Ter - 27.05.1980
No linear da vida,
Milhares a existirem,
No mundo do seu ninguém,
A encontrar de além.
É com se o tempo parasse,
Alguém mais olhasse
Estas ínfimas almas perdidas,
SocialMente desumana.
É como se os fossem culpados
Por comê-los nada assado,
Regados a vinhos barrentos
Por capitais de corrente.
É como se fosse culposos
Pelos seus tetos infinitos,
Sobre quatro paredes
De vãs limites mundano.
É sempre um prazer renovado adentrar nas poesias personalíssimas do ilustre poeta, onde é mostrado a sua percepção dos acontecimentos da roda viva da vida. Valeu, poeta! É dez, nota 10!
ResponderExcluirObrigado, nobre TADEU, luz à mira sempre se sentirá linsonjeada com sua ilustre presença.
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