Dom - 17.06.2018 - 07 h 28 m
Às lágrimas eternas,
As lembranças que conosco ficam,
Da tua saudade a nos acompanhar,
Na solidão, sem nos deixar sozinhos.
Às lembranças que não passarão,
Saudades se fazem vivas,
Molhando nossas retinas,
No encontrar só, de nós dois.
À saudade que hoje te somos,
A conversar dos teus momentos,
Com nossas lágrimas,
Sem ninguém entre nós dois:
Amiga, agora, é
Da solidão, minha confidente,
Dos diálogos silenciosos,
À sós, de nós cinco.
Parabéns Ademir, você realmente tem o dom da palavra! Muito bonita e tocante essa poesia.
ResponderExcluirObrigado por se fazer presente em luz à mira, irmão Filipe.
Excluir