Sem sol,
Não há lua,
Sem lua
Não haveria
Esta poesia,
Que para ti
Eu te escrevo.
Mas o princípio
Não foi assim;
Tudo nada
Mais me era
Que emaranhados
De desenho
Com estranhas
simbologias.
Até que tu,
Fizeste me perceber
Que também eram
palavras:
B A formam ba,
T A eram ta,
L, H A um lha...
Mesmo assim tu me
ensinavas
Com amor de mãe e
ternura paterna:
Com balas para
mascarem
Borrachas para
apagarem,
Com velas de
parabéns,
Pintando o preto e
branco
De colorido, onde todos eram um,
E, logo, cedo se
aprendia
O ABC da vida, somando:
Com pó de giz,
Onde o únicoCom pó de giz,
Quadro negro
Era a lousa,
Apagando a dor,
Com o seus salários
APAGADOS.
Demostrando que: Família, educa;
Escola ensina;
Educadores formam
E transformam
pensamentos,
Lapidando
conhecimentos
Críticos, lecionando
a todos
Sem selecionarem
ninguém.
...Só, Tu és mais do
que poemas,
És constelações
poéticas, Da via
láctea humana, Do
tempo, sem
Idade, Com toda tua
mocidade,
Iluminando
obscuridade
Que o mundo insiste
em te enclausurar,
Com suas ilógicas rasuras:
Professorinha, minha, que me fazes poeta.
Com suas ilógicas rasuras:
Professorinha, minha, que me fazes poeta.
Muito linda !Parabéns!É a descrição perfeita.
ResponderExcluirTodo reconhecimento a quem nos ensinou uma das maiores habilidades humanas:ler.
ResponderExcluirÉs um poeta muito importante em minha vida
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