Qui - 18.10.2018 - 06 h 42 m
Quantos Eduardo tu amaciaste?
Com teus AIs doentios,
Entre 70 a 74,
Vagalume, que brilha ante
ninguém, deixando
Sua família,
Sem Luís,
Calibrando
O tempo, intensidade
E instrumentos
utilizáveis
Da negação humana,
Com tuas torturas,
Algoz carrasco, que em 1971,
Tua frieza o empunhaste.
Quantas histórias
Ainda esquecidas,
Silenciadas nos
porões
De tuas estórias impúnheis
Aquecidas por tuas
Estrelas
Dêcádentes..
Transformando
Sonhos de
merlino
Em pesadelo,
Que menge
Persiste
Em nos acordar,
Demostrando
Que isso é crime
Humano
imprescritível,
Que vai além do ser, em questão,
Destruindo alma, com
calma,
Exibindo-a em suas
malas,
Manchando Nações,
Contrapondo:
Que há dias alguém nos diz:
Isso é o movimento
E não uma ré sem
volta,
Querendo outros te fazerem herói,
No seus memoriais existenciais.
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