Como posso minimizar
Uma mulher? Se nela,
O Máximo da vida,
Se fez pequeno.
Como não a ser?
Principalmente nas noites
Dos meus medos,
No ninar pra eu dormir.
Por que não a fazer maior?
Se somos cumplicidades delas,
Nas chamas ardentes
De suas paixões.
E como a teremos?
Se ela é própria de si mesma,
Sem possessivo de ninguém
Em nossas filhas, e, filhos.
Logo: O mundo é Feminino,
Se fez pequeno.
Como não a ser?
Principalmente nas noites
Dos meus medos,
No ninar pra eu dormir.
Por que não a fazer maior?
Se somos cumplicidades delas,
Nas chamas ardentes
De suas paixões.
E como a teremos?
Se ela é própria de si mesma,
Sem possessivo de ninguém
Em nossas filhas, e, filhos.
Logo: O mundo é Feminino,
E até o universo se rende ao seu encanto.
Mesmo diante da força Bruta,
Pois na generosidade chamada VOCÊ
Lhe pertencemos: No contido de si,
Nas somas, sem subtração,
Das multiplicações, sem divisão.
E nas soluções dos nossos dias,
Sem equações Problemáticas,
Vamos nos fazendo:
Matemáticos de sua Matemática,
No axioma do seu português,
Transcendental: Sem sermos diferentes:
Nos encontramos.
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