Quando poderes, Na
Vejas teu Deus: Invisibilidade
Ele está sentado Do teu
No banco frio, Bom Dia!
Debruçado sobre Ou na crença
O próprio corpo, De Tomé,
Esperando o teu Sem Fé
Agasalho, De Abraão.
Nas noites frias Em aleluias
De Adams, Ensurdecedoras,
No banco Sem atitude
Do esquecimento, De
De tua parada Bom
De ônibus, Samaritano.
No portão De
De entrada Uma
De tuas Lembranças, Coisa
Cruzando Magnólia, Eu
Em pressas de cars. Sei:
Ou Quem sabe Deus
Jogado ao leu. É o Invisível
Ao vento Dos Mais Visível que
Nossos Temporais. Podemos tocar.
Ao calor do teu Basta olharmos
Dia-a-dia, Com os Olhos
Aguardando Da fé,
Tua sombra, Materializado no
Para aliviar Ser chamado Você!
Sua Que tu
Agonia, Me fizeste Ver.
No portão De
De entrada Uma
De tuas Lembranças, Coisa
Cruzando Magnólia, Eu
Em pressas de cars. Sei:
Ou Quem sabe Deus
Jogado ao leu. É o Invisível
Ao vento Dos Mais Visível que
Nossos Temporais. Podemos tocar.
Ao calor do teu Basta olharmos
Dia-a-dia, Com os Olhos
Aguardando Da fé,
Tua sombra, Materializado no
Para aliviar Ser chamado Você!
Sua Que tu
Agonia, Me fizeste Ver.
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