: pra te PROVAR.
A família Mostrando a
Se fez Você: Família!
Pessoas, Que a RUA
Na casa, Do seu filho
Sem lar, É a sua porta
Com sua De entrada:
Porta, Porta FECHADA
Sem RUA ABERTA:
Tua f i l h o perdido.
Chave: EU, RUA , lhe
Ficaste Agradeço, por
Sem te ter, no meu
Sobrenome. Endereço.
quinta-feira, 28 de dezembro de 2017
sexta-feira, 22 de dezembro de 2017
Hoje, Nasceu o Salvador
Qua - 19.12.2001
O mais luxuoso palácio,
Tornou-se pequeno
Para nascer O Salvador,
Por isso quis Deus
O melhor lugar:
A simplicidade da manjedoura.
O mais puro linho
Fez-se grosseiro
Para envolver O MENINO DEUS,
Portanto quis O SENHOR
O mero pano:
Tecido de mais puro amor.
Os mais complexos príncipes e mestres
Não ouviram a sinfonia angelical
"Hoje, nasceu O Salvador",
Porém ao homem pastor,
Fez O ONIPOTENTE entendê-lo:
"O MISTÉRIO DO VERBO SE
FEZ CARNE..."
A MANJEDOURA,
Que só os animais abrigam;
O PANO,
Que se passa no chão e depois se
Joga Fora;
O HOMEM PASTOR,
Que os fariseus Nicodemos pisam;
São as pedras angulares
Que os construtores rejeitaram.
O mais luxuoso palácio,
Tornou-se pequeno
Para nascer O Salvador,
Por isso quis Deus
O melhor lugar:
A simplicidade da manjedoura.
O mais puro linho
Fez-se grosseiro
Para envolver O MENINO DEUS,
Portanto quis O SENHOR
O mero pano:
Tecido de mais puro amor.
Os mais complexos príncipes e mestres
Não ouviram a sinfonia angelical
"Hoje, nasceu O Salvador",
Porém ao homem pastor,
Fez O ONIPOTENTE entendê-lo:
"O MISTÉRIO DO VERBO SE
FEZ CARNE..."
A MANJEDOURA,
Que só os animais abrigam;
O PANO,
Que se passa no chão e depois se
Joga Fora;
O HOMEM PASTOR,
Que os fariseus Nicodemos pisam;
São as pedras angulares
Que os construtores rejeitaram.
sexta-feira, 15 de dezembro de 2017
Pele, sem tecido
Dom - 10 .12.2017 - 07 h 06 m
Na Isolando-me
Solidão Do
Do dia, Chão,
Tenho Com
A rua Minha
Me Cama
Fazendo De
Companhia, Papelão,
Na sombra Eu
Do intervalo Me
Da explosão Deito:
Do seu sol, Isso
Por me Quando
Quereres Eles
Só. Me deixam.
E Mais um dia
Perambulando, Se foi,
Assim, eu E famoso
Me vou, Me torno,
Junto com No Reality
A tarde Sem tele visão,
Que se foi, Em um a menos
Sem ter Na estatística
Sido nada. Desumana:
Mais um vez, Sem flores,
Esquecido, Sem choro,
Na minha pele, Sem vela:
Sem Um corpo
Tecido. Jogado numa vala.
Na Sou papelão
Frieza Para outro
Da Se esticar,
Noite, No papelão
Entre Que cabe
Marquises A cada um,
Ou Na vida morta,
Céus Sem plateias,
Abertos, Na cidade com
Coberto Seus pesadelos,
De Sem me permitirem
Medo, Mais sonhar,
Eu Na minha pele, sem
Me Ter sido, na rua, sem
Enrolo: Destino, a vagabundear.
Na Isolando-me
Solidão Do
Do dia, Chão,
Tenho Com
A rua Minha
Me Cama
Fazendo De
Companhia, Papelão,
Na sombra Eu
Do intervalo Me
Da explosão Deito:
Do seu sol, Isso
Por me Quando
Quereres Eles
Só. Me deixam.
E Mais um dia
Perambulando, Se foi,
Assim, eu E famoso
Me vou, Me torno,
Junto com No Reality
A tarde Sem tele visão,
Que se foi, Em um a menos
Sem ter Na estatística
Sido nada. Desumana:
Mais um vez, Sem flores,
Esquecido, Sem choro,
Na minha pele, Sem vela:
Sem Um corpo
Tecido. Jogado numa vala.
Na Sou papelão
Frieza Para outro
Da Se esticar,
Noite, No papelão
Entre Que cabe
Marquises A cada um,
Ou Na vida morta,
Céus Sem plateias,
Abertos, Na cidade com
Coberto Seus pesadelos,
De Sem me permitirem
Medo, Mais sonhar,
Eu Na minha pele, sem
Me Ter sido, na rua, sem
Enrolo: Destino, a vagabundear.
quarta-feira, 13 de dezembro de 2017
Ainda é tempo
Qui - 13.12.1998
Que diremos ao Senhor,
Quando estivermos FACE A FACE,
E continuarmos apáticos,
Perante O CRISTO HUMANIZADO,
Porém fervorosos, ante
O JESUS SANTIFICADO,
SEGUNDO OS NOSSOS DESEJOS?
Talvez, religiosamente, diremos:
Senhor! Em teu nome não
Expulsamos demônios?
Em teu nome, não fizemos
Grandes maravilhas?
Em teu nome, não falamos linguagens
De homens e de anjos?
Tudo que dissemos
Não passou de vãs repetições e
Vagas Filosofias,
Pois bem dizia o profeta Isaías:
Este povo glorifica-me com seus lábios,
Mas seu coração anda longe de mim.
Raça de víbora, não se dê por Santos,
Por ter como pai Abraão.
Se quisermos SER FILHO DE DEUS,
Todos os dias de nossas vidas,
ABRAMOS OS NOSSOS CORAÇÕES
E SANTIFIQUEMOS O
CRISTO HUMANIZADO,
EM CADA IRMÃO QUE VEMOS.
PARA QUANDO O ÚLTIMO NATAL
DE NOSSA VIDA PASSAR,
O SENHOR NOS DIGA:
VINDE BENDITOS DO MEU PAI,
PARA O REINO QUE ESTÁ PREPARADO
POR DEUS, PARA VÓS E SEUS ANJOS,
Porque tive fome, sede;
Estive nu, doente, preso e estrangeiro
E TUA MÃO AFÁVEL, ALI, SE
FEZ PRESENTE,
Fazendo-se servo do SENHOR.
Pois o MUNDO PASSA,
Com suas concupiscências
LOUCAS E NOCIVAS,
Mas OS QUE SÃO DE DEUS
PERMANECEM PARA SEMPRE,
POR ISSO, SE QUISERMOS
SER DE DEUS,
Ainda é tempo!
Que diremos ao Senhor,
Quando estivermos FACE A FACE,
E continuarmos apáticos,
Perante O CRISTO HUMANIZADO,
Porém fervorosos, ante
O JESUS SANTIFICADO,
SEGUNDO OS NOSSOS DESEJOS?
Talvez, religiosamente, diremos:
Senhor! Em teu nome não
Expulsamos demônios?
Em teu nome, não fizemos
Grandes maravilhas?
Em teu nome, não falamos linguagens
De homens e de anjos?
Tudo que dissemos
Não passou de vãs repetições e
Vagas Filosofias,
Pois bem dizia o profeta Isaías:
Este povo glorifica-me com seus lábios,
Mas seu coração anda longe de mim.
Raça de víbora, não se dê por Santos,
Por ter como pai Abraão.
Se quisermos SER FILHO DE DEUS,
Todos os dias de nossas vidas,
ABRAMOS OS NOSSOS CORAÇÕES
E SANTIFIQUEMOS O
CRISTO HUMANIZADO,
EM CADA IRMÃO QUE VEMOS.
PARA QUANDO O ÚLTIMO NATAL
DE NOSSA VIDA PASSAR,
O SENHOR NOS DIGA:
VINDE BENDITOS DO MEU PAI,
PARA O REINO QUE ESTÁ PREPARADO
POR DEUS, PARA VÓS E SEUS ANJOS,
Porque tive fome, sede;
Estive nu, doente, preso e estrangeiro
E TUA MÃO AFÁVEL, ALI, SE
FEZ PRESENTE,
Fazendo-se servo do SENHOR.
Pois o MUNDO PASSA,
Com suas concupiscências
LOUCAS E NOCIVAS,
Mas OS QUE SÃO DE DEUS
PERMANECEM PARA SEMPRE,
POR ISSO, SE QUISERMOS
SER DE DEUS,
Ainda é tempo!
quarta-feira, 6 de dezembro de 2017
E se não houver amanhã?
Sex - 13.10.2017 - 08 h 31 m
Quantos abraços
Esperando os teus!
Quantos abraços
Esperando os meus!
Todos, ontem,
Perdidos, no amanhã,
Sem nosso hoje,
Só por termos:
Deixado de nos ver de novo,
Pra nos encontrarmos depois,
Mas o futuro nos fez outrora,
E tu ficaste sem me ver, agora.
À espera constante de mim.
De braços abertos tu estavas,
Com um largo sorriso,
Com as mãos acenando
Me pronunciaste:
Ainda bem que você veio.
Assim nos vimos mais uma vez,
Celebrando nossas vidas,
Sem esperar outro dia chegar,
Entre abraços, sem despedidas,
Assim nos vimos, mais uma vez!
Assim nos vimos!
Quantos abraços
Esperando os teus!
Quantos abraços
Esperando os meus!
Todos, ontem,
Perdidos, no amanhã,
Sem nosso hoje,
Só por termos:
Deixado de nos ver de novo,
Pra nos encontrarmos depois,
Mas o futuro nos fez outrora,
E tu ficaste sem me ver, agora.
À espera constante de mim.
De braços abertos tu estavas,
Com um largo sorriso,
Com as mãos acenando
Me pronunciaste:
Ainda bem que você veio.
Assim nos vimos mais uma vez,
Celebrando nossas vidas,
Sem esperar outro dia chegar,
Entre abraços, sem despedidas,
Assim nos vimos, mais uma vez!
Assim nos vimos!
terça-feira, 28 de novembro de 2017
Chape! Eternamente Verde
sab - 03.12.2016 - 16 h 05 m
A chape de Santa Catarina Chape!
Depois de San Lorenzo, Até teus céus
Se fez time de todos, Por ti choraste,
No Medellin do seu jogo, Misturando
Sem seu verde, Ao teu choro
Tornando a bola Sangue, suor
Estática, E fama de tua sina,
Na grandeza Na bandeira de
Dinâmica Todas as cores,
Do Atlético Hoje, marcada
(inter)Nacional, De Luto
Na sul-Americana, Deixando Condá,
Nas arenas mortais Em dor, sem
Do solo colombiano, Seus condores.
Que Vamos!Vamos! Chape!
LaMia Nós te queremos de novo,
Nos fez ser, Brilhando nos gramados
Em seu De todos os mundos,
Cierro Gordo, Seu futebol menino!
Do seu Colorindo
Novembro 28, De
Mudando nossa cor, Verde
Deixando o globo A nossa
Incolor. Paz.
A chape de Santa Catarina Chape!
Depois de San Lorenzo, Até teus céus
Se fez time de todos, Por ti choraste,
No Medellin do seu jogo, Misturando
Sem seu verde, Ao teu choro
Tornando a bola Sangue, suor
Estática, E fama de tua sina,
Na grandeza Na bandeira de
Dinâmica Todas as cores,
Do Atlético Hoje, marcada
(inter)Nacional, De Luto
Na sul-Americana, Deixando Condá,
Nas arenas mortais Em dor, sem
Do solo colombiano, Seus condores.
