Sab - 01.12.2018 - 09 h 23
De cabral a cabral
Quantos assaltos
Assististe dos teus
Proeminentes
colarinhos.
Brancos, imaculados
e
Santos em suas
honradezes.
Te deixando
agonizante,
Que Pero Vaz Caminha,
Em duplicidade, já
dilapidava
Esse brasil
indígena, gigante,
Com sua malfadada
estória
De descoberta, para
manuel,
O pomposo, trocando
Tesouro por espelho.
Essa vantagem
ilícita,
Tornou-se cobiça,
Para políticos, que
Não largam seus
chiqueiros,
Se vestindo de
chique,
Com seus mares de
lama,
Transformando
escambo,
Em muamba, ainda
sendo
Garotinho, com ou
sem
Rosinha na mão,
levando
Vantagem em tudo, na
Lavradagem
descabida,
Com cartilha para se
vender,
Com ou sem pé
pequeno.
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