Dom - 29.10.2017 - 09 h 31 m
Povo, sem memória,
É gente sem história,
Permitindo que os agentes
Agendem suas estórias.
Povo, sem lembrança,
É esquecimento político,
É tudo que eles mais querem,
Pros seus enriquecimentos ilícitos.
Povo, sem questionamento,
É resposta de parlamento, no:
Sim senhor de todos os seus momentos,
É multidão, sem tratamentos.
Governo, sem povo, é pavor:
São brindes de oito e quatro tempo,
Que de dois em e dois anos,
Faz sangrar a nação, o fazendo eleições.
Povo, que sabe o que quer,
É governo com historia,
Com os três, sem estórias,
Agendados em suas memórias,
sem voto vencido ser.
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