Qui - 17.05.2001
Irreverente, cheia de it,
Repleta de ti,
Trazes comigo segredos só teus,
Haja vista o tempo, meu conselheiro,
Ensinar-te histórias inesquecíveis,
Lições que não se apagam,
Letras de nossos Eus,
Escritos próprios de vida,
Sem saber onde o poema termina,
E começa a poesia,
Musa amada que me faz poeta.
Desculpa, mas ficou tua lembrança,
Que não faça tão longa esta suadade minha,
Pois esperar-te doce Gore, é a pior escolha,
Senão, um consolo inútil,
Por isso, sei-te solidão,
Que és culpada dessa desolação.
Mas, o que me importa é saber,
MINHA MUSA,
Que me és a primavera, embalando
Tuas respostas,
Um gostar de alguém, pela primeira vez,
Como canção de gueixa,
Zelando as duas faces, de mãos dadas,
Com pudor,
O lado bom do nosso amor,
Lembrança da última vez.
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