terça-feira, 12 de julho de 2022

Caciques, sem cacifes

Sab - 01.12.2018 - 09 h 23

De cabral a cabral
Quantos assaltos
Assististe dos teus
Proeminentes colarinhos.
Brancos, imaculados e
Santos em suas honradezes.
Te deixando agonizante,

Que  Pero Vaz Caminha,
Em duplicidade, já dilapidava
Esse brasil indígena, gigante,
Com sua malfadada estória
De descoberta, para manuel,
O pomposo, trocando
Tesouro por espelho.

Essa vantagem ilícita,
Tornou-se cobiça,
Para políticos, que
Não largam seus chiqueiros,
Se vestindo de chique,
Com seus mares de lama,
Transformando escambo,

Em muamba, ainda sendo
Garotinho, com ou sem
Rosinha na mão, levando
Vantagem em tudo, na
Lavradagem descabida,
Com cartilha para se vender,
Com ou sem pé pequeno.

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