quinta-feira, 29 de setembro de 2016

Policidade

Qua - 28.09.2016 - 07 h 50 m

Não quero carreata, 
Mas, alguém, com cara e ato, 
Que corra e ate,
O melhor Pra minha cidade.

Não quero bandeiraço, 
Mas alguém que faça do seu estandarte
Uma bandeira de aço, 
Sem que nela a corrupção se ache.
    
Não quero só treze,
Mas, tezes, Com teses, 
Que tecem nossas caminhadas, 
Por inteiro.

Não quero só quinze,
Mas, Quiz, Com soluções inteiras,
Sem decisões 
Partidárias.

Não quero só números,
Nem somente nomes, mas, cognome, 
Que faça do anonimato  nome, sobrenome, Família, Povo, gente, sem ser estatística.

Não quero politicagens, Mas, policidade,
Que ame e cuide bem de minha cidade,
Sem fazer dela um bem
Na sua herança PATRIMONIAL.
                                       
Não importando seus números,
Nem muito menos seus nomes,
Desde que o povo seja sempre
O inteiro, em suas frações  partidárias,

Fazendo, de ti, 
MORADA NOVA
A minha mais bela       
Cidade.

quinta-feira, 22 de setembro de 2016

Sem domingo

Qui - 22.09.2016 - 05 h 23 m

O circo ficou sem riso,                 No palco
No picadeiro  dos seus                  Da vida,
Redemoinhos,                                          No
Sem domingos,                                  Teatro
No rio, que Domingos                         Sem
Não riu.                                                 Ator,

Deixando o velho chico,                      Nos
Sem santo,                                 domingos,
No Francisco,                     Sem palhaços,
Sem dos anjos,                                     Sem
Na Olívia,                                     Domingos.
Sem pitanga,                 Onde ninguém riu,
Sem tereza.                                 Nem o rio!

sexta-feira, 16 de setembro de 2016

PoliticoPata

Qua- 14.09.2016 - 07 h 04 m

10 sim!  09 não sei! 41 tô nem aí!
Foi tudo que restou,
Dos muitos que sabiam
E estavam aí!
Dos 469 que compareceram.

Onde estão os seus parceiros?

Disfarçados nos seus sim democráticos,
Feitos heróis da patrianada,
Ante as tetas desmamadas,
Em busca dos seus desmandos.
                                   
Perante tantos Brutus,
A politicopata não resistiu.
Bem fez Calígula nomear
Seu cavalo Inciatus Consul.
                                                     
Agora com o povo
SENDO SUA EXCELÊNCIA!
vossas excelências
EESSTTRREEMMEECCERRÃÃOO..
E muitos e muitos te seguirão,
No cálice politicopata de sua embriaguez.

SEM CALE-SE DO POVO OUTRA VEZ!

Sem brasil da politícaporca,
Que domina e mina A PATRIAMADA!

Enganando sua excelência O POVO,
No calíce da embriaguez
De VOSSAS EXCELÊNCIAS:
nunca mais.

quarta-feira, 14 de setembro de 2016

Amanhã!

Sab - 14.05.2016 - 13 h 41 m

Os homens poderosos      
Arrombam nossas portas    
Invadem nossas casas.
                                       
Hoje, Jesus Cristo          
Bateu em tua porta        
E te perguntou:                          
Raulino! Posso entrar?                    
Pode meu Senhor!            
                                             
Colocaste as mãos no arado  
E não olhaste mais pra trás,            
Sem tempo sequer de despedida.    
                                                               
O que direi a ti, ou o que a mim me dirás,
Quando esse momento nos fizer passado!

O silêncio de quem partiu,
A saudade de quem ficou,
Pra quem só viveu o agora
Na certeza da ausência,
Em nos fazermos presença,
Em nossas eternas lembranças,
Em amor de criança.

Amanhã! Amanhã!
Hoje nos fizeste passado.
Eu não me despedi de ti,
E nem tu te despediste de mim.

Não choremos nossos ossos,
E nem tenhamos remorsos,
Pois sempre teremos o hoje
E o passado pra falarmos de nós,
Sem lembrarmos o amanhã.

Pois eu queria está aqui, pra ti dizer oi,
Sem ouvir o teu silêncio como resposta.
Resposta essa, que do meu
Monólogo escuto,
Nas lembrança das minhas saudades,
Das nossas eternas Cacimbas.

Pois a vida é feita de:
Presença, saudade ou remorso.                                  
Só a presença nos fará saudade
Quando um dia a nossa ausência chegar.

Obrigado            Eterno           Raulino!

domingo, 11 de setembro de 2016

T(eu)

Qua - 07.09.2016 - 06 h 23 m

A tua ida,                               Seguindo os
Minha partida!            Teus  com(passos)
O teu espelho,             Nas retas e curvas
Minha imagem!                       De tua vida,
Os teus passos             Nos pontos meus
Meus caminhos!          De minha história,

Tua chegada,                              Em outra
Meu encontro!                                    Vez!
Tuas decisões,                               De nós
Minhas escolhas!                             Três!
Em círculos retos            Que  saudades
Constantes.                      De nós quatro!

quarta-feira, 7 de setembro de 2016

LIBERTAS QUAE SERA TAMEN

Qua - 16.07.1999

Acorda! Povo que embala
o gigante adormecida
Acorda! Antes que seja
TOTALMENTE esquecido!

Zumbi! Zumbi!
Onde estão os teus PALMARES!
Conselheiro! Conselheiro!
Traz de volta os teus CANUDOS!
ipiranga, ipiranga,
em que margem te OUVIREMOS!
                                        
Desperta! TU que dorme,
em te fazer de novas
FARROUPILHAS E GARRAFADAS,
Em constantes CONFEDERAÇÕES
DE EQUADOR E BALAIADAS
Em contínuas Derramas, por!
LIBERTAS QUAE SERA TAMEN!

tu és o GRANDE PODER !
tu és a revolução,
SE ASSIM QUISERES SER.                      
tu és O GRITO emudecido de pedro, e
OS GRILHÕES que isabel NÃO QUEBROU!

que estórias tens BRASIL:
português de tordesilhas;
de um fico de mancada:
de um ipiranga de jogada:
cheios de maioridade.

desperta! TU! que DORME,
do meio MILÊNIO do nada,          
ENSINANDO a burgusia DIVIDIR,
ESCREVENDO NOVAS HISTÓRIAS
REPLETAS DE SABINADAS!

domingo, 4 de setembro de 2016

Sem nado

Dom - 26.06.2011 19h 57 m

Tão linda!                            Em se fazer
Tão bela!              De Ilha de Damiana,
Tão cheia!                      Em seu jardim
Tão fétida!                    Natural Divino,
Teus                   Brinquedo de nosssa
Peixes                                     Meninice,
E cágados       Chamego de mocidade,
Nos                     Ilha Solteira de tantos
Digam.                                        amores.

És bojo! Sem nado,      Morada-Novense!
És nojo dos teus                          Acordai!
Habitantes,                                   O futuro
Que as garças                          Me espera,
E galinhas d'águas                 De presente
Insistem,                                          Agora!
Com majestade                 O meu passado
E graça, em te fazer                     De nados
Santuários seus.                  Inesquecíveis.

Passados de águas                  Com verde
Límpidas,                             De esperança,
Com Pedra redonda                   Sem lodo.
Enfeitada de todas                Águas claras
As idades,              Sem excesso de cloro.
Sem bojo!                                    Sem nojo! 
Sem nojo!                                    Sem bojo!
Com nado.                               Com nado...