Dom - 20.11.2016 - 08 h 22 m
QUANDO! VI-TE HUM,
Vi, no TEU OLHAR,
Teus SONHOS de FRAGORE,
Vi VOCÊU, minha ETERNA
IDADE, no FILHO!
Sem maioridade.
Vi que {A[PRENDE]},
(BRASIL)!{[(DE VEZ)]}
Precisa das DESÇUBIDAS
dos NOSSOS 12 DE OUTUBRO,
Do VAQUEIRO NORDESTINO e
Doutros quantos necessários
Se fizerem, antes que,
UM DIA DEPOIS, seja tarde demais,
Deixando nossa POLICIDADE,
SEM DOMINGO, na POLITICOPATA
Lucrativa do pão e do circo.
Antes que o AMANHÃ!
T(EU), nosso e de todos continue,
Sem LIBERTAS QUAE SERA TAMEN,
Deixando-nos SEM NADO,
Selecionando os seus
DE CORTE EM CORTE
Tornando black o outro
BRANCO OLHAR!,
Na FELINA INDELÉVEL
Do seu poder.
Começamos agora,
FILOSOFANDO VOCÊ
À TIA MARICOTA,
Convidando a todos
PRA AMARMOS
INTENSAMENTE
O BARCO DA VIDA,
Cheios de POETAPESSOA.
QUE TAL!
Sem esquecer o DNA
De toda ÁRVORE HUMANA,
Antes que as BALADAS QUE
NÃO CANTAMOS, HOJE,
Façam-nos ESTÁ DO SEU
E nunca estado nosso.
Na DUALIDADE de
ULISSES A DEMORO e
Nas CEM PRECES do povo,
No seu G 6 6270 27 K,
Com GOD, sem USA-ME,
Sem ESQUECER DE ADULTO,
Fazendo PACIF e PÔR DO SOL
O GRANDE ENCONTRO
De LOS ANGELES, com OUR TIME
26, na VIR TU ALI DADE de COMO
SOMOS, A SOS, uma RARA IDADE,
AGORA! Em nossos CAMINHOS.
EM {A[GOR]EA)É}, na NUDEZ
37 de VOCÊ! DE NOVO!
Em TALVEZ! OUTRA VEZ!
De VOCÊ!, na LEMBRANÇA,
Sem PAPO NOEL,
Com O M(EU) VOCÊ
Feito PINCÉU, pintando 1979,
Com cores de JAMNFN,
Nas telas infinitas inteiras
De nossa FELICIDADE,
Sem natureza morta
Da SALRUDE PÚBLICA,
Que o estado PRA SEMPRE
Insiste NA TAL NOEL,
Tornando MARIANA ÊXODO,
Sem NUDEZ POÉTICA,
Sem CORAÇÃOZINHO,
Sem WINDOWS,
FOTOGRAFANDO VOCÊ,
Sem água, PRESENTE DE DEUS,
Agora, SAUDADE!,
Em A CABANA DO NADA,
Sem A CABANA DO SER,
Sem tintas MUITO ALÉM DO CÉU,
Sem A ESSÊNCIA de MAMI,
Deixando sem REENCONTRO,
Sem MÃE, sem ÍCARO,
Sem HOMÔNIMOS,
A nossa DOCE MENINA
Do vale salgado.
Não tenhamos DÚVIDA,
O estado precisa mudar
De lado, sendo povo,
E não seus três poderes,
Sem fazê-lo DESERTO,
Sem SE desfazer DA VIDA,
Que hoje o faz apenas voto,
Sem PENSAMADOS, tornando
Seu COQUETEL DOS SONHOS
Em PÓ, em seus MOMENTOS
Contínuo, sem CANÇÃO DE NINAR,
Fazendo-o mero APRENDIZ,
Como se O SOPRO DE DEUS
Não tivesse O LUGAR CHAMADO
VOCÊ, pra cada um deles,
Nesses brasis dos réus públicos.
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