Dom - 25 .11.2018 - 04 h 57 m
.... Se eu os
procurar,
Necessários os são,
para
Eu me encontrar,
para
Conversar com meu
monólogo,
Me aproximando mais
de mim,
Para saber como eu estou,
Com esse meu melhor
amigo.
Essa viagem
solidária,
Jamais será
solitária,
Será momentos de mar
Para juntar minhas águas,
Para surfar minhas lágrimas,
Para lavar minha alma,
Deixando meu corpo
molhado.
Será encontro de
sol,
Sem instante de só,
Esse tempo a sós,
para
Ser astro, sem
teatro, no
Rastro do meu caminho, para
Aquecer minha estrada,
sem
Seguir em frente
sozinho.
Serão dias de lua
A clarear os meus
sertões,
Nos oásis de minha caatinga,
Compondo minhas cantigas
Vendo meu cacto
florir, nos
Desertos de minha seca, nos
Campos abertos, sem
cercas:
Momentos sem
solidão, que
Só eu viverei, se
aprender
Com o sol, o mar e a
lua, sem
Se importar sua
ordem, me
Permitindo ser marés,
Sol e luar,
Sentindo os sabores
dos ventos,
Que sua tempestade
provoca.
quarta-feira, 28 de novembro de 2018
domingo, 25 de novembro de 2018
Eu
Qua - 14.11.2018 - 06 h 42 m
Gosto das minhas
Racionalidades,
Emocional,
E de minhas
Emoções,
Irracional,
Mais ainda.
Gosto
De ser poema,
De estar
Poeta,
E de viver
Poesia,
Ainda mais.
E neste estado
Poético,
As noites me são
Dia,
Dia das minhas
Noites,
Noite, sem solidão.
Solidão, companheira,
Que eu sempre deixo
Na mão,
Por ter você, a saudade
E a lembrança,
Minhas confidentes,
Em sua contramão.
Você!
Que não
Me deixa
Sentir
Saudade
Momento
Algum.
A saudade!
Que me
Faz você
Lembrança
Real, mesmos
Quando juntos
Estamos.
E a lembrança!
Que a saudade
De você eu sinto,
Quando um somos,
Estando ou não
Presente
Comigo
Só pra sentir Você!
Saudades minhas,
Em formatos
De Lembranças,
Nos meus dias
E noites sem fim,
Consigo.
Gosto das minhas
Racionalidades,
Emocional,
E de minhas
Emoções,
Irracional,
Mais ainda.
Gosto
De ser poema,
De estar
Poeta,
E de viver
Poesia,
Ainda mais.
E neste estado
Poético,
As noites me são
Dia,
Dia das minhas
Noites,
Noite, sem solidão.
Solidão, companheira,
Que eu sempre deixo
Na mão,
Por ter você, a saudade
E a lembrança,
Minhas confidentes,
Em sua contramão.
Você!
Que não
Me deixa
Sentir
Saudade
Momento
Algum.
A saudade!
Que me
Faz você
Lembrança
Real, mesmos
Quando juntos
Estamos.
E a lembrança!
Que a saudade
De você eu sinto,
Quando um somos,
Estando ou não
Presente
Comigo
Só pra sentir Você!
Saudades minhas,
Em formatos
De Lembranças,
Nos meus dias
E noites sem fim,
Consigo.
quinta-feira, 22 de novembro de 2018
Naimego
Qui - 21.09.2000
Tu, minha grande pequenina,
Cheia de ti, dona de nós,
A reclamar desse pai que não vem,
Fazes-me feliz, em cada regresso meu,
Como se em ti, apenas eu faltasse.
Numa alegria pra lá de apaixonante,
Envolvendo-me em teus pequeninos abraços,
Ficando a me materializar com tuas mãozinhas:
Tocando-beliscando-puxando meu rosto,
No silêncio fascinante-sorridente-perguntável:
De VOCÊ DE NOVO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
No colo do pápi, quase vencida pelo sono,
A esquecer de tempo, em me olhar radiante,
Fazendo-me o mais feliz dos paixonantes.
Assim és tu, minha lourinha,
Nas noites de sextas feiras,
Enquanto acordada estiveres,
Sem me dividir com Afio e Gore,
No te embelezar para minha chegada.
Porém, quando o cansaço da noite te vence,
Fica o protesto:
MÃE! POR QUE ESTE PAI ESTÁ
DEMORANDO TANTO?
CADÊ ESSE PAI QUE NÃO VEM?