Que Vamos!Vamos! Chape!
LaMia Nós te queremos de novo,
Nos fez ser, Brilhando nos gramados
Em seu De todos os mundos,
Cierro Gordo, Seu futebol menino!
Do seu Colorindo
Novembro 28, De
Mudando nossa cor, Verde
Deixando o globo A nossa
Incolor. Paz.
quarta-feira, 22 de novembro de 2017
Trigésima sexta rodada
Dom -19.11.2017 - 05 h 20 m
Depois de nove invictas,
Tiveste tua arrancada,
Deixaste o décimo segundo,
Para entre os quatro ficares,
Desmanchando até a festa
Do campeão de plantão,
De colorado alvinegro.
Com 103 de idade,
Após seis anos de B,
No Castelão do Pio! Pio!
Chegaste a série A,
Ao vencer o Papão,
Batendo o recorde de público,
Sem precisar mais jogar.
Nos Um a Dois, com Ricardinho,
Dos Dois Dois a Dois,
Dos quarenta e nove de Pio,
Dos Dois a Zero do A.
Pronto, Juntos estavas lá,
Fazendo das últimas duas: Amistosos,
Sem necessitar mais ganhar.
Vestido de camisa
Doze,
O Acesso alcançaste,
E No vou! Vô!
De tua torcida,
Nunca mais serás
Só onze.
Com 63 pontos, 18 vitórias,
Empates 9, derrotas iguais,
44 gols, com 12 de saldo,
A gritos de acredito,
Está o Ceará, agora, de volta
Ao futebol da Elite.
Com defesas geniais,
Ganhando dentro e fora,
Nos teus confrontos diretos,
Com diretoria ouvindo Chamusca,
E esse escutando a torcida,
Só podia acontecer isto:
Vozão na primeira divisão.
Depois de nove invictas,
Tiveste tua arrancada,
Deixaste o décimo segundo,
Para entre os quatro ficares,
Desmanchando até a festa
Do campeão de plantão,
De colorado alvinegro.
Com 103 de idade,
Após seis anos de B,
No Castelão do Pio! Pio!
Chegaste a série A,
Ao vencer o Papão,
Batendo o recorde de público,
Sem precisar mais jogar.
Nos Um a Dois, com Ricardinho,
Dos Dois Dois a Dois,
Dos quarenta e nove de Pio,
Dos Dois a Zero do A.
Pronto, Juntos estavas lá,
Fazendo das últimas duas: Amistosos,
Sem necessitar mais ganhar.
Vestido de camisa
Doze,
O Acesso alcançaste,
E No vou! Vô!
De tua torcida,
Nunca mais serás
Só onze.
Com 63 pontos, 18 vitórias,
Empates 9, derrotas iguais,
44 gols, com 12 de saldo,
A gritos de acredito,
Está o Ceará, agora, de volta
Ao futebol da Elite.
Com defesas geniais,
Ganhando dentro e fora,
Nos teus confrontos diretos,
Com diretoria ouvindo Chamusca,
E esse escutando a torcida,
Só podia acontecer isto:
Vozão na primeira divisão.
quarta-feira, 15 de novembro de 2017
Somente nossa
Qua - 15.11.2017 - 07 h 56m
A saudade que te faz presente,
Da Parnaíba que te traz ausente,
No te fazer constante de andarilha,
Vai transformando ilha, nossos momentos,
Nos levando ao esquecimento.
Esquecimento contínuo,
Que nos transcende ao passado,
Quando te éramos, toda hora,
No todo tempo de nós,
Na menina sapeca, nossa, somente.
Nossa, que hoje te torna transeunte,
Pois o tempo te quer adulta,
Em estudo a te consumir,
Sem tempo mais nem pra ti.
E nós! Te querendo só nossa.
A saudade que te faz presente,
Da Parnaíba que te traz ausente,
No te fazer constante de andarilha,
Vai transformando ilha, nossos momentos,
Nos levando ao esquecimento.
Esquecimento contínuo,
Que nos transcende ao passado,
Quando te éramos, toda hora,
No todo tempo de nós,
Na menina sapeca, nossa, somente.
Nossa, que hoje te torna transeunte,
Pois o tempo te quer adulta,
Em estudo a te consumir,
Sem tempo mais nem pra ti.
E nós! Te querendo só nossa.
segunda-feira, 13 de novembro de 2017
Maçã
Sab - 29.08.2015 - 7 h
Dentro do meu eu
Estão muitos eus,
Unitários meus,
Seus que eu também os faço.
Jeito de cada sujeito,
Em espelho feito minha imagem,
Seres que tão bem os faço,
Unos nossos,
Sem coroas de espinhos.
Eva e Adão
Sem maçã:
Paraíso humano celeste,
Íntimos de Deus,
Talento não enterrado,
Ontem e eternamente.
Sem pecado e sem juízo,
Agora e para sempre,
No humano divino transformado,
Terra Prometida,
O dracma nunca perdido.
A culpa é de quem?
Da mulher que tu me deste!
A companheira do pecado:
O suor a recompensa.
Eu culpo a serpente!
Víbora enganadora!
A maça que eu te dei.
Sem nenhuma desculpa,
Em nudez nos encontramos,
Presos em nossa arrogância,
Enfeitados de figueira,
No nada nos achamos,
Transformando o Éden
Em dor do parto, poeira e pó.
Dentro do meu eu
Estão muitos eus,
Unitários meus,
Seus que eu também os faço.
Jeito de cada sujeito,
Em espelho feito minha imagem,
Seres que tão bem os faço,
Unos nossos,
Sem coroas de espinhos.
Eva e Adão
Sem maçã:
Paraíso humano celeste,
Íntimos de Deus,
Talento não enterrado,
Ontem e eternamente.
Sem pecado e sem juízo,
Agora e para sempre,
No humano divino transformado,
Terra Prometida,
O dracma nunca perdido.
A culpa é de quem?
Da mulher que tu me deste!
A companheira do pecado:
O suor a recompensa.
Eu culpo a serpente!
Víbora enganadora!
A maça que eu te dei.
Sem nenhuma desculpa,
Em nudez nos encontramos,
Presos em nossa arrogância,
Enfeitados de figueira,
No nada nos achamos,
Transformando o Éden
Em dor do parto, poeira e pó.
domingo, 12 de novembro de 2017
Subjeto
Sex - 18.11.2015 - 09 h 23 m
Uma coisa sou eu ficar
Acima do conflito com você.
Outra, é você me colocar
No seu campo de concentração.
Na primeira, eu sou sujeito
Do seu ponto final,
E nunca me darei mal,
Por ser dono de minhas ações
Na segunda,um mero objeto
De suas reticências...
Por perder a consciência
De minha existência.
Uma coisa sou eu ficar
Acima do conflito com você.
Outra, é você me colocar
No seu campo de concentração.
Na primeira, eu sou sujeito
Do seu ponto final,
E nunca me darei mal,
Por ser dono de minhas ações
Na segunda,um mero objeto
De suas reticências...
Por perder a consciência
De minha existência.
segunda-feira, 6 de novembro de 2017
O quarto poder
Dom - 29.10.2017 - 09 h 31 m
Povo, sem memória,
É gente sem história,
Permitindo que os agentes
Agendem suas estórias.
Povo, sem lembrança,
É esquecimento político,
É tudo que eles mais querem,
Pros seus enriquecimentos ilícitos.
Povo, sem questionamento,
É resposta de parlamento, no:
Sim senhor de todos os seus momentos,
É multidão, sem tratamentos.
Governo, sem povo, é pavor:
São brindes de oito e quatro tempo,
Que de dois em e dois anos,
Faz sangrar a nação, o fazendo eleições.
Povo, que sabe o que quer,
É governo com historia,
Com os três, sem estórias,
Agendados em suas memórias,
sem voto vencido ser.
Povo, sem memória,
É gente sem história,
Permitindo que os agentes
Agendem suas estórias.
Povo, sem lembrança,
É esquecimento político,
É tudo que eles mais querem,
Pros seus enriquecimentos ilícitos.
Povo, sem questionamento,
É resposta de parlamento, no:
Sim senhor de todos os seus momentos,
É multidão, sem tratamentos.
Governo, sem povo, é pavor:
São brindes de oito e quatro tempo,
Que de dois em e dois anos,
Faz sangrar a nação, o fazendo eleições.
Povo, que sabe o que quer,
É governo com historia,
Com os três, sem estórias,
Agendados em suas memórias,
sem voto vencido ser.
sábado, 28 de outubro de 2017
Construindo o Abstrato
Qua - 25.10.2017 - 08 h 24 m
Ir além do seu concreto,
É construir abstrato,
Sem abismo e sem ilha,
No mundo do seu eu:
É entender que somos estrelas,
Não interessando a grandeza,
Que juntas as demais,
Somos constelações.
É sermos grande, que nem mar,
Por ínfimo ser,
Aceitando todas as águas,
Sem perguntar donde vem,
Construindo o abstrato,
Nos concretos existenciais,
Vendo os territórios,
Sem perceber os seus mapas,
Indo muito além do que se ver.
Pois o que se ver,
Se está aquém do que se é,
E olhar algum o enxergará.
Ir além do seu concreto,
É construir abstrato,
Sem abismo e sem ilha,
No mundo do seu eu:
É entender que somos estrelas,
Não interessando a grandeza,
Que juntas as demais,
Somos constelações.
É sermos grande, que nem mar,
Por ínfimo ser,
Aceitando todas as águas,
Sem perguntar donde vem,
Construindo o abstrato,
Nos concretos existenciais,
Vendo os territórios,
Sem perceber os seus mapas,
Indo muito além do que se ver.
Pois o que se ver,
Se está aquém do que se é,
E olhar algum o enxergará.
domingo, 22 de outubro de 2017
Tempo de voce
Dom - 22.10.2017 - 04 h 34 m
Viajando no hoje,
Fiz uma parada
No meu tempo,
E no meio a ele,
Vi você, fazendo dele,
O meu agora.
Agora de todas as estações,
Estações que não param,
Nos meus dias de você.
Você que o meu ser é,
O é do meu viver,
Do meu viver de você.
Onde vejo o meu rosto,
Refletindo você,
As imagens minhas,
No espelho,
Sem tempo,
No tempo de você.
Viajando no hoje,
Fiz uma parada
No meu tempo,
E no meio a ele,
Vi você, fazendo dele,
O meu agora.
Agora de todas as estações,
Estações que não param,
Nos meus dias de você.
Você que o meu ser é,
O é do meu viver,
Do meu viver de você.
Onde vejo o meu rosto,
Refletindo você,
As imagens minhas,
No espelho,
Sem tempo,
No tempo de você.
domingo, 15 de outubro de 2017
Matemática humana
Sex - 01.09.2017 - 08 h 36 m
Como posso minimizar
Pois na generosidade chamada VOCÊ
Lhe pertencemos: No contido de si,
Nas somas, sem subtração,
Das multiplicações, sem divisão.
E nas soluções dos nossos dias,
Sem equações Problemáticas,
Vamos nos fazendo:
Matemáticos de sua Matemática,
No axioma do seu português,
Transcendental: Sem sermos diferentes:
Nos encontramos.
Como posso minimizar
Uma mulher? Se nela,
O Máximo da vida,
Se fez pequeno.
Como não a ser?
Principalmente nas noites
Dos meus medos,
No ninar pra eu dormir.
Por que não a fazer maior?
Se somos cumplicidades delas,
Nas chamas ardentes
De suas paixões.
