Dom - 20.12.2015 - 06 h 31 m
Vivemos no mundo virtual,
Com oi de internet,
Sem olá visual,
Com o universo nas palmas
De nossas mãos,
Sem ninguém pra abraçarmos,
Deixando de lado os desconectados,
Uns dez coitados!
Nas pressas de nossas ruas,
A deslizarmos de touch screen.
Sem contato humano, nas cavernas
Dos nossos SMARTPHONES,
Mesmo distando dois corpos,
Sem rede pra nos balançarmos,
Nos embalando nas Netscape
De ninguém, no WhatsApp
Do nosso nada.
Trocando nossas células humanizadas,
Por máquinas humanas celularizadas,
Na pressa, sem prece dos nossso WI FI,
Presos em nosssas @.com, sem ninguém
Pra convidar, com(n)vida!
Conectados: Uns dez coitados,
Sem ah! foi! No ai foi! Inexistente,
Nas bandas largas existentes.
Sendo:
Hangouts ou Skype,
Mesmo estando presente,
Em ausência de gente,
Sem face a face, no face,
Com hastags, sem rastros
Nos estragando, no instagram,
No Messenger sem pele, sem rosto:
No virtual que não se acaba.
quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018
domingo, 25 de fevereiro de 2018
Solidão. ..
Sab - 05.12.2015 - 07 h 13 m
Hoje!
Temos um ao outro.
Um dia,
Ficaremos com a outra.
Semente que plantamos,
Espinhos que colheremos,
Na singularidade a dois,
Do seu pluralismo.
Por vivermos como sol e lua,
sem sermos estrelas
Na construção da vida,
Com o brilho de cada um,
Pelos dias que fizemos noites.
Hoje!
Temos um ao outro.
Um dia,
Ficaremos com a outra.
Semente que plantamos,
Espinhos que colheremos,
Na singularidade a dois,
Do seu pluralismo.
Por vivermos como sol e lua,
sem sermos estrelas
Na construção da vida,
Com o brilho de cada um,
Pelos dias que fizemos noites.
quinta-feira, 22 de fevereiro de 2018
Que não passe
Seg - 15.08.2016 - 20 h 13 m
No silêncio Mas
De Minha A saudade
Fortaleza, Permanece,
Vejo as Fechada
Lágrimas Às portas
Irrigando De minhas
Minhas Lembranças,
Saudades, Te fotografando,
Presas Te vejo
Às tuas preto e branco,
Lembranças, Te vejo
Feito Colorido,
Tempo À sombra
Que Dos arcos-íris,
Não Ninando
Passa. Minha Vida.
Abro Em tudo
As Te vejo.
Janelas, Que não passe
O Essa
vento Saudade
Vem De
E Te
Vai, Ver.
No silêncio Mas
De Minha A saudade
Fortaleza, Permanece,
Vejo as Fechada
Lágrimas Às portas
Irrigando De minhas
Minhas Lembranças,
Saudades, Te fotografando,
Presas Te vejo
Às tuas preto e branco,
Lembranças, Te vejo
Feito Colorido,
Tempo À sombra
Que Dos arcos-íris,
Não Ninando
Passa. Minha Vida.
Abro Em tudo
As Te vejo.
Janelas, Que não passe
O Essa
vento Saudade
Vem De
E Te
Vai, Ver.
quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018
Casarão
Qui - 05.10.2017 - 08 h 30 m
Casarão, Na
Memorial Saudade
Pintado Andarilha
De emoção, No tempo,
Nas paredes Que
Sem telhados, Não passa
De nossas E nunca
Janelas Há
Abertas, De passar,
Jogando Aonde
Ardor, A
Nas memórias Minha
Existenciais, Infância,
Das Conversando
Lembranças, Com
Ainda Minha
Inesquecíveis, Adolescência,
Nas nostalgias Falam
De ontem, Comigo
Guardada De você,
No hoje, Agora.
