sab - 03.12.2016 - 16 h 05 m
A chape de Santa Catarina Chape!
Depois de San Lorenzo, Até teus céus
Se fez time de todos, Por ti choraste,
No Medellin do seu jogo, Misturando
Sem seu verde, Ao teu choro
Tornando a bola Sangue, suor
Estática, E fama de tua sina,
Na grandeza Na bandeira de
Dinâmica Todas as cores,
Do Atlético Hoje, marcada
(inter)Nacional, De Luto
Na sul-Americana, Deixando Condá,
Nas arenas mortais Em dor, sem
Do solo colombiano, Seus condores.
Que Vamos!Vamos! Chape!
LaMia Nós te queremos de novo,
Nos fez ser, Brilhando nos gramados
Em seu De todos os mundos,
Cierro Gordo, Seu futebol menino!
Do seu Colorindo
Novembro 28, De
Mudando nossa cor, Verde
Deixando o globo A nossa
Incolor. Paz.
terça-feira, 28 de novembro de 2017
quarta-feira, 22 de novembro de 2017
Trigésima sexta rodada
Dom -19.11.2017 - 05 h 20 m
Depois de nove invictas,
Tiveste tua arrancada,
Deixaste o décimo segundo,
Para entre os quatro ficares,
Desmanchando até a festa
Do campeão de plantão,
De colorado alvinegro.
Com 103 de idade,
Após seis anos de B,
No Castelão do Pio! Pio!
Chegaste a série A,
Ao vencer o Papão,
Batendo o recorde de público,
Sem precisar mais jogar.
Nos Um a Dois, com Ricardinho,
Dos Dois Dois a Dois,
Dos quarenta e nove de Pio,
Dos Dois a Zero do A.
Pronto, Juntos estavas lá,
Fazendo das últimas duas: Amistosos,
Sem necessitar mais ganhar.
Vestido de camisa
Doze,
O Acesso alcançaste,
E No vou! Vô!
De tua torcida,
Nunca mais serás
Só onze.
Com 63 pontos, 18 vitórias,
Empates 9, derrotas iguais,
44 gols, com 12 de saldo,
A gritos de acredito,
Está o Ceará, agora, de volta
Ao futebol da Elite.
Com defesas geniais,
Ganhando dentro e fora,
Nos teus confrontos diretos,
Com diretoria ouvindo Chamusca,
E esse escutando a torcida,
Só podia acontecer isto:
Vozão na primeira divisão.
Depois de nove invictas,
Tiveste tua arrancada,
Deixaste o décimo segundo,
Para entre os quatro ficares,
Desmanchando até a festa
Do campeão de plantão,
De colorado alvinegro.
Com 103 de idade,
Após seis anos de B,
No Castelão do Pio! Pio!
Chegaste a série A,
Ao vencer o Papão,
Batendo o recorde de público,
Sem precisar mais jogar.
Nos Um a Dois, com Ricardinho,
Dos Dois Dois a Dois,
Dos quarenta e nove de Pio,
Dos Dois a Zero do A.
Pronto, Juntos estavas lá,
Fazendo das últimas duas: Amistosos,
Sem necessitar mais ganhar.
Vestido de camisa
Doze,
O Acesso alcançaste,
E No vou! Vô!
De tua torcida,
Nunca mais serás
Só onze.
Com 63 pontos, 18 vitórias,
Empates 9, derrotas iguais,
44 gols, com 12 de saldo,
A gritos de acredito,
Está o Ceará, agora, de volta
Ao futebol da Elite.
Com defesas geniais,
Ganhando dentro e fora,
Nos teus confrontos diretos,
Com diretoria ouvindo Chamusca,
E esse escutando a torcida,
Só podia acontecer isto:
Vozão na primeira divisão.
quarta-feira, 15 de novembro de 2017
Somente nossa
Qua - 15.11.2017 - 07 h 56m
A saudade que te faz presente,
Da Parnaíba que te traz ausente,
No te fazer constante de andarilha,
Vai transformando ilha, nossos momentos,
Nos levando ao esquecimento.
Esquecimento contínuo,
Que nos transcende ao passado,
Quando te éramos, toda hora,
No todo tempo de nós,
Na menina sapeca, nossa, somente.
Nossa, que hoje te torna transeunte,
Pois o tempo te quer adulta,
Em estudo a te consumir,
Sem tempo mais nem pra ti.
E nós! Te querendo só nossa.
A saudade que te faz presente,
Da Parnaíba que te traz ausente,
No te fazer constante de andarilha,
Vai transformando ilha, nossos momentos,
Nos levando ao esquecimento.