E como a teremos?
Se ela é própria de si mesma,
Sem possessivo de ninguém
Em nossas filhas, e, filhos.
Logo: O mundo é Feminino,
Se fez pequeno.
Como não a ser?
Principalmente nas noites
Dos meus medos,
No ninar pra eu dormir.
Por que não a fazer maior?
Se somos cumplicidades delas,
Nas chamas ardentes
De suas paixões.
E como a teremos?
Se ela é própria de si mesma,
Sem possessivo de ninguém
Em nossas filhas, e, filhos.
Logo: O mundo é Feminino,
E até o universo se rende ao seu encanto.
Mesmo diante da força Bruta,
Pois na generosidade chamada VOCÊ
Lhe pertencemos: No contido de si,
Nas somas, sem subtração,
Das multiplicações, sem divisão.
E nas soluções dos nossos dias,
Sem equações Problemáticas,
Vamos nos fazendo:
Matemáticos de sua Matemática,
No axioma do seu português,
Transcendental: Sem sermos diferentes:
Nos encontramos.
sexta-feira, 13 de outubro de 2017
Das treze às doze: Com você
Qua - 11.10.2017 - 12 h 24 m
Às treze, com você,
Às doze estamos,
No 22 nos encontrando,
No 15 nos achando,
Nos seis de nossas manhãs,
Nos 25 do agora é,
No desejo indelével
Do nosso amor, abstrato,
Quando, concreto, somos,
Das Treze às doze,
Outra vez,
Sempre.
Sempre.
quinta-feira, 12 de outubro de 2017
Berço: Braços e abraços
Seg - 15.05.2017 - 22 h 07 m
Enquanto Enquanto
Houver Houver
Braços maternos Mãos
Para te mimarem Estendidas,
E abraços paternos De braços
Pra te aconchegarem, Abertos
Teu berço, Pra te
Sem idade, Abraçarem,
Nunca ficará Em nosso berço,
Vazio. Tu, lá, hás de estar.
Enquanto Enquanto
houver Houver
Uma canção Mãe amorosa
De ninar, E pai carinhoso,
Nossa voz, Os filhos serão
Unida, Escola no
Te cantará, Berço: Braços
Entre braços E abraços dos
E abraços, Seus braços a
Em teu berço. Nos envolverem.
Enquanto Enquanto
Houver Houver
Braços maternos Mãos
Para te mimarem Estendidas,
E abraços paternos De braços
Pra te aconchegarem, Abertos
Teu berço, Pra te
Sem idade, Abraçarem,
Nunca ficará Em nosso berço,
Vazio. Tu, lá, hás de estar.
Enquanto Enquanto
houver Houver
Uma canção Mãe amorosa
De ninar, E pai carinhoso,
Nossa voz, Os filhos serão
Unida, Escola no
Te cantará, Berço: Braços
Entre braços E abraços dos
E abraços, Seus braços a
Em teu berço. Nos envolverem.
sexta-feira, 6 de outubro de 2017
Pano de Chão
Sab - 24.06.2017 - 12 h 43 m
Para Aos dentro
Uns, Da lei:
Maria CUMPRA-SE
Da
Penha! Aos acima
DA LEI:
Para atenção e
Outros, compreensão:
Maria! No estado
Dá Democrático
Peia. Dos diretos,
Sempre cheios
Mesmo De direitos.
Dizendo:
"Você Chegam de tantos
Não Artifícios e de
Serve Tantas manobras,
Nem pra No país de FADAS,
Pano Com pesados fardos,
De chão". Sem cinderelas.
Para Aos dentro
Uns, Da lei:
Maria CUMPRA-SE
Da
Penha! Aos acima
DA LEI:
Para atenção e
Outros, compreensão:
Maria! No estado
Dá Democrático
Peia. Dos diretos,
Sempre cheios
Mesmo De direitos.
Dizendo:
"Você Chegam de tantos
Não Artifícios e de
Serve Tantas manobras,
Nem pra No país de FADAS,
Pano Com pesados fardos,
De chão". Sem cinderelas.
quinta-feira, 28 de setembro de 2017
Tavernas
Dom - 25..06.2017 - 10 h 22 m
Nas danças Do
Dos ventos, Homem,
Uivam os Se
Lobos, Embriaga,
Em meios Em
Aos trovões Suas
E clarear Tavernas
De relâmpagos, Turvas,
Em Nas sombrias
Suas Noites
Cavernas Dos seus
Obscuras. Dias.
Enquanto Nos porres
O Anestesiantes
Lobo, De suas
O Lembranças
Lobo Inexistentes.
Nas danças Do
Dos ventos, Homem,
Uivam os Se
Lobos, Embriaga,
Em meios Em
Aos trovões Suas
E clarear Tavernas
De relâmpagos, Turvas,
Em Nas sombrias
Suas Noites
Cavernas Dos seus
Obscuras. Dias.
Enquanto Nos porres
O Anestesiantes
Lobo, De suas
O Lembranças
Lobo Inexistentes.
sexta-feira, 22 de setembro de 2017
Guru
Sab - 18.09.2017 - 06 h 28 m
Disse um dia o Guru:
Velho, sim. velhaco, não!
Aos farias, que se fizeram,
Com seus elefantes brancos,
Marajás na caça a dor,
Fazendo o tempo lhes perguntar:
Onde estão seus caça a dores?
No mar a já das contas,
No sol tão, com o povo preso,
No moro já, bem, e isso importo,
Esquecendo o conselho do Guru,
Na modesta à parte,
Com seu aparte do nada,
De suas modestas favas...
Como se fosse pouco,
Agora querem tirar o P,
No sinismo dantes visto.
Podem suprimir as letras,
E tudo mais que bem quiserem,
E te fazerem nomes outros,
Mas partido, inteiro, de novo,
Como aquele, só nas arenas
Do teu povo.
Disse um dia o Guru:
Velho, sim. velhaco, não!
Aos farias, que se fizeram,
Com seus elefantes brancos,
Marajás na caça a dor,
Fazendo o tempo lhes perguntar:
Onde estão seus caça a dores?
No mar a já das contas,
No sol tão, com o povo preso,
No moro já, bem, e isso importo,
Esquecendo o conselho do Guru,
Na modesta à parte,
Com seu aparte do nada,
De suas modestas favas...
Como se fosse pouco,
Agora querem tirar o P,
No sinismo dantes visto.
Podem suprimir as letras,
E tudo mais que bem quiserem,
E te fazerem nomes outros,
Mas partido, inteiro, de novo,
Como aquele, só nas arenas
Do teu povo.
sexta-feira, 15 de setembro de 2017
A ReUnida do côncavo
Qua - 02.08.2017 - 22 h 43 m
Pelo pro ingresso dos que querem um brasil,
Na trilha dos dez envolvidos, no trem do cabe
Mais um, deixando o povaréu mudo,
No côncavo, dos ReUnidos, com a luz do fim
Do seu túnel apagada.
Em nome do sofrismo exacerbado,
De filósofos Pinoquistas Monetaristas
Do Diz Cara! Aumento! Das Correm Opcões,
Com emendas e nomeações discretas e
Secretas, pra guardarem seus segredos, só
Para mantê-los em sua Govenambiguidade,
Lhes dando Vale Pra Tudo.
Deixando a nação, sem noção;
Fazendo do seu território
Um Ter Ri de Otário:
Seu povo, em Pó Vá Ser,
Sem Cracia,
No esta de fora constante;
Com estado, no estado que bem quiser:
Das brasílias que não saem do canto,
Feito Maduro, sem ser amarelo,
no Ve No Azul Ela
Dos seus Abrem Leques de PLANTÃO,
Do maquiavelíssimo aviltante amarelado
02 DE AGOSTO DE 2017, sem três cores.
Se achando melhor que os outros!
Caracas! brasília!
Como vocês são iguais.
Na manutenção da saturação
Dos seus poderes.
Pelo pro ingresso dos que querem um brasil,
Na trilha dos dez envolvidos, no trem do cabe
Mais um, deixando o povaréu mudo,
No côncavo, dos ReUnidos, com a luz do fim
Do seu túnel apagada.
Em nome do sofrismo exacerbado,
De filósofos Pinoquistas Monetaristas
Do Diz Cara! Aumento! Das Correm Opcões,
Com emendas e nomeações discretas e
Secretas, pra guardarem seus segredos, só
Para mantê-los em sua Govenambiguidade,
Lhes dando Vale Pra Tudo.
Deixando a nação, sem noção;
Fazendo do seu território
Um Ter Ri de Otário:
Seu povo, em Pó Vá Ser,
Sem Cracia,
No esta de fora constante;
Com estado, no estado que bem quiser:
Das brasílias que não saem do canto,
Feito Maduro, sem ser amarelo,
no Ve No Azul Ela
Dos seus Abrem Leques de PLANTÃO,
Do maquiavelíssimo aviltante amarelado
02 DE AGOSTO DE 2017, sem três cores.
Se achando melhor que os outros!
Caracas! brasília!
Como vocês são iguais.
Na manutenção da saturação
Dos seus poderes.
quarta-feira, 13 de setembro de 2017
Sim! Tá Feito!
Qui - 08.12.2016 - 07 h 06 m
Sustentabilidade A um,
Que fez um réu, Temer;
Viu a corte da ré, A outro:
No jogo de 6 a 3, Maia
Na dura lex sed E
Lex de Poucos, Moro.
Sem abuso Ao terceiro,
De autoridade, Dos seus pares,
Que a Aplausos
Rede Democráticos!
Nos Ao desacato
Mostrou, Monocrático,
Sem forum Desse dono do poder,
Privilegiado, A embalar de povo....
Na Na véspera do dia da justiça,
independência No brasil, sem demora,
harmônica No banguParaná,
dos Esperando mais excelências,
poderes. Sem tornozeleiras eletrônicas.
Sustentabilidade A um,
Que fez um réu, Temer;
Viu a corte da ré, A outro:
No jogo de 6 a 3, Maia
Na dura lex sed E
Lex de Poucos, Moro.
Sem abuso Ao terceiro,
De autoridade, Dos seus pares,
Que a Aplausos
Rede Democráticos!
Nos Ao desacato
Mostrou, Monocrático,
Sem forum Desse dono do poder,
Privilegiado, A embalar de povo....
Na Na véspera do dia da justiça,
independência No brasil, sem demora,
harmônica No banguParaná,
dos Esperando mais excelências,
poderes. Sem tornozeleiras eletrônicas.
segunda-feira, 28 de agosto de 2017
A gosto
Dom - 06.08.2017 - 17 h 32 m
O que é o mês Presente do
Pra que nele haja Pai Eterno
Gosto ou Que cedo se
Desgosto? Fez presença.
Se todos eles De uma
Nada mais são Coisa
Do que lapso Eu
De tempo, Sei:
Que o homem, Foi em ti
Em sua Que eu
Dicotomia, Nasci,
Logo aprendeu Pra nunca
A contar. Ser esquecido:
Depois dos seis No
Primeiros dias, Estudante,
Vendo sol, lua Que
E outros luzeiros, Já fui,
Sem saber que No pai
Mês estava, Que
Sem minuto Sempre
E sem hora: Serei:
No só Nos filhos
Contar Que somos,
De luar, Na mãe e mulher
Depois: Que amamos.
O que é o mês Presente do
Pra que nele haja Pai Eterno
Gosto ou Que cedo se
Desgosto? Fez presença.
