terça-feira, 28 de outubro de 2025

20 h 25 m

 Ter - 31.12.2024 - 11 h 30 m

Cálice(s) da sensatez 


Que 20 h 25 m, não seja tão somente uma 

    Hora a mais, no RELÓGIO de parede,    

        Parado, em algum lugar, até hoje, 

             No passado, esquecido, mas

          Minutos repletos de TODOS, no

             Tempo chamado agora, sem   

  Corda/bateria/pilha para seu tic tac tocar.

quarta-feira, 22 de outubro de 2025

Aonde e quando...

 Ter - 21.10.2025 - 10 h 14 m

AdemirÁvel versejar 


Nem

A distância 

Te faz longe, 

Pela saudade que por

Ti sentimentos, quando os teus

Dez dias se vão, por LEMBRANÇAS 

Tuas se nos tornando AGORA, mais ainda.


NEM A SOLIDÃO, martírio da saudade por 

Seres presente nosso, sem quando onde,

Nos marcará com sua ausência, 

Por nos fazeres presente, 

Sem quando aonde, 

TU SEMPRE 

Andares.

quarta-feira, 15 de outubro de 2025

Egídia que não esquecerei

Em um histórico dia de 1936, 

Maria Emília Rabelo, com 

Turma masculina e Egidia Cavalcante chagas 

Com a equipe feminina uniram 

Suas duas pequenas escolas isoladas de 1935, 

Na Escolas Reunidas de Morada Nova, 

Com 204 alunos inicialmente.


Germinada a semente da 

Educação, tuas primeiras 

Diretoras surgiram: Maria 

Antonieta Siqueira Maia, 1947;

Antonieta Rabelo - 1948 a 1952;

Maria Terceiro Chagas Maia -

1953 a 1957.


Em 1956, deixaste de ser 

Reunida, para te tornares 

Grupo Escolar Egidia 

Cavalcante Chagas, em 

Homenagem a tua primeira 

Grande mestra, para em 1971 

Seres Escola de 1° Grau 

Egídia Cavalcante Chagas.


Egídia! Quem não te lembras 

Do Zé Perequete e da 

Maricotinha, tantas vezes pronunciados,

Carinhosamente nos lábios da sua mais

 Brilhante diretora e educadora, que Morada

 Nova nos presenteou. Egídia! Como a

 esquecerás?


Ah! Se outras Maria de Lourdes Terceiro chagas 

Rabelo houvesse, o mundo seria educação por

Excelência, em toda tua essência.

Falar de ti, Egídia! É autobiografar

Essa mulher de fibra, que de 

1961 a 1979, se dedicou a ti, 

Por inteiro:


Seja

Em tua direção,

Durante 18 anos,

Ou nos ensinando

Matemática,

Em brincar

De números.


Setenta! Setenta de Adenilde, 

Do quinto ano primário,

Em nos preparar de admissão,

Para primeira série ginasial,

Em imorredouras saudades,

Por termos terminado contigo

O nosso último ciclo educacional.


Egídia!

De dona Alzira,

Dos seus tijolinhos, 

Doces cocadas,

Gostosos

Pés de moleque,

Tapiocas.


Egídia de: Euridéia, Marli, Luzaíra, Mazé

 Coutinho, Áurea Nântua, Campelo, Francisca

 Girão, Miriam Rabelo, Creusa Raulino, Isa,

 Alzirinha Costa, e outras mais, dirigidas por

 Jucileide, Tereza Rabelo e Maria do Carmo

 Girão.


Egídia!

Saudade, afinco, dedicação,

Pés de algarobas,

De atas,

De seu antigo prédio saudoso.

Quantos doutores

Tu formaste!

segunda-feira, 13 de outubro de 2025

Entre beijos e brigas

 Seg - 30.08.1989


Entre beijos e brigas, 

Assim vão nossas vidas, 

Assim é nosso amor, 

Assim somos nós dois 


CSU que nos viu nascer, 

Em amores inexistentes, 

Um dia ficou contente, 

Por ter-nos feitos viver 


CSU! CSU! quantas vezes enxugou nossas

Lágrimas que de minha amada vertia 

E do meu coração, em agonia, 

Que tu, saudades reprimes.


Tarde, fora do tempo, 

Que no passado calara, 

Começava naquele instante, 

O ontem que muitos já nos falara.


Quando éramos só amigo, 

As brigas já havia, 

Os beijos, telepatia, 

Do nosso amor bem antigo. 


Ciúmes já existiam, 

Dizia-me criança tola, 

Quando, em risos, eu te falava 

As coisas sérias da vida. 


Brigados, nós começamos, 

Nos seis, mês maio, ano 79, 

O romance que, até hoje, 

Faz de minha vida só tu. 


Entre beijos e brigas, 

Há saldos de muito amor, 

O mundo deste teu ser, 

Um todo do meu viver.

domingo, 12 de outubro de 2025

Além do silêncio

 Ter - 08.06.2021 - 14 h 23 m

AdemirÁvel versejar


Quem

Pensa não

Fala os quês 

Da fala, que fala 

A fala Não fala...Quem 

Pensa traduz silêncio da voz do

Sem vez, se cem Vezes preciso for.


Pois o pensar, não joga verbo fora,

Junta verba que aflora a defesa

Dos inocentes, com atitudes e

Gestos, sem dizer palavras

Algumas, nas orações

Sem sujeitos

Ocultos,


No

Composto simples

Determinado por todos,

Pelas seis pessoas ditas,

Por seus atos também escritos

Por suas bocas benditas, sem suas

Ações malditas, mal ditas e mal ditas


Que o mundo de mãos postas, ainda

 Orar não aprendeu, por ação lhe

Faltar, nas orações de cada

Dia, nos pães meus

Da fome doutros,

Sem céus

Teus.

segunda-feira, 6 de outubro de 2025

Indefinidos

Sab - 12.10.2019 - 05 h 40 m

No
Nada,
Mesmo
Parado,
Se 
Anda
E nada,

Ouvindo
O surdo
Do tudo,
Falando
Que
O mundo
É mudo,

Cantando canções
De ninguém,
Contando
Para outros
Algo de alguém,
Em algum
Lugar do Passado.

Assim se propagam
Os fatos,
Nas ondas
Dos ventos
Sonoros,
Nas estórias,
Sem histórias,

Das demências
Humanas de todos,
Com os indefinidos,
Por alguma coisa,
Pagando o pato,
Pelos quero mais,
Dos quem disse, me disse.