sexta-feira, 25 de fevereiro de 2022

Guardados Na Essência

 Qui - 10.02.2022 - 12 h 05 


Guardo, no

Relógio do tempo,

Um espelho, onde a Essência

Poética é

Onírica,


Na Seara da vida,

Ornamentada de palavras,

Sendo ponte,

Sendo asa,

Amor para vida inteira,


Escrevendo inspiração,

Soletrando emoção,

Sem letras mais sermos, dando

Ênfase a cada verso, 

No sermos poeta todo dia,

Cultivando poesia,

Insight

A todo instante.

domingo, 20 de fevereiro de 2022

Cartório do tempo

 Dom - 20.02.2022 - 08 h 50

Muito além de cada olhar


Em algum

Lugar do passado,

O Presente quis registrar o 

Seu futuro: Cedo logo

Acordou.


Na segunda

Terça, na Quinta

Da Sexta avenida, na quarta

Sala, seu Domingo o 

Esperava,


Para sábado 

Bebemorar. Como o

Padrinho é Édson Paulo, mas

Não é de São

Paulo,


Irritado ele

Saiu, sem registrar

O menino, pela contínua pergunta

Do Tabelião: Senhor Édson 

Paulo?

terça-feira, 15 de fevereiro de 2022

Pétalas de Primavera

Sab - 06.11.2010 - 11 h

Na primavera da vida,
No éden de nós dois,
Em canção de ninar,
Em festejos de amantes,
Brindando o amor:

Surge a mais bela flor:
Flor de mim, de ti, de nós!
Flor de amor! Sem fim.
Flor feita por Deus:
Para ti! Para mim! Para nós!
Flor com essência da primavera
Do nosso jardim.

Jardim que se faz pétalas,
Pétalas de tua rosa,
Rosa do nosso amor,
Amor por ti! Por ti!
Nosso bem querer!

Querer de Brincar,
Brincar de Mimar,
Mimar de Amor,
Amor de Ninar,
Ninar de Querer,
De te querer muita mais.

Muito mais! Cada dia!
Cada dia! Muito mais!
De ti! Vida nossa!
Vida nossa! De ti!
De ti! Nossa Vida:

Imagem contínua de Nai,
Instante constante de Naimego,
Identidade apaixonante de mim,
Inteiro completo de ti,
Inspiração de Deus,
Em nos fazer de muito Naiâni,
No templo sagrado humano,
O tempo presente nosso.

domingo, 13 de fevereiro de 2022

Você...

Qua - 17.10.1979

Você!

Pedaço do meu mundo,
Pouquinho do meu tudo,
Viver no vegetar,
Futuro de altar.

Você!

Tristezas de alegrias;
Risos de agonias;
Guerra de minha paz;
Tudo do meu capaz.

Você!

De você e de mim,
Meio e começo do meu fim,
Futuro de um passado,
Presente sempre sonhado.

Você!

Sonhos em pesadelos,
Amores que eu fi-lo e fê-los,
Tudo deste nada,
Ente para ser amada.

sábado, 12 de fevereiro de 2022

Povo

Dom - 23.09.2018 - 05 h 21 m

Eu quero Palmares que façam
Ouvir os zumbidos do seu povo,
Com conselheiros, sem carnudos
De papel, que digam aos outros,
Que ipiranga não tem margem,
Apesar de ser imagem do número
Perfeito, ele é todos dias

Eu quero Confederação do Equador
Que faça do POVO nação de voto
E não devotos  sem noções, onde
Eu possa ir e vir, com minhas
Sabinadas e balaiadas, nos farrapos
Da vida, dizendo aos donos do nada
Que já não somos seus ter.

Eu quero Conjurações mineira, baiana,
E outros estados mais, com seus
Emboabas, mascates, alfaiates,
Beckman, Felipe, com classe, sem
Classes sociais, sendo povonação,
Com território  de todos, Sem grilhões
E sem tornozelos eletrônicos.

Eu quero o povo, sem pólvora
Sem pavor e sem temer,
Votando sem favor,
Voltando e indo pra onde quiser,
Deixando de ser vida de gado,
Orgulhando-se da triste partida,
Sem precisar mais de ir.

Sem derrama, sem quinto,
Sem comissão, sem propina
Com obras sem obras que
Fazem sangrar o povo,
Onde roubar não é mais verbo,
Mais verba certa de suas impunidades,
De suas imunidades, sem decoro.

O quê fazer se:
Os votos de  alguns eleitores
Com ou sem leitores
Elegem, livremente, sem cerimonial,
Ainda, os que roubam e fazem,
Reconduzindo,  até hoje, também,
Os que roubam e não fazem?

domingo, 6 de fevereiro de 2022

Convite

Dom – 03.12.1978

Aos que detestam a paz
E as condenam nos homens de boa vontade;
Aos míseros que se dizem atos,
Sem nunca terem sido potência;
Aos que para subirem,
Tiveram que se tornar sufocantes humanos sociais;
Aos cupins que se dizem castores;
Aos que se dizem justos
Cometedores de injustiças;

Aos que:

Gritando por Cristo, sufocam seus próximos;
Vendo-os nus, tentam arrancar-lhes a pele;
Vendo-os presos, ensejam acorrentá-los;
Vendo-os doentes, sorriem por seu morrer;
Vendo-os sadios, escravizam-nos no trabalho,
Por um sonhado mundo capitalista;

A vocês, ínfimos seres,
Retirem a pele de cordeiro
Que lhes serve de camuflagem,
E deixem cair a carcaça de lobo
Que tão bem lhes veste,
Para que os outros transformem
Esse seu mundo de miséria e opressão,
No universo anti-desumano,
Mesmo na sombra de sua pequenez.