Os poemas Os poemas
Que escrevi Que escrevi
Nas areias da praia, Na publicidade
Nem suas ondas Do nosso amor,
Repetitivas, Nem os imortais poetas,
E nem as pegadas E nem suas poesias
Constantes de outrem Inesquecíveis
Os destruirão Os apagarão,
Por serem poesias Por serem histórias
Vividas dentro Vivas de nós dois,
De nós. Somente.
Os poemas Quando um dia,
Que escrevi eu me fizer eterno,
Nas dunas Deposita sobre mim
Dos desertos, A lágrima
Nem os impetuosos De tua saudade,
Ventos, Não a, da solidão
E nem as suas De me teres perdido,
Eternas Pois nem a morte aniquilará
Tempestades Os poemas que
De areia escrevi para ti,
Devastá-los-ão, Na cumplicidade
Por serem Oásis do nosso amor,
De nossos Por serem escritos
Interiores. de nossas vidas.
Dos desertos, A lágrima
Nem os impetuosos De tua saudade,
Ventos, Não a, da solidão
E nem as suas De me teres perdido,
Eternas Pois nem a morte aniquilará
Tempestades Os poemas que
De areia escrevi para ti,
Devastá-los-ão, Na cumplicidade
Por serem Oásis do nosso amor,
De nossos Por serem escritos
Interiores. de nossas vidas.
Nenhum comentário:
Postar um comentário