Se todos eles De uma
Nada mais são Coisa
Do que lapso Eu
De tempo, Sei:
Que o homem, Foi em ti
Em sua Que eu
Dicotomia, Nasci,
Logo aprendeu Pra nunca
A contar. Ser esquecido:
Depois dos seis No
Primeiros dias, Estudante,
Vendo sol, lua Que
E outros luzeiros, Já fui,
Sem saber que No pai
Mês estava, Que
Sem minuto Sempre
E sem hora: Serei:
No só Nos filhos
Contar Que somos,
De luar, Na mãe e mulher
Depois: Que amamos.
sexta-feira, 25 de agosto de 2017
Eu e o tempo
Ter - 08.08.2017 - 07 h 13 m
Se eu fosse, só, tempo,
Eu seria o dia feito criança,
Da tarde da adolescência,
No descanso da noite, sem mocidade,
A esperar contantes de manhãs,
A contar de um dia a mais,
Em um dia a menos,
No cantar de parabéns.
Seria X anos,Y meses, Z dias,
Diminutas horas,
Dos minutos N,
Dos segundos que se foram.
Seria passado, sem ser passado a limpo,
Zerando tudo, de novo,
Se eu tempo fosse,
Ou se o tempo me fosse, somente.
Mas como somos: Eu e o tempo,
Eu sou o presente, sem saudade,
Da musa que me faz poeta,
Nas mocidades dos meus filhos,
Das crianças, sem idades,
Nas pessoas que me conhecem.
Se eu fosse, só, tempo,
Eu seria o dia feito criança,
Da tarde da adolescência,
No descanso da noite, sem mocidade,
A esperar contantes de manhãs,
A contar de um dia a mais,
Em um dia a menos,
No cantar de parabéns.
Seria X anos,Y meses, Z dias,
Diminutas horas,
Dos minutos N,
Dos segundos que se foram.
Seria passado, sem ser passado a limpo,
Zerando tudo, de novo,
Se eu tempo fosse,
Ou se o tempo me fosse, somente.
Mas como somos: Eu e o tempo,
Eu sou o presente, sem saudade,
Da musa que me faz poeta,
Nas mocidades dos meus filhos,
Das crianças, sem idades,
Nas pessoas que me conhecem.
terça-feira, 22 de agosto de 2017
Imagem
Sex - 20.08.2010 - 8 h
Mulher aguerrida, assim tu foste,
Resposta de ti mesma,
Independente cedo tu te tornaste
A te fazeres de três.
Lutar! Lutar!
Esse tema íntimo te acompanhou,
Lutar! Lutar!
Assim foste mais longe.
Nata tu te transformaste,
Onde só havia leite derramado,
Guerreira ovante da paz,
Una sem olhar pra trás,
Espelho próprio de ti,
Inteiríssima, em todos os momentos,
Respirando, inspirando, aspirando
Teu mundo real.
Mostrando-nos que a vida é linda:
Aonde havia apenas espinhos,
Colheste tão unicamente rosas,
Heroína e vencedora sem igual,
Ao longo de tua caminhada,
Durante toda tua história,
Ser-me-ás sempre
A minha querida e amada Bela.
Mulher aguerrida, assim tu foste,
Resposta de ti mesma,
Independente cedo tu te tornaste
A te fazeres de três.
Lutar! Lutar!
Esse tema íntimo te acompanhou,
Lutar! Lutar!
Assim foste mais longe.
Nata tu te transformaste,
Onde só havia leite derramado,
Guerreira ovante da paz,
Una sem olhar pra trás,
Espelho próprio de ti,
Inteiríssima, em todos os momentos,
Respirando, inspirando, aspirando
Teu mundo real.
Mostrando-nos que a vida é linda:
Aonde havia apenas espinhos,
Colheste tão unicamente rosas,
Heroína e vencedora sem igual,
Ao longo de tua caminhada,
Durante toda tua história,
Ser-me-ás sempre
A minha querida e amada Bela.
sábado, 19 de agosto de 2017
Encontro
Sab - 19.08.2017 - 08 h 03 m
Indo atrás do meu passado,
Guiei-me no meu presente,
E vi você em minhas memórias,
Enchendo nossa casa,
Com sua presença.
Tornemo-nos, em você,
Chegada, sem despedidas,
Nas paradas, sem pontos,
De nossas vidas.
Hoje, o menino-homem-pai,
Que me faz pai,homem, menino,
É presente, sem passado,
É lembrança e saudade,
Sem precisar estar ausente,
Sempre guardado, preso, livre,
Dentro e fora de mim,
Quantas vezes necessário se fizer,
No se achar e descobrir
De cada encontro.
Indo atrás do meu passado,
Guiei-me no meu presente,
E vi você em minhas memórias,
Enchendo nossa casa,
Com sua presença.
Tornemo-nos, em você,
Chegada, sem despedidas,
Nas paradas, sem pontos,
De nossas vidas.
Hoje, o menino-homem-pai,
Que me faz pai,homem, menino,
É presente, sem passado,
É lembrança e saudade,
Sem precisar estar ausente,
Sempre guardado, preso, livre,
Dentro e fora de mim,
Quantas vezes necessário se fizer,
No se achar e descobrir
De cada encontro.
terça-feira, 15 de agosto de 2017
Presente
Sab - 12.08.2017 - 02 h 06 m
Sem perceber,
Eu chego aqui,
Seguindo em frente,
Sem olhar pra trás,
Enquanto me permitires,
Na vida que segue,
Traçada por ti,
Aonde e quando quiseres.
Assim vivo no meu Senhor,
Sendo presença,
No tempo chamado hoje,
Olhando os lírios do campo,
Sem veste de Salomão.
Seguindo teus caminhos, meu Senhor,
Sem tempo pra despedidas,
Nos encontros e reencontros da vida,
Sem partidas, sempre inteiro,
Vivendo nós quatro e os demais,
Sem ontem e sem amanhã,
No cada dia que tu me dás.
Obrigado, Senhor!
Por estás presente,
No meu presente,
Me fazendo presente.
Sem perceber,
Eu chego aqui,
Seguindo em frente,
Sem olhar pra trás,
Enquanto me permitires,
Na vida que segue,
Traçada por ti,
Aonde e quando quiseres.
Assim vivo no meu Senhor,
Sendo presença,
No tempo chamado hoje,
Olhando os lírios do campo,
Sem veste de Salomão.
Seguindo teus caminhos, meu Senhor,
Sem tempo pra despedidas,
Nos encontros e reencontros da vida,
Sem partidas, sempre inteiro,
Vivendo nós quatro e os demais,
Sem ontem e sem amanhã,
No cada dia que tu me dás.
Obrigado, Senhor!
Por estás presente,
No meu presente,
Me fazendo presente.
domingo, 13 de agosto de 2017
O que direi do meu pai?
Sab - 12.08.2017 - 08 h 43 m
O que direi do meu pai?
Que naquela mesa está
Faltando ele?
Não!
Pois presente tu me estás,
Na bancada da minha saudade,
Nas lembranças da minha infância,
Na janela da minha juventude,
Na minha idade, sem porta,
Na sacada da minha vida,
Te dizendo, simplesmente, que me és:
Paimego!
Paimigo!
Paimado!
Pairmão!
Como os meus filhos
Dizem comigo.
Deus te abençoe,
PAI QUERIDO.
O que direi do meu pai?
Que naquela mesa está
Faltando ele?
Não!
Pois presente tu me estás,
Na bancada da minha saudade,
Nas lembranças da minha infância,
Na janela da minha juventude,
Na minha idade, sem porta,
Na sacada da minha vida,
Te dizendo, simplesmente, que me és:
Paimego!
Paimigo!
Paimado!
Pairmão!
Como os meus filhos
Dizem comigo.
Deus te abençoe,
PAI QUERIDO.
sábado, 12 de agosto de 2017
PAIMIGO
Ter - 31.07.2007
Tudo começou em 12/08/1957,
Quando o Mestre dos mestres
Permitiu que Luzamira e Adelino
Concebessem o nosso ADEMIR.
Ser insubstituível em nossas vidas,
Homem que nos ensina:
A pensar, antes de agirmos;
A ficar sempre acima do conflito:
Que Deus é tudo;
E que o amor supera todas as barreiras.
PAIMEGO, ÉS nosso PAIMADO
Em se fazer de PAIMIGO,
Nas horas de nós quatro,
Sendo de Gore muito mais que um amigo...
Falar de ti não é fácil,
Sabes que é bem mais que palavras,
É que é difícil escrever para alguém como tu.
Saibas que nem em todos os papéis do mundo
Poderíamos descrever o que sentimos por ti.
Autores: Os meus três, que sempre nos fazem
Quatro, sem nunca deixarmos de ser NAG.
sexta-feira, 28 de julho de 2017
Isana loucura
Qui - 27.10.2016 - 05 h 35 m
Parece briga de amarelos,
Nos adultos de quatro cores,
Na queda de braço dos poderes,
Na república do MADURO,
Chamando a toga de juizeco,
Com ministro sendo
Chefete de polícia,
Dando bom dia a cavalo,
Depois da varredura da Métis,
No lambuzo do poder,
Sem chegar lugar algum.
Deixando o estado verde,
Com elogia da loucura,
Nesse país de Erasmo,
Sem Roterdã,
Na hegemonia, sem harmonia,
Nos independestes dependentes
De um só presidente,
Deixando o povo sem
Thomas Morus,
No castelo do mal que veio,
Com os quatro sempre sorridentes,
Sem se importarem se estamos
Ou não contentes.
Afinal o que és o povo?
Senão o bobo eterno de tua corte,
Sempre vestindo e divertindo
Essa gente, com teu voto,
Sem (vês-te).
O que é o voto?
Senão uma arcada de dente,
Na meta(morfose) Eleitoral de gente,
No país verde, que nunca fica maduro,
Na fazenda dos três, se fazendo um,
No estado sem povo, novamente!
Parece briga de amarelos,
Nos adultos de quatro cores,
Na queda de braço dos poderes,
Na república do MADURO,
Chamando a toga de juizeco,
Com ministro sendo
Chefete de polícia,
Dando bom dia a cavalo,
Depois da varredura da Métis,
No lambuzo do poder,
Sem chegar lugar algum.
Deixando o estado verde,
Com elogia da loucura,
Nesse país de Erasmo,
Sem Roterdã,
Na hegemonia, sem harmonia,
Nos independestes dependentes
De um só presidente,
Deixando o povo sem
Thomas Morus,
No castelo do mal que veio,
Com os quatro sempre sorridentes,
Sem se importarem se estamos
Ou não contentes.
Afinal o que és o povo?
Senão o bobo eterno de tua corte,
Sempre vestindo e divertindo
Essa gente, com teu voto,
Sem (vês-te).
O que é o voto?
Senão uma arcada de dente,
Na meta(morfose) Eleitoral de gente,
No país verde, que nunca fica maduro,
Na fazenda dos três, se fazendo um,
No estado sem povo, novamente!
sábado, 22 de julho de 2017
Espadas que reinam
Dom - 11.11.2016 - 07 h 44 m
Nas balanças de Onde estão
Muitos pesos As muitas
Das vendas De dois gumes
Que verem, Que ainda restam
Cega a espada, No equilíbrio
Deixando o povo Da balança,
sem sega, Com seus lustres,
A brindarem Na justiça de todos,
De 55. Sem direitos?
Espada! Espada! No silêncio
Por que repousas Do povo!
Serena! O único
Na bainha dos teus Que pode
Ilustres, Dar jeito,
Fazendo tua balança Se
Signo, Fazendo
Na tua cegueira de EXCELÊNCIA
Luxo, de todos
Nos reinãos DE NOVO
Da tríplice sem reis nam
Coroa? De ninguém.
