sexta-feira, 28 de novembro de 2025

No compasso do meu tempo

 Seg - 14.06.2021 -17 h 17 m

AdemirÁvel versejar


No

Compasso do

Meu tempo, enquanto 

Meu Deus me conceder,

No meu relógio, sem ponteiros

Comigo, Contigo, com Vocês e os

Outros mais, eu agora vou usar, sem 


Hora a cumprir, sem mais o ponto 

A passar, sendo senhor de mim,

Por quanto Deus me permitir,

Enquanto Deus me desejar

Aqui, neste meu

Mundo, sem

Hora.


Sem 

Hora, que 

No agora serão 

Juntos, com o M, 

Perdendo a sua última perna, 

Sem a ampulheta marcar, a parar,

Só, quando o meu bom Deus quiser.


Neste Cá ali que se parece silêncio,

Nos aquém além dos acolá diários

Diferentes, tendo sóis ardentes e

Prateada lua como confidentes, 

Neste jardim humanizado

Germinado de

Vocês.

sábado, 22 de novembro de 2025

Cachos dourados

 Sab - 15.11.2025 - 08 h 43 m

AdemirÁvel versejar 


Quinze

Te tornamos,

Cachos dourados, no 

SERMOS ONZE DE TI

MESMOS, no somos do teu

95, como se ainda estivéssemos no

TEU UMM: A CRIANÇA SAPECA só NOSSA.


MAS O TEMPO TE FAZ TRINTA, COM 

OS INDO e VOLTANDO de sempre, 

Esquecendo a MENINA, que um

Dia nos fez, somente, 

Um, há muito,  

Se tonou

N…

sábado, 15 de novembro de 2025

Tempo de mim

 Seg - 26.05.2025 - 16 h 23 m


Vivendo o agora,

Sem me tornar banco de horas,

Sem querer ser memória,

Vou escrevendo história,


Enquanto meus passos 

Forem do tempo comparsa,

Eu serei a reta do meu compasso,

Sempre com teus abraços.

 

Vivendo cada idade,

Sem fazer do ontem, saudade, 

E muito menos lembrança da mocidade,


Dos dias a mais presenteados,

Pelos dias a menos da bengala,

Deixada, por mim, no canto da tua sala.

quinta-feira, 13 de novembro de 2025

Despindo-me de mim

 Qui - 26.06.2025 - 15 h 48 m


Tempo de solidão,

Tempo de desilusão,

Tempo sem emoção,

Tempo de contramão:


Quando batia

Só tum tum tum,

Nas farras das esquinas,

Do mundo, e de cada quina.


Até que um dia

Ele tocou a melodia 

Tu…tu…tu.


Tornando-me

Extensão de ti:

Despindo-me de mim.

quarta-feira, 12 de novembro de 2025

Está esperando o quê?

Sab - 25.07.2020 - 11 h  03 m

Quem disse que 
O silêncio
É mudo
E que os
Atos
São
Nulos?

Quem disse que
A alma 
Não sente a dor que
Na pele dormente
E na mente demente
Se tornaram
Cicatrizes?

Quem disse que
O mundo
Imundo,
Enlameado 
Pelo sujo humano
Não pode ser lavado 
De novo?

Mergulhe no oceano
Do Silêncio,
Nade com os 
atos nulos,
Surfe com a 
Alma
Nos mares de todos,

Vista-se de atitude,
Sem revista ser,
Se permitindo
Ponto,
Somente,
Quando reticências
Não mais Couberem.

Só assim então,
Quem sabe, 
Talvez um dia,
Você aprenda, de vez,
A magia de viver
O consigo, sem consigo.
Vai, que você consegue!

quinta-feira, 6 de novembro de 2025

Não é sol fá lá de si

 Sex - 26.03.2021 - 07 h 40 m

AdemirÁvel versejar


Se

O si

Dó dele tivesse,

Quanto de mim tem,

Ele, também, tocaria para ti,

Sem dós de outros mais alguém,

Suas clavas de todos, em si menor.


O ré médio não seria mais AMARGO,

O sol, mesmo NO SOFÁ, ESTARIA,

Sem mais necessidade dele sair,

Nessa cidade sempre ficando,

Permanecendo, ali, fixado,

Aguardando mi

Voltar. 


No

Seu ré

Sem mais volta,

No lá, agora ficando,

O si, estático, olhando mi,

Permaneceu horas sem dó fá lá,

Esperando a escala pra de si tocar.


Não é só falar de si, insistentemente,

Orquestrou sol, com banda do ré,

Em conjunto com o mi,

Solfejando dó, si, lá,

No sol fá,

Com todas

Notas.