Qua - 27.06.2018 - 06 h 24 m
Fecha-se o ciclo, apertando-se o cerco,
Fazendo do círculo uma reta
Tangente e secante, infinitas,
No acerto, sem conserto,
No concerto concreto da vida,
No momento inesperado,
Nos pontos que não são mais seus.
Onde, todos pagam
Com o salário do pecado,
Restando, tão somente,
O saldo da ressurreição,
Se em vida ele não a encontrou,
Em cada irmão que o procurou:
Em vão viveu;
Vivendo apenas
o tempo do
Seu corpo.
Em vão viveu.
Pois só
ele
é:
A vereda , a estrada, o atalho,
O retalho, o rastro, o rosto
Do detalhe que lhe falta
Para fazer
Do seu deserto, oásis,
Do seu inferno, céu,
para se chegar:
AO CAMINHO,
E A VERDADE
E A VIDA,
no tempo chamado
hoje, que amanhã
não mais lhe
pertencerá.
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