Esquecimento contínuo,
Que nos transcende ao passado,
Quando te éramos, toda hora,
No todo tempo de nós,
Na menina sapeca, nossa, somente.
Nossa, que hoje te torna transeunte,
Pois o tempo te quer adulta,
Em estudo a te consumir,
Sem tempo mais nem pra ti.
E nós! Te querendo só nossa.
segunda-feira, 13 de novembro de 2017
Maçã
Sab - 29.08.2015 - 7 h
Dentro do meu eu
Estão muitos eus,
Unitários meus,
Seus que eu também os faço.
Jeito de cada sujeito,
Em espelho feito minha imagem,
Seres que tão bem os faço,
Unos nossos,
Sem coroas de espinhos.
Eva e Adão
Sem maçã:
Paraíso humano celeste,
Íntimos de Deus,
Talento não enterrado,
Ontem e eternamente.
Sem pecado e sem juízo,
Agora e para sempre,
No humano divino transformado,
Terra Prometida,
O dracma nunca perdido.
A culpa é de quem?
Da mulher que tu me deste!
A companheira do pecado:
O suor a recompensa.
Eu culpo a serpente!
Víbora enganadora!
A maça que eu te dei.
Sem nenhuma desculpa,
Em nudez nos encontramos,
Presos em nossa arrogância,
Enfeitados de figueira,
No nada nos achamos,
Transformando o Éden
Em dor do parto, poeira e pó.
Dentro do meu eu
Estão muitos eus,
Unitários meus,
Seus que eu também os faço.
Jeito de cada sujeito,
Em espelho feito minha imagem,
Seres que tão bem os faço,
Unos nossos,
Sem coroas de espinhos.
Eva e Adão
Sem maçã:
Paraíso humano celeste,
Íntimos de Deus,
Talento não enterrado,
Ontem e eternamente.
Sem pecado e sem juízo,
Agora e para sempre,
No humano divino transformado,
Terra Prometida,
O dracma nunca perdido.
A culpa é de quem?
Da mulher que tu me deste!
A companheira do pecado:
O suor a recompensa.
Eu culpo a serpente!
Víbora enganadora!
A maça que eu te dei.
Sem nenhuma desculpa,
Em nudez nos encontramos,
Presos em nossa arrogância,
Enfeitados de figueira,
No nada nos achamos,
Transformando o Éden
Em dor do parto, poeira e pó.
domingo, 12 de novembro de 2017
Subjeto
Sex - 18.11.2015 - 09 h 23 m
Uma coisa sou eu ficar
Acima do conflito com você.
Outra, é você me colocar
No seu campo de concentração.
Na primeira, eu sou sujeito
Do seu ponto final,
E nunca me darei mal,
Por ser dono de minhas ações
Na segunda,um mero objeto
De suas reticências...
Por perder a consciência
De minha existência.
Uma coisa sou eu ficar
Acima do conflito com você.
Outra, é você me colocar
No seu campo de concentração.
Na primeira, eu sou sujeito
Do seu ponto final,
E nunca me darei mal,
Por ser dono de minhas ações
Na segunda,um mero objeto
De suas reticências...
Por perder a consciência
De minha existência.
segunda-feira, 6 de novembro de 2017
O quarto poder
Dom - 29.10.2017 - 09 h 31 m
Povo, sem memória,
É gente sem história,
Permitindo que os agentes
Agendem suas estórias.
Povo, sem lembrança,
É esquecimento político,
É tudo que eles mais querem,
Pros seus enriquecimentos ilícitos.
Povo, sem questionamento,
É resposta de parlamento, no:
Sim senhor de todos os seus momentos,
É multidão, sem tratamentos.
Governo, sem povo, é pavor:
São brindes de oito e quatro tempo,
Que de dois em e dois anos,
Faz sangrar a nação, o fazendo eleições.
Povo, que sabe o que quer,
É governo com historia,
Com os três, sem estórias,
Agendados em suas memórias,
sem voto vencido ser.
Povo, sem memória,
É gente sem história,
Permitindo que os agentes
Agendem suas estórias.
Povo, sem lembrança,
É esquecimento político,
É tudo que eles mais querem,
Pros seus enriquecimentos ilícitos.
Povo, sem questionamento,
É resposta de parlamento, no:
Sim senhor de todos os seus momentos,
É multidão, sem tratamentos.
Governo, sem povo, é pavor:
São brindes de oito e quatro tempo,
Que de dois em e dois anos,
Faz sangrar a nação, o fazendo eleições.
Povo, que sabe o que quer,
É governo com historia,
Com os três, sem estórias,
Agendados em suas memórias,
sem voto vencido ser.
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