Casarão, Na
Memorial Saudade
Pintado Andarilha
De emoção, No tempo,
Nas paredes Que
Sem telhados, Não passa
De nossas E nunca
Janelas Há
Abertas, De passar,
Jogando Aonde
Ardor, A
Nas memórias Minha
Existenciais, Infância,
Das Conversando
Lembranças, Com
Ainda Minha
Inesquecíveis, Adolescência,
Nas nostalgias Falam
De ontem, Comigo
Guardada De você,
No hoje, Agora.
terça-feira, 13 de fevereiro de 2018
São lágrimas
Qui - 05.10.2017 - 06 h 27 m
Lubrificantes dos canais lacrimais,
Ácidos incontidos de pedras crocodilianas,
Geridos das encenações e
Representações,
Inspirando aplausos,
Manuseando choros, no
Seu sinto e minto, sem lágrimas, são águas.
Leveza d'alma,
Ávido de humanismo,
Grandeza dos fortes,
Reluzente de nobreza,
Internada e externada de
Mais puro sentimento,
Aonde o choro não o enfraquece:
São lágrimas, não são águas.
Lubrificantes dos canais lacrimais,
Ácidos incontidos de pedras crocodilianas,
Geridos das encenações e
Representações,
Inspirando aplausos,
Manuseando choros, no
Seu sinto e minto, sem lágrimas, são águas.
Leveza d'alma,
Ávido de humanismo,
Grandeza dos fortes,
Reluzente de nobreza,
Internada e externada de
Mais puro sentimento,
Aonde o choro não o enfraquece:
São lágrimas, não são águas.
domingo, 11 de fevereiro de 2018
MoraDia
Dom - 04.02.2018 - 06 h 52 m
Sob a luz do lo man,
Você se tornou resolução,
E de lá pra cá, se fez direito,
Direito compensatório,
De três anos sem Reajustes.
Com dois na mesma casa.
Direito meu!
"CF 1988, Art. 39, § 4º",
Onde estão
Os direitos nossos
Art. Quinto ao Sétimo?
Da mesma constituinte!
Estão cá com seus deveres,
Me enchendo de direitos,
Sempre de saias justas.
Isso acho perfeito!
E por não
Estudarem direito,
Não estarem parlamentando,
E nem executivo serem:
Viveram de
Mora Dia.
Isso, sim,
É justo:
/ EQUILIBRISTA \
\ DO
mínimo /
E se quer mesmo saber:
Pouco me importo
Se eu viver de MordoMia,
E muito menos,
Se eu mordo e você Mia,
Todos os dias:
AquiloBesta
do
MUNDO!
Ufa! ainda bem
Que todos são
Iguais perante
A lei.
Sob a luz do lo man,
Você se tornou resolução,
E de lá pra cá, se fez direito,
Direito compensatório,
De três anos sem Reajustes.
Com dois na mesma casa.
Direito meu!
"CF 1988, Art. 39, § 4º",
Onde estão
Os direitos nossos
Art. Quinto ao Sétimo?
Da mesma constituinte!
Estão cá com seus deveres,
Me enchendo de direitos,
Sempre de saias justas.
Isso acho perfeito!
E por não
Estudarem direito,
Não estarem parlamentando,
E nem executivo serem:
Viveram de
Mora Dia.
Isso, sim,
É justo:
/ EQUILIBRISTA \
\ DO
mínimo /
E se quer mesmo saber:
Pouco me importo
Se eu viver de MordoMia,
E muito menos,
Se eu mordo e você Mia,
Todos os dias:
AquiloBesta
do
MUNDO!
Ufa! ainda bem
Que todos são
Iguais perante
A lei.
terça-feira, 6 de fevereiro de 2018
Pôster Divino
Qui - 03.12.2015 - 08 h 41 m
Meus olhos te clicaram,
Numa pose digna de um pôster,
Mesmo no meio à rua e a todos,
Sozinho, pra variar, te deixando,
Entre as peças que sempre te pregamos.
Parecia, como se na presença divina,
Estivesses, no momento sublime
De tua existência, ainda que,
Descamisado,
Na sombra do teu trabalho.
Esquecido no tempo,
Jogado ao vento, constantemente.
Mas:
Tudo tendo,
Não tendo nada.
Meus olhos te clicaram,
Numa pose digna de um pôster,
Mesmo no meio à rua e a todos,
Sozinho, pra variar, te deixando,
Entre as peças que sempre te pregamos.
Parecia, como se na presença divina,
Estivesses, no momento sublime
De tua existência, ainda que,
Descamisado,
Na sombra do teu trabalho.
Esquecido no tempo,
Jogado ao vento, constantemente.
Mas:
Tudo tendo,
Não tendo nada.
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