Sábado, para variar, cedo estás a acordar,
Sutilmente em nossa cama vais,
Sutilmente vais separar Gore de mim,
No possessivo constante de meu pai,
No me querer de todo instante,
No te fazer presente no suave toc-toc,
Na porta do nosso quarto,
Acompanhado de um mais lindo gracioso
"POSSO ENTRAR".
E assim, rapidamente
Vais te tornando:
Dona de mimmmmm.
Nesse teu jeito:
SAPECA-PEQUENA DE SER
GENTE GRANDE
REPLETA DE NAIANISMO.
NAIANISMO, esse,
Que te faz marcante,
Por onde quer que estejas tu,
Pois é difícil te ver, ao menos uma vezzz,
Para não ficares presente
Na vida de tanta gente,
NETA QUERIDA DA SAUDOSA
VOVÓ LULU.
Tu, minha grande pequenina,
Cheia de ti, dona de nós,
A reclamar desse pai que não vem,
Fazes-me feliz, em cada regresso meu,
Como se em ti, apenas eu faltasse.
Numa alegria pra lá de apaixonante,
Envolvendo-me em teus pequeninos abraços,
Ficando a me materializar com tuas mãozinhas:
Tocando-beliscando-puxando meu rosto,
No silêncio fascinante-sorridente-perguntável:
De VOCÊ DE NOVO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
No colo do pápi, quase vencida pelo sono,
A esquecer de tempo, em me olhar radiante,
Fazendo-me o mais feliz dos paixonantes.
Assim és tu, minha lourinha,
Nas noites de sextas feiras,
Enquanto acordada estiveres,
Sem me dividir com Afio e Gore,
No te embelezar para minha chegada.
Porém, quando o cansaço da noite te vence,
Fica o protesto:
MÃE! POR QUE ESTE PAI ESTÁ
DEMORANDO TANTO?
CADÊ ESSE PAI QUE NÃO VEM?
Sábado, para variar, cedo estás a acordar,
Sutilmente em nossa cama vais,
Sutilmente vais separar Gore de mim,
No possessivo constante de meu pai,
No me querer de todo instante,
No te fazer presente no suave toc-toc,
Na porta do nosso quarto,
Acompanhado de um mais lindo gracioso
"POSSO ENTRAR".
E assim, rapidamente
Vais te tornando:
Dona de mimmmmm.
Nesse teu jeito:
SAPECA-PEQUENA DE SER
GENTE GRANDE
REPLETA DE NAIANISMO.
NAIANISMO, esse,
Que te faz marcante,
Por onde quer que estejas tu,
Pois é difícil te ver, ao menos uma vezzz,
Para não ficares presente
Na vida de tanta gente,
NETA QUERIDA DA SAUDOSA
VOVÓ LULU.
quinta-feira, 15 de novembro de 2018
Nai
Sab - 10.11.2018 - 15 h 37 m
Na aurora inesquecível
Dos meus cachos
Dourados, achei
Muitos Atalhos
No seus
Amores
Indescritíveis,
Fazendo
Da minha
Longa caminhada,
Encontro
Sem despedidas
Na estrada chamada
Você,
Que presente
Se faz saudade,
Nas avenidas de
Minhas lembranças,
Que quando ausente,
Se faz o agora, na rua
Dos meus encontros
Feliz todos os dias seus
Em nossas Vidas, NAI.
Na aurora inesquecível
Dos meus cachos
Dourados, achei
Muitos Atalhos
No seus
Amores
Indescritíveis,
Fazendo
Da minha
Longa caminhada,
Encontro
Sem despedidas
Na estrada chamada
Você,
Que presente
Se faz saudade,
Nas avenidas de
Minhas lembranças,
Que quando ausente,
Se faz o agora, na rua
Dos meus encontros
Feliz todos os dias seus
Em nossas Vidas, NAI.
terça-feira, 13 de novembro de 2018
Raílda
Ter - 13.11.2018 - 07 h 24 m
Seria mais
Doida, doída,
Se não houvesse
CRISTO, e a saudade
Para lembrar de ti,
Que com tua
Singeleza
Fez-me ver
O quanto
São belos
Os lírios
Do campo,
Que mesma colhendo
Abrolhos e espinhos,
Sem plantá-los,
Ao longo da vida,
Jamais perdeste
O encanto de
Nos encantar,
Sem choro,
Sem lamento,
Que podiam ser teus
Cantos, nunca em ti,
Eu os encontrei, em
Nenhum canto
De tuas belas canções.
É Por isso, que
Hoje, a tristeza
Dá lugar
À alegria
Em
Outra
Dimensão.