Nas balanças de Onde estão
Muitos pesos As muitas
Das vendas De dois gumes
Que verem, Que ainda restam
Cega a espada, No equilíbrio
Deixando o povo Da balança,
sem sega, Com seus lustres,
A brindarem Na justiça de todos,
De 55. Sem direitos?
Espada! Espada! No silêncio
Por que repousas Do povo!
Serena! O único
Na bainha dos teus Que pode
Ilustres, Dar jeito,
Fazendo tua balança Se
Signo, Fazendo
Na tua cegueira de EXCELÊNCIA
Luxo, de todos
Nos reinãos DE NOVO
Da tríplice sem reis nam
Coroa? De ninguém.
sábado, 15 de julho de 2017
66
Sab - 15.-7.2017 - 04 h 55 m
A CCJ, que não gosta de TEMER,
No 44 - 25, trocou PMDB,
Por PSDB, N0 41 - 24,
Depois dos dezessete,
Com uma abstenção.
Colocando seus doze piores,
No tabuleiro do xadrez,
Pra não verem seu rei listrado,
Comungando com seus pares,
Esperando dois de agosto,
Sem setembro independente,
Onde os 342 terão que
Mostrar suas caras,
Ou se esconderem , de vez,
Nos 172 justiceiros, a vendas,
Dos 513, sem TEMER,
Na brasília do bem querer,
Do bem querer do poder,
Do poder de qualquer jeito,
Onde o povo, mercadoria,
Se torna objeto infame,
Desse sujeito abjeto.
E assim vai a turba,
Sendo filho de algo,
Sem ser fidalgo,
Nas CÂMARAS, se tornando cama,
Nas CASAS que vaiam a plebe,
Nos poderes que lhe são impostos.
A CCJ, que não gosta de TEMER,
No 44 - 25, trocou PMDB,
Por PSDB, N0 41 - 24,
Depois dos dezessete,
Com uma abstenção.
Colocando seus doze piores,
No tabuleiro do xadrez,
Pra não verem seu rei listrado,
Comungando com seus pares,
Esperando dois de agosto,
Sem setembro independente,
Onde os 342 terão que
Mostrar suas caras,
Ou se esconderem , de vez,
Nos 172 justiceiros, a vendas,
Dos 513, sem TEMER,
Na brasília do bem querer,
Do bem querer do poder,
Do poder de qualquer jeito,
Onde o povo, mercadoria,
Se torna objeto infame,
Desse sujeito abjeto.
E assim vai a turba,
Sendo filho de algo,
Sem ser fidalgo,
Nas CÂMARAS, se tornando cama,
Nas CASAS que vaiam a plebe,
Nos poderes que lhe são impostos.
quinta-feira, 13 de julho de 2017
Brasílias intocáveis
Seg - 03.07.2017 - 08 h 56 m
A Babilônia,
O pavor historiado,
De tanto asceder,
Chegou ao chão.
Os MEDOS, que
Impuseram os medos,
No mundo, também,
Tiveram seus medos.
Os assírios,
Povo cruel e sanguinário,
Destemido por natureza,
Também sentiram temor.
Alexandre, O Grande,
Não tardou,
E cedo se fez
Pequeno.
O Império Romano
Teve, por longo período,
O mundo como seus confins,
Até que o tempo o confinou.
Só as brasílias
Continuam sem fins,
Em suas histórias esquecidas,
Dos seus politiqueiros intocáveis.
Até muitos
Dos astronautas
Já foram à lua
E voltaram.
Só brasília
Continua aérea,
Com seus politicopatas,
Discursando policidade cósmica.
quarta-feira, 12 de julho de 2017
BRA-neles-SIL
Qua - 28.06.2017 - 08 h 01 m
No país do vi ela,
Você vem com vê-la-ei!
Com discursos eruditos,
Contestando seus Eu ditos,
Que só você não ouviu!
No país de tantos quintos,
Já existem muito inteiros,
Defendendo suas mesóclises,
Com todas as ênclises
E próclises.
Nas estórias fantasiosas,
Que nem em novelas se veem,
Mas o povo que é sábio,
Já conhece essas histórias,
Antes que as mentiras
bem ditas,
Se tornem verdades
mal ditas.
BRA-neles-SIL, povo!
No país do vi ela,
Você vem com vê-la-ei!
Com discursos eruditos,
Contestando seus Eu ditos,
Que só você não ouviu!
No país de tantos quintos,
Já existem muito inteiros,
Defendendo suas mesóclises,
Com todas as ênclises
E próclises.
Nas estórias fantasiosas,
Que nem em novelas se veem,
Mas o povo que é sábio,
Já conhece essas histórias,
Antes que as mentiras
bem ditas,
Se tornem verdades
mal ditas.
BRA-neles-SIL, povo!
quarta-feira, 28 de junho de 2017
Cem anos
Qui - 30.06.2016 - 09 h 22 m
Eu não sei Em sua leveza,
O que é Sustentável,
"Cem anos Me fazendo
De solidão"! Ser.
Eu sei Eu não sei
O que é O que é
Estar com "O nome
Minha mãe, Da rosa"!
Sem nunca
Ter ficado Eu sei que
Sozinho. Em cada rosa:
Eu não sei Vejo a
O que é Luz à mira,
"A insustentável Minhas ternas
Leveza do ser"! Rosas eternas!
Eu sei Sussurrando meu
O que é Nome sempre!
Minha Sem solidão, nos
Mãe Cem anos meus!
Eu não sei Em sua leveza,
O que é Sustentável,
"Cem anos Me fazendo
De solidão"! Ser.
Eu sei Eu não sei
O que é O que é
Estar com "O nome
Minha mãe, Da rosa"!
Sem nunca
Ter ficado Eu sei que
Sozinho. Em cada rosa:
Eu não sei Vejo a
O que é Luz à mira,
"A insustentável Minhas ternas
Leveza do ser"! Rosas eternas!
Eu sei Sussurrando meu
O que é Nome sempre!
Minha Sem solidão, nos
Mãe Cem anos meus!
quinta-feira, 22 de junho de 2017
Mal que veio
Qua - 15.12.2016 - 08 h 30 m
O príncipe mexeu Nos brasis de
com o mal que veio, pedrocolombo,
Trazendo inferno Descobrindo
O príncipe mexeu Nos brasis de
com o mal que veio, pedrocolombo,
Trazendo inferno Descobrindo
Dante visto, Índios,
Elogiando as No encontro de
Loucuras CristovãoCabral,
Do seu No garotinho
Pinoquismo, De cada um,
Nos moinhos Feitos índios cajus,
De La Mancha, Quebrando castanhas
Dos Tontos Com jucás, no
Sem zorros, Cálice da politicopata.
Nos batem Nos banquetes
E roubem De suas
Dos Excelências,
Quarenta Na onda brecha
Que ali Do poder,
Babam, Comendo caranguejo,
Deixando Com decoro,
Platão Com BOTAFOGO e CIA,
Sem Na JUSTIÇA do angorá,
sofismo, Dos contos de réis,
Na república Sem conto de reis,
Dos reis Nos contos dos réus,
Nãos. Dos seus reais intocáveis.
Elogiando as No encontro de
Loucuras CristovãoCabral,
Do seu No garotinho
Pinoquismo, De cada um,
Nos moinhos Feitos índios cajus,
De La Mancha, Quebrando castanhas
Dos Tontos Com jucás, no
Sem zorros, Cálice da politicopata.
Nos batem Nos banquetes
E roubem De suas
Dos Excelências,
Quarenta Na onda brecha
Que ali Do poder,
Babam, Comendo caranguejo,
Deixando Com decoro,
Platão Com BOTAFOGO e CIA,
Sem Na JUSTIÇA do angorá,
sofismo, Dos contos de réis,
Na república Sem conto de reis,
Dos reis Nos contos dos réus,
Nãos. Dos seus reais intocáveis.
quinta-feira, 15 de junho de 2017
Alcateia humana
Qua - 14.06.2017 - 08 h 53 m
Gemem mares! Fazendo
Bramam ondas! Do tempo
Com suas espumas O tem pó
De lobos raivosos, Dos outros,
Em sua alcateia Nos
Desumana, Asilos
Na caça a dor, De suas
Sem limites. Loucuras,
Tornando Nos assombros
Escalpo, Do seu
Seus troféus, Poder,
Nos orgulhosos Enquanto,
Meus, somente meu, Ossos,
Sem sementes, Um dia,
Nas suas mentes, Não se
Que nunca mentem. Fizerem.
Gemem mares! Fazendo
Bramam ondas! Do tempo
Com suas espumas O tem pó
De lobos raivosos, Dos outros,
Em sua alcateia Nos
Desumana, Asilos
Na caça a dor, De suas
Sem limites. Loucuras,
Tornando Nos assombros
Escalpo, Do seu
Seus troféus, Poder,
Nos orgulhosos Enquanto,
Meus, somente meu, Ossos,
Sem sementes, Um dia,
Nas suas mentes, Não se
Que nunca mentem. Fizerem.
terça-feira, 13 de junho de 2017
Tu? Sem ética!
Sex - 09.06.2017 - 07 h 39 m
Ser águia, Dos
Somente, Tratados
Quando se quer, Sem éticas,
É ser Nos
Avestruz Tratamentos
24 horas, Existenciais,
É se Nos 4 a três
Vestir Sem estranheza,
De fantasias, Do agora pode,
É se Foi-se
Enfeitar O 6 a 3,
De hipocrisia, Veio o 4 a 3.
É teoria E o príncipe mexeu,
Sem No seu PR JBS,
Elegância, Nem se moveu.
É teoria Falácias! Falácias!
Sempre Até quando serás:
Eloquente, Tu! sem ética?
Ser águia, Dos
Somente, Tratados
Quando se quer, Sem éticas,
É ser Nos
Avestruz Tratamentos
24 horas, Existenciais,
É se Nos 4 a três
Vestir Sem estranheza,
De fantasias, Do agora pode,
É se Foi-se
Enfeitar O 6 a 3,
De hipocrisia, Veio o 4 a 3.
É teoria E o príncipe mexeu,
Sem No seu PR JBS,
Elegância, Nem se moveu.
É teoria Falácias! Falácias!
Sempre Até quando serás:
Eloquente, Tu! sem ética?
segunda-feira, 12 de junho de 2017
Poesias perdidas
Qua - 31.05.2017 - 08 h 08 m
O verso que se foi,
A rima que não existiu,
O soneto que se perdeu,
No poema que não achei,
São poesias perdidas,
Encontradas dentro de mim,
Escritas só de ti,
Nas páginas indeléveis do tempo,
Nas retas curvilíneas
De todas as linhas e pontos,
Nos infinitos teus,
Circunscritos em mim,
Fazendo-nos
Tangente:
Nos tocando,
Sem nos cortar,
Sendo secante,
Sem nos dividir,
Por sermos, também,
O ponto fora das curvas:
No espaço,
Do compasso,
Dos braços e abraços,
Dos nossos passos.
O verso que se foi,
A rima que não existiu,
O soneto que se perdeu,
No poema que não achei,
São poesias perdidas,
Encontradas dentro de mim,
Escritas só de ti,
Nas páginas indeléveis do tempo,
Nas retas curvilíneas
De todas as linhas e pontos,
Nos infinitos teus,
Circunscritos em mim,
Fazendo-nos
Tangente:
Nos tocando,
Sem nos cortar,
Sendo secante,
Sem nos dividir,
Por sermos, também,
O ponto fora das curvas:
No espaço,
Do compasso,
Dos braços e abraços,
Dos nossos passos.
terça-feira, 6 de junho de 2017
Ré pública
Sab - 03.06.2017 - 06 h 33 m
Até quando, república!
