Seg - 09.11.2015 - 07 h 33 m
Depois de muitos
E muitos ontem,
Se cedo não ficarmos
No hoje de nossas vidas,
O amanhã, com certeza,
Em bengala
Nos tornará,
E sem ela
Nada seremos,
E só a ela teremos,
Se invisíveis,
logo nos fizerem
Nos deixando sem
seus ombros amigos,
Nos fixando no Canto da sala,
Sem cadeira de balanço.
Mas,
Quando temos
Teus braços amáveis,
Ela se faz necessária,
Porém,
Não nos é tudo.
Pois ela nos leva
Às pequenas distâncias,
Enquanto,
Eles,
A todos lugares
Que quisermos.
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