Pai!
Presente, sem presente,
Ausência, sempre presente,
Em distância de abraços,
A conversar de amigos.
Pai!
Uma herança de Deus
Construída no hoje de cada dia
De nossas amanhãs e manhãs infinitas,
Gerada no ontem, vivida no agora.
Pai!
Nosso, meu, teu, vosso,
Que todos deveriam ter,
Mas que a muitos são negados,
Por outros renegados,
Por nunca pai ter
E nem muito menos ser,
Nos deixando sem Céu
Até na Terra,
Descumprindo
A
Vossa
Vontade.
Que não é
O teu caso:
Meu amado
Pai.
Excelente!
ResponderExcluirObrigado pela sua companhia.
ExcluirNessa homenagem ao ser Pai, o poeta, na sua concisão e objetividades que o caracterizam, fala de alguns tipos de pai e até daqueles que negam, não assumem a paternidade.
ResponderExcluirSensibilidade te define.
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