Serás ré pública,
Com teus FIDALGOS às soltas?
Até quando tuas prisões
Servirão somente, para
Os clássicos três pes?
Até quando tua ARISTOCRACIA,
Vestidas de reais e belezas doutros,
Continuará sendo NOBREZA?
Até quando teus NOTÁVEIS,
Serão cala bolsos,
Sem calabouços?
Até quando teus ILIBADOS
Oferecerão libações,
Que não são suas?
Até quando os teus PODERES
Condenarão a nação,
Sem CONDENAÇÃO?
Até quando BRASIL,
Tua república
Serás RÉ PÚBLICA?
Até quando?
brasil!
ATÉ QUANDO?
sexta-feira, 2 de junho de 2017
Jaburu e o Bello Solitário
Sab - 20.05.2017 - 07 h 46 m
Jaz Brasil Sucumbido,
Já Bastante Surrupiado,
No Julgamento Barato Surreal,
Na Jogatina Bilionária Sorrateira,
Do Jeitinho Burlador Sofisticado,
Nos Justos Bocados Seus,
Dos Jactanciosos Banquetes Secretos,
Nos Jardins Babilônicos Suspensos,
Das Brasílias, Sem Juscelino,
Numa Jogada Bizarra Selecionada,
Do Jaburu e seu Bondoso Sanguessuga,
Envolvendo convexo-côncavo e
Esplanadas diuturnos de carnes fracas,
Depois do seu encontro noturno.
Com suas malas rastreadas,
Gravados, filmadas,
Sempre negados.,
Nos brasis dos
Três jeitos,
Com seu povo objeto,
Renegado.
Onde está POVO!
O teu brado
Retumbante!
Que o ipiranga
Não ouviu?
Onde está POVO?
Nos papelões
Dos banquetes
Discretos da república,
Com pratão,
Sem Platão,
Sempre pagando
O pato.
Jaz Brasil Sucumbido,
Já Bastante Surrupiado,
No Julgamento Barato Surreal,
Na Jogatina Bilionária Sorrateira,
Do Jeitinho Burlador Sofisticado,
Nos Justos Bocados Seus,
Dos Jactanciosos Banquetes Secretos,
Nos Jardins Babilônicos Suspensos,
Das Brasílias, Sem Juscelino,
Numa Jogada Bizarra Selecionada,
Do Jaburu e seu Bondoso Sanguessuga,
Envolvendo convexo-côncavo e
Esplanadas diuturnos de carnes fracas,
Depois do seu encontro noturno.
Com suas malas rastreadas,
Gravados, filmadas,
Sempre negados.,
Nos brasis dos
Três jeitos,
Com seu povo objeto,
Renegado.
Onde está POVO!
O teu brado
Retumbante!
Que o ipiranga
Não ouviu?
Onde está POVO?
Nos papelões
Dos banquetes
Discretos da república,
Com pratão,
Sem Platão,
Sempre pagando
O pato.
domingo, 28 de maio de 2017
Parte!
Dom - 28.05.2017 - 12 h 10 m
Parte! Quem sempre
Esteve com a gente.
Parte! Que nunca nos deixará só,
Em saudade nos fazendo,
Tornando-nos agora,
Ainda mais presente.
Parte! Sem se despedir,
E sem despedida ficará,
Pois nunca parte quem
Em vida sabe ser presença,
Transpondo a mortalidade,
Agora mais vivo.
Transpondo a mortalidade,
Agora mais vivo.
segunda-feira, 22 de maio de 2017
Sem conspiração, outra vez!
Dom - 22.01.2017 - 10 h 18 m
Estranho! Estranho!
Diferentes Até o áudio
Sérgio Vazado, em vez
Neste país De prendê-los,
Que moro, Fê-los acima
Com machado Da lei, no
De jucá, Vergonhoso
Nas neves, Seis a três.
Sem E agora
Brancas. Choram Teoria,
De suas Sem conspiração,
Alagoas, Outra vez!
No Estranho!
Calamar De Cabral
De muitos, Pra cá,
Com Só mudou
Calabouço O mar, na
De poucos, Onda brecha
Com Do seu mal,
Tornozelos Nas graças
De brindes. Do seu olhar.
Estranho! Estranho!
Diferentes Até o áudio
Sérgio Vazado, em vez
Neste país De prendê-los,
Que moro, Fê-los acima
Com machado Da lei, no
De jucá, Vergonhoso
Nas neves, Seis a três.
Sem E agora
Brancas. Choram Teoria,
De suas Sem conspiração,
Alagoas, Outra vez!
No Estranho!
Calamar De Cabral
De muitos, Pra cá,
Com Só mudou
Calabouço O mar, na
De poucos, Onda brecha
Com Do seu mal,
Tornozelos Nas graças
De brindes. Do seu olhar.
segunda-feira, 15 de maio de 2017
Ontem, mamãe!
Dom - 11.05.1980 - 19 h 17
Sabes, E ver, minha mãe! Que
Mamãe! Outros ainda te têm, faz
Diante da Do meu triste, alegre,
Tua cripta, Alegre que me
Eu me entristeço, Entristece,
Choro e penso, Ao ouvir de voz
Naquele passado, Sempre dizendo
Que não Doces palavras
Esqueço. Maternas.
Quando, O cemitério está cheio,
Criança, E as catacumbas se
Teus braços Tornaram
Eram meu berço, Verdadeiros
Nós dois crescendo, Castiçais,
Fomos amigos Aos sons dos
E conselheiros, Passos dos que
Segredo só Entram e saem,
De nós dois, Dos órfãos
Censuro dos teus Filhos
Sussurros. Sem mãe.
Ao saber que nos Como queria
Separa esse Ouvir o teu silêncio,
Túmulo, Nem que fosse
Eu, aqui, fico Por milésimo
Sem graça, De segundo,
Estremecido no Assim nós dois
Meu mundo nulo, Teríamos
Que teu Um instante
Universo A mais em
Me cala. Nossas vidas.
É insuportável O infinito azul
Abraçar-te Do céu,
No vazio, E as rosas a
É doloroso Enfeitarem
Ter-te Tua campa,
Além do Juntam-se
Infinito, Comigo,
Onde minha Numa canção
Voz em grito, De amor
Chamando Dizendo:
Mamãe! Obrigado, Mamãe!
Mamãe! Pelos abraços
Não passa de Constantes
Um silêncio. Dos teus braços.
Sabes, E ver, minha mãe! Que
Mamãe! Outros ainda te têm, faz
Diante da Do meu triste, alegre,
Tua cripta, Alegre que me
Eu me entristeço, Entristece,
Choro e penso, Ao ouvir de voz
Naquele passado, Sempre dizendo
Que não Doces palavras
Esqueço. Maternas.
Quando, O cemitério está cheio,
Criança, E as catacumbas se
Teus braços Tornaram
Eram meu berço, Verdadeiros
Nós dois crescendo, Castiçais,
Fomos amigos Aos sons dos
E conselheiros, Passos dos que
Segredo só Entram e saem,
De nós dois, Dos órfãos
Censuro dos teus Filhos
Sussurros. Sem mãe.
Ao saber que nos Como queria
Separa esse Ouvir o teu silêncio,
Túmulo, Nem que fosse
Eu, aqui, fico Por milésimo
Sem graça, De segundo,
Estremecido no Assim nós dois
Meu mundo nulo, Teríamos
Que teu Um instante
Universo A mais em
Me cala. Nossas vidas.
É insuportável O infinito azul
Abraçar-te Do céu,
No vazio, E as rosas a
É doloroso Enfeitarem
Ter-te Tua campa,
Além do Juntam-se
Infinito, Comigo,
Onde minha Numa canção
Voz em grito, De amor
Chamando Dizendo:
Mamãe! Obrigado, Mamãe!
Mamãe! Pelos abraços
Não passa de Constantes
Um silêncio. Dos teus braços.
sábado, 13 de maio de 2017
Pluralidade singular
Sex - 12.05.2017 - 12 h 39 m
Mãe! No pôster
Mesma Do seu
Singular, Álbum,
És No ensaio
Plural, De tua
No Vida.
Coletivo
Mães! Vida
Em De muitas
Retrato Vidas,
De Nas vindas
Mulher. de todas as vidas
Fotografada Nas idas
De Cores De tua
Humanas, Vida,
Clicada Só pra
Por Nos dizer:
Deus, Vida minha!
Mãe! No pôster
Mesma Do seu
Singular, Álbum,
És No ensaio
Plural, De tua
No Vida.
Coletivo
Mães! Vida
Em De muitas
Retrato Vidas,
De Nas vindas
Mulher. de todas as vidas
Fotografada Nas idas
De Cores De tua
Humanas, Vida,
Clicada Só pra
Por Nos dizer:
Deus, Vida minha!
sexta-feira, 12 de maio de 2017
As mães
Ter - 26.02.1980
Mãe! retorno à tua casa,
E te encontro no teu mesmo canto,
Onde outrora te disse adeus,
E abençoando-me, sorriste-me, chorando.
Fui-me em ritmo de adeus,
Em busca de minha deusa,
Não te esquecendo mãe! Não te esqueci,
Mas sou do mundo, desde que nasci.
Nove meses, hei de sempre te agradecer,
E como posso eu me esquecer
De uma senhora que só me deu amor,
Se fazendo sempre rosa e flor.
Fui para o mundo, sentir-te mais minha,
Em minha mulher, minha rainha,
Fiz-me pai,
Oh! Mãe! Perdoa!
Mãe! Como sempre te somos vida,
Embora só criança és-nos única querida,
Quisera nossos filhos não crescessem
Ou nunca nos deixassem.
Mas é vida minha mãe!
É vida que quer assim:
Sermos de um tudo para as mães,
E a uma jovem dizer sim.
É vida mamãe!
Ela que também nos diga:
Tê-los com tanto zelos,
Para um dia de despedida.
Agora sei o que meus pais sentiram,
Quando os filhos têm que dizer adeus,
Hoje entendo te encontrar onde te deixamos,
Pois foi lá, que nós também ficamos.
Mãe! retorno à tua casa,
E te encontro no teu mesmo canto,
Onde outrora te disse adeus,
E abençoando-me, sorriste-me, chorando.
Fui-me em ritmo de adeus,
Em busca de minha deusa,
Não te esquecendo mãe! Não te esqueci,
Mas sou do mundo, desde que nasci.
Nove meses, hei de sempre te agradecer,
E como posso eu me esquecer
De uma senhora que só me deu amor,
Se fazendo sempre rosa e flor.
Fui para o mundo, sentir-te mais minha,
Em minha mulher, minha rainha,
Fiz-me pai,
Oh! Mãe! Perdoa!
Mãe! Como sempre te somos vida,
Embora só criança és-nos única querida,
Quisera nossos filhos não crescessem
Ou nunca nos deixassem.
Mas é vida minha mãe!
É vida que quer assim:
Sermos de um tudo para as mães,
E a uma jovem dizer sim.
É vida mamãe!
Ela que também nos diga:
Tê-los com tanto zelos,
Para um dia de despedida.
Agora sei o que meus pais sentiram,
Quando os filhos têm que dizer adeus,
Hoje entendo te encontrar onde te deixamos,
Pois foi lá, que nós também ficamos.
sábado, 6 de maio de 2017
No ar
Sex - 21.04.2017 - 09 h 02 m
Como brisa, Como pensamento,
Eu te toco, Eu te adentro,
Em suave Nas entrelinhas
Deslizar. Do teu meditar.
