Lágrimas de MaRio,
Vinho de l'Agora,
Ilha que muito
Somos,
Em istmos
Nas pontes
Em istmos
De quase
Nada,
Nas pontes
Das cascatas,
Sem nascente,
Nos cais
Sem nascente,
Nos cais
De todos,
Sem
Nado,
Nas ondas
Sem prancha,
Entre o rio
E o acho
Nas sondas
Sem
Vento,
Perdido
Sem si,
No riacho
Que ninguém
Mais acha,
Se não
Nasceres.
Parece um chamamento ao exercício viver.
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