Essa dor
Doída, doida,Seria mais
Doida, doída,
Se não houvesse
CRISTO, e a saudade
Para lembrar de ti,
Que com tua
Singeleza
Fez-me ver
O quanto
São belos
Os lírios
Do campo,
Que mesma colhendo
Abrolhos e espinhos,
Sem plantá-los,
Ao longo da vida,
Jamais perdeste
O encanto de
Nos encantar,
Sem choro,
Sem lamento,
Que podiam ser teus
Cantos, nunca em ti,
Eu os encontrei, em
Nenhum canto
De tuas belas canções.
É Por isso, que
Hoje, a tristeza
Dá lugar
À alegria
Em
Outra
Dimensão.
segunda-feira, 12 de novembro de 2018
Tecendo a democracia
Dom - 21.04.1985
Tudo é passado,
Retrospectiva sem futuro,
Ante só esperança,
No semideus brasileiro,
Com credo de todas as raças,
Reunindo em todo tempo,
Estado, POVO, Território e Nação,
Durante novecentos dias,
O BRASIL DA NOVA REPÚBLICA,
Dias e noites, fizemo-nos: ESPERANÇA.
e trinta e nove dias te fizeram: Eternidade.
Agora sem teu arquiteto,
Lição de democracia,
Maior de todo estadista,
Está o brasil, SEM TEU FILHO,
Imerso em dor, até a alma,
Diante de tanto pesar,
Antes A PÁTRIA AMADA ÓRFÃ.
No quadragésimo dia De tua república,
Em esquife, és tu conduzido,
Velado no salão nobre,
ESTADISTA QUE O POVO QUIS:
SENTIR-TE SEU PRESIDENTE.
Queríamos te ter em Brasília,
Mas, Tu: EM TUA FIBRA MINEIRA,
DEIXASTE-TE LEVAR ÀS GERAIS,
BERÇOS DE TANTOS IDEAIS.
Tudo é passado,
Retrospectiva sem futuro,
Ante só esperança,
No semideus brasileiro,
Com credo de todas as raças,
Reunindo em todo tempo,
Estado, POVO, Território e Nação,
Durante novecentos dias,
O BRASIL DA NOVA REPÚBLICA,
Dias e noites, fizemo-nos: ESPERANÇA.
e trinta e nove dias te fizeram: Eternidade.
Agora sem teu arquiteto,
Lição de democracia,
Maior de todo estadista,
Está o brasil, SEM TEU FILHO,
Imerso em dor, até a alma,
Diante de tanto pesar,
Antes A PÁTRIA AMADA ÓRFÃ.
No quadragésimo dia De tua república,
Em esquife, és tu conduzido,
Velado no salão nobre,
ESTADISTA QUE O POVO QUIS:
SENTIR-TE SEU PRESIDENTE.
Queríamos te ter em Brasília,
Mas, Tu: EM TUA FIBRA MINEIRA,
DEIXASTE-TE LEVAR ÀS GERAIS,
BERÇOS DE TANTOS IDEAIS.
terça-feira, 6 de novembro de 2018
Mangue
Dom 21.10.2018 - 12 h 03 m
Quantos amores jurados
Em vão,
Envolvidos nas camas
Do teu mangue,
Pagos até hoje em vintém
Nas figuras ilustres
Desfigurados,
Sequiosos de desejos
E devaneios,
Dos seus nobres
Cavalheiro, distintos,
Pagando o mesmo tostão.
Entrando cheio
De seu vazio,
Sentindo só cheiro
De si,
Nos seus orgasmos
Inúmeros, inúteis,
Torrando a carne sem preço,.
Rasgando a nudez de
Sua veste humana,
Cobrindo com seus
Mantos carnais
O pudor lascivo, desmedido
De suas ignomínias
Sem lhe dar nenhum apreço.
Quantos segredos
guardados
Em ti,Quantos amores jurados
Em vão,
Envolvidos nas camas
Do teu mangue,
Pagos até hoje em vintém
Nas figuras ilustres
Desfigurados,
Sequiosos de desejos
E devaneios,
Dos seus nobres
Cavalheiro, distintos,
Pagando o mesmo tostão.
Entrando cheio
De seu vazio,
Sentindo só cheiro
De si,
Nos seus orgasmos
Inúmeros, inúteis,
Torrando a carne sem preço,.
Rasgando a nudez de
Sua veste humana,
Cobrindo com seus
Mantos carnais
O pudor lascivo, desmedido
De suas ignomínias
Sem lhe dar nenhum apreço.
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