Como silêncio, Vestido-me de ti
Eu te escuto, Onde estiveres,
No diálogo do Pra te encontrar
Teu olhar No ar.
Como brisa, Como pensamento,
Eu te toco, Eu te adentro,
Em suave Nas entrelinhas
Deslizar. Do teu meditar.
Como silêncio, Vestido-me de ti
Eu te escuto, Onde estiveres,
No diálogo do Pra te encontrar
Teu olhar No ar.
sexta-feira, 28 de abril de 2017
Guerreiro! Guerreiro!
Ter - 30.07.2002
Que bom sabermos Resta-nos
Que somos partículas A dor e
Tuas, A tristeza,
Antes e agora, Depois de ti.
mais do que nunca, Mas,
Dentro de nós, somente. Tu
Livre estás guerreiro Mostraste-
Guerreiro, Nos:
Sem sofrimento, O
E para sempre Deus
Transeunte em nosso Que
Pensamento, Te
Fazendo morada em nós, Faz
A todo instante. Forte,
Ensinando-nos a sorrir, Acima
Sem reclamo e sem dor, De
Quando mal cabia o choro, Tudo,
Como lamento. Lidando,
Reanimado pelo No mar
Teu Deus, Turbulento
Encantando-nos Da vida,
Com tua fibra Como se nas
De Águas serenas
Guerreiro E tranquilas
Valente. Tu estivesses.
Guerreiro! Induzido por
Guerreiro! Teu Deus
Urgem Que te cura,
As Cacimbas, Não te
Em vão, Permitindo
Em teu O canto
Orfanato Das
Infinito, Lamentações
Restando Em momento
A dor Algum,
E o canto aflito, Sequer.
Refletido somente Ontem!
Pelo O Eterno, Nosso
Em riso e esperança, Deus
Intrínseco lema Se
Próprio de ti, Auto
Reservando às Presenteou,
Cacimbas Enchendo-
O consolo: Nos
És tu guerreiro De
O nosso Guerreiro Saudades
Da paz. Tuas
Que bom sabermos Resta-nos
Que somos partículas A dor e
Tuas, A tristeza,
Antes e agora, Depois de ti.
mais do que nunca, Mas,
Dentro de nós, somente. Tu
Livre estás guerreiro Mostraste-
Guerreiro, Nos:
Sem sofrimento, O
E para sempre Deus
Transeunte em nosso Que
Pensamento, Te
Fazendo morada em nós, Faz
A todo instante. Forte,
Ensinando-nos a sorrir, Acima
Sem reclamo e sem dor, De
Quando mal cabia o choro, Tudo,
Como lamento. Lidando,
Reanimado pelo No mar
Teu Deus, Turbulento
Encantando-nos Da vida,
Com tua fibra Como se nas
De Águas serenas
Guerreiro E tranquilas
Valente. Tu estivesses.
Guerreiro! Induzido por
Guerreiro! Teu Deus
Urgem Que te cura,
As Cacimbas, Não te
Em vão, Permitindo
Em teu O canto
Orfanato Das
Infinito, Lamentações
Restando Em momento
A dor Algum,
E o canto aflito, Sequer.
Refletido somente Ontem!
Pelo O Eterno, Nosso
Em riso e esperança, Deus
Intrínseco lema Se
Próprio de ti, Auto
Reservando às Presenteou,
Cacimbas Enchendo-
O consolo: Nos
És tu guerreiro De
O nosso Guerreiro Saudades
Da paz. Tuas
terça-feira, 25 de abril de 2017
Identidade humana
Seg - 17.12.2004 - 14 h 16 m
Tua serenidade Pintando
Era a paz Tua identidade
Que Humana
Necessitávamos. De cada cor.
Tua Bondade Ao longo
Um exercício De toda
Para as nossas Tua
Atitudes. Existência.
Tua humildade Tornando-nos
Morada certa Hoje,
Da Saudades
Simplicidade. Infinitas tuas.
Fazendo Vivendo com
Da vida Nosso Deus,
Uma lição A alegria do teu
De amor. 14.12.2004.
Tua serenidade Pintando
Era a paz Tua identidade
Que Humana
Necessitávamos. De cada cor.
Tua Bondade Ao longo
Um exercício De toda
Para as nossas Tua
Atitudes. Existência.
Tua humildade Tornando-nos
Morada certa Hoje,
Da Saudades
Simplicidade. Infinitas tuas.
Fazendo Vivendo com
Da vida Nosso Deus,
Uma lição A alegria do teu
De amor. 14.12.2004.
sábado, 22 de abril de 2017
Porto seguro
Sex - 19.05.2007
Porto Seguro Benção de Deus
A abrigar Lhe concedida
De todos. Em vida,
Pequena casa, Representada
Grande Coração, Por sua
Espaço não faltava Bondade
A quem a procurasse. Infinita,
Sua ternura, Estendida a todos,
Chave de sua porta, Sem idade,
Aberta sempre estava, Desde
No entra e sai Sua mocidade,
De quem lá chegasse. Revelado por
Na suavidade de sua Sua candura,
Mão amiga. Fotografada por nós.
Porto Seguro Benção de Deus
A abrigar Lhe concedida
De todos. Em vida,
Pequena casa, Representada
Grande Coração, Por sua
Espaço não faltava Bondade
A quem a procurasse. Infinita,
Sua ternura, Estendida a todos,
Chave de sua porta, Sem idade,
Aberta sempre estava, Desde
No entra e sai Sua mocidade,
De quem lá chegasse. Revelado por
Na suavidade de sua Sua candura,
Mão amiga. Fotografada por nós.
sábado, 15 de abril de 2017
Retrato falado
Sex - 14.06.1993
Quem esquecerá?
Desse pai-marido coruja,
Neto-genro de vó,
Que com seus carões
Brigava com seus
Filhos, só, para
Carinhosamente,
Imediato dizer sim.
Quem não lembrará?
De suas prosas mnuciosas,
Cheias de lá vai, lá vem,
Repletas de movimentos,
Contadas com sentimentos,
Prendendo-nos a respiração,
Pra não perdemos uma vírgula
De suas emoções.
Quem não recordará?
Do homem rapaz faceiro,
Em suas eternas
Mãos nos bolsos,
Aos sons constantes
De arrastos de chinelos
E doces assobios melódicos,
Do Guerreiro guerreiro da paz.
É impossível nossas
Lembranças existirem
Sem esses e outros
Momentoos que te
Fizeram único,
Em nossas vidas.
Obrigado Deus,
Por sermos você.
Quem esquecerá?
Desse pai-marido coruja,
Neto-genro de vó,
Que com seus carões
Brigava com seus
Filhos, só, para
Carinhosamente,
Imediato dizer sim.
Quem não lembrará?
De suas prosas mnuciosas,
Cheias de lá vai, lá vem,
Repletas de movimentos,
Contadas com sentimentos,
Prendendo-nos a respiração,
Pra não perdemos uma vírgula
De suas emoções.
Quem não recordará?
Do homem rapaz faceiro,
Em suas eternas
Mãos nos bolsos,
Aos sons constantes
De arrastos de chinelos
E doces assobios melódicos,
Do Guerreiro guerreiro da paz.
É impossível nossas
Lembranças existirem
Sem esses e outros
Momentoos que te
Fizeram único,
Em nossas vidas.
Obrigado Deus,
Por sermos você.
quinta-feira, 13 de abril de 2017
01 de março de 1995
Qua - 01.031995
Às dez horas Sem você:
De primeiro Sua casa
De março Perdeu
De 1995, O lado
Mais um pouco Feminino
De nós se ia, Da vida.
Fazendo-nos Seus cinco
Todos seus cinco, Ficaram sem
Tornando-nos ilhas, A bendita
Ao perdermos o Entre
Essencial do nosso Seus
Istmo, Homens,
Permanecendo E nós, sem
Mudo o 281.1808 Seu jeito
Que sempre Misterioso-
Primeiro Vaidodoso-simples
Ligávamos, Vestido de
Onde faceira Humanismo, que
E cheia de Nos será, sempre,
Encanto, Lições aprendidas,
Nos atendia, No espelho de
Prontamente. Nossas vidas.
Às dez horas Sem você:
De primeiro Sua casa
De março Perdeu
De 1995, O lado
Mais um pouco Feminino
De nós se ia, Da vida.
Fazendo-nos Seus cinco
Todos seus cinco, Ficaram sem
Tornando-nos ilhas, A bendita
Ao perdermos o Entre
Essencial do nosso Seus
Istmo, Homens,
Permanecendo E nós, sem
Mudo o 281.1808 Seu jeito
Que sempre Misterioso-
Primeiro Vaidodoso-simples
Ligávamos, Vestido de
Onde faceira Humanismo, que
E cheia de Nos será, sempre,
Encanto, Lições aprendidas,
Nos atendia, No espelho de
Prontamente. Nossas vidas.
quarta-feira, 12 de abril de 2017
14 de junho de 1994
Sab - 06.04.2017- 20 h 23m
Naquela silenciosa Enchendo-nos
Noite, Todos de
O telefone tocou, Saudades
Eram as mnhas Suas,
Duas irmãs, No
Depois de muitas conversas, Auge
Dizendo-me que você Dos seus
Não mais existia. 40 anos.
O frio tomou conta Na esperança
Do meu corpo, De nos
E todo meu ser, Encontrarmos
Como febril estivesse, Em 28
Só sabia tremer, De junho,
Tremer, Quando nos vimos, em
Incontrolavelmente. 17 de abril.
Na manhã seguinte, Porém,
Inerte você chegava, Permitiu
Tão diferente estava, Deus que
Que minha mãe, Você voltasse,
Aliviada, 14 dias antes,
Disse-me: Só para enfeitar
Não é ela não! O seu céu
É sim, Com a rosa
Minha mãe! Chamada você.
Mas uma vez, Deixando o
Em tristeza, Nosso jardim com
Nos fizemos: As lembranças
A nossa pequena Do seu
De cabelo de índia, Vinte e sete
Cedo, demais, De janeiro,
Deixara Para sempre,
O seu três No memorial da
Pequeninos, Nossa Existência.
Naquela silenciosa Enchendo-nos
Noite, Todos de
O telefone tocou, Saudades
Eram as mnhas Suas,
Duas irmãs, No
Depois de muitas conversas, Auge
Dizendo-me que você Dos seus
Não mais existia. 40 anos.
O frio tomou conta Na esperança
Do meu corpo, De nos
E todo meu ser, Encontrarmos
Como febril estivesse, Em 28
Só sabia tremer, De junho,
Tremer, Quando nos vimos, em
Incontrolavelmente. 17 de abril.
Na manhã seguinte, Porém,
Inerte você chegava, Permitiu
Tão diferente estava, Deus que
Que minha mãe, Você voltasse,
Aliviada, 14 dias antes,
Disse-me: Só para enfeitar
Não é ela não! O seu céu
É sim, Com a rosa
Minha mãe! Chamada você.
Mas uma vez, Deixando o
Em tristeza, Nosso jardim com
Nos fizemos: As lembranças
A nossa pequena Do seu
De cabelo de índia, Vinte e sete
Cedo, demais, De janeiro,
Deixara Para sempre,
O seu três No memorial da
Pequeninos, Nossa Existência.
quinta-feira, 6 de abril de 2017
30 de março
Sab - 31.12.88 - 19 h 37
Mano!
Vinte anos nos separam,
Entretanto, poucos dias,
Que não foram dois meses,
Uniram-nos, por toda uma eternidade.
