quarta-feira, 12 de dezembro de 2018

De lá tou

Ter - 11.12.2108 - 07 h 02 m

Jogando as mesmas fichas,
Apostando nos mesmos jogos,
Parceiros, se fazendo, sem iguais,
Nas surdinhas  de suas tramoias,
No comando direto de seus
Delitos, em seus cerimoniais
Lucrativos, imbuídos de vícios,

Sem se preocuparem com os outros,
Deliciam-se nos seus ilícitos,
Fuçando tesouros alheios
Lambuzando-se com seus erros,
Enquanto direitos os executam,
Nos exercícios de seus cargos,
Dilapidando patrimônio público.

Fantasiados de mocinhos, Até que
A lei os alcance, e réus  com fés sós
Em suas tornozeleiras eletrônicas,
Entregam de vez os seus outros...,
Ainda que eles sejam os mais maduros,
Só para não se confinarem em suas
Mansões, de graças.

Aí, vem esses caras de pau,
Senhores das mesmas naus
Arcabouços desses esquemas,
Saboreando do(a)s mesmo(a)s prato(a)s,
Se apressando para narrarem os fatos,
Dos seus planos sórdidos,
Agora malfadados, ora relatados:

Despindo
Suas
inocências,
Dizendo
Que
Nada
Fizeram.

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