Quando aqui vieste, pela primeira vez,
Trouxeste-me um presente,
Quando vieste em oitenta e sete,
Nada me trazendo, deixaste-me
Tua presença.
Relembro-me, como se agora.
Era quase 13 horas, entramos
No Ouro Verde, para mais uma
Despedida, quando nos disseste:
Este pequeno é demais!
Demais, és tu mano, que mesmo
Diante da morte, sorrias para vida,
No sempre nos dizer que está
Tudo bem, confortando-nos, com
Tamanha convicção, que nos
Fizera sonhar, em oitenta e nove,
Passarmos juntos, teus 52 anos,
Que somente três meses nos
Separavam.
Foi-se o oitenta e oito, contudo.
Não passaste das 22 h e 30 m do
Seu trinta de dezemebro de 1988,
Fazendo-nos mergulhar em tristezas
Profundas.
Porém o teu amor, tua simplicidade
Tua bondade e tudo mais que faz
O Primeiro Galho de nossa
Árvore Genealógica,
Fará de um mero oitenta e oito
Ternas e dóceis recordações vivas
De oitenta e seis e oitenta e sete,
Quando juntos vivemos toda uma
Geração.
Por isso Mano!
Trinta de dezembro
Inexiste.
Tu vives e eternamente
Viverás nas lembranças
De minhas saudades.
Mano!
Vinte anos nos separam,
Entretanto, poucos dias,
Que não foram dois meses,
Uniram-nos, por toda uma eternidade.
Quando aqui vieste, pela primeira vez,
Trouxeste-me um presente,
Quando vieste em oitenta e sete,
Nada me trazendo, deixaste-me
Tua presença.
Relembro-me, como se agora.
Era quase 13 horas, entramos
No Ouro Verde, para mais uma
Despedida, quando nos disseste:
Este pequeno é demais!
Demais, és tu mano, que mesmo
Diante da morte, sorrias para vida,
No sempre nos dizer que está
Tudo bem, confortando-nos, com
Tamanha convicção, que nos
Fizera sonhar, em oitenta e nove,
Passarmos juntos, teus 52 anos,
Que somente três meses nos
Separavam.
Foi-se o oitenta e oito, contudo.
Não passaste das 22 h e 30 m do
Seu trinta de dezemebro de 1988,
Fazendo-nos mergulhar em tristezas
Profundas.
Porém o teu amor, tua simplicidade
Tua bondade e tudo mais que faz
O Primeiro Galho de nossa
Árvore Genealógica,
Fará de um mero oitenta e oito
Ternas e dóceis recordações vivas
De oitenta e seis e oitenta e sete,
Quando juntos vivemos toda uma
Geração.
Por isso Mano!
Trinta de dezembro
Inexiste.
Tu vives e eternamente
Viverás nas lembranças
De minhas saudades.
quarta-feira, 22 de março de 2017
Continuar de sonho
Seg - 20.03.2017 - 08 h 37 m
18 de março de 2017,
No continuar de sonho,
Você se fez branco,
Enchendo-nos de alegrias,
Com a paz de sua serenidade,
No seu primeiro semestre,
Com juramento solene
Na festividade do jaleco.
Todos que ali estavam,
Ao ver tanto branco assim,
Se tornaram branco também,
Na pureza de alma
Dos seus meninos e meninas,
Tão jovens, ainda,
Já deixando o aconchego
Carinhoso dos seus,
Trocando capitalismo,
Por sonhos e idealismos.
Buscando os sóis,
Mesmas que as nuvens insistam
Em pintar os céus de preto,
Sendo Ícaros, sem serem
Ceras queimadas,
Tudo pela saúde
Dos seus consultados.
Pois paciente é arcaico,
E já pode ser mudado,
Paciente dá idéia de demora,
Doença não tem hora,
Consulta, sim!
Pode até ter hora marcada.
Acorde saúde pública,
Antes que o estado
E seu povo adoeçam
Por completos.
Equipe seus hospitais.
Não queiram seus médicos
Realizando milagres,
Mas, sim, curando almas,
Devolvendo bem estar
Aos consultados e seus familiares.
Viva você que teima
Em tornar o Sus
No padrão de saúde pública,
Com idealismo, sem capitalismo.
Salve a UFPI -
PARNAÍBA,
Por sua medicina
HUMANISTA.
Deus proteja Voces:
Você Operando,
Consultando, Examinando,
Salvando VIDAS SEMPRE.
18 de março de 2017,
No continuar de sonho,
Você se fez branco,
Enchendo-nos de alegrias,
Com a paz de sua serenidade,
No seu primeiro semestre,
Com juramento solene
Na festividade do jaleco.
Todos que ali estavam,
Ao ver tanto branco assim,
Se tornaram branco também,
Na pureza de alma
Dos seus meninos e meninas,
Tão jovens, ainda,
Já deixando o aconchego
Carinhoso dos seus,
Trocando capitalismo,
Por sonhos e idealismos.
Buscando os sóis,
Mesmas que as nuvens insistam
Em pintar os céus de preto,
Sendo Ícaros, sem serem
Ceras queimadas,
Tudo pela saúde
Dos seus consultados.
Pois paciente é arcaico,
E já pode ser mudado,
Paciente dá idéia de demora,
Doença não tem hora,
Consulta, sim!
Pode até ter hora marcada.
Acorde saúde pública,
Antes que o estado
E seu povo adoeçam
Por completos.
Equipe seus hospitais.
Não queiram seus médicos
Realizando milagres,
Mas, sim, curando almas,
Devolvendo bem estar
Aos consultados e seus familiares.
Viva você que teima
Em tornar o Sus
No padrão de saúde pública,
Com idealismo, sem capitalismo.
Salve a UFPI -
PARNAÍBA,
Por sua medicina
HUMANISTA.
Deus proteja Voces:
Você Operando,
Consultando, Examinando,
Salvando VIDAS SEMPRE.
quarta-feira, 15 de março de 2017
Mulher
Qui - 07.03.2002
Magistral! Psicóloga! Sem divã,
Una! Fracionária! Ímpar!
Linda! feia, unicamente mulher,
Harmoniosa! Doce candura humana,
Esbeta! Gorda, eternamente mulher,
Retrato perfeito da criação.
Grande! Pequena, simplesmente mulher,
Eloquente! Tímida, sempre mulher,
Divina! Maternal! Companheira!
AmigAmadAmante!
Sem forma geométrica,
SEMPITERNARMULHERRRRRR,
Que em seu repouso divino,
Deus nos presentou,
Fazendo-nos aluno do verbo amar,
Depois do sono profundo.
Magistral! Psicóloga! Sem divã,
Una! Fracionária! Ímpar!
Linda! feia, unicamente mulher,
Harmoniosa! Doce candura humana,
Esbeta! Gorda, eternamente mulher,
Retrato perfeito da criação.
Grande! Pequena, simplesmente mulher,
Eloquente! Tímida, sempre mulher,
Divina! Maternal! Companheira!
AmigAmadAmante!
Sem forma geométrica,
SEMPITERNARMULHERRRRRR,
Que em seu repouso divino,
Deus nos presentou,
Fazendo-nos aluno do verbo amar,
Depois do sono profundo.
segunda-feira, 13 de março de 2017
Mulheres
Ter - 08.03.2016 - 06 h 32 m
Substantivos comuns
Em se fazerem de próprios,
Nos possessivos dos seus queres,
Nos tratamentos que bem quiserem,
Em suas escolhas de bem me quer,
Ou mal me quer,
No rosto ingênuo de menina,
Da malícia de mulher,
Em segredo angelical.
Substantivos concretos,
A nos tornarem abstratos,
Nos amores de suas paixões ardentes,
Em acenderem de gelos,
E apagarem de fogos.
Em nos transformarem de amados
E/ou amantes,
Nas cumplicidades dos seus desejos,
Em seu tempo de se(m)nhora,
Nos domínios de nossas horas.
São as mesmas mulheres que:
Quando criança, embalamos;
Quando menina, brincamos;
Quando moça, encantamos;
Quando mãe, amamos;
E quando mulher:
Nos perdemos,
Em encontrar
De amores,
No bem me quer
Do seu bem querer.
Substantivos comuns
Em se fazerem de próprios,
Nos possessivos dos seus queres,
Nos tratamentos que bem quiserem,
Em suas escolhas de bem me quer,
Ou mal me quer,
No rosto ingênuo de menina,
Da malícia de mulher,
Em segredo angelical.
Substantivos concretos,
A nos tornarem abstratos,
Nos amores de suas paixões ardentes,
Em acenderem de gelos,
E apagarem de fogos.
Em nos transformarem de amados
E/ou amantes,
Nas cumplicidades dos seus desejos,
Em seu tempo de se(m)nhora,
Nos domínios de nossas horas.
São as mesmas mulheres que:
Quando criança, embalamos;
Quando menina, brincamos;
Quando moça, encantamos;
Quando mãe, amamos;
E quando mulher:
Nos perdemos,
Em encontrar
De amores,
No bem me quer
Do seu bem querer.
sábado, 11 de março de 2017
Sem ti!
Qui - 23.06.2016 - 08 h 53 m
Sem ti! Minha canção Ficou
Tudo o que Sem melodia,
Escuto Deixando minha
É o teu Vida sem V,
Silêncio, Depois de tua ida.
Falando Saudade
De ti, É muito
Depois Pra viver
Do último Sem ti
Abraço e beijo Senti.
Que eu te dei, Só há tristeza
Naquele dia. A me consumir.
Meu celular Essa dor
Emudeceu; Que não passa!
Meu concreto Que não passa
Tornou-se Sem
Abstrato; Ti!
Sem ti! Minha canção Ficou
Tudo o que Sem melodia,
Escuto Deixando minha
É o teu Vida sem V,
Silêncio, Depois de tua ida.
Falando Saudade
De ti, É muito
Depois Pra viver
Do último Sem ti
Abraço e beijo Senti.
Que eu te dei, Só há tristeza
Naquele dia. A me consumir.
Meu celular Essa dor
Emudeceu; Que não passa!
Meu concreto Que não passa
Tornou-se Sem
Abstrato; Ti!
quarta-feira, 8 de março de 2017
Fé menina!
Seg - 27 .02.2017 - 11 h 09 m
Na fé menino, Na fé menina,
Lembro Levando minha
Você, Fé menino,
Me Na mulher
Chamando Autora,
Filho, Em seus
Me mimando, Papéis
Como único, Múltiplos,
Me amando, Sem
Sem igual, Nunca
A cada um. Ser
Sem Diferença. Atriz.
Na moça Quais delas
Feminina, Está em
Que nos faz Você?
Meninos, Todas
Nas meninices Elas
De nossas Meu
Paixões. Amor:
Na fêmea, Menina - Moça
Que se faz Mulher - Mãe,
Mulher, Escrevendo
Inscrevendo Suas histórias,
Seu amado, Nas páginas
No seu livro Das minhas
Diamante. Memórias.
Na fé menino, Na fé menina,
Lembro Levando minha
Você, Fé menino,
Me Na mulher
Chamando Autora,
Filho, Em seus
Me mimando, Papéis
Como único, Múltiplos,
Me amando, Sem
Sem igual, Nunca
A cada um. Ser
Sem Diferença. Atriz.
Na moça Quais delas
Feminina, Está em
Que nos faz Você?
Meninos, Todas
Nas meninices Elas
De nossas Meu
Paixões. Amor:
Na fêmea, Menina - Moça
Que se faz Mulher - Mãe,
Mulher, Escrevendo
Inscrevendo Suas histórias,
Seu amado, Nas páginas
No seu livro Das minhas
Diamante. Memórias.
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